quinta-feira, março 01, 2007

MAIS COMPLICAÇÕES

quinta-feira, março 01, 2007

Obrigado amigos pelo vosso apoio. É muito importante e vocês sabem disso. Mas às vezes as coisas acontecem em catadupa. Mal acabam umas começam outras, quando muitas vezes não são umas em cima das outras. Pois é, depois da minha mãe, que felizmente, já está mais ou menos normal, agora é a minha tia, irmã da minha mãe, que foi parar ao hospital e parece que já não irá sair de lá tão depressa. Segundo o que o médico disse ao meu tio, está com a doença da moda, cancro no estômago, intestinos e parece que já com ramificações no fígado. O que quer dizer que a esperança é muito vaga. Mas há sempre um fiozinho que nos ilumina nessa pequena fé que é a esperança. Costuma-se dizer que Deus só nos dá o que podemos suportar, será? Bom esperemos. Este fim de semana vou lá vê-la, só ainda não fui porque não é aqui na zona de Lisboa e não posso deixar a filhota mais pequena com o pai. Não é que não pudesse, mas ela não gostaria nada. Está muito habituada a mim e uma noite a dormir sem saber que a mãe estava por perto era complicado para ela. Além disso, a minha irmã também precisa de mim aqui porque precisa de fazer coisas na rua e não pode deixar a minha mãe sozinha. Assim sendo tenho de lhe dar uma mãozinha. Bom, agora que podia estar um pouco mais liberta para mim, não posso. Mas a vida é assim nunca é como queremos. Haja paciência.

terça-feira, fevereiro 27, 2007

JÁ ESTÁ...

terça-feira, fevereiro 27, 2007

Pronto! Mais um círculo que se fechou e outro poderá ser aberto. Nunca pensei que o meu último dia de trabalho fosse assim, não fui eu que o escolhi mas eles que o escolheram. Mas se Deus quiser não há-de ser nada. Tenho falado com os colegas que já sairam e todos dizem que estão bem. Não sei se me dizem isso para eu ter coragem ou para eles próprios não irem abaixo. Daqui a uns tempos logo saberei e poderei dizer se é verdade. Sabe-me muito bem receber os colegas que se vêm despedir de nós, pois somos duas que vamos embora na nossa secção. Ainda há gente com consideração pelos outros. Não são muitos, mas são bons.
Amanhã será o primeiro dia de "liberdade", já há coisas a fazer, portanto penso que nem vou ter tempo para pensar no que me está a acontecer. O futuro o dirá.

sábado, fevereiro 24, 2007

AQUI VAI MAIS UMA MUSIQUINHA

sábado, fevereiro 24, 2007

E para desanuviar um bocadinho, para afastar as nuvens cinzentas que por aqui pairam, vai mais uma musiquinha.

THE RASMUS - In the shadows

quinta-feira, fevereiro 22, 2007

DESEMPREGADA

quinta-feira, fevereiro 22, 2007


Estou na fase final da uma etapa de 17 anos numa empresa em que me deu muito gozo trabalhar, mas que parece que é como todas as outras que quando não precisa descarta, apesar de pertencer a um grupo grande. A idade pelos vistos também conta, a partir de uma certa altura ter gente mais idosa não fica bem. Eu não me considero velha até porque para a Segurança Social sou muito nova para a reforma. Contigências estatais, não é verdade? Bom, mas isto tudo para dizer que vou ficar, como muito boa gente, desempregada.

Se me perguntarem se estou aflita, sinceramente não estou. Assustada? Talvez não. Preocupada? Um pouco, porque receber o subsídio de desemprego não é a mesma coisa que o ordenado certo ao fim do mês. No desemprego não há subsídio de férias nem de Natal, portanto há que fazer muito bem as contas para não dar raia. Férias? Nem vê-las nos próximos três anos. Até porque agora, como eu disse no meu outro blogue, somos prisioneiros do Estado. De 15 em 15 dias temos de nos apresentar na Junta de Freguesia da residência para saberem que não emigrámos. Acho que os presos, neste momento, têm mais liberdade do que nós. Têm comida à borla, podem ir a casa com as novas pulseiras e ainda têm visitas quase todos os dias. Nós não podemos sair para muito longe e se temos a honestidade de dizer que vamos aqui ou acolá, é certo e sabido que depois nos descontam no subsídio.

Mas adiante, vamos a ver o que vou fazer. Para já, vou descansar no próximo mês. (Não, não vou de férias, fico em casa) Depois logo se vê. Neste momento sinto um certo vazio, parece-me que me vai faltar qualquer coisa, mas acho normal porque vai mesmo faltar o corre corre de vir todos os dias trabalhar, de olhar para as horas para ver se estou ou não atrasada, se chove, se faz sol, enfim tudo aquela azáfama normal do dia a dia.

Por agora chega senão choro. E isso não faz parte de mim. Depois conto como foi o fim desta etapa, que ainda não acabou.

quarta-feira, fevereiro 21, 2007

CARNAVAL

quarta-feira, fevereiro 21, 2007


A origem do carnaval a principio vem dos rituais, nas celebrações da fertilidade e da colheita nas primeiras lavouras, às margens do Nilo, há seis mil anos atrás.

Depois do Egipto, o primeiro, do segundo em Grécia e Roma Antigas e do terceiro, no Renascimento Europeu, particularmente em Veneza, o Carnaval encontra no Rio de Janeiro o seu quarto centro de excelência resgatando o espírito de Baco e Dionisus. A história do Carnaval, considerando os seus Centros de Excelência, dividida em quatro períodos: o Originário, (4.000 anos a.C. ao século VII a.C.), o Pagão, (do século VII a.C. ao século VI d.C.), o Cristão (do século VI d.C. ao século XVIII d.C.) e o Contemporâneo (do século XVIII d.C. ao século XX).
Porém, o carnaval mais popular em si originou no antigo entrudo português, onde, no passado, as pessoas se molhavam reciprocamente, lançando-se baldes de água, ovos, tangerinas, entre outros, e sujando-se com tinta, farinha etc.
O entrudo acontecia num período anterior à quaresma, portanto, estava ligado a um significado de liberdade. Sentido que permanece até aos nossos dias.


Nos Estados Unidos o carnaval se resume basicamente na celebração do Mardi Grass (Terça-Feira Gorda), vários Estados celebram o carnaval.
Mas o Estado mais tradicional de tal comemoração é Nova Orleãs. Nestes Estados, durante o Mardi Grass, desfilam pelas ruas da cidade mais de 50 agremiações. A agremiação mais conhecida é a do Bacchus (que possui gigantescos e originais carros alegóricos).


Na Alemanha a celebração do carnaval acontece tanto nos grandes centros urbanos, quanto na Floresta negra e nos Alpes.
A festa mais tradicional é a da cidade de Bona. Lá organizam-se desfiles com pessoas fantasiadas à época. O diabo fica solto, por esse motivo as pessoas usam máscaras para esconder seus rostos.


Por muito tempo, o carnaval veneziano foi um dos mais fortes e alegres do mundo. Durante o período do carnaval eram desenvolvidos bailes e festas nas praças e ruas da cidade. Com o passar do tempo o carnaval de Veneza foi enfraquecendo chegando quase a extinguir-se.


Mas o carnaval barsileiro é actualmente o mais popular a nível mundial.

A folia carnavalesca carioca começa antes dos dias oficiais do carnaval. Já no mês de Setembro começam os ensaios nas quadras das diversas escolas de samba da cidade.
No mês de Dezembro a cidade já se agita com os denominados “ensaios de rua” (que acontece na região sede de cada uma delas) e a mais nova criação “ensaios técnicos” que levam milhares de pessoas ao Sambódromo todos os fins de semana. Os desfiles oficiais são realizados durante a data oficial do carnaval.

O carnaval baiano é sem dúvida um dos mais calorosos e animados do Brasil e do mundo. Em especial na cidade de Salvador, onde se localiza os três principais circuitos carnavalescos: Dodô, Osmar e Batatinha.
Por estes circuitos passam mais de 150 blocos organizados, cerca de 2 milhões de pessoas durante os dias de festa. Normalmente esses blocos contam com os famosos trios elétricos e com cantores que são a sensação do momento.


E por aqui fica um cheirinho sobre o Carnaval.

segunda-feira, fevereiro 19, 2007

PROIBIDO BUFAR!!!

segunda-feira, fevereiro 19, 2007


E como estamos em época de carnaval, aqui vai mais uma.


Um Homem entra num saloon e diz:

- Eu sou Mágico!

Responde todo o saloon:

- Ai que mauzão quele é!, vai-te mas é embora.

Então o mágico diz:

- A mesa de poker que se levante. E a mesa levantou-se, o saloon ficou todo de boca aberta.

- Querem que ela baixe, então soprem!- diz o mágico. Sopraram todos, e a mesa baixou.

- E agora, querem ver as cadeiras no ar, então tomem lá. As cadeiras subiram todas.

- Querem que elas baixem, então soprem!Todos sopraram e as cadeiras baixaram.

Estava num canto do saloon um polícia de 90 anos, e diz o mágico:

- A gaita do polícia que se levante. E a gaita que já não subia há uns 30 anos levantou-se. De súbito o chefe da esquadra levanta-se da cadeira com as pistolas na mão, e diz:

- NINGUÉM BUFA!!!

sexta-feira, fevereiro 16, 2007

AMOR NA TERCEIRA IDADE

sexta-feira, fevereiro 16, 2007


Devido ao falecimento do avô aos 95 anos, o jovem Camilo foi dar os pêsames à sua avó de 90 anos. Quando chega, Camilo encontra a anciã chorando e a consola. Um pouco depois, quando vê a avó mais calma o neto aproveita e pergunta:

"Diz-me avó, como morreu o avô?"

"Morreu ao fazermos amor, confessa a avó."

Camilo, horrorizado, responde-lhe que as pessoas de 90 anos ou mais, não deveriam fazer amor porque é muito perigoso. No entanto a avó responde:

"Somente o fazíamos ao Domingo, de há cinco anos a esta parte, e com muita calma, ao compasso das badaladas do sino da Igreja. Era Ding para o meter e Dong para o tirar... Se não fosse o sacana do homem do carrinho dos gelados com o seu sininho, o avô ainda estaria vivo!

quinta-feira, fevereiro 15, 2007

CAFÉ DA MANHÃ

quinta-feira, fevereiro 15, 2007


Um português estava calmamente sentado a tomar o seu café da manhã quando um espanhol, a mastigar pastilha elástica se senta ao seu lado.

O português ignora o espanhol, que não se conforma e começa a puxar conversa:
Espanhol:
- Comes esse pão inteirinho?
Português (de mau humor):
- Claro.
Espanhol:
- Nós não. Nós comemos só o miolo, a côdea juntamos num contentor depois processamos, transformamos em croissants e vendemos para Portugal.
O Português ouve calado.
O Espanhol insiste:
- Tu comes esta geleia com o pão?
Português:
- Claro.
Espanhol:
- Nós não. Nós comemos frutas frescas com o café da manhã, mandamos todas as cascas e sementes para contentores, depois transformamos em geleia e vendemos para Portugal.
Português:
- E o que é que vocês fazem com os preservativos depois das relações sexuais?
Espanhol:
- Deitamos fora, claro!
Português:
- Nós não. Vamos guardando tudo em contentores, processamos, transformamos em pastilhas elásticas e vendemos para Espanha.

quarta-feira, fevereiro 14, 2007

MAIS RECORDAÇÕES...

quarta-feira, fevereiro 14, 2007

Um pouco atrasada em relação ao post anterior, mas tive algumas dificuldades em postar em casa. Assim sendo, cá vai mais recordações de infância.
Depois da telefonia e da televisão recordo-me bem dos pregões das varinas pelas ruas de Lisboa com a sua voz: "olha o meu peixe que é tão fresquinho, ó vizinha são três chicharros por cinco tostões, é só para acabar" e ainda a mulher dos limões: "quem quer limões, olha os meus limões que são tão bonitos" e por aí fora, pois cada uma tinha o seu pregão. Depois vinha o verão e lembro-me de que a pastelaria ao pé de minha casa tinha uns geladinhos amarelos, pequenos e quadrados, que eram uma delícia. Ainda hoje não sei de que eram feitos, mas que eram muito bons lá isso eram. Eu e a minha irmã pelava-nos para comer um. Como na altura a vida era muito difícil tinha de se inventar maneiras de comer o mais barato possível. Por exemplo, lá em casa havia sempre sopa e o resto era o que se podia. Antigamente, as mercearias, que actualmente estão a desparecer completamente, tinham sempre bacalhau demolhado. Comprava-se uma posta e fazia-se o jantar para a família. Naquele tempo uma posta de bacalhau era muito barata, agora nem existe, aliás existe, mas congelado e muito mais caro. Tínhamos um arroz de bacalhau, ou uma caldeirada de bacalhau, ou uns pasteis de bacalhau com arroz, ou ainda pataniscas de bacalhau. Eu sei, eu sei, que há muitas maneiras de o fazer, mas isto era o que se fazia lá por casa. Comia-se também, quando era possível, uns bifinhos mas isso era quando o rei fazia anos.
Brinquedos. Quais brinquedos? As bonecas eram feitas de trapos e os rapazes faziam os seus próprios brinquedos. A minha rua como tinha uma grande subida eles pegavam numa tábua punham-lhe umas espécie de latas por baixo, ou pediam na garagem os rolamentos velhos, para fazerem as rodas e um cordel para guiarem a tábua e era vê-los em cima daquilo e deslizarem pela rua abaixo. Era uma alegria. Meu Deus, como o tempo passa e como é tudo tão diferente.

domingo, fevereiro 11, 2007

NOVAS RECORDAÇÕES...

domingo, fevereiro 11, 2007


Engraçado quando ao nos recordarmos de umas coisas acabamos por nos recordar de outras. Assim foi, ao lembrar no post anterior, de como se ouvia muita rádio, nessa altura. Televisão ainda não havia, eu tinha quatro anos, quando ela apareceu e como devem calcular só as pessoas endinheiradas e os cafés e poucos restaurantes é que tinham televisão. De maneira que quando se queria ver televisão ia todo a agente para o café à noite. Lembro-me muito bem de ir ao colo do meu pai toda contente para ir ver televisão, mas quando regressava o sono era maior do que eu e já vinha a dormir. Mas ao princípio não era grande costume ir todos os dias ao café, por isso ouvia-se rádio, muito rádio. Sabia-se os cantores da moda, não esquecer que quase não se ouvia música estrangeira, só se começou a ouvir mais música lá de fora depos do 25 de Abril, mas continuando, sabia-se também quem era o rei e a rainha da rádio naquele ano. O programa dos Parodiantes de Lisboa, que dava sempre entre a uma e as duas da tarde era sagrado, havia muito pouca gente que não o ouvia. As radionovelas que se estendiam meses seguidos e não havia nenhuma criada que não a ouvisse na casa da patroa. Às vezes até a patroa ouvia. Faziam-se concursos, promovidos pela a antiga Emissora Nacional, que oferecia bilhetes para se poder vê-los no sábado de manhã, concursos esses que muitas vezes saíram de lá grandes nomes da canção portuguesa. Enfim uma panóplia de programas que faziam as pessoas, assim que chegavam a casa, abrir a telefonia. Sim porque naquela altura não se dizia rádio dizia-se telefonia. Não me esqueço de alguns nomes desse tempo: António Calvário, Madalena Iglésias, Simone de Oliveira, Tony de Matos, Maria Clara, Maria de Lurdes Resende, Paula Ribas, e tantos outros nomes que não dá para pôr agora aqui senão não páro....

Ao domingo então era uma festa para os homens, as mulheres é que não achavam muita piada, era dia de bola e lá estavam todos coladinhos ao rádio para ouvirem o desafio. E elas tinham de ficar em casa não podiam sair porque os respectivos maridos eram ouvintes atentos ao joguinho da telefonia. E então se os clubes deles ganhavam era mais uma festa, se perdiam era bebedeira na certa. E aqui vai um cheirinho de como se vivia há cinquenta anos atrás.

Amanhã conto mais...

quinta-feira, fevereiro 08, 2007

O FISICO

quinta-feira, fevereiro 08, 2007


Se há coisa que me dê bastante prazer é ler. Desde pequena é o meu passatempo favorito. De tal maneira, que a minha mãe chegava a ralhar comigo por passar horas e horas a ler. Tudo o que "vinha à rede era peixe". Claro que com o passar dos anos começou a haver uma selecção, mas foi realmente muito depois. É que na altura que eu comecei a ler, o analfabetismo era imenso, por conseguinte também não havia muita oferta e o que havia era só para quem tinha muito dinheiro. Lembro-me agora dos nossos prazeres mundanos: como ouvir na rádio os Parodiantes de Lisboa, as radionovelas, daquelas que não acabavam mais, como a simplesmente Maria, lembram-se? Eu acho que só os mais velhos se lembram disso porque foi antes do 25 de Abril de 1974. E havia também uma espécie de folhetos que andavam de porta em porta e que se pagava uma ninharia, mas que dava para todas as vizinhas lerem e acompanharem como uma espécie de novela em folhetins em papel A5, ou seja era papel A4 dobrado ao meio para, não só poupar, como dava para dar a impressão que a história era ainda mais comprida. Havia também as fotonovelas, que eram novelas feitas por fotos em revistas. Acho que as vão ressuscitar pela mão da actriz Silvia Rizzo que está a apostar nisso. Enfim outros tempos.

No entanto, houve um livro, entre muitos, que me marcou bastante e que se chama "O Físico", do escritor Noah Gordon (na foto). Este livro faz parte de uma trilogia do autor. O primeiro livro é este de que estou a falar, o segundo chama-se "O Xamã", que também gostei e o terceiro é "A escolha".

Mas voltando a "O Físico", cuja narrativa é passada no século XI, em Londres, e conta a história de um rapazinho que quer ser médico (na altura chamava-se físico) e atravessa a Europa toda para chegar à Pérsia e estudar o mais possível a sua arte, se assim se pode chamar. Só que a narração está tão bem feita que ao lermos parece que estamos a ver tudo em filme tal é a perfeição da escrita. E mais não digo, senão não tem graça. Mas recomendo vivamente. Acho que o autor merecia o Prémio Nobel da Literatura, mas enfim eles é que sabem, né?

terça-feira, fevereiro 06, 2007

2 - 0

terça-feira, fevereiro 06, 2007

Eu me rendo. Eu não cheguei a ver o jogo todo e explico porquê. Quem me lê sabe que eu gosto muito, mesmo muito do Brasil, tanto assim que já lá estive três vezes e se pudesse já lá estava outra vez. Por isso é-me difícil de ver este tipo de jogo um Portugal, que é o meu País e o Brasil de que gosto tanto. Claro que como portuguesa primeiro está Portugal, mas depois fico com o coração tristinho pelo Brasil. Mas que foi um bom jogo lá isso foi e GANHÁMOS. Três vivas!!! Parabéns Simão e Ricardo Carvalho.

Ps: Ei Rubina isso é que foi sofrer, não?

sábado, fevereiro 03, 2007

SEJA FELIZ

sábado, fevereiro 03, 2007


Peça ao céu um pouco de silêncio e procure conversar com a noite.
Faça de cada ilusão uma promessa, e pense que, o que passou, passou...
Lá fora o ar pode estar pesado, mas o desejo de seguir, de lutar, de amar, é maior. Então liberte-se dos preconceitos e saia por aí. Vá passear, ironize essa amargura e faça dela uma sombra fértil de amor.
Não sinta receio de nada; a vida é assim, tudo é um eterno recomeço...
Sempre existe um amanhã de saída, que pode ser feito de boas venturas e aventuras.
Olhe-se no espelho e sorria, e coloque nesse sorriso tudo de bom que você tem para dar, as coisas que viu, ouviu, adorou e amou...
Afirme-se em um só pensamento de que seus desejos sempre serão de alguma maneira realizados; tudo é natural, tudo de bom parte de dentro de você.
E lembre-se que em algum lugar existe alguém que lembra de você, sentiu saudades, às vezes até te amou, e isso é muito bom.
Vibre com a lua, mas contra a tempestade.
Fique feliz por ainda saber sorrir...
Vá! Levante a cabeça, coloque no rosto uma expressão feliz, tudo vai lhe parecer mais fácil.
Notou?
Abra a janela e preste atenção nos pássaros que voam no céu, se eles não estiverem lá voando, ainda assim tem um infinito céu azul e lindo, só para você!!!
Tudo é paz, naturalidade e franqueza.
Se melancólico, por que esta melancolia?
Lembre-se de um sonho, de alguém que está sempre ao seu lado, mesmo estando longe de você e sinta como é fácil ser feliz.


Beijinhos e bom fim-de-semana


P.S. Não sei de quem é este texto mas que é bonito é.

quinta-feira, fevereiro 01, 2007

FLORES

quinta-feira, fevereiro 01, 2007


As coisas estão melhores a mãe já está em casa, o marido está melhor e eu também. A vida continua normal seguindo o seu ritmo.
De maneira, e pensando que falta mais ou menos um mês para a Primavera, lembrei-me de flores. Adoro flores. E como não poderia deixar de ser, aqui vai a descrição da minha flor preferida. A rosa:
A rosa é uma das flores mais populares no mundo, cultivada desde a Antigüidade. A primeira rosa cresceu nos jardins asiáticos há 5.000 anos. Na sua forma selvagem, a flor é ainda mais antiga. Fosseis dessas rosas datam de há 35 milhões de anos.
Cientificamente, as rosas pertencem à família Rosaceae e ao gênero Rosa, com mais de 100 espécies, e milhares de variedades, híbridos e cultivares. São arbustos ou trepadeiras, providos de acúleos. As folhas são simples, partidas em 5 ou 7 lóbulos de bordos denteados. As flores, na maior parte das vezes, são solitárias. Apresentam originalmente 5 pétalas, muitos estames e um ovário ínfero. Os frutos são pequenos, normalmente vermelhos, algumas vezes comestíveis.
Atualmente, as rosas cultivadas estão disponíveis em uma variedade imensa de formas, tanto no aspecto vegetativo como no aspecto floral. As flores, particularmente, sofreram modificações através de cruzamentos realizados ao longo dos séculos para que adquirissem suas características mais conhecidas: muitas pétalas, forte aroma e cores das mais variadas.

Simbologia das Rosas:
Rosas: o secretismo (sub rosa), e, de certa forma, um símbolo pagão, ligado muitas vezes a segredos escondidos da igreja durante a Idade Média.
Rosas Amarelas: alegria, liberdade
Rosas Brancas: reverência, segredo, inocência, pureza e paz
Rosas Champanhe: admiração, simpatia
Rosas Coloridas em tons claros: amizade e solidariedade
Rosas Coloridas, predominando as vermelhas: amor e felicidade
Rosas Cor de Rosa: gratidão, agradecimento, o feminino (muitas vezes aparece simbolizando o útero feminino)
Rosas Vermelhas: paixão, amor, respeito, adoração
Rosas Vermelhas com Amarelas: felicidade
Rosas Vermelhas com Brancas: harmonia, unidade
P.S.: descrição e simbologia das rosas tiradas da Wikipedia

terça-feira, janeiro 30, 2007

JÁ NÃO SEI QUE DIZER...

terça-feira, janeiro 30, 2007

Nossa Senhora até parece que estou piegas, mas não é, juro. Depois da mãe e de eu estar doente, agora o marido lembrou-se de ficar com uma gripe daquelas. É este frio maluco, está a pôr o pessoal todo de cama. Até a netinha esteve em casa também com amigdalite. Isto é que vai cá uma onda pelo meu lado. No entanto, está tudo controlado, julgo eu.
Estava a ver se me lembrava de uma coisa boa no meio desta onda, mas não me ocorre nada. Eu bem tento ter pensamento positivo, mas às vezes é muito difícil. Bolas!!! Até um livro que me deram para ler, oferecido pelo autor, é onda negativa. É sobre o suicídio. Tenho de levar o livro outra vez para trás para ver se isto abranda. Eu bem tentei ler, mas não consegui, fiquei nas primeiras páginas e pronto. Desisto, não o quero ler. Por outro lado, tenho ali um de contos populares que deve ser muito mais alegre. Pronto, por hoje me fico, a ver se amanhã isto está melhor. Arre!!!

domingo, janeiro 28, 2007

SAI MAIS UM FRIOZINHO

domingo, janeiro 28, 2007

Parece que vai começando a ser hábito nevar por estas bandas. Hoje, como há um ano, nevou um bocadinho e o frio também deu a sua graça. De manhã, pelas onze, meio dia, estavam quatro graus. Brrr e pouco aqueceu durante o dia, escusado será dizer que não apetecia pôr o nariz fora de casa. Mas dona de casa que se preze tem que ir sempre à rua. Foi o meu caso, depois de almoço peguei no marido para fazer umas compritas para a semana, não era muito, mas o suficiente para não poder trazer sózinha. Mas pronto, compras feitas e casa com ela. Só me falta é a lareira, mas estou a ver que se continuamos assim, o inverno pega-se com uns grauzitos mais baixos e tenho de comprar uma.
Felizmente que não me faz confusão este frio, porque sabe muito bem estar em casa com uma mantinha e sentada ou deitada no sofá e se não houver aquecedor (eu tenho) até o saco de água quente sabe bem e para compôr a ler ou a ver televisão. E assim se passa, num ver se te avias, o domingo. Que chatice amanhã já é dia de trabalho, não apetecia mesmo.

quinta-feira, janeiro 25, 2007

O GATO RONRONA...

quinta-feira, janeiro 25, 2007

Eheheh!!! Ontem parecia um gato a ronronar, tal era a farfalheira que ouvia dos meus bronquios. Acordei de manhã assim e como só tenho consulta na segunda feira lá fui à farmácia buscar o antibiótico para isto. Infelizmente como já sei o que a casa gasta, não há outra hipótese, lá comecei a tomar os comprimidos. E graças a eles já comecei a melhorar. A farfalheira se foi, apesar de ainda ter tosse. É o que faz ser asmática e ter-se que ter muito cuidado com a parte pulmonar. Mas o mais engraçado é que a minha médica é mais negativa do que eu. Ela como percebe mais do que eu destas coisas fica com os cabelos em pé comigo; já queria que eu tirasse um raio x e tudo. Mas pronto agora com estes dois dias em casa e a tomar os ditos cujos, já fico bem. Até porque a mãe também já vai sair , hoje ou amanhã, do hospital. A pouco e pouco as coisas vão-se recompondo. Vicissitudes invernais. É só esperar e pronto.

quarta-feira, janeiro 24, 2007

DOENÇAS DE INVERNO

quarta-feira, janeiro 24, 2007

Mãe na enfermaria e felizmente melhor. Ainda sem resultados finais, mas já se senta no cadeirão ao lado da cama. Visitas diárias é o que não lhe falta. Portanto, para já, problema resolvido.
Só que aqui, eu, "moi meme", também tinha de apanhar uma constipação daquelas, de ficar com o pingo no nariz, uma tosse do caraças e só ter consulta na próxima segunda feira. Arre!!!
Será que não falta mais nada?

sexta-feira, janeiro 19, 2007

MÃE DOENTE

sexta-feira, janeiro 19, 2007

Ontem de manhã, mais precisamente perto do almoço, telefona-me a filhota mais velha a dizer-me que a tia tinha tentado telefonar-me mas não tinha conseguido. E para eu telefonar para ela porque a avó tinha ido para o hospital. Calculam os minutos seguintes antes de falar com a minha irmã. Liguei de seguida e ela explicou-me o que se passava. A mãe tinha-se sentido mal de manhã e ela levou-a para o hospital, resultado: ficou logo internada no S.O. . A minha mãe tem problemas cardíacos, o médico particular diz que ela tem a veia que vai ao coração muito velhinha. No entanto, o médico do hospital diz que até ficou admirado de ela nunca ter estado internada, presumo eu tal é o estado em que ela deve ter aquela zona do coração. À noite na visita a minha sobrinha foi vê-la e lá nos disse que ela até estava bem disposta, mas com oxigénio e ligada à máquina. Apesar de tudo, lá ficámos mais descansadas. Hoje, como sabíamos que só podia ter uma visita disse à minha irmã para ir ela, porque era altura do médico falar com a família e como a minha mãe está a morar com ela, melhor do que ninguém para saber tintim por tintim. Depois da visita mais uma chamada para saber como estava a velhota, e felizmente fiquei a saber que já tinha passado para a enfermaria e que estava melhor, mas que ainda tinha que fazer uma data de exames, o que quer dizer que não vai sair tão cedo.
Amanhã lá estarei para a visita familiar.
Portanto, se nos próximos dias não postar nada ou levar mais tempo não se assustem é porque não apetece, ok?

quarta-feira, janeiro 17, 2007

SANTANA

quarta-feira, janeiro 17, 2007

Querida Pinky, depois de um dia difícil, de um belo banho, de um jantarzinho leve e cama com ela. Pegas no portátil, já deitadinha no quentinho, e abres o meu blog. A seguir deixas rolar esta música, não muito alto, que é para saborear e depois diz-me o que achaste.
A todos que gostem de Santana estão convidados também a ouvi-la.
Mary querida não fiques com ciúmes, gosto de ti na mesma só não sei o teu estilo de música. Beijos para as duas.

terça-feira, janeiro 16, 2007

GULODICE

terça-feira, janeiro 16, 2007


Ontem cheguei a casa e a filha mais nova estava em casa com o namorado. É natural ele vir ter com ela e sairem, mas ontem não lhes devia apetecer sair e ficaram. Resultado: jantar para quatro. Não é que me faça diferença que jantem, só que me apetecia mesmo não fazê-lo. Ao fim de um dia de trabalho às vezes não apetece mesmo. Mas adiante: faz-se o jantar, para ser mais rápido arroz branco e bife. Depois do bife frito faz-se um molhinho com leite para acompanhar o dito cujo e aí é que está o busilis da questão. Põe-se a mesa e começa-se a jantar. E para saciar a fome, que era alguma, o pãozinho no molho é melhor do que lagosta, para quem gosta, é evidente. Ai meu Deus, aqui a gulosa comeu dois pães molhadinho no molho. Hummm!!! O pior foi depois. Como costumamos jantar um pouco tarde, a digestão é feita mais tarde também. Quando nos deitamos ainda estamos a fazê-la. Eram aí umas 3 da manhã acordei com uma azia que parecia que os ácidos do estomâgo estavam na garganta. Com tanto frio não apetecia nada levantar da cama, mas teve de ser e vai de pôr açúcar na boca para aliviar a azia. E volta outra vez para a cama a chamar-me todos os nomes e mais algum pela gulodice. Ai que raiva, agora é começar a ter juízo como os putos pequenos.

domingo, janeiro 14, 2007

SPORTINGUISTA

domingo, janeiro 14, 2007


É engraçado como a nova cor do meu castelo foi logo conotado com o Sporting. Pois é, acabo de perceber que anda por aí muitos sportinguistas. Pois eu confesso que sou sim senhora sportinguista dos quatro costados. O meu falecido pai era sportinguista e chegou a ser massagista do clube na era do mãozinhos de veludo, assim se chamava o massagista ou preparador principal dos jogadores. Ainda hoje a sócia nr. 1 se lembra dele. O marido também é, só as filhas são benfiquistas, mas o que se há-de fazer? Elas lá têm as suas escolhas e não sou eu que as vou proibir de serem o que querem ser. Nesse aspecto dou-lhes a opção de serem o que quiserem desde que não sejam fanáticas.

Assim, aqui fica só um cheirinho da história do clube: "Tudo começou nos alvores tão românticos como turbulentos do século XX, em 1902, quando um grupo de jovens veraneantes em Belas, então um bucólico e ainda distante subúrbio de Lisboa, decidiram fundar um club e disputar um jogo de foot-ball (assim se designava a modalidade) em Seteais integrado nas festas populares de Sintra. Foi um jogo muito animado e com frequência considerada distinta – figuras da família real estiveram presentes – disputado entre o Sport Club de Belas, a designação que os desportistas em férias tinham dado à sua colectividade, e um grupo de Sintra. Vitória por 3-0 do Belas, no qual se destacavam os irmãos Gavazzo, Francisco e José Maria, entre outros desportistas de então, todos eles qualificados pela imprensa como “elementos de boas famílias”, como então se dizia. O Diário de Notícias informou sobre o acontecimento relatando que «num círculo compacto assistiam mais de quatro mil pessoas, cheias de animação e de interesse». A sede do Campo Grande Football Club ficou instalada num quarto do segundo andar do Solar dos Pinto da Cunha, edifício que continua a definir a esquina entre a Alameda das Linhas de Torres e o Campo Grande. Além dos irmãos Gavazzo, participaram na reunião fundadora o jovem José Holtreman Roquette (José Alvalade), José Stromp e outros entusiastas da prática desportiva. O Visconde de Alvalade, José Alfredo Holtreman, avô de José Alvalade, patriarca da família então já a caminho dos 70 anos, foi designado presidente, a título honorífico, pelo seu apoio desinteressado e a sua capacidade natural de entender e incentivar os anseios e espírito de iniciativa do neto e respectivos amigos.
Futebol, esgrima, ténis, corridas, saltos, festas sociais e piqueniques foram as principais actividades dinamizadas pelo novo clube durante os primeiros dois anos de existência.Em 14 de Abril de 1906 a recém-criada colectividade adoptou a designação provisória de Campo Grande Sporting Club. A 1 de Julho do mesmo ano, por sugestão de António Félix da Costa Júnior, passou a chamar-se Sporting Clube de Portugal. Em Julho de 1920, por proposta de Nuno Soares Júnior, a Assembleia Geral adoptou a data de 1 de Julho de 1906 como a da fundação oficial do Sporting. Foram 18 os fundadores a quem se deve essa enorme gesta que agora celebra um século. A 3 de Fevereiro de 1907 realizou-se o primeiro jogo de futebol do Sporting. Não se pode dizer que tenha estado à altura dos êxitos vindouros: derrota por 5-1, em segundas categorias, frente ao Cruz Negra, em partida disputada em Alcântara. Do lado dos vencedores jogaram alguns desportistas que depois ingressaram no Sporting: Alípio da Motta Veiga, Octávio Teixeira Bastos, António das Neves Vital, entre outros. D. João de Vila Franca marcou o golo de honra desse jogo, que assim se tornou o primeiro da História do Sporting. "

(Esta breve história do clube foi tirada do site do Sporting Clube de Portugal)

sexta-feira, janeiro 12, 2007

INAUGURAÇÃO DO CASTELO

sexta-feira, janeiro 12, 2007

Ora vamos lá à inauguração da pintura do meu Castelo. O pintor foi o meu amigo Ricardo que teve a paciência de tentar que eu instalasse um programa para eu poder actualizar aqui a chafarica. Mas desistiu e com toda a razão. De maneira teve ele mesmo de fazer o trabalho todo. Quase três horas a aturar-me, mas valeu a pena, o Castelo ainda está verde, um dia pode ser que caia de maduro, mas agora está viçoso.
Então gostam? Quero sugestões.
Beijinhos a todos.

quinta-feira, janeiro 11, 2007

SAUDOSISMO? NÃÃÃ...

quinta-feira, janeiro 11, 2007

Esta relembrei-a hoje e aqui a dedico à Pinky e ao Ricardo, pessoal que gosta de música dos anos 80. E a todos que gostem dela, ora essa. Tenho quase a certeza de que vão gostar. Agora o amigo Chaparro se não gostar faz favor de dizer do que gosta, porque nunca gosta do que eu ponho aqui. Pode ser que tenhamos alguma música em comum, não quero que lhe falte nada. (Eheheh)

MIKE OLDFIELD - Moonlight Shadow

quarta-feira, janeiro 10, 2007

ARMA SECRETA

quarta-feira, janeiro 10, 2007


Tenho uma arma secreta
ao serviço das nações.
Não tem carga nem espoleta
mas dispara em linha recta
mais longe que os foguetões.
Não é Júpiter, nem Thor,
nem Snark ou outros que tais.
É coisa muito melhor
que todo o vasto teor
dos Cabos Canaverais.
A potência destinada
às rotações da turbina
não vem da nafta queimada,
nem é de água oxigenada
nem de ergóis de furalina.
Erecta, na noite erguida,
em alerta permanente,
espera o sinal da partida.
Podia chamar-se VIDA.
Chama-se AMOR, simplesmente.

António Gedeão

terça-feira, janeiro 09, 2007

MÚSICA NACIONAL

terça-feira, janeiro 09, 2007

É engraçado como muitas vezes desprezamos aquilo a que chamamos produto nacional. Eu explico. A minha irmã e a minha mãe são fãs da chamada música pimba, como Marco Paulo e Tony Carreira. A minha irmã que é muio contida com o dinheiro chega a achar normal gastar seja o que for para ver um concerto de Tony Carreira. Até aqui tudo bem, até porque não é sobre estes dois cantores que quero falar. O que eu quero dizer é que ouvimos demais música importada que esquecemos da nossa própria música. Sim, porque temos boa música. E perguntam-me vocês, qual? Temos para todos os gostos, temos a pimba, a música ligeira como Rui Veloso, Luis Represas, Madredeus, Xutos & Pontapés, para quem gosta do género, Dulces Pontes e tantos outros que não vou pôr aqui senão não há blogue que chegue. E ainda temos na música clássica Fernando Lopes Graça, este o mais conhecido. E claro, não me posso esquecer do fado. Este é sem dúvida o bilhete de entrada para o turista, porque não há uma única agência de viagens que não tenha o "by night" para levar o turista a jantar num restaurante típico e ouvir o fado.
Voltando à música pimba e voltando também a falar nos dois cantores que mencionei em cima, ninguém diz que gosta de música deles, mas a verdades é que eles vendem e esgotam espectáculos, quer me parecer que há muita gente que diz que não gosta e depois deve de a ouvir às escondidas.
A chamada música ligeira, e peço desculpa a quem percebe de núsica destas minhas classificações músicais, mas é só para sintetisar, é música muito bonita e que não envergonha nénhum de nós lá fora. E só nos envergonha quando fazem música para festivais e depois de a canção ganhar tanto a querem pôr melhor e só fazem pior. Por isso ficamos sempre penalizados.
Música clássica, essa é só para alguns, pois esse tipo de música tem de se aprender primeiro a gostar e só depois se ouve.
Quanto ao fado, é como a moda, se está na moda toda a gente ouve, se não está há um certo tempo que não se houve. E se nós temos bons fadistas!!!
E tudo isto para quê? Só para dizer que temos de ouvir mais música portuguesa.

P.S. Eu também me penetencio porque também ouço muita música estrangeira.

domingo, janeiro 07, 2007

SAI UMA MUSIQUINHA...?

domingo, janeiro 07, 2007

O meu amigo Ricardo acaba por ser, sem ele saber, o meu guru musical. No blogue dele recheado de música acabo sempre por encontrar músicas, que ou não sabia de quem eram ou não sabia o nome, enfim acabo sempre por recordar e encontrar músicas perdidas. Ou então, ainda, conhecer novas bandas, novos cantores. Não é o caso desta música que aqui vou postar, mas foi através de outra melodia que aqui vim parar e gostei. Então cá vai.

NELLY FURTADO VS. REAMONN - All good things

sexta-feira, janeiro 05, 2007

CRIANÇAS MALTRATADAS

sexta-feira, janeiro 05, 2007


Às vezes chego aqui sem ideia nenhuma para escrever e de repente as palavras fluem naturalmente. Hoje parece um dia desses. Parece que a inspiração voou e as palavras não querem regressar onde devem chegar. E a mente voa à procura de substância para procurar ideias, mas elas teimam em não querer aparecer. E eis senão quando me lembro de ter lido hoje uma notícia que me sensibilizou, aliás ainda hoje essa questão me preocupa, de uma menina que foi maltratada e os pais estariam a ser julgados. Quando penso nisso até fico mal disposta, como é possível maltratar uma criança. E logo a seguir ao lado da notícia uma cronologia de várias outras crianças que sofreram a mesma situação. Cronologia que mostra uma gota de água no oceano. O ser humano é mesmo complicado. Porque será que os pais que maltratam os filhos, muitas vezes também eles foram maltratados, não aprenderam a lição e em vez de baterem nas crianças deviam dar-lhes todo o amor que eles não tiveram? Para mim, além de ser um acto de cobardia, é crime, e um crime que devia de ser bem punido. Mas como somos um país de brandos costumes e a nossa justiça além de branda, nestas coisas, é morosa, geralmente quem faz isto leva uma meia dúzia de anos na cadeia e pronto. Oh, meu Deus este mundo está a ficar cada vez mais maluco.

quinta-feira, janeiro 04, 2007

DE VOLTA AO TRABALHO

quinta-feira, janeiro 04, 2007


O bem bom chegou ao fim. Depois de umas mini fériazinhas, sim porque isto de ter férias depois do Natal, não é para todos, né? Não apetecia nada ter de ir trabalhar. São muitos anos no batente e já apetecia fazer outras coisas. Neste momento, apetecia-me mais ficar em casa tratar das minhas coisas com calma, sem stress. Mas como a vida não é só férias, amanhã lá estarei para mais um dia, que presumo será de muito trabalho. Os jornais não se cortam sózinhos e lá terei os meus económicos só para mim. Ainda não sei bem para quê, uma vez que vão remodelar aquilo tudo e se calhar uma parte até irá para o lixo, será? Espero bem que não.
E cá estou eu de volta ao trabalho!!!

terça-feira, janeiro 02, 2007

ANO NOVO VIDA NOVA

terça-feira, janeiro 02, 2007


O velho ano já passou e o novo está a dar os primeiros passinhos. Costuma-se dizer que o passado é passado, já passou, mas fazendo um balançozinho numa breve recordação até não foi muito mau em termos pessoais, porque financeiramente é melhor nem pensar e não só para mim como para muito boa gente. E é dificil não ser ligada um pouco a ele, dinheiro, porque sem ele não se paga as continhas ao fim do mês, aquelas que são sempre certinhas. Mas não é disso que quero falar, mas sim no aspecto pessoal. As minhas filhas felizmente estiveram bem, ou seja, não estiveram doentes, o que é uma benção. A netinha também. Eu e o marido só aquelas coisinhas chatas que sempre aparecem, mas que são fáceis de ultrapassar.
Eu sempre gostei de aprender coisas novas e quando comecei a mexer num computador foi uma surpresa muito agradável, já lá vão uns bons anitos. E através dele e com a ajuda da filha mais velha, lá vou aprendendo uma coisitas e foi assim que, também através dela, fui puxada para ver o blogue de uma colega, o empantanas.blogspot.com. Fiquei entusiasmada. E foi também dentro dele que voei para visitar outros blogues. Mal sabia eu que esta mera visitinha me ia dar vários presentes tão bons como me deu.
Eu já explico.
Primeiro foi a filhota que abriu o seu próprio blogue a que chamou de Zumms de Abelha e a seguir pedi a ela que me abrisse o meu castelo. Se bom ou se mau não interessa é meu. Tento não julgar ninguém, quem sou eu para julgar seja quem for, também não será propriamente um diário, mas o meu porto seguro onde posso escrever o que sinto, o que penso e o que vejo. E foi ele que me trouxe duas queridas, que sinto já como duas amiguinhas e que prezo muito, são elas: a Mary, a minha afilhadinha e a Pinky. Duas meninas com um coração lindo. Foram dois presentes que a vida me deu. E presentes destes agrdece-se a Deus todos os dias.
Agradeço também a todos que me visitaram o ano passado e deixaram os seus comentários é sempre muito agradável que nos leiam e se gostaram continuem.
Um beijo para todos e um bom começo de ano.

sexta-feira, dezembro 29, 2006

E A VIDA CONTINUA

sexta-feira, dezembro 29, 2006

O Natal já lá vai. E os precalços da vida também já passaram. O meu genro depois de duas operações à mão, uma normal e outra para repôr um parafuso que tinha saído do lugar junto dum ossinho pequenino e que o fez levar a à segunda operação, lá conseguiu passar a véspera de Natal com a família. O que nos fez respirar de alívio. Até a filha estava cheia de saudades do pai, mas também é normal. Apesar de ter só seis anitos percebeu o que se passou com ele. Agora é vê-la muito solicita a ajudar o pai a vestir-se ou a ir buscar alguma coisa que ele não pode. E como felizmente eles dão-se bem não se cansa de abraçar e dar beijinhos ao pai e pedir-lhe para jogar com ele. E não é difícil, porque apesar do azar ele partiu a mão esquerda o que lhe dá uma certa mobilidade para funcionar com a mão direita e é vê-los a jogar no telemóvel, porque é mais pequeno, ou a ver filmes de desenhos animados. E depois disto tudo ele vai ter ali um problemazinho para uns meses, além da fisioterapia que concerteza vai ter de fazer. Mas pronto, o pior já passou e agora é só o tempo de espera até ficar tudo recomposto. Eu até brinquei com ele, esperava que já tivesse bom para o casamento, não tinha graça nenhuma andar de braço ao peito quando fosse entrar na igreja, mas nessa altura já estará fora disso, ainda falta meio ano para o casamento. Foi só mesmo para me meter com ele.

Mas agora temos outra festividade à porta: o Novo Ano. Que eu desejo sinceramente que seja melhor do que este. E aproveito já aqui para desejar a todos um Ano de 2007 melhor do que este ano velho, com muita saúde e que tudo que desejem se concretize, tal como eu desejo para mim.
UM BOM 2007!!!

sábado, dezembro 23, 2006

NATAL 2

sábado, dezembro 23, 2006


Ora vamos lá continuar, o Natal está quase a bater na porta:

SIMBOLOS E TRADIÇÕES DO NATAL

ÁRVORE DE NATAL
Entre as várias versões sobre a procedência da árvore de Natal, a maioria delas indicando a Alemanha como país de origem, a mais aceite atribui a novidade ao padre Martinho Lutero (1483-1546), autor da Reforma Protestante do século XVI. Olhando para o céu através de uns pinheiros que cercavam a trilha, viu-o intensamente estrelado parecendo-lhe um colar de diamantes encimando a copa das árvores. Tomado pela beleza daquilo, decidiu arrancar um galho para levar para casa. Lá chegando, entusiasmado, colocou o pequeno pinheiro num vaso com terra e, chamando a esposa e os filhos, decorou-o com pequenas velas acesas afincadas nas pontas dos ramos. Arrumou em seguida papéis coloridos para enfeitá-lo mais um tanto. Era o que ele vira lá fora. Afastando-se, todos ficaram pasmos ao verem aquela árvore iluminada a quem parecia terem dado vida. Nascia assim a árvore de Natal. Queria, assim, mostrar ás crianças como deveria ser o céu na noite do nascimento de Cristo. Na Roma Antiga, os Romanos penduravam máscaras de Baco em pinheiros para comemorar uma festa chamada de "Saturnália", que coincidia com o nosso Natal.

PRESÉPIO
Presépio tradicional português - com musgo, vegetação e peças de cerâmica avulsas. As esculturas e quadros que enfeitavam os templos para ensinar os fiéis, além das representações teatrais semi-litúrgicas que aconteciam durante a Missa de Natal serviram de inspiração para que se criasse o presépio. A tradição católica diz que o presépio (do latim praesepio) surgiu em 1223, quando São Francisco de Assis quis celebrar o Natal de um modo o mais realista possível e, com a permissão do Papa, montou um presépio de palha, com uma imagem do Menino Jesus, da Virgem Maria e de José, juntamente com um boi e um jumento vivos e vários outros animais. Nesse cenário, foi celebradada a Missa de Natal.
O sucesso dessa representação do Presépio foi tanta que rapidamente se estendeu por toda a Itália. Logo se introduziu nas casas nobres européias e de lá foi descendo até as classes mais pobres. Na Espanha, a tradição chegou pela mão do Rei Carlos III, que a importou de Nápoles no Século XVIII. Sua popularidade nos lares espanhóis e latino-americanos se estendeu ao longo do Século XIX, e na França, não o fez até inícios do Século XX. Em todas as religiões cristãs, é consensual que o Presépio é o único simbolo do Natal de Jesus verdadeiramente inspirado nos Evangelhos.

DECORAÇÕES NATALÍCIAS
Decoração de Natal em Shopping Center em Porto Alegre, Brasil. Uma outra tradição do Natal é a decoração de casas, edifícios, elementos estáticos, como postes, pontes e árvores, estabelecimentos comerciais, prédios públicos e cidades com elementos que representam o Natal, como, por exemplo, as luzes de natal e guirlandas. Em alguns lugares, existe até uma competição para ver qual casa, ou estabelecimento, teve a decoração mais bonita, com direito a receber um prémio.

AMIGO SECRETO E OCULTO
No Brasil, é muito comum a prática entre amigos, funcionários de uma empresa, amigos e colegas de escola e na família, da brincadeira do amigo oculto (secreto). Essa brincadeira consiste de cada pessoa selecionar um nome de uma outra pessoa que esteja participando desta (obviamente a pessoa não pode sortear ela mesma) e presenteá-la no dia, ou na véspera. É comum que sejam dadas dicas sobre o amigo oculto, como características físicas ou qualidades, até que todos descubram quem é o amigo oculto. Alguns dizem características totalmente opostas para deixar a brincadeira ainda mais divertida.


Pronto já chega de Natal, não quero aborrecer ninguém com este tema, apesar de haver muito mais por dizer. No entanto, aqui fica uma última curiosidade:

SAUDAÇÃO "Feliz Natal" EM VÁRIAS LÍNGUAS
Albanês - Gezur Krislinjden
Alemão - Frohe Weihnacht
Armênio - Shenoraavor Nor Dari yev Pari Gaghand
Bretão - Nedeleg laouen
Catalão - Bon Nadal
Coreano - Chuk Sung Tan
Espanhol - Buenas Pascuas (Espanha)/Feliz Navidad (América Latina)
Esperanto - Gajan Kristnaskon
Finlandês - Hyvää joulua
Francês - Joyeux Noël
Grego - Kala Christougena
Magyar - Kellemes Karácsonyt
Inglês - Merry Christmas
Italiano - Buon Natale
Japonês - Merii Kurisumasu (modificação de merry xmas)
Mandarim - Kung His Hsin Nien
Norueguês - GOD JUL
Occitan - Buon Nadal
Polaco - Wesołych Świąt Bożego Narodzenia
Português - Feliz Natal
Romeno - Sarbatori Fericite
Russo - S prazdnikom Rozdestva Hristova
Tcheco - Klidné prožití Vánoc
Serbo-Croata - Cestitamo Bozic
Sueco - God Jul
Ucraniano - Srozhdestvom Kristovym

UM BOM E SANTO NATAL PARA TODOS!!!

sexta-feira, dezembro 22, 2006

NATAL 1

sexta-feira, dezembro 22, 2006

Cá vai a continuação da exposiçãosinha natalícia:

O PONTO DE VISTA DA BÍBLIA
A Bíblia diz que os pastores estavam nos campos cuidando das ovelhas na noite em que Jesus nasceu.O mês judaico de quisleu (que corresponde ao nosso novembro/dezembro) era um mês frio e chuvoso. O mês seguinte era tebete (dezembro/janeiro). Era o mês em que ocorriam as temperaturas mais baixas do ano, com nevadas ocasionais nos planaltos. Vejamos o que a Bíblia diz sobre o clima naquela região:

O escritor bíblico Esdras mostra que quisleu era de fato um mês frio e chuvoso. Depois de dizer que uma multidão havia se reunido em Jerusalém “no nono mês [quisleu], no vigésimo dia do mês”, Esdras informa que o povo ‘tiritava por causa das chuvas’. Sobre as condições do tempo naquela época do ano, as próprias pessoas reunidas disseram: “É a época das chuvadas e não é possível ficar de pé do lado de fora.” (Esdras 10:9, 13; Jeremias 36:22) Não é de admirar que os pastores que viviam naquela parte do mundo não ficassem ao ar livre à noite com seus rebanhos em dezembro. Mas o escritor bíblico Lucas mostra que, na ocasião do nascimento de Jesus, havia pastores “vivendo ao ar livre e mantendo de noite vigílias sobre os seus rebanhos” perto de Belém. (Lucas 2:8-12) Note que os pastores estavam vivendo ao ar livre, não apenas saindo para os campos durante o dia. Eles mantinham seus rebanhos nos campos à noite.

Como a idéia da vida ao ar livre é oposta às condições climáticas do inverno, a maioria dos estudiosos acredita que Jesus não nasceu no dia 25 de dezembro, mas sim na primavera ou no verão.

IMPACTO SOCIAL DO NATAL
Por causa do foco na celebração, na festa da família e do encontro dos amigos, as pessoas que não têm nenhum desses ao seu lado ou que recentemente sofreram perdas possuem uma tendência mais forte para ficarem em depressão durante o Natal. Isso aumenta a demanda por serviços de apoio psicológico durante o período. Nessa quadra, muitos acidentes rodoviários devidos a motoristas alcoolizados, a excessos de velocidade e a manobras perigosas ceifam vidas desnecessariamente.

Nos países predominamente cristãos, o Natal tornou-se o feriado mais rentável para estabelecimentos comerciais e também é celebrado como feriado secundário em países onde cristãos são minoria. É altamente caracterizado pela troca de presentes entre família e amigos, e presentes que são trazidos pelo Pai Natal (ou Papai Noel) ou outros personagens. Tradições locais de Natal ainda são ricas e variadas, apesar da alta influência dos costumes natalinos de estado-unidenses e britânicos através da literatura, televisão, e outros modos.

(Continua amanhã...)

quinta-feira, dezembro 21, 2006

NATAL

quinta-feira, dezembro 21, 2006


Mais um ano, mais uma nova etapa natalícia. O Natal está à portinha. E como é o primeiro ano que aqui ando cá vai uma exposiçãosinha sobre esta quadra:

O Natal é a festividade que comemora o nascimento de Jesus Cristo. Segundo os crentes, o nascimento do Messias (ou Cristo) estava já previsto no Antigo Testamento. A data convencionada para sua celebração foi o dia 25 de Dezembro, pela Igreja Católica Romana e, o dia 7 de Janeiro, pela Igreja Ortodoxa.

É um acontecimento religioso e socialmente muito importante para as religiões cristãs, juntamente com a Páscoa. Após a celebração anual da Páscoa, a comemoração mais venerável para a Igreja é o Natal do Senhor e suas primeiras manifestações. É encarado universalmente como o dia consagrado à reunião da familia, à paz, à fraternidade e à solidariedade entre os homens.

Nas línguas latinas o vocábulo Natal deriva de Natividade, ou seja, referente ao nascimento de Jesus. Nas línguas anglo-saxónicas o termo utilizado é Christmas, literalmente "Missa de Cristo". Já na língua germânica, é Weihnachten e têm o significado "Noite Bendita".

ASPECTOS HISTÓRICOS
No ano 245 d.C., o teólogo Orígenes repudiava a idéia de se festejar o nascimento de Jesus "como se fosse um Faraó". De acordo com o almanaque romano, a festa já era celebrada em Roma no ano 336 d.C.. Na parte Oriental do Império Romano, comemorava-se em 7 de janeiro o seu nascimento, ocasião do seu batismo, em virtude da não-aceitação do Calendário Gregoriano. No Século IV, as igrejas ocidentais passaram a adotar o dia 25 de dezembro para o Natal e o dia 6 de janeiro para Epifania (que significa "manifestação"). Nesse dia comemora-se a visita dos Magos.

A celebração do Natal de Jesus foi instituída oficialmente pelo bispo romano Libério, no ano 354 d.c.. Na realidade, a data de 25 de dezembro não é a data real do nascimento de Jesus. A Igreja entendeu que devia cristianizar as festividades pagãs que os vários povos celebravam por altura do Solstício de Inverno.

Foi por isso que, segundo certos eruditos, o dia 25 de dezembro foi adoptado para que que a data coincidisse com a festividade romana dedicada ao "nascimento do deus sol invencível", que comemorava o Solstício do Inverno. No mundo romano, a Saturnália, festividade em honra ao deus Saturno, era comemorada de 17 a 22 de dezembro; era um período de alegria e troca de presentes. O dia 25 de dezembro era tido também como o do nascimento do misterioso deus persa Mitra, o Sol da Virtude.

Assim, em vez de proibir as festividades pagãs, forneceu-lhes simbolismos cristãos e um nova linguagem cristã. As alusões dos padres da igreja ao simbolismo de Cristo como "o sol de justiça" (Malaquias 4:2) e a "luz do mundo" (João 8:12) expressam o sincretismo religioso.

As evidências confirmam que, num esforço de converter pagãos, os líderes religiosos adotaram a festa que era celebrada pelos romanos, o "nascimento do deus sol invencível" (Natalis Invistis Solis), e tentaram fazê-la parecer “cristã”. Para certas correntes místicas como o Gnosticismo, a data é perfeitamente adequada para simbolizar o Natal, por considerarem que o sol é a morada do Cristo Cósmico. Segundo esse princípio, em tese, o Natal do hemisfério sul deveria ser celebrado em junho.

Há muito tempo se sabe que o Natal tem raízes pagãs. Por causa de sua origem não-bíblica, no século 17 essa festividade foi proibida na Inglaterra e em algumas colônias americanas. Quem ficasse em casa e não fosse trabalhar no dia de Natal era multado. Mas os velhos costumes logo voltaram, e alguns novos foram acrescentados. O Natal voltou a ser um grande feriado religioso, e ainda é em muitos países.

(Continuo amanhã...)

terça-feira, dezembro 19, 2006

ELE HÁ COISAS...

terça-feira, dezembro 19, 2006

O meu sobrinho fez ontem anos. A minha irmã não fez festa, mas quis reunir a família para cantar os parabéns ao filho. Lá fomos nós todos para o Cartaxo para casa dela. A minha filha mais velha achou piada e levou os sogros com ela e ainda bem. O dia estava bonito apesar de um pouco frio. Hora de almoço e toca a chamar o pessoal para o petisco. Estavamos todos a começar a sentar quando venho cá fora e vejo o meu genro caído no chão e a tremer. Primeiro julguei que estava a brincar, mas quando o vejo a tremer e sem responder apanhei um susto de morte. Toca a chamar a mãe dele aos berros, ela percebe destas coisas porque é auxiliar de enfermagem há mais de 20 anos, no Hospital de S. José, e também ela a principio ficou a olhar para ele mas depois lá o acordou fez-lhe monte de perguntas mas felizmente naquela altura ele respondia a tudo que não. Só que quando vimos a mão dele estava a inchar. Diz a mãe que ele devia ter partido qualquer coisa na mão. Mas apesar de ser chato a nossa preocupação foi o ele ter desmaiado e tremer. Toca a levá-lo para o Hospital de Santarém. Resultado: a tremura foi normal, segundo o médico, derivado ao choque térmico e partiu a mão em duas sítios e logo ali a sentença de que teria, talvez, de ser operado à mão. Puseram-lhe uma ligadura com um pouco de gesso, mas disseram para quando ele chegasse a Lisboa tinha de ir logo a S.José para ver o evoluir da coisa. Voltaram outra vez para o Cartaxo para comerem qualquer coisa e o moço, com 1,80m e 114 quilos de peso, lá se aguentou até às cinco da tarde, altura em que se vieram embora direitos para o hospital de Lisboa. Chegado lá, onde a mãe é mais do que conhecida, a sentença é que não podia sair dali porque tinha mesmo de ser operado. Resultado final: neste momento está à espera de ser operado e talvez só amanhã, e lá se vai a disposição para festejar o que quer que seja. Só espero que pelo menos possa estar em casa na consoada. Mal por mal seria uma alegria. Ainda hoje falei com ele e pareceu-me bem disposto, vamos ver o que o próximo dia nos reserva. As melhoras Bruno.

sexta-feira, dezembro 15, 2006

UMA BALADA

sexta-feira, dezembro 15, 2006

Aqui vai uma balada que achei muito bonita, apesar de não conhecer a banda. Fui buscá-la ao blogue do Ricardo, o tal de Beijós.

EAST 17 - STAY ANOTHER DAY

quinta-feira, dezembro 14, 2006

DESEJOS

quinta-feira, dezembro 14, 2006


Como prometi à Cris fiquei de contar aqui o que aconteceu comigo em relação ao que de vez em quando desejamos e depois acontece.
Quando namorava com o meu marido um dia disse para ele:
- Se por acaso levares no carro uma mulher que não seja eu, podes crer que terás um acidente, pequeno, mas terás.
Passado uma semana, ele chegou ao pé de mim e diz-me:
- Olha bati com o carro.
Eu nem queria acreditar. E perguntei-lhe de seguida se ia sozinho. Ele respondeu-me que não, que ia acompanhado com uma amiga. Eu avisei-te, foi a minha resposta. Eu bem te disse que não devias ir com meninas no carro, não disse? O que é verdade é que a partir daí ele não mais levou ninguém no carro sem eu saber.
(E para perceberem, eu quando o conheci ele era "fresco", gostava muito de ir atrás das meninas e elas também faziam-se de convidadas para andarem com ele)

quarta-feira, dezembro 13, 2006

CHEGOU A BONANÇA

quarta-feira, dezembro 13, 2006


Pronto, já passou. O que vale é que me dá forte, mas passa-me depressa. A tempestade já lá vai. E como o velho ditado a bonança chegou. E com ela o dia pareceu-me muito melhor, apesar de haver uma nuvenzinha, não muito espeça, sobre a minha cabeça. É que no emprego ainda não está nada decidido. Falou-se na extinção da secção, mas agora já dizem que está tudo em negociações e que talvez não seja preciso algumas irem embora. Enfim, esperemos, não há-de ser nada. A esperança é sempre a última a morrer.

terça-feira, dezembro 12, 2006

DIA NÃO

terça-feira, dezembro 12, 2006


Hoje estou em dia não. Chateei-me logo de manhã com a filha mais velha. À hora de almoço a filha mais nova diz que vai acabar tudo com o namorado. É a vida. O que me chateia é que eu estou sempre pronta para ajudar os outros e quando eu preciso de alguma coisa ficam sempre de mau humor e nunca podem. Enfim, o melhor é não ligar. Mas como sou de carne e osso como os outros, fico irritada, mas depois passa-me. Logo por azar não tenho o carro, está na oficina e o marido ainda não mo pôde dar porque não está pronto. Assim, dependo um pouco dos outros. Mas a culpa é minha, tenho de me deixar disso e é o que vai acontecer. A partir de hoje, mesmo que não tenha carro, vou me virar sem ele. Assim, não dependo de ninguém, ponto final parágrafo.

quarta-feira, dezembro 06, 2006

QUE ESPERA...

quarta-feira, dezembro 06, 2006


Não há como a noite para pôr a imaginação à solta. Qual cavalo a galope nas asas do pensamento. No entanto, hoje foge-me para o mesmo assunto que me preocupa de há uns dias para cá. O meu posto de trabalho. Trabalho que começo a ver fugir como um tgv. Não sei onde realmente vamos parar, com as empresas em crise, o país em crise e por consequência, todos nós em crise. Não se ouve outra coisa. Só ouço lamentos de todos os lado para onde me viro, e o choque é fatal. Mas, há que reagir. Felizmente ainda há empresas que estão bem. Ainda há pessoas que não têm de se preocupar com os míseros tostões que ganham. E ainda bem. Mas esta indecisão é angustiante. Não sabermos o que é que nos vai calhar na próxima rodada. Sim, porque isto tudo é uma jogada. Boa ou má jogada não sei, mas que jogam com a vida dos trabalhadores é um facto. E agora? Agora resta-me a espera para saber o caminho que vou seguir. Fico, vou para a empresa que deverá ser ligada à nossa? Ou ainda mandam-me embora? Como diz a minha filha quando não tem paciência para esperar: que seca!!!

domingo, dezembro 03, 2006

ESTRANHA DECORAÇÃO

domingo, dezembro 03, 2006

Esta é para desanuviar do post anterior, espero que gostem.

A D. Beatriz, organista numa igreja, tem 80 anos e é solteira.

Era admirada por todos pela sua simpatia e doçura. Uma tarde, convidou o novo Padre da igreja para ir lanchar a sua casa e ele ficou sentado no sofá, enquanto ela foi preparar um chá.

Olhando para cima do órgão, o jovem Padre reparou numa jarra de vidro com água e dentro boiava um preservativo.

Quando a D. Beatriz voltou com o chá e as torradas, o Padre não resistiu à sua curiosidade, perguntando o porquê de tal decoração em cima do órgão.

E ela respondeu, apontando para a jarra: "Ah! refere-se a isto?
Maravilhoso, não é?

Há uns meses atrás, andava eu a passear pelo parque, quando encontrei um pacotinho no chão.

As indicações diziam para colocar no órgão, manter húmido e que, assim, ficava prevenida contra todas as doenças.

E sabe uma coisa?

- "Este Inverno ainda não me constipei".

sexta-feira, dezembro 01, 2006

AS VOLTAS QUE A VIDA DÁ

sexta-feira, dezembro 01, 2006


(A minha figura daqui a uns tempos?)

Quando comecei a trabalhar nunca me passou pela cabeça o que poderia acontecer ao fim de quase quarenta anos de trabalho. Sim, é verdade comecei muito novinha. Estou na eminência de ficar em casa, o que para quem está habituada a trabalhar há tantos anos é um pouco complicado. No entanto, o primeiro choque já passou, agora é a ideia de já estar saturada do que estou a fazer e de saber que mais dia menos dia não nos querem lá. A mim e às minhas três colegas. É assim que agora neste país se fazem as coisas. Primeiro servem-se das pessoas para o que eles querem e depois deitam fora. Estou zangada, muito zangada, não só por mim mas por todas aquelas pessoas que ficam na mesma situação do que eu e simplesmente por má gestão. Dou sempre o exemplo daquela fábrica lá de cima do norte, que se chama Afonso, cujos patrões queriam desfazer-se de tudo e os trabalhadores compraram a fábrica por um euro e após dois anos de trabalho além de terem as dívidas quase pagas têm muitas encomendas de trabalho. Ora se eles são capazes que não têm o curso de gestão, porque será que os que são licenciados em gestão e que têm todos os cursos x p t ó não o fazem? É mais fácil para os novos gestores dispensarem os trabalhadores para reduzirem despesas, o difícil é arranjar maneira de a empresa aumentar os seus lucros. Sim, isso é que é difícil. Assim, também eu era gestora. Mas, pronto há que seguir em frente e não chorar em leite derramado. Ninguém nos paga as preocupações e as angústias que nos assolam, há que limar as contrariedades e resolver os problemas que com certeza ainda hão-de surgir. Enfim, há que remodelar a vida e pensar que há sempre alguém pior do que nós.
E que hei-de eu fazer a seguir? Deem-me sugestões!!!

quarta-feira, novembro 29, 2006

SAI MÚSICA!!!

quarta-feira, novembro 29, 2006

E para homenagear o meu post anterior aqui fica uma musiquinha de quando eu era mais novinha. Ena quase fiz verso e tudo.


QUEEN - HEAVEN FOR EVERYONE

MEU POST NR. 100


Já lá vão 100 posts. O desafio mantém-se, apesar de nunca me passar pela cabeça que conseguiria levar esta etapa tão longe. Mas estou contente pois consegui, melhor ou pior, levar a água ao meu moinho. Escrevi bem, escrevi mal? Não importa. O que importa é que cheguei lá. Também sei que não são muitos, há quem tenha muito mais e ainda bem, mas já é um incentivo para continuar.
Aprendi muito, recebi ainda mais. Um recebimento muito gratificante de quem tem a paciência de ler o que aqui ponho, seja uns postinhos de brincadeira, seja uns postinhos mais sérios. A todos agradeço.
E vamos continuar porque para a frente é que é caminho!

terça-feira, novembro 28, 2006

TEMPO

terça-feira, novembro 28, 2006


Já estou a ficar farta do mau tempo e não moro eu em aldeias ou cidades alagadas. Mas que ano!!! De tanto chover já temos as albufeiras cheias. O Alentejo já não se pode queixar que não tem água. Enfim, uma panóplia de situações que apetece dizer já chega. Agora toca a pedir ao São Pedro para fechar as torneiras lá de cima.

domingo, novembro 26, 2006

AS CORES

domingo, novembro 26, 2006


Hoje quando estava a ver um programa na televisão dei-me conta que estava a ficar aborrecida por o estar a ver. Primeiro fiquei surpreendida porque até era um programa de que estava a gostar, depois curiosa. Porquê? Mudei de canal. Mas o pensamento levou-me outra vez aos porquês. Voltei atrás para ver o que me estava a incomodar. Eureka! Eram as cores utilizadas nele. A cor base do fundo do ecrã era preto. Ora aí está. Esta é uma cor de que eu não gosto quase nada. E então pensei, o que queriam dizer, ou o que significavam, para mim as cores.
Bom:
- preto; detesto, significa a escuridão, o negativismo, a solidão.
- vermelho; para mim é bonito, mas não é cor que vista muito, é a cor do fogo, da paixão, da vida.
- amarelo; também não é cor do meu guarda roupa, mas faz-me lembrar a cor da doença (é estupidez eu sei, mas é o que sinto) mas ao mesmo tempo faz-me recordar o sol, a energia (duas lembranças opostas, não é?).
- verde; uma das minhas cores preferidas: e aqui vem-me à memória os campos, as árvores, o mar, a esperança e o Sporting.
- azul; outra cor preferida: aqui a memória vira-se para o céu, para o relaxamento, para o mar (não esquecer que o mar ora está azul ora está verde).
- branco; a favorita das favoritas: a paz, a tranquilidade, o bem estar é o que me diz esta cor.
E por isso pesquisei um bocadinho e aqui vai o que encontrei sobre o significado das cores,é só mesmo um cheirinho, porque há muito para dizer sobre as cores:

Na cultura ocidental, as cores podem ter alguns significados, alguns estudiosos afirmam que podem provocar lembranças e sensações às pessoas.

Cinza: elegância, humildade, respeito, reverência, sutileza;
Vermelho: paixão, força, energia, amor, velocidade, liderança, masculinidade, alegria (China), perigo, fogo, raiva, revolução, "pare";
Azul: harmonia, confidência, conservadorismo, austeridade, monotonia, dependência, tecnologia;
Ciano: tranqüilidade, paz, sossego, limpeza, frescor;
Verde: natureza, primavera, fertilidade, juventude, desenvolvimento, riqueza, dinheiro (Estados Unidos), boa sorte, ciúmes, ganância;
Amarelo: concentração, otimismo, alegria, felicidade, idealismo, riqueza (ouro), fraqueza;
Magenta: luxúria, sofisticação, sensualidade, feminilidade, desejo;
Violeta: espiritualidade, criatividade, realeza, sabedoria, resplandecência;
Alaranjado: energia, criatividade, equilíbrio, entusiasmo, ludismo;
Branco: pureza, inocência, reverência, paz, simplicidade, esterilidade, rendição;
Preto: poder, modernidade, sofisticação, formalidade, morte, medo, anonimato, raiva, mistério;
Castanho: sólido, seguro, calmo, natureza, rústico, estabilidade, estagnação, peso, aspereza.

terça-feira, novembro 21, 2006

A NOITE

terça-feira, novembro 21, 2006


São quase duas da manhã e o sono tarda em aparecer. O marido dorme, a filha dorme. E eu sinto uma paz envolvente como se um manto escuro me abraçasse. Lá fora, de vez em quando, passa um carro a quebrar o silêncio da rua. Como eu gostava de chegar à janela para ver as estrelas, mas não vale a pena, estamos na cidade e é difícil ver o firmamento, os prédios que circundam o meu não deixam ver. Talvez se estivesse no campo, sim no campo é muito mais fácil vê-lo. E vejo-me sentada no chão a olhar para o céu estrelado e pensar quanto somos pequeninos. E a paz continua numa sensação de relaxamento, porque não de felecidade mesmo? E nesta observação os sentimentos e os sentidos despertam. Não da mesma maneira como se fosse dia. Não, aí os sentidos são diferentes, são vivos. De noite, são lânguidos, pausados. Ah como era bom que não houvesse confusões, que as pessoas pensassem um bocadinho e evitassem brigar, que não houvesse guerras, e principalmente, soubessem comungar com a natureza. Acho que o que nos faz falta é saber observá-la, saber o que nos pode dizer e o que nos pode ensinar.

BLOGUE MARADO

Ontem quis pôr um post à noite e não consegui. O texto foi todo ao ar. Já aprendi que antes de publicar o texto tenho de fazer uma cópia ou salvar, senão foi...
Logo volto a tentar postar um o mais parecido possível.

domingo, novembro 19, 2006

MÚSICA PARA O FIM DE SEMANA

domingo, novembro 19, 2006

Aí vai uma musiquinha para o fim de semana:

Elton John - I Don't Wanna Go On With You Like That

sexta-feira, novembro 17, 2006

ESOPO

sexta-feira, novembro 17, 2006



Esopo era um escravo que viveu na Grécia há uns 3000 anos. Tornou-se famoso pelas suas pequenas histórias de animais, cada uma delas com um sentido e um ensinamento, e que mostram como proceder com inteligência. O seus animais falam, cometem erros, são sábios ou tolos, maus ou bons, exactamente como os homens. A intenção de Esopo, em suas fábulas, é mostrar como nós, homens, podemos agir.

Não se sabe muito a respeito da vida de Esopo, até mesmo porque outros fabulistas receberam o seu nome e as histórias de suas vidas se misturaram. Dizem que as fábulas de um Esopo encantaram tanto o seu dono que este o libertou. Dizem que esse Esopo recebeu honrarias e foi recebido em palácios reais.

As fábulas de Esopo, contadas e readaptadas por seus continuadores, como Fedro, La Fontaine e outros, tornaram-se parte de nossa linguagem diária. "Estão verdes", dizemos quando alguém quer alcançar coisas impossíveis - o que é a expressão que a raposa usou quando não conseguiu as uvas. . .

Esopo nunca escreveu suas histórias. Contava-as para o povo, que por sua vez se encarregou de repeti-las. Mais de duzentos anos depois da morte de Esopo é que as fábulas foram escritas, e se reuniram às de vários Esopos. Em outros países além da Grécia, em outras civilizações, em outras épocas, sempre se inventaram fábulas que permaneceram anônimas. Assim,podemos dizer que em toda parte, a fábula é um conto de moralidade popular, uma lição de inteligência, de justiça, de sagacidade, trazida até nós pelos nossos Esopos.

quinta-feira, novembro 16, 2006

REMÉDIOS CASEIROS

quinta-feira, novembro 16, 2006


Digam lá que não é gira?

O médico, depois de ver a história clínica do paciente, pergunta:
- Fuma?
- Pouco.
- Faz bem. Quanto menos melhor.
- Bebe?
- Pouco.
- Ainda bem.
- Pratica desporto?
- Não posso. Tenho lesões antigas.
- Pois, é pena.
- E sexo, pratica com frequência?
- Muito pouco.
- Isso é que não pode ser. Se não pratica desporto, deve compensar fazendo muito sexo. Vá para casa e pense bem nisso...

Ele foi para casa, contou à mulher o que o médico lhe tinha dito e foi tomar banho.

A mulher, esperançosa, enfeita-se, perfuma-se, põe o seu melhor baby-doll e fica à espera numa pose toda provocante. Ele sai do chuveiro e começa a vestir-se, a mulher, surpreendida, pergunta:

- Onde vais?
- Não ouviste o que o médico me disse?
- Sim, por isso mesmo estou aqui, prontinha ...
- Ah, Francisca, Francisca, lá estás tu com a mania dos remédios caseiros...

FRASES

terça-feira, novembro 14, 2006

CASAMENTO DA FILHA

terça-feira, novembro 14, 2006


A filha mais velha decidiu casar. Depois de sete anos a viver junto com o marido e a filha (pois eu cá considero marido quando duas pessoas já vivem juntas e ainda por cima com filhos) a decisão dos dois apanhou-me de surpresa. Não por irem casar, mas pela decisão conjunta que eu esperava ser para muito mais tarde. Podem pensar que estou triste ou não gostei da ideia. Pura mentira, estou mesmo muito contente, como qualquer mãe estaria, e orgulhosa também. É que infelizmente, quem vive do seu ordenado é complicado poder ajudar os filhos quando eles mais precisam. E neste caso a minha filha vai ter as despesas maiores a seu cargo uma vez que eu não tenho como comparticipar nelas.
Raio de vida. Trabalhamos toda a vida para chegar quase ao fim sem nada.
No entanto, não me posso queixar, como aqui já disse posso dar-me por muito feliz. Tenho duas filhas, que para mim são lindas, felizmente com saúde, até hoje, bem comportadas, sem problemas com drogas, tabaco ou qualquer outro vício nefasto. Assim, agradeço todos os dias a Deus por as ter e agora ainda por cima com uma netinha, que neste momento tem seis anos e é muito parecida com a mãe.
São os meus amores.
Mas como estava dizendo, para o ano há casamento, mais propriamente para o fim da primavera. E os preparativos já começaram. Vestido de noiva já há. Falta tudo o resto, porque vamos aproveitar e baptizar a neta na mesma altura. É engraçado a pequenita ir ao casamento dos pais. Um dia ainda se vai recordar disso e achar graça. Mas o que desejo mesmo é que os pais continuem se dando bem e sejam felizes com ela. Para mim já está muito bom.

sábado, novembro 11, 2006

IMAGINAÇÃO EM CADEIA

sábado, novembro 11, 2006


Há pessoal realmente incrível. Imaginação é o que não lhe falta. Achei esta tão engraçada que não resisti a pô-la aqui.

Tudo começou quando...
A turma de Direito resolveu colocar uma frase numa t-shirt que virou moda no Campo Universitário:
"O seu namorado não faz Direito? Vem cá que eu faço".

Em seguida, o pessoal de Medicina largou a seguinte:
"Ele pode até fazer Direito, mas ninguém conhece seu corpo melhor que eu."

O pessoal de Administração não deixou para menos:
"Não adianta conhecer o corpo, fazer Direito se não souber Administrar o que tem"

O pessoal de Administração ficou bem na fita até que a turma de Agronomia apareceu com a seguinte frase:
"Uns conhecem bem, outros fazem direito e alguns sabem administrar o que têm, mas plantar a semente como nós ninguém consegue!"

Aí o pessoal da Publicidade largou esta:
"De que adianta conhecer bem, fazer direito, saber administrar e plantar a semente, se depois não puder contar para todo mundo?"

A turma da Engenharia, não se deu por achada, e saiu-se com esta:
"De que adianta conhecer bem, fazer direito, saber administrar, plantar a semente, e poder contar para todo mundo, se não tiver energia e potência para fazer várias vezes?"

Mas a frase que ficou e se tornou campeã foi a da Economia:
"De que adianta conhecer bem, fazer direito, saber administrar, plantar a semente, poder contar para todo mundo, ter energia e potência para fazer várias vezes, se a mulher gosta mesmo é de dinheiro?"

Ninguém discutiu por um tempo, até que, as MENINAS do Curso de NUTRIÇÃO se saíram MUITO BEM (mas, MUUUUUUITO BEM, MESMO!) com esta:
"De que adianta conhecer bem, fazer Direito, saber administrar, plantar a semente, poder contar para todo mundo, ter energia e potência para fazer várias vezes e, ter dinheiro... Se, no final das contas... nós precisamos sempre de ensinar a comer!!!!!"

sexta-feira, novembro 10, 2006

SÃO MARTINHO

sexta-feira, novembro 10, 2006


Estamos na véspera de São Martinho e eu não podia aqui de deixar ficar uma referência a este santo. Aqui vai:

A vida de São Martinho
São Martinho, também conhecido por S. Martinho de Tours, cidade onde foi bispo, nasceu em Panónia, na Hungria, em 316 ou 317. Filho de um oficial romano, fez estudos humanísticos em Pavia. Iniciou depois a carreira das armas, mas manifestou desde cedo o desejo de ser monge. No entanto, serviu na guarda imperial até aos 40 anos, idade em que abandonou a vida castrense, tendo ido ao encontro de Santo Hilário, bispo de Poitiers, que lhe conferiu ordens sacras e lhe deu a oportunidade de entrar na vida religiosa. A sua intensa actividade pastoral valeu-lhe o epíteto de Apóstolo das Gálias. Já bispo de Tours, vivia como um monge, fora da cidade, num local modesto, mais tarde transformado num mosteiro. Terá morrido em Candes (França), em 11 de Novembro de 397.

E ainda:

Lendas de São Martinho

O soldado Martinho e o seu manto
De acordo com a lenda num certo dia frio e chuvoso de Outono, em Amiens, França, o soldado Martinho percorria a cavalo um determinado caminho. Numa das voltas do trajecto dá com um mendigo a pedir. Apiedando-se do homem, Martinho não tendo mais nada que oferecer pega na sua espada e corta em dois o seu manto, estendendo uma das metades ao pobre, para que se protegesse do frio. Quase de imediato, cessou a chuva, começando a brilhar o Sol e ficando um inexplicável clima de Verão. Este acto de solidariedade, bem como a morte de Martinho ocorreram no mês das brumas (Novembro), período anual do vinho novo e das castanhas, ao qual ficou para sempre associado.

E mais, a tradição das castanhas no S. Martinho:

Castanhas - “Quentes e Boas”

O tempo vai refrescando, o Outono instala-se no dia-a-dia, com a natureza a dar os sinais da época: as copas das árvores a amarelarem, o Sol que teima em esconder-se sobre o manto de nuvens. Com os assomos do Inverno é reconfortante o calor proporcionado pela dúzia de castanhas, escaldando nas mãos, compradas em resposta ao apelo mais que apregoado do “quentes e boas”.
Consideradas, actualmente, quase como uma “guloseima” de época, as castanhas, em tempo idos, constituíram um nutritivo complemento alimentar, substituindo o pão na ausência deste, quando os rigores e escassez do Inverno se instalavam. Cozidas, assadas ou transformadas em farinha, as castanhas sempre foram um alimento muito popular, cujo aproveitamente remonta à Pré-História.

Castanhas pelo São Martinho Assadas com sal grosso, cozidas com ervas-aromáticas, secas tornando-se “piladas” e utilizadas depois de bem demolhadas, acompanhando em puré outros preparos, ou servindo uma sopa aveludada e cremosa, o consumo de castanhas estende-se de finais de Setembro até ao início da Primavera. São, contudo, particularmente procuradas e celebradas no dia de São Martinho, a 11 de Novembro. Actualmente esbateram-se os festejos e raros são os que celebram a ocasião com circunstância, embora em restaurantes e associações se vá reabilitando a tradição.

Em Mangualde cantava-se:

“No dia de S. Martinho
Rabusca o teu soitinho
Faz o teu magustinho
Encerta o teu pipinho”

Alguns ditos populares com castanhas:

"Dia de São Martinho, lume, castanhas e vinho"
"Pelo São Martinho, prova o teu vinho, ao cabo de um ano já não te faz dano"
"Pelo São Martinho mata o teu porco e bebe o teu vinho"
"Pelo São Martinho semeia favas e linho"
"No dia de São Martinho fura o teu pipinho"
"O Verão de São Martinho é bom mas é curtinho"
"No dia de São Martinho vai-se à adega e prova-se o vinho"
"No dia de São Martinho bebe o vinho e deixa a água para o moinho"

Em tempos idos, eram comuns os “Magustos”, ou seja, grandes fogueiras ao ar livre, no campo, “rodeadas de grupos alegres que cantam e dançam enquanto a fogueira medra e as castanhas estoiram” (Leite Vasconcellos/Vida Tradicional Portuguesa).
O vinho novo, jeropiga ou água-pé jorravam generosamente acompanhando as castanhas assadas, pois, como diz o adágio “no dia de São Martinho vai à adega e prova o vinho”.

quinta-feira, novembro 09, 2006

SÃO NOZES...

quinta-feira, novembro 09, 2006


O marido foi-me buscar ao trabalho como de costume. No caminho, conforme passamos o dia, ou falamos ou ouvimos música. Hoje conversámos um pouco e ao chegar a casa ele dá-me um saco e diz:
- Olha leva esse saco escusa de ficar aqui no carro. E eu pergunto:
-São ovos? Ele responde que sim.
Venho na rua com todo o cuidado até chegar à porta de casa e quando vou a tirar as chaves noto que o barulho do saco não pode ser de ovos, espreito e vejo nozes. Como estava sozinha não achei muita piada e pensei para os meus botões: este gajo (desculpem a expressão) estava a gozar comigo a dizer que eram ovos e afinal são nozes.
Bom passou. Quando ele chegou perguntei-lhe logo:
- Olha lá, afinal não eram ovos que estavam no saco eram nozes.
Diz-me ele:
- Então não foi o que perguntaste? Se eram nozes? E eu:
- Não o que eu perguntei foi se eram ovos. E ele diz:
- E eu percebi nozes e como sabia que eram nozes disse-te que sim.
Bahhhh!!! Desatámos a rir os dois com a confusão dos ovos pelas nozes. Não tem nada a ver mas lembrei-me da minha figura toda cuidadosa a pensar que trazia ovos e o conteúdo do saco era outro.

quarta-feira, novembro 08, 2006

MÚSICA

quarta-feira, novembro 08, 2006


Sempre gostei muito de música. Ela está-me na pele. Foi com ela que conheci o marido e foi com ela que comecei a namorar com ele. Adorávamos dançar. Quer dizer eu adoro, ele é que já não acha piada nenhuma. Mas se for à discoteca ainda "abano o capacete". Hipóteses de lá ir é que não têm sido nenhumas. Mas quem sabe se brevemente não vá até lá?
De qualquer maneira, tudo isto só para dizer que a música faz parte da minha vida. No entanto, não sou eclética. Há certo tipo de música que eu não consigo gostar, por mais que me esforce, é o caso de "heavy metal". Outro dia fiquei surpreendida comigo mesma porque achei piada a uma música de jazz, coisa que eu não gostava mesmo, mas descobri que há um certo jazz que até é bem engraçado, já quanto há música brasileira eu não gosto, eu amo, como eles dizem. Mas também é verdade que gosto da chamada música comercial que em geral os jovens gostam. Fado, nem por isso. Gosto de música alegre e de algumas baladas.
A música faz-me sonhar. Quantas vezes ao ouvir músicas que mexem comigo, as cordas dos sentimentos vibram, o coração palpita e o prazer de viajar pelas coisas boas é indiscritível. Não se consegue pôr no papel a confusão de sentidos que ela nos proporciona.
Ai já me estou a ver a ouvir boa música e a ver um pôr de sol sentada numa varanda ou à beira mar. Ai que saudades do verão.

TELEDISCO

Tinha aqui o teledisco da Shania Twain a cantar com o Elton John, mas deixou de estar disponível. Assim, aqui fica a mesma canção mas ela a cantar sozinha. Espero que gostem.

segunda-feira, novembro 06, 2006

LENDA DO CAVALEIRO HENRIQUE

segunda-feira, novembro 06, 2006


Hoje estou pouco inspirada e por isso, como não gosto de passar um dia em branco por estas paragens, aqui fica a lenda do cavaleiro Henrique, que até eu fiquei surpreendida, pois não a conhecia.

Nos primeiros tempos da Reconquista, cerca de treze mil cruzados vieram de toda a Europa para auxiliar D. Afonso Henriques na Reconquista aos Mouros. Entre os muitos que pereceram e que foram considerados mártires, houve um cavaleiro chamado Henrique, originário de Bona, que morreu na conquista de Lisboa e que foi sepultado na Igreja de S. Vicente de Fora. À memória do Cavaleiro Henrique estão associados muitos milagres, um dos quais deixou vestígios no nome de uma rua de Lisboa.

A lenda diz que logo que Henrique foi sepultado, dois dos seus companheiros, ambos cavaleiros surdos e mudos de nascença, vieram deitar-se sobre o seu túmulo de forma a que Henrique intercedesse junto de Deus pela sua cura. Em sonhos, Henrique disse-lhes que Deus os tinha curado e quando acordaram verificaram o milagre. Pouco tempo depois, morreu um escudeiro de Henrique dos ferimentos que tinha sofrido na conquista de Lisboa e foi sepultado na Igreja de S. Vicente, mas longe do túmulo do seu amo. O cavaleiro Henrique apareceu em sonhos ao sacristão da igreja e disse-lhe que queria o corpo do escudeiro junto de si. O sacristão não ligou importância ao sonho, nem quando este se repetiu no dia seguinte. Na terceira noite, Henrique, novamente em sonhos, falou-lhe tão irritado com a sua indiferença que o sacristão acordou imediatamente e passou todo o resto da noite a cumprir as suas indicações. Pela manhã e apesar de ter passado toda a noite naquele trabalho, encontrava-se descansado como se tivesse dormido toda a noite. A novidade espalhou-se e os feitos do Cavaleiro Henrique continuaram: segundo a lenda, cresceu uma palma no seu túmulo cujas folhas curavam os males de todos os peregrinos que ali acorriam. Um dia a palma foi roubada mas ficou para sempre na memória do povo através do nome de uma rua, a da Palma, na baixa de Lisboa.

sábado, novembro 04, 2006

MULHER INTELIGENTE

sábado, novembro 04, 2006

Esta eu tinha de pôr aqui:

Um casal vai de férias para um hotel rural. O homem gosta de pescar de madrugada e a mulher gosta de ler.
Uma manhã, o marido volta de horas pescando e resolve tirar uma soneca.
Apesar de não conhecer muito bem o lago, a mulher decide pegar o barco do marido e ler no lago. Ela navega um pouco, ancora, e continua lendo seu livro.
Chega um guarda do parque no seu barco, pára ao lado da mulher e fala:
- Bom dia, Madame. O que está fazendo?
- Lendo un livro - responde ela, e pensando: será que não é óbvio?
- A senmhora está numa área restrita em que a pesca é proibida, informa ele.
- Sinto muito, tenente, mas não estou pescando, estou lendo.
- Sim, mas com todo o equipamento de pesca. Pelo que sei, a senhora pode começar a qualquer momento. Se não sair daí imeadiatamente, terei que multá-la e processá-la.
- Se o senhor fizer isso, terei de acusá-lo de assédio sexual, diz a mulher.
- Mas eu nem sequer a toquei! - diz o guarda.
- É verdade, mas o senhor tem todo o equipamento. Pelo que sei, pode começar a qualquer momento.
- Tenha um bom dia, Madame - diz ele e vai embora.

MORAL DA HISTÓRIA:
Nunca discuta com uma mulher que lê. É certo que ela pensa.

quinta-feira, novembro 02, 2006

DIA DE FINADOS

quinta-feira, novembro 02, 2006


Ontem narrei aqui a história o Dia de Todos os Santos, hoje vai ser o do Dia de Finados, então cá vai:

Desde o século I, os cristãos rezavam pelos falecidos, visitando os túmulos dos mártires para rezar pelos que morreram.
No século V, a igreja dedicava um dia do ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém lembrava.
Também o abade Cluny, santo Odilon, em 998 pedia aos monges que orassem pelos mortos.
Desde o século XI os papas Silvestre II (1009), João XVII (1009) e Leão IX (1015) obrigam a comunidade a dedicar um dia aos mortos.
No século XIII esse dia anual passa a ser comemorado em 2 de Novembro, porque 1 de novembro é a Festa de Todos os Santos.

Dia de Todos os Santos: celebra todos os que morreram em estado de graça e não foram canonizados.
Dia de Todos os Mortos (ou Finados): celebra todos os que morreram e não são mais lembrados.