Acho que nunca falei aqui sobre os Florais de Bach. Felizmente já são muito conhecidos em Portugal. Os florais são essências extraídas de flores que são vendidas num frasco em líquido e são tomadas em pequenas quatidades. Neste caso não é o médico que receita mas o paciente que avalia o seu estado emocional e compra nas farmácias ou nas ervanárias o que mais se aplica ao seu caso. Se tiver dúvidas pergunta ao seu terapeuta ou há pessoa que estiver habilitada para o fazer tanto na farmácia como na ervanária. Vou aqui contar um pouquinho da história para perceberem o que são os Florais de Bach.
O médico inglês Edward Bach (1886-1936) acreditava que era possível curar todas as doenças, mesmo as incuráveis, achava também que elas eram somente avisos do desequilíbrio da alma. Aos 20 anos entra na Universidade de Birmingham e termina o seu curso com estágio no "University College Hospital", em Londres, em 1912. Além dos diplomas e títulos que obteve ao se formar, recebeu também os títulos de Bacteriologista e Patologista, em 1913 e o diploma de Saúde Pública, em 1914.
Como foi rejeitado na Guerra para fora do país pela sua frágil saúde, ficou a trabalhar neste mesmo hospital no Departamento de Bacteriologia. Entretanto, devido ao seu trabalho incansável teve uma hemorregia ao qual foi sunmetido a uma cirurgia de urgência e foi-lhe comunicado que teria três meses de vida.
Sentindo-se melhor reuniu as suas forças e foi trabalhar para o laboratório passando dia e noite nas suas pesquisas ficando com a mente ocupada e não pensando na sua própria doença. Em pouco tempo estava curado. Foi por esta altura, que conheceu a Doutrina de Hahnemann e seu livro básico: o "Organon da Arte de Curar", escrito mais de cem anos antes do seu tempo. Descobriu a genialidade de Hahnemann, que curava mais guiado pelos sintomas mentais que pelos físicos.
Em 1926, publica com C.E. Wheeler o "Cronic Disease.A Working Hypothesis". Nesta época, os nosódios intestinais, já conhecidos como Nosódios de Bach, eram utilizados em toda Grã-Bretanha e também em vários outros países.
Bach começou então a tentar substituir os nosódios por medicamentos preparados com plantas, e foi a esta altura que utilizou pelo sistema homeopático de diluição e potencialização, duas flores que trouxe de Gales, em 1928. Estas plantas eram Impatiens e Mimulus. Pouco depois também utilizou Clematis. Os resultados foram encorajadores. Também nesta época começou a separar os indivíduos por grupos de semelhança de comportamento, como se sofressem do mesmo problema. Ele mesmo conta que isto aconteceu, depois que foi a uma festa, e ficou a um canto observando as pessoas quando aí teve um "insight". Bach imaginou que deveria existir um medicamento que aliviasse este sofrimento comum a cada grupo de indivíduos.
Em 1930, resolveu largar toda sua rendosa atividade em Londres, o consultório da Harley Street e os laboratórios, para buscar na natureza este sistema de cura que idealizara desde pequeno, e que sentia estar próximo dele. Tinha, então, 44 anos. Partiu para Gales. Ao chegar, descobriu que levara por engano uma mala com calçados no lugar de uma com o material necessário para o preparo de medicamentos homeopáticos: almofariz, vidros, etc. Isto acabou impulsionando-o mais rapidamente na direção da descoberta de um novo sistema de extrair as virtudes medicamentosas das plantas. A homeopatia não estava longe, mas não era exatamente o que procurava. Deixou, portanto, a fama, o conforto e um lugar de destaque na sociedade médica londrina. Antes de ir, queimou tudo o que já tinha escrito até então e deixou o resto do trabalho para ser concluído pelos colegas e auxiliares que trabalhavam com ele.
Foi, no entanto, encorajado pelo Dr. John Clark, diretor do Homeopathic World, um jornal médico homeopático, que colocou seu periódico à disposição para que Bach publicasse suas descobertas. Esta oportunidade foi totalmente aproveitada por Bach. No outono de 1935, descobriu Mustard, o último dos 38 florais. Morreu dormindo em 27 de Novembro de 1936 (ataque cardíaco com 50 anos de idade) na sua casa em Monte Vernon, Grã Bretanha, onde hoje funciona o Bach Centre e onde são colhidas as flores e preparadas as essências.
(Continua)
Fonte: Wikipédia
Aniversariantes do dia
- Linda Christian, actriz mexicana
- Anita Guerreiro, fadista e actriz portuguesa
- Whoopi Goldberg, actriz norte-americana
- Luis Melo, actor e director brasileiro
- Gerard Butler, actor e cantor escocês
- Quim, guarda-redes de futebol, português
- Monique Coleman, actriz norte-americana
- Stella Hudgens, actriz norte-americana
quinta-feira, novembro 13, 2008
FLORAIS DE BACH
Postado por:
AnadoCastelo
às
1:04 a.m.
Permalink
| 1 Castelo(s)
|
quarta-feira, novembro 12, 2008
A NET FOI-SE...
Ontem estava eu muito bem aqui a navegar pela net quando de repente foi-se. Toca a telefonar para a TV Cabo, resposta estão as linhas em manutenção. Só agora, a há alguns minutos, voltou novamente. Tenho a impressão que tenho de mudar de empresa, de vez em quando isto acontece e ainda por cima nas piores alturas. Bom mas cá vai, um pouquinho tarde, as coisas do dia:
Aniversariantes do dia
- Jorge Salavisa, bailarino português
- Paulinho da Viola, músico e cantor brasileiro
- Neil Young, músico canadiano
- Teresa Ricou, artista de circo, portuguesa
- Mário Gomes, actor brasileiro
- Francisco Louçã, político português
- Nadia Comaneci, ex-atleta romena
- Bjork, cantora islandesa
- Miguel Frasquilho, político português
- Alexandre Rodrigues, ciclista português
- Reynaldo Gianecchini, actor brasileiro
- Bennedict “Benni” McCarthy, futebolista sul-africano
- Alexandra Maria Lara, actriz romena
- Anne Háthaway, actriz norte-americana
- Carlton Cole, jogador de futebol inglês
Hoje é Dia
Brasil - Dia do Fluminense Football Club
India - Festival das Luzes, em Diwali
Postado por:
AnadoCastelo
às
7:51 p.m.
Permalink
| 0
Castelo(s)
|
terça-feira, novembro 11, 2008
ANIVERSÁRIOS

Começo hoje aqui a tentar postar todos os dias os aniversários de famosos diariamente. Sei que não é relevante, mas sei também que há sempre alguém que gosta de ver, mais não seja por mera curiosidade. Tentarei, e apenas tentarei, dar uma ou outra curiosidade sobre este ou aquela aniversariante. Se quiserem podem dar sugestões, estou aberta a elas. Mais tarde, espero conseguir diversificar mais este meu blogue, mais não seja para meu exercício mental. Para já ficam os relativos a hoje:
Aniversariantes do dia
- Noah Gordon, escritor nortemaericano
- Carlos Fuentes, escritor mexicano, nascido no Panamá
- Daniel Ortega, antigo Presidente da Nicarágua
- Luz Casal, cantora espanhola
- Agata, cantora portuguesa
- Demi Moore, actriz norte-americana
- Felipa Garnel, apresentadora de TV, portuguesa
- Calista Flockhart, actriz norte-americana
- Cláudio Ramos, apresentador de TV português
- Leonardo DiCaprio, actor norte-americano
- Maniche, futebolista português
- Erick Edman, futebolista sueco
Feriados Municipais
Em Meda, Penafiel e Torres Vedras
Hoje é Dia:
Angola - Dia da Independência
Brasil - Dia do Director da Escola
Canadá - Dia da Lembrança
EUA - Dia dos Veteranos
França - Dia do Armistício da Primeira Guerra Mundial
Polónia - Dia da Independência
Portugal - Dia de S. Martinho
Curiosidades:
São Martinho é santo patrono dos alfaiates, dos cavaleiros, dos pedintes, dos restauradores (hoteis, pensões, restaurantes), dos produtores de vinho e dos alcoólicos reformados, dos soldados... dos cavalos, dos gansos, e orago de uma série infindável de localidades de Beli Benastir, na Croácia, a Buenos Aires, na Argentina (fonte Catholic Community Forum) passando, evidentemente, por numerosíssimas sítios de Norte a Sul de Portugal.
Postado por:
AnadoCastelo
às
1:43 a.m.
Permalink
| 1 Castelo(s)
|
segunda-feira, novembro 10, 2008
FUGA DE GÁS
Há três dias sem gás. Só me faltava esta. A empresa do gás lembrou-se que tinha de aumentar a rede de distribuição de gás e não vai de modas toca a fazer buracos na rua para introduzir mais canos, penso eu, até se calhar era só para os substituir. E como consequência aproveitaram para fazer inspecção aos prédios. Até aqui tudo bem, concordo mais vale prevenir do que remediar. Só que eu tinha de ter uma pequena fuga, fuga essa que fica na distribuição do gás da escada para dentro de casa, resultado: fiquei com o gás cortado. Telefonema para a direita, telefonema para a esquerda lá arranjei uma empresa que me veio resolver o problema da fuga, que por acaso o dono até já foi meu vizinho, e só no dia a seguir é que podia vir fazer o trabalho. Mas o dia a seguir era sexta-feira e o tratamento que eles fazem aos canos para tirar a fuga precisa de 48 horas para secar, como a Lisboagás não trabalha ao fim de semana só terei gás hoje, segunda-feira, e só lá para a tarde.
Pois, com estas coisas é triste quase ter saudades da EDP que tinha piquetes a toda a hora. As empresas cada vez mais reduzem pessoal e nós que pagamos e não é tão pouco como isso que nos lixemos para o senhor administrador ganhar mais num ano que eu hei-de ganhar em toda a minha vida. Está mal, muito mal e nós estamos a deixar que as coisas aconteçam nas nossas barbas e contra mim falo fico irritada, mas sozinha não posso fazer nada.
Além de que vou pagar e não é pouco do arranjo da fuga. Bolas, tinha logo que ser quase em cima do Natal. Quem já se vê com pouco dinheiro e apertar e bem os cordões à bolsa há-de sempre vir mais uma coisinha para chatear.
Há que ver o lado bom da coisa: fico sem fugas e descansada e quase fiz campismo dentro de casa. O meu marido arranjou-me um fogão de "camping" para remediar a situação e ainda fui jantar no sábado a casa da filhota grande. Os banhos também se resolveram, a filha mais pequena em casa da vizinha, o marido na oficina e eu cá me vou arranjando a lavar-me aos bocados para quando tiver gás tomar um grande banho. Oh yeh!!!
Postado por:
AnadoCastelo
às
12:51 a.m.
Permalink
| 2
Castelo(s)
|
sexta-feira, novembro 07, 2008
LEMBRAM-SE (III)
Postado por:
AnadoCastelo
às
5:18 p.m.
Permalink
| 2
Castelo(s)
|
quinta-feira, novembro 06, 2008
A TUA CASA
Vejam lá se não tenho razão.
A tua casa vista por...
Ti
A tua casa vista pelo...
Comprador
A tua casa vista pelo...
Banco
A tua casa vista pelo...
Avaliador
A tua casa vista pelas...
Finanças Portuguesas
Postado por:
AnadoCastelo
às
1:49 a.m.
Permalink
| 3
Castelo(s)
|
quarta-feira, novembro 05, 2008
UMA DIFERENÇA DE 30 ANOS
(1978 & 2008)
Situação:O Pedro está a pensar ir até ao monte depois das aulas, assim que entra no colégio mostra uma navalha ao João, com a qual espera poder fazer uma fisga
1978: O director da escola vê, pergunta-lhe onde se vendem, mostra-lhe a sua, que é mais antiga, mas que também é boa.
2008: A escola é encerrada, chamam a Polícia Judiciária e levam o Pedro para um reformatório. A SIC e a TVI apresentam os telejornais desde a porta da escola.
Situação: O Carlos e o Quim trocam uns socos no fim das aulas
1978: Os companheiros animam a luta, o Carlos ganha. Dão as mãos e acabam por ir juntos jogar matrecos.
2008: A escola é encerrada. A SIC proclama o mês anti-violência escolar, O Jornal de Notícias faz uma capa inteira dedicada ao tema, e a TVI insiste em colocar a Manuela Moura Guedes à porta da escola a apresentar o telejornal, mesmo debaixo de chuva.
Situação: O Jaime não pára quieto nas aulas, interrompe e incomoda os colegas
1978: Mandam o Jaime ir falar com o Director, e este dá-lhe uma bronca de todo o tamanho. O Jaime volta à aula, senta-se em silêncio e não interrompe mais.
2008: Administram ao Jaime umas valentes doses de Ritalina. O Jaime parece um zombie. A escola recebe um apoio financeiro por terem um aluno incapacitado.
Situação: O Luís parte o vidro dum carro do bairro dele. O pai pega um cinto e espeta-lhe umas chicotadas
1978: O Luís tem mais cuidado da próxima vez. Cresce normalmente, vai à universidade e converte-se num homem de negócios bem sucedido.
2008: Prendem o pai do Luís por maus-tratos a menores. Sem a figura paterna, o Luís junta-se a um gang de rua. Os psicólogos convencem a sua irmã que o pai abusava dela e metem-no na cadeia para sempre. A mãe do Luís começa a namorar com o psicólogo. O programa da Fátima Lopes mantém durante meses o caso em estudo, bem como o 'Você na TV' do Manuel Luís Goucha.
Situação: O Zézinho cai enquanto praticava atletismo, arranha um joelho. A sua professora, Maria, encontra-o sentado na berma da pista a chorar. Maria abraça-o para o consolar
1978: Passado pouco tempo, o Zézinho sente-se melhor e continua a correr.
2008: A Maria é acusada de perversão de menores e vai para o desemprego. Confronta-se com 3 anos de prisão. O Zézinho passa 5 anos de terapia em terapia. Os seus pais processam a escola por negligência e a Maria por trauma emocional, ganhando ambos os processos. Maria, no desemprego e cheia de dívidas suicida-se atirando-se de um prédio. Ao aterrar, cai em cima de um carro, mas antes ainda parte com o corpo uma varanda. O dono do carro e do apartamento processam os familiares da Maria por destruição de propriedade. Ganham. A SIC e a TVI produzem um filme baseado neste caso.
Situação: Um menino branco e um menino negro andam à batatada por um ter chamado 'chocolate' ao outro
1978: Depois de uns socos esquivos, levantam-se e cada um vai para sua casa. Amanhã são colegas.
2008: A TVI envia os seus melhores correspondentes. A SIC prepara uma grande reportagem dessas com investigadores que passaram dias no colégio a averiguar factos. Emitem-se programas documentários sobre jovens problemáticos e ódio racial. A juventude Skinhead finge revoltar-se a respeito disto. O governo oferece um apartamento à família do miúdo negro.
Situação: Tens que fazer uma viagem de avião
1978: Viajas num avião de TAP, dão-te de comer, convidam-te a beber seja o que for, tudo servido por hospedeiras de bordo espectaculares, num banco que cabem dois como tu.
2008: Entras no avião a apertar o cinto nas calças, que te obrigaram a tirar no controle. Enfiam-te num banco onde tens de respirar fundo para entrar e espetas o cotovelo na boca do passageiro ao lado e se tiveres sede o hospedeiro amaricado apresenta-te um menu de bebidas com os preços inflacionados 150%, só porque sim. E não protestes muito, senão, quando aterrares, enfiam-te o dedo mais gordo do mundo pelo cú acima para ver se trazes drogas.
Situação: Fazias uma asneira na sala de aula
1978: O professor espetava duas valentes lostras bem merecidas. Ao chegar a casa o teu pai dava-te mais duas porque 'alguma deves ter feito...!'
2008: Fazes uma asneira. O professor pede-te desculpa. O teu pai pede-te desculpa e compra-te uma Playstation 3.
Situação: Chega o dia de mudança de horário de Verão para Inverno
1978: Não se passa nada.
2008: As pessoas sofrem de distúrbios de sono, depressão e caganeira.
Situação: O fim das férias
1978: Depois de passar 15 dias com a família atrelada numa caravana puxada por um Fiat 600 pela costa de Portugal, terminam as férias. No dia seguinte vai-se trabalhar.
2008: Depois de voltar de Cancún de uma viagem com tudo pago, terminam as férias. As pessoas sofrem de distúrbios de sono, depressão, seborreia e caganeira.
(Autor Desconhecido)
Postado por:
AnadoCastelo
às
2:24 a.m.
Permalink
| 1 Castelo(s)
|
terça-feira, novembro 04, 2008
NOVO EMPREGO???
Mulherada que tal pensar em arranjar novo emprego? Eu até não sou muito destas coisas, mas achei piada à coisa, ou seja, à situação. Se fosse verdade até era engraçado pôr um homem quase nu em pleno aeroporto. Não sei é qual seria a reacção do mulherio ali presente.KKKK
Postado por:
AnadoCastelo
às
1:03 a.m.
Permalink
| 1 Castelo(s)
|
domingo, novembro 02, 2008
FAX DO NIRSO

O gerente de vendas recebeu o seguinte fax de um dos seus novos vendedores:
"Seo Gomis o criente de Belzonte pidiu mais cuatrucenta pessa. Faz favor toma as providenssa, Abrasso, Nirso."
Aproximadamente uma hora depois, recebeu outro:
"Seo Gomis, os relatório di venda vai xega atrazado proque to fexando umas venda. Temo que manda treis miu pessa. Amanhã tô xegando. Abrasso, Nirso."
No dia seguinte:
"Seo Gomis, num xeguei pucausa de que vendi maiz deis miu em Beraba. To indo pra Brazilha. Abrasso, Nirso."
No outro:
"Seo Gomis, Brazilha fexo 20 miu. Vo pra Frolinoplis e de lá pra Sum Paulo no vinhão das cete hora. Abrasso, Nirso".
E assim foi o mês inteiro. O gerente, muito preocupado com a imagem da empresa, levou ao presidente as mensagens que recebeu do vendedor.
O presidente escutou atentamente o gerente e disse:
"Deixa comigo, que eu tomarei as providências necessárias".
E tomou. Redigiu de próprio punho um aviso e o afixou no mural da empresa, juntamente com as mensagens de fax do vendedor:
"A parti de oje nois tudo vamo fazê feito o Nirso. Si priocupá menos em iscrevê serto, mod vendê maiz. Acinado, O Prizidenti."
Postado por:
AnadoCastelo
às
2:28 p.m.
Permalink
| 2
Castelo(s)
|
quinta-feira, outubro 30, 2008
TRAIÇÕES
Tenho uma amiga cujo marido a traiu. Presume-se que por uma só vez. O mais triste da questão é que foram os filhos (já adultos) que deram por isso e avisaram a mãe. Certo e sabido que foi um choque para a minha amiga. Também só podia, não é? Passou uns dias em casa da filha, mas acabou por perdoar ao marido e voltou para casa. Só que a confiança que havia esfumou-se, varreu-se como folhas ao vento. Ele afirma que foi só uma vez e que não quer nada com a "outra" e parece que assim é, pois passa os dias todos em casa sem sair, aliás, ele nunca foi homem de deixar de sair com a família, nem em fins de semana, nem em férias e também nunca foi de dormir fora de casa. Teve foi sempre muita liberdade pois durante muitos anos eles, casal, tiveram a trabalhar com turnos diferentes. Enquanto a mulher trabalhava ele estava em casa, ele saia para o trabalho chegava ela a casa. Um pouco desencontrados, mas nada até esta altura se deu conta que ele pudesse meter o pé na argola. Calhou ele ficar reformado e em casa para dar em asneira. Mas a coisa já passou, só que a minha amiga ficou muito marcada, de tal maneira que quer ir atrás dele quando ele diz que vai sair e isto só acontece quando ela sai também. E nunca é por muito tempo, só que a desconfiança reina e ela quer saber onde ele vai e então vem ter comigo para eu ir com ela atrás dele.
Ai, eu não gosto nada destas confusões e geralmente saio sempre destas embrulhadas dando mil e uma desculpas, não concordo com essas perseguições que em geral não dão em nada. Para quê? Se ela já sabe que ele não tem mais nada, eu sei que não.
Perdoou? Então tem de ter um pouquinho mais de confiança e deixar o homem respirar, dar-lhe um pouquinho de espaço (eu não estou a desculpá-lo, nem pensar). Só que eu tenho pena dela, pois ficou muito em baixo. E quem não ficaria? Tento sempre levantar-lhe o moral e fazer ver que o marido não quer sair de casa nem deixar a família. Se deu uma segunda oportunidade, que vá em frente e seja feliz e não esteja sempre a espicaçá-lo, que é o que ela faz.
E perguntam vocês: como é que sabes que não volta a fazer o mesmo? Porque eu conheço os dois e pelo pouco que eu conheço do ser humano ele não é homem para deixar a casa nem a família. Já aqui outra vizinha que eu tenho que lhe aconteceu o mesmo, eu nunca lhe quis dizer mas pela pinta do marido vi logo que não era para continuar e realmente não continuou, virou divórcio. Mas é outra história.
Meu Deus os homens gostam muito de se afirmar, mas se fosse a mulher aqui d´el rei que já era tudo e mais alguma coisa.
Bom, mas enquanto cá andarmos neste mundo temos de tentar tudo para sermos felizes e tentar fazer os outros felizes também.
Chega de traições, confusões e todos os restos em ões!!!
Para o que eu estou guardada?
Postado por:
AnadoCastelo
às
1:27 a.m.
Permalink
| 2
Castelo(s)
|
terça-feira, outubro 28, 2008
AMIZADES
É triste julgarmos que certa pessoa é nossa amiga e depois chegamos à conclusão que não é bem assim. Por outro lado, temos outras pessoas que pensamos que até não nos dão muita bola e afinal são um doce connosco quando estamos mais em baixo. Também nunca pensei fazer amizades através da net, até porque ora se ouve a falar muito bem ora se ouve a falar muito mal. Eu não posso me queixar, pelo contrário, as poucas pessoas que tenho encontrado por aqui são cinco estrelas, não só portuguesas mas brasileiras também. E através de comentários, e até posteriormente de mails, acabamos por conhecer um pouquinho essas amigas e elas a nos conhecerem um bocadinho também. Assim é a amizade que se vai cimentando como a subir degraus, um de cada vez. E sabe tão bem ouvir um carinho quando mais precisamos e ouvir um ralhete quando é preciso também, pois muitas vezes precisamos de um abanãozinho para acordarmos da letargia que às vezes nos encontramos. Mas para mostrar o que sinto, aqui deixo um poema sobre a Amizade que gostei muito:
Perguntei a um sábio,
a diferença que havia
entre amor e amizade,
ele me disse essa verdade...
O Amor é mais sensível,
a Amizade mais segura.
O Amor nos dá asas,
a Amizade o chão.
No Amor há mais carinho,
na Amizade compreensão.
O Amor é plantado
e com carinho cultivado,
a Amizade vem faceira,
e com troca de alegria e tristeza,
torna-se uma grande e querida
companheira.
Mas quando o Amor é sincero
ele vem com um grande amigo,
e quando a Amizade é concreta,
ela é cheia de amor e carinho.
Quando se tem um amigo
ou uma grande paixão,
ambos sentimentos coexistem
dentro do seu coração.
William Shakespeare
Postado por:
AnadoCastelo
às
1:02 p.m.
Permalink
| 7
Castelo(s)
|
segunda-feira, outubro 27, 2008
O MEU ESTADO DE ESPÍRITO

Tenho andado um bocadinho arredia das minhas lides blogueiras, mas o apetite tem sido pouco ou nenhum. Há dias assim. Inclusive tive um convite para o aniversário de uma amiga, que faria a bonita idade de 50 anos este sábado, e não consegui ir. Estou a fechar-me na minha concha, estou a dar por isso e a ter uma luta titânica para contrariar. Não é fácil, mas estou tentando. O marido nesse aspecto não ajuda muito, habituou-se a almoçar e a ir para o café, não quer sair. É o seu tubo de escape. Só que eu não o tenho, pois como estou em casa saio pouco e quanto menos saio menos quero sair.
Hoje consegui ir ver a minha mãe, pois como já disse aqui ela vive com a minha irmã e os meus sobrinhos, aliás, agora vive mais com os netos do que com a filha, uma vez que a minha irmã está lá para o Cartaxo só cá vem um ou dois dias por semana e depois vai logo embora. Também não pode deixar o marido sozinho durante a semana. Pois como ia dizendo fui ver a minha mãe e ela ficou tão contente de me ver que até parecia que estava a receber uma visita estranha à casa. Bolas, sou filha, mas não disse nada porque sei que ela não faz isso por mal, eu é que devo estar mais sensível. Mas também me custa vê-la assim: está a ficar um pouco surda, cansa-se muito e já arrasta os pés a andar. Se ela pára estamos fritas. Mas acho que não chega a tanto porque ela sempre foi uma pessoa muito activa e ainda hoje não consegue estar muito tempo parada, já é feitio, e é o que vale senão já estava numa cama sem se mexer. Soube-me bem estar com ela.
A minha vizinha bem me puxa para sair, mas não me apetece. Entretenho-me imenso aqui no computador, até pareço um miúdo com brinquedo novo, além de que tenho muitos livros para ler. Mas mesmo assim, lá conseguiu que eu me inscrevesse em informática através aqui da Junta de Freguesia. Portanto, na primeira terça-feira de Novembro lá vou eu começar as aulas de informática. Isso não me importo eu gosto de aprender. Também estou à espera que me chamem para as outras aulas, mas não há meio. Se isso acontecer será mais um passo para não estar 24 horas em casa.
Acho que estou a precisar uma sessão de reiki completa só para mim.
Postado por:
AnadoCastelo
às
12:09 a.m.
Permalink
| 6
Castelo(s)
|
quarta-feira, outubro 22, 2008
A SABEDORIA DOS LOBOS

Este post é dedicado ao meu genro que é um fã incondicional dos lobos. Deve haver uma razão plausível para este gosto, mas ainda não percebi porquê. Por ser forte, por ser paciente? Vou descobrir. Entretanto, cá vai:
As Leis do Lobo:
Respeite os mais velhos
Ensine os jovens
Coopere com o grupo
Divirta-se quando puder
Cace quando precisar
Descanse nos intervalos
Reparta suas afeições
Manifeste seu sentimentos
Deixe sua marca
A paciência: e a esperteza do lobo vai muito além de identificar vítimas fáceis. Eles observam e gravam vários traços e hábitos minúsculos da personalidade de sua presa. Não importa o tamanho do inimigo. O lobo morde e se afasta! Repete e repete... Ele procura uma vitória a longo prazo, e não um sucesso imediato. É a observação, a simplicidade de propósito, o trabalho em equipe, a curiosidade, a atenção nos detalhes e a inabalável paciência que fazem o sucesso do lobo.
Unidade: com individualidade. Não há som mais misterioso, triste, aterrorizador e bonito do que a estranha sinfonia de lobos uivando à noite. Campistas e caçadores que já ouviram esse coro se sentiram maravilhados, mas também imobilizados pelo pavor. E na realidade, geralmente não há mais que cinco a oito lobos uivando juntos. O interessante é que esse respeito pela individualidade somente enfatiza a verdadeira unidade do grupo. Cada lobo tem sua própria voz e cada um respeita a voz de seu companheiro. Quando os lobos uivam juntos, todas as barreiras são rompidas, como se dissessem: "Somos únicos, mas somos um todo; então não se meta connosco ".
Curiosidade: O mundo é uma fonte de admiração para os lobos. Eles não consideram nada já conhecido; em vez disso preferem investigar tudo pessoalmente. Cada descoberta proporciona encantamento e surpresa. Os lobos são tão curiosos com relação ao ambiente em que vivem que não importa o quanto precisem caçar (eles estão entre os caçadores mais incansáveis), mas não podemos deixar de pensar que eles caçam (trabalho) para viver (diversão, confraternização). Essas são as prioridades deles.
A atitude: dos lobos pode ser resumida com facilidade. É uma visualização constante do sucesso. A sabedoria colectiva dos lobos tem sido progressivamente programada em sua estrutura genética através dos séculos. Os lobos têm uma técnica aprimorada de focalizar suas energias em direcção às actividades que os conduzirão à consecução de seus objectivos. Os lobos não vagueiam sem destino ao redor de suas vitimas potenciais, para lá e para cá. Eles tem um plano estratégico e o executam mediante comunicação. Quando chega o momento da verdade, cada um entende seu papel e exactamente o que o grupo espera dele.
Fracasso: Uma caçada mal sucedida somente aperfeiçoa as habilidades e reaviva o desejo. Os erros cometidos não são vistos como falhas, e tornam-se parte da base de conhecimento colectivo dos lobos. É como introduzir dados na memória de um computador - o conhecimento sempre estará lá para o futuro. Aquilo que os homens decidem considerar fracasso, os lobos convertem em sabedoria. Muitas pessoas vêem uma simples "caçada frustrada" como símbolo de seu fracasso na vida. Aprendemos do lobo, que simplesmente é hora de ir caçar novamente. O fracasso é uma atitude, não uma realidade. O fracasso é a percepção; o sucesso, uma ilusão.
Comunicação: Muitos ouviram dizer que os olhos dos lobos brilham no escuro, poucos porém percebem que seus olhos são usados para as comunicações mais delicadas. Movimentos minúsculos de sua musculatura ocular, bem como mudanças no tamanho das pupilas, expressam surpresa, medo, alegria, reconhecimento e outras emoções. O contacto directo dos olhos na forma de um olhar fixo pode ser intimidante e interpretado como ameaça pelo lobo. Quando deseja mostrar amizade e franqueza, um lobo pode baixar ou desviar o olhar. Sua linguagem corporal é transparente e sincera.
Estratégia: Muitos caçadores, fotógrafos e outros que tiveram a sorte de testemunhar uma caçada real de lobos perderam a fala quando o destino tomou seu caminho. Alguns momentos antes, os lobos pareciam seguir despreocupadamente o rebanho, como haviam feito nos dias precedentes. De repente, os aparentemente letárgicos lobos entraram em acção como uma equipa coordenada, possante e objetiva, sendo que cada lobo conhecia o plano estratégico e a parte que deveria cumprir. Uma estratégia é tentar entender que posição você ocupa no mundo. Não onde gostaria de estar ou esperava estar, mas onde está.
Diversão: Os lobos compreendem que a diversão não é somente um subproduto da vida, e sim uma razão para viver. A paixão do lobo pela brincadeira jamais acaba, não importa qual seja sua idade. Embora tenham amadurecido, a diversão continua tão importante em suas vidas como sempre foi. Na correria e nos ambientes restritos de hoje, muitas pessoas pensam que a diversão é uma coisa supérflua em suas vidas - uma actividade que não podem mais manter.
Twyman L. Towery
Postado por:
AnadoCastelo
às
2:15 p.m.
Permalink
| 2
Castelo(s)
|
segunda-feira, outubro 20, 2008
SÁTIRA AOS HOMENS QUANDO ESTÃO COM GRIPE

Pachos na testa, terço na mão,
Uma botija, chá de limão,
Zaragatoas, vinho com mel,
Três aspirinas, creme na pele
Grito de medo, chamo a mulher.
Ai Lurdes que vou morrer.
Mede-me a febre, olha-me a goela,
Cala os miúdos, fecha a janela,
Não quero canja, nem a salada,
Ai Lurdes, Lurdes, não vales nada.
Se tu sonhasses como me sinto,
Já vejo a morte nunca te minto,
Já vejo o inferno, chamas, diabos,
anjos estranhos, cornos e rabos,
Vejo demónios nas suas danças
Tigres sem listras, bodes sem tranças
Choros de coruja, risos de grilo
Ai Lurdes, Lurdes fica comigo
Não é o pingo de uma torneira,
Põe-me a Santinha à cabeceira,
Compõe-me a colcha, Fala ao prior,
Pousa o Jesus no cobertor.
Chama o Doutor, passa a chamada,
Ai Lurdes, Lurdes nem dás por nada.
Faz-me tisana e pão de ló,
Não te levantes que fico só,
Aqui sózinho a apodrecer,
Ai Lurdes, Lurdes que vou morrer.
ANTÓNIO LOBO ANTUNES
Postado por:
AnadoCastelo
às
1:43 a.m.
Permalink
| 3
Castelo(s)
|
sábado, outubro 18, 2008
LEMBRAM-SE? (II)
Postado por:
AnadoCastelo
às
12:36 a.m.
Permalink
| 0
Castelo(s)
|
quarta-feira, outubro 15, 2008
PORQUE OS AMORES SE PERDEM
O mais difícil de entender quando os amores acabam, são os porquês. Por que
duas pessoas que se encontraram e se encantaram, viveram um amor que parecia indestrutível, se separam?
Por quê o amor geralmente acaba de um lado só e é o outro que fica chorando e querendo entender as razões?
Amores deveriam ser eternos, mas nem sempre são.
Costumo comparar casais a chave e fechadura. Nem toda chave abre todas as portas e é necessário encontrar aquela exata que vai se encaixar perfeitamente e tudo será possível.
Mas a gente acredita que cada vez que alguém toca nosso coração e entra, que é definitivo.
Um casal que se apaixona de início, sem que um tenha tido o tempo de desnudar o outro nas suas verdades, acredita nessa chama e até briga por ela muitas vezes.
E cria-se sonhos, planeja-se o futuro...
Enquanto isso os dias vão passando, toma-se menos cuidado em manter a magia e a parte dos dois que é mais sonhadora começa a sentir-se incomodada. Dá medo. Medo de ter que olhar bem nos olhos da realidade e dizer: acabou ! Medo de ter que se confessar a si próprio que ainda não foi aquela vez! Medo da solidão, de ter que recomeçar...
Não são as decepções que matam o amor. Se assim fosse, não existiriam perdões e reconciliações. O que mata o amor é simplesmente a tomada de consciência de que o outro não é o ser sonhado. É como acordar depois de um longo sono e lindos sonhos. O outro está ali, é a mesma pessoa, mas aquela neblina que dava a impressão de irrealidade já não mais existe. E isso não acontece da noite para o dia, como se costuma pensar. É algo que vem com os dias, os hábitos, as monotonias. Um percebe, o outro não. Um começa a se sentir angustiado e o outro continua acreditando ou finge que acredita. E quando a gota que faz transbordar o vaso chega é o mundo todo que desmorona. Porém, tudo não fica definitivamente perdido. Sobra de um lado a dor, e os porquês, um resto de amor que teima em ficar no fundo como o vinho envelhecido na garrafa e do outro o coração dividido por não poder reparar erros cometidos e a vontade de continuar em busca de outros horizontes. Sobra para os dois a ternura e a lembrança dos momentos passados juntos. Por que corta-se relacionamentos, mas não se apaga momentos, mesmo que a gente queira.
Vivido é vivido, feliz ou infelizmente.
Inútil é querer resgatar um amor que resolveu partir pra outras direções. Quanto mais apega-se, mais ele se afasta. E quanto mais se afasta, mais dói no outro a incompreensão. É uma roda da qual é difícil de sair. E é uma pena, pois os corações não merecem isso. Quando a questão é amor, não existe justo ou injusto. Existe o que ama, e o que não ama mais.
(Letícia Thompson)
Postado por:
AnadoCastelo
às
4:50 p.m.
Permalink
| 2
Castelo(s)
|
terça-feira, outubro 14, 2008
REENCARNAÇÃO
A semana passada estava a ver "As tardes da Júlia", na TVI, e o tema era sobre se as pessoas acreditavam em espíritos, mais concretamente se viam esses espíritos, se os atormentavam, se acreditavam em reencarnações e por aí fora. Não deu para ver tudo pois eu estava a ver outro canal e não deu para ouvir o testemunho das pessoas convidadas, mas deu para ficar com uma ideia geral, pois um deles era o presidente da Associação Espirita de Portugal que explicava o porquê de certos acontecimentos e os porquês de outros.
Uma das coisas que ele explicava é que todos somos espírito, independentemente de acreditarmos ou não, e que estamos a entrar na ERA de Aquário, precisamente voltada para o lado espiritual.
Tem graça que quando fiz o meu primeiro nível de Reiki, a minha mestra já dizia que todas as pessoas que tinham nascido até, mais ou menos, 1950, eram pessoas descrentes e viradas para a parte prática da vida pois com a segunda grande guerra as pessoas tiveram de se organizar para reconstruir os seus países, as nascidas posteriormente já eram viradas mais para o lado espiritual. Segundo ela, todos nascemos com os dois lados do cérebro iguais, ou seja, metade prático e metade espiritual só que com o crescimento foi-nos cortada, ou antes mutilada, a parte espiritual. E isso agora já está a reverter em força, pois já se houve falar dos meninos indigos, dos meninos de cristal, todos virados para nos dar um abanão nesse sentido.
Mas não é sobre eles que estou aqui a falar, mas sobre o programa. Mas dizia ele, o presidente da AEP, que se por acaso deixarmos uma dívida é normal atormentarmos uma pessoa que nos era mais próxima para ver se conseguimos que essa pessoa pague essa dívida para podermos seguir em paz. E como isto outras coisas, como por exemplo uma promessa.
Tive pena de não ver o programa todo, pois gostaria de ter ouvido muito mais.
Eu acredito na reencarnação. Acredito que estamos cá para aprendermos alguma coisa. Todos temos uma missão, só é preciso descobrir qual é. Eu sei a minha.
Além do mais, sei que neste momento, já se estuda cientificamente estes fenómenos paranormais. Temos o caso do canadense Ian Stevenson (1918-2007), médico psiquiatra, super descrente, que andou pelo mundo a contactar crianças que se lembravam de suas vidas passadas, ele levou 40 anos da sua vida a estudar este fenómeno e tem várias obras publicadas sobre a parapsicologia. Temos também o Dr. Brian Weiss, psiquiatra de um dos maiores hospitais nore-americanos, também era descrente, hoje tem uns poucos de livros publicados, descrevendo vidas passadas de seus pacientes.
Aqui há uma diferença, enquanto Ian Stevenson trabalhava com crianças, Brian Weiss trabalha com adultos, mas ambos focam o mesmo problema.
E havia aqui matéria para muito mais, mas fica para a próxima.
Postado por:
AnadoCastelo
às
1:28 a.m.
Permalink
| 7
Castelo(s)
|
segunda-feira, outubro 13, 2008
DICAS SOBRE E-MAILS
Aqui deixo umas boas dicas em relação ao envio de e-mails, que por qualquer razão às vezes não prestamos atenção e que podem ajudar em várias situações, mais que não seja para ganhar tempo a não reenviar parvoíces ou mesmo aquelas coisas, que a nós muitas vezes nos sensibiliza, mas não passa disso mesmo, tentativa de sensibilizar as pessoas para nada. Porquê? Ora leiam:
Postado por:
AnadoCastelo
às
1:47 a.m.
Permalink
| 1 Castelo(s)
|
quinta-feira, outubro 09, 2008
LEMBRAM-SE? (I)
Postado por:
AnadoCastelo
às
5:50 p.m.
Permalink
| 3
Castelo(s)
|
terça-feira, outubro 07, 2008
A CONFISSÃO
Um cafajeste de uma pequena cidade aborda o padre na rua e segreda:
- É o seguinte seu padre, eu nunca me confessei, mas, já estou ficando velho e resolvi me confessar. Só que eu gostaria de me confessar com um anjo ... tem jeito ?
- Bem, meu filho, com um anjo é meio difícil, por que você não se confessa comigo ?
- Não, seu padre, eu tenho dois pecados gravíssimos e gostaria que fosse com um anjo.
- Não pode ser com o sacristão ?
- De jeito nenhum, seu padre. Tem que ser anjo mesmo.
- Então está bem, vá a missa de domingo que eu vou providenciar um anjo para você.
- Muito obrigado, seu padre ! Eu sabia que o senhor daria um jeito.
E lá se foram: o cafajeste aliviado por ter resolvido seu problema e o padre preocupado com o problema do cafajeste.
Chegando a igreja, o padre bolou um plano. Chamou o sacristão e explicou como iria funcionar:
- Vamos fazer o seguinte: eu vou vesti-lo de anjo e depois amarro uma corda em volta do seu corpo e vou descendo-o sobre o confessionário, conforme eu for descendo, você vai batendo as asas. O que você acha ?
- Acho que não poderia ser melhor. Está perfeito.
Chega o domingo e a hora de executar o plano. E lá vai o sacristão batendo as asas sobre o confessionário. O cafajeste já estava a sua espera. Então o 'anjo', com voz angelical, pergunta:
- Meu filho, por que você não quis se confessar nem com o padre e nem com o sacristão ?
- Sabe o que é, seu anjo, é que eu estou comendo a mãe do padre e a mulher do sacristão, entendeu agora porque eu não queria me confessar com eles ?
- Entendi meu filho. Então eu lhe dou como penitência, 20 Ave Marias pela mãe do padre e 200 Pai Nossos pela mulher do sacristão. Está bem, meu filho?
- Justíssimo, seu anjo. Por isso que eu queria me confessar com quem entende, 200 Pai Nossos pela mulher do sacristão,contra 20 Ave Marias pela mãe do padre é mais que justo, pois a mulher do sacristão é 100 vezes mais gostosa que a mãe do padre.
Agradeceu ao anjo e saiu. O anjo fez um sinal para o padre que o puxou de volta. E o padre, todo curioso, pergunta ao, agora, sacristão:
- E aí, meu filho, como foi a experiência ?
- Horrível . . . seu padre. Só sei que desci como anjo, subi como corno e agora estou falando com um filho da puta…
Postado por:
AnadoCastelo
às
2:24 a.m.
Permalink
| 1 Castelo(s)
|
domingo, outubro 05, 2008
PERFIL DE UM PORTUGUÊS TÍPICO

NOME: Carlos Manuel (Camané)
PROFISSÃO: Funcionário público
IDADE: 43 anos
ALTURA: 1,62 m (sem sapatos, porque com sapatos, que é o que interessa, 1,66 m)
PESO: 83,4 Kg
OLHOS: Castanhos (verdes no verão)
SINAIS PARTICULARES: Bigode
NOME DA MULHER: "A minha esposa chama-se JULIA e é uma senhora que se dá ao respeito, por isso nada de porcarias ao pé dela..."
SINAIS PARTICULARES DA MULHER: 123-96-148 ("mas era cá um avião quando era nova... agora, realmente, está um bocadinho gasta...")
FILHOS: 1,5 (1 legitimo, mais 0,5 a dividir com o marido da amante)
CLUBE: Benfica
ÍDOLO: Luis Filipe Vieira. (se o homem fosse desonesto, já o tinham prendido...vocês e que tem dor de corno !!!!!)
ÓDIO: A RTP1 (não a vejo, porque é dos gajos. Só vejo a SIC e a TVI que são nossas ! )
DESPORTO PREFERIDO: Morfar.
PRATO FAVORITO: Pezinhos de coentrada e pudim Molotof.
RECORD PESSOAL: Cuspidela de 4,4 m (vento regular), ("Foi lindo pá, a verdinha parecia que tinha asas....")
SITUAÇÃO IDEAL PARA FAZER AMOR: O que é isso?
SITUAÇÃO IDEAL PARA FAZER AMOR: Ah! Já entendi!...Como eu gosto mesmo é ao Domingo... a ver o Domingo Desportivo...
FRASE PREFERIDA PARA A COMPANHEIRA: "Mas a conversa já chegou à cozinha?"
PERFORMANCE SEXUAL: 3,84 minutos no acto (record alcançado duas vezes, a primeira em 3-07-1975 e a segunda no dia 4-05-1996, "e não precisei para nada dessa porcaria do Viagra!...."
DIMINUTIVO DA SOGRA: Cabra.
PENSAMENTO SOBRE O SOGRO: "Até que era um gajo porreiro..."
PENSAMENTO SOBRE A VIDA: "Desde que haja comidinha na mesa e que o Benfica não perca (sinais dos tempos...), estou-me a cagar para o resto...."
POSIÇÃO SOBRE OS BOMBARDEAMENTOS: " Rebentem as fronhas aos monhés!"
MUSEU FAVORITO: Elefante Branco (Trombinhas para os conhecedores, vou lá para ver as estátuas...não sei se tás a ver!!!)
HOBBY PREFERIDO: "adoro encontrar-me com uns amigos para podermos conversar sobre gajas e futebol" (enquanto isso coço a minha "tomatada" ou então afasto as cuecas de um pintelho que se entalou no elástico... que sensação!)
O QUE MAIS GOSTA EM PORTUGAL: Amália (sempre), Salazar (se o homem cá tivesse andavam todos na linha, Cavaco Silva ("É dos nossos, pá, eu sempre disse que ele ainda havia de ser Presidente"), Bárbara Guimarães ("Viste-me aquela tranca pá?....")
O QUE MENOS GOSTA EM PORTUGAL: "Esta merda esta a ficar cheia de pretos pá... deviam mas era mandar os gajos para a terra deles..."
JORNAL PREFERIDO: A Bola ("Ao Sábado, na sanita, a ler A Bola, eh pá...isso é que é viver!!!)
LOCAL DE FÉRIAS IDEAL: "O Correia foi a Cuba de férias, sem a patroa e diz que aquilo é à fartazana..."
LOCAL DE FÉRIAS: "Havias de ver a roulote que tenho no parque da Costa, aquilo é um luxo, e no Verão com o adiantado para as sardinhadas fica um mimo, se não fosse no ano passado, uns "Manjericos" a refilar com o cheiro, aquilo era o Paraíso... e ainda há gajos que vão para as Caraibas, tansos!..."
GRANDES ASPIRAÇÕES NA VIDA: "Benfica campeão ( que saudades! ), um Jipe, uma mota-de-água e um telemóvel dos que tiram fotografias "
Postado por:
AnadoCastelo
às
2:00 a.m.
Permalink
| 2
Castelo(s)
|
quinta-feira, outubro 02, 2008
TRISTEZA
Hoje estou em dia não. Há dias assim, não é? Não me sinto satisfeita com nada. Sinto-me vazia. É isso, vazia. Sinto falta de amizade, sinto falta de carinho, sinto falta de... sei lá, tudo. Nem eu própria sei explicar. Só pergunto porquê? Mas não consigo descortinar a resposta. A tristeza rodeia-me e não consigo fugir-lhe. Sinto que dou tudo e não tenho retorno. Será que estou a ser egoísta? Será que tenho tudo e não vejo um palmo à frente do nariz? Tantas perguntas e eu sem resposta. Gostava de conseguir ser mais sábia, gostava de conseguir não ser tão dependente de afectos, mas ninguém vive sem eles. É este meu lado de criança, onde poucos afectos teve. Uma infância um pouco sofrida, mas que sobrevivi com altos e muito baixos. Uma infância marcada por muitas dificuldades e que ainda hoje me surpreendo como consegui chegar até aqui.
Postado por:
AnadoCastelo
às
2:42 a.m.
Permalink
| 5
Castelo(s)
|
terça-feira, setembro 30, 2008
BORA TENTAR?
Dois empregados numa fábrica estavam a conversar.
- "Conheço uma maneira de conseguir uns dias de folga!"- disse o homem.
- "E como achas que conseguirás?"- disse a loira.
Ele respondeu à pergunta demonstrando.
Subiu pelas vigas e pendurou-se de cabeça para baixo.
Nesse momento o chefe entrou, viu o empregado pendurado lá em cima eperguntou:
- "Que diabos estás fazendo?"
- "Sou uma lâmpada" - respondeu o empregado.
- "Hmmm, acho que precisas de uns dias de folga" - comentou o chefe.
Ouvindo isto, o homem desceu da viga e dirigiu-se para a porta.
A loira preparou-se para sair também, e o chefe puxou-a pelo braço e perguntou:
- "Onde pensas que vais?"
- "Para casa. Não consigo trabalhar às escuras."
Postado por:
AnadoCastelo
às
2:23 a.m.
Permalink
| 3
Castelo(s)
|
sábado, setembro 27, 2008
O TEU PAI É VIDRACEIRO?
Tenho uma amiga que vive no campo e para contactar connosco manda-nos mails sempre muito engraçados. Desta vez, conta aqui a chegada da neve pelas suas bandas, ou pelos seus sítios, como queiram chamar. Para mim, ela escreve como ninguém e sempre com muito humor. Eu sei que este texto dela é já um pouco antigo, mas ao relê-lo ainda me ri como se fosse da primeira vez. Então cá vai:
Caixa de bombons
A minha geração, que aprendeu inglês por manuais do ensino público, foi instruída para saber dizer "is your father a glazier?". Faltava só perceber a importância de tal saber. Pois tardou, mas arrecadou e cá veio esta madrugada: o vidraceiro é daqui da zona e deixou os vidros espalhados pelo chão fora, numa extensão inaudita. Parti logo uma série deles, a passear os canídeos ao romper d'alva. Hoje, alva com propriedade! Tenho cenários de caixa de bombons suíços colados nas janelas. A evolução do gelo é o próximo "happening" local.
Entabulei mesmo conversa com o motorista do limpa-neves! Não sabia, mas até já o conhecia. Costuma trazer-me lenha e encaminhar-me os sobreiros. Ontem, ele e mais uns vizinhos apiedaram-se das centenas de atolados das neves, saíram -- por sua iniciativa -- com os tractores grandes e as retro-escavadoras (de cabine aberta!) para a estrada e foram os heróis do dia para montes de nós. A Protecção Civil tem mais com que se preocupar, em tempo de acalmia, do que apoiar e organizar as pequenas associações e esta generosidade aldeã -- mas claro está que, quando há catástrofes, são mesmo elas que nos valem...
A relatividade do tempo
Sim, deu-me a maluca e fui almoçar ao Reguengo, com uns amigos de Lisboa, que, desapercebidos do nevão, vieram visitar os campónios. Para lá, tudo lindo! A neve acabava por voltas da gruta do Escoural, numa fotografia que não tirei porque já estava atrasada para o almoço. A miudagem da minha freguesia ficou para trás, atirando bolas de neve, os pais fotografando a esmo, os velhotes desencostados das ombreiras e comentando: "ná, nã se vê uma côsa assim d'há cinquentanos, ê cá nunca na vi assim tãtamanha (e têm para cima dos setenta)". E os pobres da vilória baixa, gozava eu, só com umas pingotas de chuva e lama. O almoço correu muito bem, sob todos os aspectos, e muitos queriam dar-lhe continuação em Montemor. Mas eu e a minha amiga Xana tínhamos de ir, esperavam-nos uns trabalhos muuuuuuuuuito urgentes, não podíamos continuar em folias e, muito responsáveis, metemos as duas para casa. A neve já então caía há bem uma hora, mas ainda se apagava ao tocar o chão. Só que... A gente esquece-se que isto é uma serra e que sobe bem. "A gente", fui eu e mais umas dezenas de taralhocos. Tudo gente cheia de pressa para qualquer coisinha. Que a meio da subida foi obrigada a dar-se conta de que devia ter tracção às quatro rodas... ou parar. E parámos. Durante quase duas horas, esperámos que o efeito-telemóvel surtisse algum resultado. Antes que acabasse a gasolina ou a bateria, perdendo-se assim o luxo do ar condicionado. Mas correu tudo de feição. A primeira visão onírica do dia foram os bombeiros de Montemor. No meio de uma tempestade, rebocaram-me os 200 metros que faltavam até ao cume (é mesmo um desespero: a ver-se, ali assim, a olho nu, a solução para o problema e não se conseguir chegar lá!). Na descida, o Bóia andava com a sua "bondosa" a fazer de limpa-neves, até ao Escoural. Aí, já não arrisquei subir para a Boa Fé. Fui à GNR, para me avisarem quando podia passar na estrada. Duas horas depois, sempre sem informações do estado da via, telefonei eu própria ao já referido Bóia, a saber se ele estava a limpar a estrada que me interessava ou se sabia quem estivesse. Sossegou-me, dizendo que não tinha conhecimento de estar impedida; mas que, se eu precisasse, me ia lá safar. Isto sim, é qualidade de vida, isto sim, é vizinhança, isto sim, é dar solução aos problemas! Mas não foi preciso, porque os meus vizinhos da Boa Fé que tinham tractores grandes com baldes andavam numa fona, serra abaixo, serra acima, a limpar neve (50 cm dela, nalguns pontos!) e a rebocar os despistados. Eu e a Xana chegámos a casa noite escura, moídas e com um caos para gerir. Em casa do pai dela, havia uma lareira acesa e comidinha, que os foliões já tinham chegado há um tempão... A minha estava entregue ao gelo: a salamandra não aguentou esperar por mim, e arrefeceu... O trabalho muuuuito urgente não teve outro remédio senão esperar -- e sobreviveu, que ainda aqui está...
Traição japonesa
O caminho, habitualmente de terra batida, ficou quase intransitável. Os ramos das árvores não aguentaram o peso da neve e juncaram o trajecto; a mistura do gelo com o barro transformou o piso num patinódromo e, finalmente, optei por deixar a viatura no meio do caminho, antes de ir parar a uma valeta ou partir qualquer coisinha que me fizesse falta. E ia para buscá-lo hoje, às 7 da matina. O dia amanheceu... indizível -- já conto. Mas o que interessa é que tinha deixado a máquina fotográfica no porta-bagagens do carro. Os cães apreciaram o longo passeio matutino, com o Caló a revelar os seus dotes de camaleão, o pêlo branco disfarçado de tufo de neve. Mas quem é que conseguia abrir as portas do automóvel?! Nem centralina, nem fechaduras: nada funcionava, geladinhas.
Perda irreparável
O que me fez perder a oportunidade de fotografar a cor! Também ninguém acreditaria que as fotografias não tinham tido tratamento laboratorial ou que o rolo não estava estragado. É que tudo emanava ciano! Tudo?! Não: um triângulo de céu resistia à paz, à suspensão, à irrealidade, em fortes tons de fogo, qual pôr-do-sol africano. Único e só visto. O resto era uma sucessão daqueles clichés National Geographic: as primeiras estalactites; os pardalitos sobreviventes a saltaricarem nas imediações de uma ponta de verde; os trilhos cruzados de manobras do jipe da Paula e do Paulo, que apareceram in promptu na melhor altura; o verdadeiro edredon de neve -- versão séc. XXI do manto de neve, mais um que só visto --todo à volta da casa, onde o tijolo-burro acolhia a espessura branca de forma bem mais firme do que as juntas de cimento, ficando tudo às almofadinhas... Pronto, graças ao choque térmico, eis que, só quando se conseguir consultar a mente directamente, essas imagens saltarão à vista.
Incondicional
A Lola está comigo e não abre mão: a salamandra foi a mais brilhante iniciativa dos últimos anos! Passámos a noite como se não houvesse gelo, neve e fantasmas gigantes à nossa volta.
Postado por:
AnadoCastelo
às
4:26 p.m.
Permalink
| 0
Castelo(s)
|
sexta-feira, setembro 26, 2008
E ESTA HEM...
Um avião está prestes a despenhar-se. Há 5 passageiros a bordo mas o avião só dispõe de 4 paraquedas.
O primeiro passageiro diz:
- Sou o Ronaldo, o melhor jogador de futebol do mundo. O futebol precisa de mim. Não posso morrer, devo isto aos meus fãs.
Apanha o primeiro paraquedas e salta. O segundo passageiro, o Dalai Lama, diz:
- Eu sou o pensador mais importante do mundo. De mim depende o karma, o desenvolvimento da humanidade e a sua evolução. Não posso abandonar este mundo no ponto mais crucial dos meus estudos. Apanha o segundo paraquedas e salta.
O terceiro passageiro diz:
- Eu sou o grande José Sócrates, Primeiro-Ministro de Portugal, Secretário-Geral do PS e candidato a uns tachitos no futuro. Tenho uma enorme responsabilidade na política nacional como garante do trabalho dos meus amigos sem qualificações que distribuí pela Administração Pública. Por eles e pelo povinho que enganei, não posso morrer. Apanha um paraquedas e salta.
O quarto passageiro, o Papa Bento XVI, diz ao quinto passageiro, um rapazinho de escola:
- Já estou velho. Vivi a minha vida como um homem de bem e pastor de almas. E ainda que acabado de chegar a Papa, deixo-te o último paraquedas. Tu tens toda uma vida à tua frente para viveres! Tu não podes morrer. O rapazinho pisca um olho ao Papa e diz:
- Não se preocupe que não há problema algum. Também há um paraquedas para si. O grande Primeiro-Ministro e Secretário-Geral do PS saltou com a minha mochila da escola...
Cada País tem o Primeiro-Ministro que merece.
Postado por:
AnadoCastelo
às
2:20 a.m.
Permalink
| 1 Castelo(s)
|
quarta-feira, setembro 24, 2008
FESTIVAL DE HARBIN
Recebi há uns tempos este mail. Ainda não o tinha visto, mas não podia deixar de o pôr aqui pois as fotos são muito bonitas e fica-se a saber sobre este evento, que eu desconhecia.
A temperatura em Harbin atinge quarenta graus abaixo de zero (Fahrenheit ou Celsius), e assim permanece por quase 6 meses. A cidade fica bem mais ao norte que a conhecida e gelada Vladivostok, Russia, apenas 300 milhas de distância. Então, o que leva as pessoas até lá, em cada inverno? Assistir a um Festival ao ar livre, claro! Em vez de gelar de frio, os moradores de Harbin celebram ele, com um festival anual de competições de escultura de gelo e neve. A escultura a seguir é a surpreendente escultura que saudou os visitantes no festival de 2003.
As esculturas de gelo e neve de Harbin datam dos tempos da dinastia Manchu, mas o primeiro show organizado foi realizado em 1963, e o festival anual propriamente dito, só começou em 1985. Desde então, o festival se transformou num gigantesco evento, atraindo milhões de turistas de toda parte do mundo a cada inverno. As esculturas vêm se tornando cada vez mais artísticas e elaboradas; esse urso e seu filhote são apenas uma pequena parte de uma escultura de 50 metros de comprimento.
A maior parte das esculturas que serão mostradas são de competidores. Cada equipa começa com um cubo de neve maciça com aproxidamente 3 metros de lado, e começa esculpindo-o. As equipas vêm de toda parte: Rússia, Japão, Canadá, França, e até mesmo da África do Sul. Parte da brincadeira é descobrir a nacionalidade de cada equipa, baseando-se no seu estilo artístico, antes de ler as indicações. Eu acredito que esta, a seguir, seja da equipa Russa.
O sol começa a aparecer por detrás da magnífica escultura. O festival de neve é, em verdade, separado do festival de gelo; os dois ocorrem ao norte do Sun Island Park, que fica ao norte do rio que banha Harbin, Songhua Jiang. Harbin está situada ao sul do rio, de forma que é um percurso bastante frio ao longo das esculturas. Parece ainda mais frio quando se cruza a ponte sobre o largo e gelado Songhua Jiang.
Eu fiquei surpreso ao descobrir esta escultura de um Nativo Americano sentado a noroeste da China; essa escultura foi elaborada pela equipa Canadense. As equipas Chinesas têm muitas esculturas no festival, outras num outro sector fora do festival, mas a maioria não tem as dimensões deste surpreendente trabalho.
Até mesmo o pôr-do-sol em Harbin é frio, e apesar de somente no meio da tarde o sol estar sobre o festival de neve, a temperatura cai ainda mais até o congelamento. Mas a escuridão que se aproxima, é na verdade, bem-vinda, porque significa que o festival de gelo está para começar.
O festival do gelo, a poucas milhas de distância do festival de neve, está longe de ser enfadonho e incolor. Pessoas se amontoando na entrada são recebidas por músicas dançantes que ecoam à distância, como se fosse um concerto pop. E luzes de neon brilham por toda a parte, encravadas em enormes blocos de gelo formando estruturas de mais de 30 metros de altura, como estas enormes estruturas após a entrada.
Veja uma vista do alto dessa estrutura, recordando uma construção em estilo russo e uma imitação da Grande Muralha, ambas moldadas em gelo. No topo dessa estrutura, a perfeição em si mesma – imagine-se subindo uma escada de gelo sólido com 2 pisos sem nenhum corrimão. O bloco amarelo à direita e a sacada à esquerda, embaixo, são todos de gelo, sem nenhuma estrutura interna que os suportem – apenas luzes.
A Grande Muralha é um grande “escorrega”; apenas sente-se e deslize. Você pode atingir enormes velocidades e esborrachar-se espetacularmente no final se estiver usando roupa lisa, mas não irá a lugar nenhum se estiver usando roupas aveludadas.
Uma vista aérea do festival, tirada do topo da Grande Muralha de gelo. É como um tema de um parque da Disneylândia, com múltiplas atrações com esfomeados e crianças correndo por toda parte e em filas para os banheiros. As únicas diferenças são as temperaturas 100 graus mais frias e estruturas feitas de gelo, não de plástico – e escorregando e caindo aqui não resulta em processos judiciais.
Um navio inteiramente construído de gelo, com passageiros e tudo. Apesar de provavelmente não estar em condições de navegar, certamente ele flutuaria, - até porque ele é feito de gelo. Centenas de anos atrás, durante a dinastia Manchu, as esculturas eram acesas unicamente por velas.
Uma das mais populares actividades do festival é escalar uma parede de gelo sólido. Surpreendentemente, não vi uma única pessoa cair, e a maioria consegue atingir o topo. Todo o gelo vem do Songhua Jiang, o rio ao lado, onde provem um inesgotável suprimento; enormes serras são necessárias para cortar o gelo, que pode ter metros de espessura.
O festival de neve é uma mostra de arte; o festival de gelo é mais uma mostra de arquitetura. Mesmo assim, um grande número de esculturas podem ser encontradas no festival de gelo, como esse “cavalo vivo”. Jovens ágeis com bom equilíbrio escalam os cavalos para tirar fotos. Observem as camadas de gelo no cavalo; blocos de gelo são fundidos de modo a formar blocos maiores, de modo que as esculturas - ou enormes construções – possam ser feitas.
O Templo de Thai, de gelo, completo com corredores e quartos no interior. Há muitos e muitos anos, a Disney fez um filme chamado "Wonders of China" – ainda mostrado no Pavilhão da China em EPCOT – o qual inclui uma breve secção do Festival do Gelo de Harbin. No filme, as esculturas são pequenas, pouco maiores que lâmpadas no interior de globos e incrustradas em gelo. Isso mudou um pouco desde aqueles tempos.
Postado por:
AnadoCastelo
às
7:08 p.m.
Permalink
| 3
Castelo(s)
|
terça-feira, setembro 23, 2008
20.000 VISITAS
Agradeço aos meus queridos visitantes o terem-me lido e a paciência que têm tido para comigo ao longo destes últimos dois anos. Nem acredito que já se passou tanto tempo, num ápice. Escrevi o que senti, algumas emoções e também umas anedotas para aliviar o stress. Ainda hoje fico surpresa por ter tido tantos visitantes, mas a todos agradeço do fundo do coração e espero continuar a ser visitada e a ter alguns como amigos. OBRIGADO A TODOS. BEM HAJAM!!!
Postado por:
AnadoCastelo
às
1:54 a.m.
Permalink
| 3
Castelo(s)
|
segunda-feira, setembro 22, 2008
HISTÓRIA DO BACALHAU
O bacalhau cresce de forma rápida e reproduz-se – entre Janeiro e Abril - também rapidamente, já que cada fêmea põe, por ano entre 4 a 6 milhões de ovos. Contudo, só cerca de 1% sobrevive e chega à fase adulta. Aos dois anos o bacalhau já tem 50 cm. Vive perto de 20 anos altura em que atinge 1,5m e chega a pesar 50 Kg.
É um peixe estenoterno, o que significa que só pode viver a determinadas temperaturas – frias – pelo que anda em constante rodopio entre a Noruega, Terra Nova, Islândia, Canadá e Alaska.
Os primeiros comerciantes deste peixe foram os Bascos, em redor do ano 1000. Já conhecedores do sal comercializavam o peixe curado, salgado e seco, o que era feito nas próprias rochas, portanto, ao ar livre.
Mas terão sido os Vikings os primeiros a usá-lo na alimentação. Desconhecedores do sal, secavam o peixe em tábuas de madeira até que perdesse a quinta parte do seu peso. Depois era cortado em cubos que eram guardados para a alimentação.
Os Portugueses são os maiores consumidores de bacalhau do mundo. Contudo, só a partir do século XV o peixe entra na dieta em Portugal, durante o período das Descobertas. Em 1497 os primeiros exemplares são trazidos da Terra Nova. Em 1508 o bacalhau já representava 10% da alimentação nacional. O Rei D. Manuel I, grande apreciador de bacalhau, criou um imposto sobre a pesca do bacalhau, o chamado "Dízimo da pescaria". Este imposto destinava-se a patrocinar expedições para a pesca do bacalhau. As primeiras frotas pesqueiras de bacalhau eram pertença do Reino e só em meados do século XIX, altura em que o imposto sobre a pescaria foi abolido, se autorizou a que particulares se dedicassem, de igual modo, a este negócio.
As primeiras embarcações privadas eram à vela, feitas de madeira e a pesca fazia-se à linha. Os homens do mar chegavam a trabalhar 20 horas por dia.
O bacalhau foi uma revolução na alimentação, já que na altura em que começou a ser usado os alimentos estragavam-se pelas precárias condições de conservação. A salga e a seca do bacalhau, além de garantirem assim a sua conservação, apuravam o seu gosto.
A disputa entre os países foi tanta, que o peixe esteve na origem de duas guerras, a primeira em 1532 entre a Inglaterra e a Alemanha e, a segunda em 1585 entre a Inglaterra e a Espanha.
Actualmente Portugal importa cerca de 90% do bacalhau que consome, grande parte dele já salgado e seco. O bacalhau salgado e seco é dos alimentos mais completos, já que conserva toda a qualidade do peixe fresco. Rico em minerais vitaminas e proteínas, apresenta uma taxa de gorduras de apenas 1gr./ 100 gr. de peso. Para além do mais, comido da forma mais simples – cozido – é de fácil digestão. Quando há necessidade de o temperar à mesa, tal deve ser feito com azeite português, virgem, com um grau de acidez nunca inferior a 1º.
Já Eça de Queiroz escrevia que um bom tinto “é um casamento feliz com o bacalhau pela acção do tipo de sabores frutados do vinho o que dá uma sensação gustativa indirecta da doçura que ameniza o gosto oposto salgado do bacalhau”. O vinho alentejano, por mais encorpado, é o ideal para se acompanhar o peixe.
José Luis Gomes de Sá Junior foi, a certa altura cozinheiro no Restaurante Lisbonense. Aí criou a sua célebre receita, servida pela primeira vez em 1914. Viria a morrer em 1926.
José Valentim, mais conhecido pelo Zé do Pipo, viveu no Porto onde era dono do restaurante com o mesmo nome. A si se lhe deve a confecção do seu prato em que as postas de bacalhau eram cobertas por maionese e depois levadas ao forno a gratinar.
Nos últimos 20 anos, contudo, assistiu-se a uma pesca excessiva do bacalhau, o que motivou que os cardumes fossem substancialmente reduzidos. A modernização da indústria pesqueira não foi alheia a este facto. O bacalhau tornou-se assim uma espécie em via de extinção o que motivou já que a Comissão Europeia reduzisse drásticamente as quotas de pesca do mesmo, a partir de 2006. Contudo, a Noruega, por não fazer parte da Europa comunitária, já disse que não aceitaria esta norma...
Portanto, se gostam de bacalhau apreciem-no enquanto ele ainda está disponível...
Postado por:
AnadoCastelo
às
7:32 p.m.
Permalink
| 2
Castelo(s)
|
sábado, setembro 20, 2008
A ORIGEM DA @ (ARROBA)
Na idade média os livros eram escritos à mão pelos copistas. Precursores da taquigrafia, os copistas simplificavam o trabalho substituindo letras, palavras e nomes próprios, por símbolos, sinais e abreviaturas. Não era por economia de esforço nem para o trabalho ser mais rápido. O motivo era de ordem económica: a tinta e o papel eram valiosíssimos.
Foi assim que surgiu o til (~), para substituir uma letra (um 'm' ou um 'n') que nasalizava a vogal anterior. Um til é um enezinho sobre a letra. O nome espanhol Francisco, que também era grafado 'Phrancisco', ficou com a abreviatura 'Phco' e 'Pco'. Daí que foi fácil o nome Francisco ganhar em espanhol o diminutivo Paco.
Os santos, ao serem citados pelos copistas, eram identificados por um feito significativo em suas vidas. Assim, o nome de São José aparecia seguido de 'Jesus Christi Pater Putativus', ou seja, o pai putativo (suposto) de Jesus Cristo. Mais tarde os copistas passaram a adoptar a abreviatura 'JHS PP' e depois 'PP'. A pronúncia dessas letras em sequência explica porque José em espanhol tem o diminutivo de Pepe.
Já para substituir a palavra latina 'et' ('e'), os copistas criaram um símbolo que é o resultado do entrelaçamento dessas duas letras: &. Esse sinal é popularmente conhecido como 'e' comercial e, em inglês, tem o nome de ampersand, que vem do 'and' ('e' em inglês) + 'per se' (do latim 'por si') + 'and'.
Com o mesmo recurso do entrelaçamento de letras, os copistas criaram o símbolo @ para substituir a preposição latina 'ad', que tinha, entre outros, o sentido de 'casa de'. Veio a imprensa, foram-se os copistas, mas os símbolos @ e & continuaram a ser usados nos livros de contabilidade. O @ aparecia entre o número de unidades da mercadoria e o preço; por exemplo, o registo contabilístico '10@£3' significava '10 unidades ao preço de 3 libras cada uma'.
Nessa época o símbolo @ já ficou conhecido como, em inglês, 'at' ('a' ou 'em').
No século XIX, nos portos da Catalunha (nordeste da Espanha), o comércio e a indústria procuravam imitar práticas comerciais e contabilísticas dos ingleses.
Como os espanhóis desconheciam o sentido que os ingleses atribuíam ao símbolo @, supuseram, por engano, que o símbolo seria uma unidade de peso.
Para este entendimento contribuíram duas coincidências:
1- A unidade de peso comum para os espanhóis na época era a arroba, cujo 'a' inicial lembra a forma do símbolo.
2- Os carregamentos desembarcados vinham frequentemente em fardos de uma arroba. Dessa forma, os espanhóis interpretavam aquele mesmo registo de '10@£3' como 'dez arrobas a 3 libras cada uma'. Então, o símbolo @ passou a ser usado pelos espanhóis para significar arroba.
Arroba veio do árabe ar-ruba, que significa 'a quarta parte': arroba ( 15 kg em números redondos) correspondia a 1/4 de outra medida de origem árabe (quintar), o quintal ( 58,75 kg ).
As máquinas de escrever, na sua forma definitiva, começaram a ser comercializadas em 1874, nos Estados Unidos (Mark Twain foi o primeiro autor a apresentar seus originais dactilografados). O teclado tinha o símbolo '@', que sobreviveu nos teclados dos computadores.
Em 1972, ao desenvolver o primeiro programa de correio electrónico (e-mail), Roy Tomlinson aproveitou o sentido '@' ('at' em inglês), disponível no teclado, e utilizou-o entre o nome do usuário e o nome do provedor. Assim Fulano@ProvedorX passou a significar 'Fulano no provedor (ou na casa) X'.
Em diversos idiomas, o símbolo '@' ficou com o nome de alguma coisa parecida com sua forma. Em italiano chiocciola (caracol), em sueco snabel (tromba de elefante), em holandês, apestaart (rabo de macaco). Noutros idiomas, tem o nome de um doce em forma circular: shtrudel em Israel, strudel na Áustria, pretzel em vários países europeus.
Postado por:
AnadoCastelo
às
12:57 a.m.
Permalink
| 4
Castelo(s)
|
quinta-feira, setembro 18, 2008
AS MINHAS MINI FÉRIAS
Já cheguei e há muito, mas tenho estado à espera que a filhota tire as fotos da máquina para alindar aqui o burgo. Foram três dias muito porreiros, não cozinhei, iupiiii!!! Vocês não sabem o que é pensar todos os dias o que é que se vai fazer para o almoço e quando já está tudo mais ou menos resolvido e despachado lá se tem de pensar o que se vai fazer para o jantar, e volta tudo ao mesmo. Eu admiro as cozinheiras que gostam do seu trabalho, mas eu faço porque tenho de fazer. Claro que se tiver visitas, aí sim já acho piada, mas o dia a dia, ai é uma rotina danada. Mas lá vamos lá à viagem:
1º Dia
Nada de especial, só o contentamento de sair de casa. Almoçámos em Alcácel do Sal e depois rumámos a sul. Como fomos sem pressa e pela antiga estrada deu para ver a paisagem alentejana, só tive pena de não ter passado por Vila Nova de Milfontes, mas fica para a próxima. Chegámos ao Algarve já quase ao fim da tarde, mas valeu a pena.
2º Dia
Depois da higiene pessoal, pequeno almoço. E tive uma ideia brilhante!!! Falei com o marido e disse-lhe que nunca tinha ido a Ayamonte. Tantas vezes que já fui lá abaixo e nunca tinha atravessado o rio para o outro lado. Não sei porquê, mas ele lá me fez a vontade. Rumámos em direcção a Vila Real de Santo António e barco connosco. Ainda pensei que nos pedissem o Bilhete de Identidade, mas qual quê, não foi preciso nada. Se tivéssemos de fazer asneira fazíamos e ninguém dava por isso. Como eu tinha pegado no mapa e visto como era o terreno por lá disse-lhe logo que gostaria de ir a Isla Canela, que são para aí uns 2 kilómetros mais a sul. Lá fomos. O pessoal gostou imenso e achou piada às janelas recortadas com traço árabe dos edifícios, que 90 por cento são só para o turismo. Eu juro que não desprezaria ali umas fériazitas. Bom, acabámos por almoçar por ali numa bela esplanada e fiquei bem admirada porque a comida estava muito boa e não eram só fritos como é costume deles. Depois do almoço passeámos por ali e voltámos para o barco rumo a Portugal. Quando chegámos ainda fomos a Monte Gordo até à praia, estava uma tarde fantástica, como não levava vestido o biquini fiquei na esplanada com o marido enquanto a filhota e a amiga foram para a água. Soube que nem ginjas, fim de tarde sentada quase a ver o pôr do sol e a beber uma bebidinha bem fresquinha. Depois regresso a casa, que ainda eram uns quilómetrozinhos.
3º Dia
Bom, aqui já começou a bater uma certa tristeza. Era o último dia. Malas feitas, metidas no carro, pequeno almoço tomado e viemos com destino a Portimão para o célebre almoço da sardinha assada ao pé da ponte. Pois é, chegámos a Portimão e o marido andou às voltas para encontrar a zona do rio onde se contram os restaurantes da sardinha assada, mas fomos parar ao Alvor. É que as coisas estão bem mudadas desde a última vez que lá fomos e o marido perdeu-se, mas depois lá fomos outra vez para o rumo certo e encontrámos os tais ditos restaurantes, só que está tão mudado que já não tem tanta piada como antigamente, no entanto, não quer dizer que não esteja melhor, pelo menos tem melhor aspecto, mais limpo e mais funcional. Gostei. Só falei que não tinha piada porque já não tem aquele aspecto tosco, quase de feira, mas pronto, está melhor e é o que interessa. Ui, as sardinhas estavam uma maravilha, só de pensar já comia uma. Depois de almoço, lá viemos com destino a Lisboa, desta vez já pela auto-estrada.
Só foi pena que a filhota tenha perdido a oportunidade de ir ver a Madonna, mas essa já é outra história.
Postado por:
AnadoCastelo
às
10:52 a.m.
Permalink
| 2
Castelo(s)
|
quinta-feira, setembro 11, 2008
MINI FÉRIAS
Vou estar fora estes próximos três dias, na segunda feira cá estarei de volta. Preciso de arejar as ideias e não só, também não vou muito longe mas, pelo menos, vai-me saber que nem ginjas, ou seja, muito bem. Só de pensar que vou para o pé do mar já me renova as energias. Mas não me esqueço de vocês, assim sendo, cá vai mais uma anedota para alegrar os meus leitores até eu chegar.
Duas mulheres estavam jogando golfe numa manhã de sábado. Uma delas errou a tacada e atingiu um jogador próximo. Quando a bola atingiu o homem, ele imediatamente, juntou suas mãos entre as pernas e ajoelhou-se gemendo de dor. A mulher então correu até o local e pediu desculpas, explicando que era fisioterapeuta.
Postado por:
AnadoCastelo
às
10:27 a.m.
Permalink
| 1 Castelo(s)
|
terça-feira, setembro 09, 2008
TENTAR AGRADAR AOS OUTROS....
Outro dia estava a ver o programa da Oprah onde se discutia o porquê de as pessoas não se afirmarem e tentarem só agradar aos outros. Pois é, revi-me um bocado na discussão porque até há muito pouco tempo eu me anulava quase a noventa por cento, por essa mesma razão. Achava que devia concordar com tudo e todos para ser agradável. Depois percebi que o meu trauma era por detestar discussões e por isso essa passividade. Hoje já não penso assim, felizmente, todos temos direito à nossa opinião e não é preciso discutir para dá-la. Talvez também seja a minha idade que é outra e me faça ver, que além de não ser mais jovenzinha, já tenho estatuto para poder dizer certas coisas sem as pessoas ficarem chocadas ou magoadas. Além disso, já posso dizer que não quero, que não gosto, que não me apetece, coisas que evitava ao máximo dizer ou fazer. Felizmente que os jovens já não têm essa postura actualmente. No meu tempo seria impensável dizer NÃO a que quer que fosse. Também sabemos que há limites para certas situações, mas para outras não é preciso sermos tão passivos. Também sabemos que essa passividade pode ser insegurança. Talvez. Mas lembro-me que quando era pequena éramos atirados um pouco para a selva citadina e não havia tanta compreensão como agora. Por exemplo, no jardim de infância diziam-nos para estarmos calados, e tínhamos de estar senão éramos castigados e bem. Na escola primária, por exemplo, se não respondessemos como a professora queria, era reguada nas mãos e mais nada. Tudo isso marca muito a infância. Aí poderá estar o início do caminho social para o resto da vida e é isso que temos de ponderar para que os nossos filhos e netos, não passem pelo mesmo e tenham uma vida social mais sólida, mais feliz e menos conturbada. A família pode e deve ajudar, mas os professores também têm uma quota parte de trabalho na feitura e modelagem do novo e futuro cidadão. De maneira nenhuma que se pede para os professores substituirem a família, mas darem só um empurrãozinho para que tudo corra melhor.
Postado por:
AnadoCastelo
às
3:18 p.m.
Permalink
| 3
Castelo(s)
|
domingo, setembro 07, 2008
SENSATEZ!!!!!!!
No meio de um julgamento, pergunta o Juiz:
- Correto, meritíssimo! - diz o réu de cabeça baixa.
- Correto, meritíssimo! - repete o réu.
Postado por:
AnadoCastelo
às
2:19 p.m.
Permalink
| 4
Castelo(s)
|
sexta-feira, setembro 05, 2008
QUEM SABE GEOGRAFIA???
As férias estão no fim, as aulas estão à porta e a pequenada prontinha para o início do novo ano escolar. Uns ansiosos, porque é o primeiro dias de aulas, outros porque vão rever amigos, outros ainda, mais velhinhos, a pensarem na seca dos professores que vão ter de aturar. É o costume.
No entanto, achei este bonequinho animado muito giro e não consegui resistir a pô-lo aqui para brindar os estudantes que não sabem geografia (esta devia ser para os americanos que dizem que Cuba é em África, eheheh).
Então cá vai.
Postado por:
AnadoCastelo
às
12:41 p.m.
Permalink
| 2
Castelo(s)
|
.jpg)

