quarta-feira, novembro 28, 2007

CASAMENTO COM UMA JUDIA

quarta-feira, novembro 28, 2007

Um miúdo saía com uma rapariga judia e queria casar-se com ela, e para isso precisava da autorização do pai.
Ao chegar a casa dela o pai explicou-lhe:
- "Nós somos judeus e temos uma forma peculiar de fazer as coisas. Se quiseres casar com a minha filha tens que passar uma prova. Toma esta maçã e volta amanhã."
O tipo saiu alucinado de casa. No dia seguinte voltou.
- "Muito bem, disse o pai, que fizeste com a maçã?"
- "Comi-a. Tinha fome."
O pai replicou:

- "Vês! Muito mal. Nós judeus descascamos a maçã e com a casca fazemos um delicioso licor.
Partimos em duas e damos metade aos pobres e a outra repartimos com a nossa família.
Metade das sementes vendemos no mercado e a outra metade, quando tivermos mais, plantamos. Já viste como somos? Bom, vou-te dar outra oportunidade Toma este chouriço e volta amanhã."
O tipo saiu um pouco lixado e voltou no dia seguinte.
- "Então, que fizeste com o chouriço?"
- "Com o fio fiz uns cordões para os meus sapatos, com o chumbinho fiz um pendente para pôr no fio da sua filha. Parti o chouriço a meio, cortei-o em rodelas e metade dei aos pobres e a outra metade reparti com a família."
- "Muito bem! E que fizeste com a pele?
- "Com a pele fiz um preservativo, mandei uma queca na sua filha e trago-lhe aqui o leite para fazer um galão!"

segunda-feira, novembro 26, 2007

NÃO SE ACOSTUME...

segunda-feira, novembro 26, 2007

Não se acostume com o que não o faz feliz,
revolte-se quando julgar necessário.
Alague seu coração de esperanças,
mas não deixe que ele se afogue nelas.
Se achar que precisa voltar, volte!
Se perceber que precisa seguir, siga!
Se estiver tudo errado, comece novamente.
Se estiver tudo certo, continue.
Se sentir saudade, mate-a.
Se perder um amor, não se perca!
Se o achar, segure-o!
Fernando Pessoa

sexta-feira, novembro 23, 2007

JORGE PALMA

sexta-feira, novembro 23, 2007

Engraçado, aqui há uns bons anos atrás, quando o Jorge Palma começou a sua carreira, lembro-me de ouvir vários comentários menos agradáveis sobre este cantor. Comentários parecidos ao que hoje ouço sobre o Toy. Lembro-me também que só os mais intelectuais é que gostavam do Jorge Palma. E tudo para dizer que agora está na moda. Até chego a receber "mails" com música dele. E é assim, como está na moda já toda a gente gosta. É pena. Porque deve-se de gostar por gostar e não porque o vizinho ou o amigo ouve. Eu gosto e é por isso que aqui vai uma dele de que eu gosto muito.


quinta-feira, novembro 22, 2007

CRIANÇAS E O FUTEBOL

quinta-feira, novembro 22, 2007

Como estamos numa maré de dizer mal, e com razão, de como vai este país, aqui fica também um recadinho aos pais que levam as criancinhas ao futebol.

Ontem depois do jogo Portugal - Finlândia, que até foi no Porto, (não tenho nada contra o Porto) e já no resumo que a televisão estava a dar, vê-se um homem a sair do Estádio, que presumo ser pai, com uma criancinha às cavalitas, para aí dos dois ou três anos. Ia-me passando. E não era nada comigo. Será que deixam entrar crianças tão pequenas num estádio de futebol com aquela idade? Mas esta gente não tem censo comum? Levar crianças para um estádio de futebol? Vamos que há um empurrão sem querer? Que há confusão ou pancada? Eu sei que num jogo da selecção não há claques, mas o resto é igual. Além disso, àquela hora a criança já devia estar em casa e preparada para se deitar e não na rua ao frio. Não tem a quem deixar a criança? Então não vai ao jogo e vê pela televisão, como muito boa gente faz. Cada um faz com os seus o que quiser, mas com crianças? Santa paciência.

Já nos supermercados é a mesma coisa, faz-me imensa confusão ver bébés com as mães às compras. Eu nunca levei as minhas filhas e nem a minha neta, enquanto bébés, às compras e ainda mais num hipermercado. Primeiro, porque o barulho é mais que muito; segundo, às tantas as crianças estão cansadas de andarem ali; terceiro, os pais acabam por estarem pelos cabelos, porque a criança tem fome ou tem sede e não está quieta. Então é preferível ficar em casa com alguém e aí a mãe vai mais calma, porque não tem a criança atrás, acaba por fazer as compras mais rápido e não stressa, nem ela nem a criança.

Será que isto não é óbvio?

terça-feira, novembro 20, 2007

FRASE FANTÁSTICA

terça-feira, novembro 20, 2007


segunda-feira, novembro 19, 2007

CONTO ERÓTICO !!!

segunda-feira, novembro 19, 2007


Salim estava jantando e ficou ouvindo o barulho da água, pensando na sua empregada Jacira tomando banho...
Mastigava a comida e pensava na Jacira tomando... banho...
Até que se levantou da mesa e foi até o banheiro. Bateu na porta:
- Jacira, você está tomando banho?
- Estou, seu Salim.
- Jacira, abre o borta pra Salim.
- Mas, seu Salim, estou nua!
- Jacira, abre o borta pra Salim...
Jacira não resiste e acaba abrindo a porta. Salim entra no banheiro, vê a Jacira nua e pergunta:
- Jacira, quer foder com Salim?
- Mas, seu Salim... Eu não sei....
- Jacira, quer foder com Salim????
- Sim, quero sim, seu Salim !!!!!.
Então Salim põe a mão no registro e diz:
- Não vai foder Salim não!!! Chega de gastar o água!!!!

sexta-feira, novembro 16, 2007

DESAFIO DA RUBINA

sexta-feira, novembro 16, 2007



"Significa que toda possibilidade já existe."
Secret - O segredo de Rhonda Byrne (edição brasileira)
Passo o desafio à Pinky, Mary Mary, Angela, Cris, Susana
1º) Pegar um livro próximo (PRÓXIMO, não procure);
2º) Abra-o na página 161;
3º) Procurar a 5ª frase completa;
4º) Postar essa frase no seu blog;
5º) Não escolher a melhor frase nem o melhor livro;
6º) Repassar para outros 5 blogs.

quarta-feira, novembro 14, 2007

FUGA DE CÉREBROS

quarta-feira, novembro 14, 2007

Ontem no telejornal falaram na dificuldade, de os jovens acabados de sair da faculdade, arranjarem emprego na área onde se tinham formado. Muitos deles trabalhavam em sectores secundários devido à precaridade de oferta por parte das entidades patronais. MAS NÃO SÓ. Conto-vos aqui um caso de uma querida amiga da filhota mais velha para mais uma acha para a fogueira do nosso mal governado País.
Como ia dizendo esta amiguinha formou-se em engenharia ambiental na Suécia e fez estágio nos Estados Unidos da América. Mas como tem a avó e o pai que vivem em Portugal ela achou por bem voltar ao seu País de origem, pensando ela que conseguiria arranjar qualquer coisa cá uma vez que tinha o curso completo e estágio feito no estrangeiro. Arranjou, se não estou em erro, uma bolsa para estagiar no LNEC, instituição estatal claro está, durante seis meses. Quase no fim da bolsa disseram-lhe que iam tentar arranjar-lhe mais uma bolsa para ela poder continuar lá. Não satisfeita, pois estava já farta de estar só com bolsas, perguntou se não podia ficar a contrato. Não, não podia porque as entradas estavam fechadas, mas como ela era muito boa no que fazia queriam que ela continuasse mas para isso iam-lhe arranjar mais uma bolsa para mais seis meses. Aí a menina teve de pôr os pés à parede, arranjou ela uma bolsa para a Dinamarca, na área dela, e rumou outra vez para fora do nosso País. É que nesta nova oportunidade ela sabe que depois da bolsa ela fica logo contratada. Não esquecer que quem está a trabalhar com bolsa não ganha nada, e os jovens também precisam de constituir família, pois quem acaba o curso como ela e faz estágio lá fora quando tudo acaba, em geral, está com 24 a 25 anos e às vezes mais. E pelo que sei, este é um dos muitos casos que grassam neste País. E depois ficamos muito contentinhos quando vimos em telejornais que um português está a fazer sucesso neste ou naquele país, neste ou naquele sector, quando ele poderia estar a ser aproveitado cá dentro e não foi aproveitado.
E daqui não posso deixar de comentar (que me faz cá umas cócegas na barriga e vocês nem sabem como e não sou comunista) quando o governo diz que tem de reduzir despesas e não há cão nem gato no Estado que não tenha carro com motorista para levar a família desse funcionário estatal a levar os meninos à escola e a ESPOSA ao cabeleireiro e às compras. E nem é preciso ser ministro, basta ser um simples chefe qualquer, até um director-geral. Porque não levarem o seu carro como as outras pessoas, devem ganhar para isso? E esse gasto já deve dar para ter estes jovens a fazerem aqui o sucesso que fazem lá fora.
Temos de ser mais patriotas. Isto é uma vergonha!!!!

segunda-feira, novembro 12, 2007

AMOR VIOLENTO....

segunda-feira, novembro 12, 2007

Já não me lembrava de um acontecimento que se passou aqui há uns anos, mais precisamente há cerca de 10 anos, quando a minha filha mais nova andava na escola. Na altura andava no quinto ou sexto ano, quando ela me chegou a casa muito chorosa a contar que um coleguinha lhe batia e já não era a primeira vez. Claro que fui falar com a directora de turma um pouco receosa pois não queria que me chamassem de racista, pois o miúdo era preto, e que ficou em resolver o problema. Acho que ela chegou a falar com o miúdo e por uns dias a coisa ficou mais ou menos, mas foi só realmente por uns dias porque logo a seguir o miúdo tornou a fazer o mesmo. Aqui já não achei muita piada e fui outra vez falar com a directora de turma e ela disse-me que já não era a primeira queixa que ela tinha do mesmo miúdo e aí acho que ela foi falar com o pai do rapaz. Mas entretanto, eu falei com ele e perguntei-lhe porque batia na minha filha e ao que ele respondeu que gostava muito dela. Lá falei com ele e lhe disse quando se gosta de uma pessoa não se bate. Ele encolheu os ombros e a conversa ficou por ali. Resumindo: foi um problema para a filhota ir para a escola naquele ano e ainda hoje ela me diz que eu nem sei o sacrifício que ela fez para ir para a escola, o que eu deduzo hoje que ela ficou bem marcada nesse ano. E isto tudo porque está a suceder com a neta precisamente a mesma coisa. Só que na escola primária e também com um miúdo preto. E também a minha filha perguntou a um colega dele porque é que o menino batia na filha e ele disse que era porque ele gostava dela e ela nem sequer tinha lido a carta que ele lhe mandou. Beeemm, quando a minha filha me contou isto eu desatei a rir é que eles só têm sete anos. Só que agora estamos outra vez na mesma, a miúda não quer ir para a escola e logo de manhã diz que lhe dói o braço ou dói-lhe a barriga e aqui ficamos sem saber se é dor mesmo ou se é para não ir à escola, presumimos que é a segunda opção, mas não descuramos o resto, pois nunca se sabe. E aqui a questão, será que eles acham que batendo elas gostam deles? É que não são adultos, são crianças.

sexta-feira, novembro 09, 2007

UMA BRINCADEIRA À SHAKIRA

sexta-feira, novembro 09, 2007

Há gente com muita imaginação, foi o caso destes três malucos a brincarem com um videoclip duma canção da Shakira, divirtam-se como eu me diverti:


E mais este:

quarta-feira, novembro 07, 2007

TRAIÇÃO FEMININA

quarta-feira, novembro 07, 2007


O marido chega a casa e pega a esposa na cama com um garotão, 25 anos, forte, bronzeado, cheio de amor pra dar... Arma o maior barraco, mas a mulher o interrompe:
- Antes você deveria ouvir como tudo isso aconteceu... Na rua, vi esse jovem maltrapilho, cansado e faminto. Então, com pena do estado dele, eu o trouxe para casa. Dei a ele aquela refeição que eu havia preparado para você ontem. Como você chegou tarde e satisfeito com o tira-gosto do boteco... não comeu, e eu guardei o jantar na geladeira, lembra-se? Ele estava descalço, então dei a ele aquele seu par de sapatos que, como foi minha mãe que te deu, você nunca usou. Ele estava com sede e eu servi aquele vinho que estava guardado... para aquele sábado que você prometeu mas que nunca chega... pois, num dia é futebol, noutro poker, noutro pescaria. As calças estavam rasgadas, dei-lhe aquele seu jeans semi-novo... Ainda estava em perfeito estado, mas não cabia mais em você. Como ele estava sujo, aconselhei-o a tomar um banho... fazer a barba, então dei a ele aquela loção francesa novinha que você nunca usou porque acha fedorenta. Daí, quando ele já ia embora, perguntou:
- Dona, tem mais alguma coisa que seu marido não usa mais?
- Nem respondi!!!!!!!............. Dei logo!!!

terça-feira, novembro 06, 2007

ANTIGOS COSTUMES

terça-feira, novembro 06, 2007

Ainda nós às vezes falamos dos nossos costumes actuais, vejam agora como antigamente se namorava neste belo País à beira mar plantado.



Como é natural que se veja um pouco mal eu ponho aqui as multas para quem namorava na rua:
1 - Mão na mão -2$50
2 - Mão naquilo - 15$00
3 - Aquilo na mão - 30$00
4 - Aquilo naquilo - 50$00
5 - Aquilo atrás daquilo - 100$00
Parágrafo único - Com a lingua naquilo 150$00 de multa, preso e fotografado.
E esta hem?

segunda-feira, novembro 05, 2007

MORCÕES

segunda-feira, novembro 05, 2007

Depois de um interregnozinho de uns diazitos, isto de ter uma filhota em casa é o que dá, cá vai mais uma piadita para alegrar o dia:


Um lisboeta de gema abre uma loja na baixa Portuense e põe na montra o seguinte reclame: "LOJA DO TEM TUDO ". Um tripeiro que passava pela rua, ao ler o que estava escrito no reclame, resolve entrar na loja, chega-se ao balcão e pede:

- Dê-me uma garrafa de vinho do Porto Vintage, de 1930.

O alfacinha procura nas prateleiras, vai ao armazém e traz a garrafa pretendida. No dia seguinte, o tripeiro resolve voltar à loja para tramar o alfacinha.

- Bom dia, dê-me 1/2 dúzia de ovos de avestruz.

O alfacinha vai ao armazém e traz-lhe os seis ovinhos de avestruz. O tripeiro paga, e sai da loja dizendo para si mesmo: Amanhã é que vou tramar este gajo, palavra de tripeiro. No dia seguinte lá voltou à loja.

- Bom dia amigo, hoje preciso de 1/2 litro de esperma.

O alfacinha, sem se desmanchar, pergunta-lhe:

- O amigo trouxe o vasilhame ou vai levar no cú ?

quarta-feira, outubro 31, 2007

POLITIQUICES

quarta-feira, outubro 31, 2007

Geralmente costumo desabafar questões políticas no meu outro blogue reservado só para isso. Nos últimos tempos nem sequer tenho tido tempo para lá ir postar o que quer que seja, hei-de lá voltar quando estiver mais disponível. No entanto, não posso deixar de chamar aqui a atenção de um pormenor que me tem andado a germinar o pensamento. Se bem se lembram no princípio deste mês as notícias dos telejornais focaram muito a ida de várias pessoas idosas a Cuba para tratarem a sua vista, ou seja, pequenas cirurgias aos olhos de quem tinha cataratas e outras pequenas doenças oculares que uma simples operação faz com que se possa ver melhor, senão mesmo voltar a ver como deve ser. E tudo isto pago pela Câma Municipal local, que teve a honradez de pôr as pessoas em primeiro lugar do que fazer estradas e pontes e ganhar dinheiro por debaixo da mesa como todos sabemos. E aqui está o busilis da questão. Em Portugal já estavam à espera destas operações há mais de dez anos, alguns mesmo, não muitos felizmente talvez dois ou três, já não houve nada a fazer porque a doença estava de tal maneira avançada que nem a operação podia reverter a situação. E continuamos na mesma, não há médicos oftalmologistas? Há e muitos, o Governo é que não está para gastar um cêntimo que seja para estas coisas, são pequenas coisas e o Governo só pensa em GRANDE, como por exemplo, a aprovação, que já foi feita, para uma terceira ponte sobre o rio Tejo. E mais importante do que as pessoas e a sua saúde é o TGV, pois claro. Eles só acordam quando a questão chega a suas famílias e quando chega, porque eles têm dinheiro suficiente para as levar a clínicas particulares e terem tudo na hora. E depois diz o sr. Sócrates que se quer comparar à Dinamarca. Esta só para rir. AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAH
a minha gargalhada de desprezo!!!!!!!!!

sábado, outubro 27, 2007

JÁ NAQUELE TEMPO...

sábado, outubro 27, 2007


IRONIA num clássico conto Indiano (de século XVI)...!!!!!!!

Um Pescador de caranguejos nunca tapa o balde em que vai colocando os caranguejos que apanha. Isto admira toda a gente à sua volta. Alguém lhe pergunta um dia:
"Porque não tapas o balde em que tens os caranguejos? Não tens medo que fujam?"
Ao que o Pescador calmamente responde:
"Não é preciso... são caranguejos Portugueses: quando um tenta subir, os outros imediatamente o puxam para baixo!"

terça-feira, outubro 23, 2007

ALIGEIRAR.....

terça-feira, outubro 23, 2007

Pois é Capitão de vez em quando volto às piadas, às anedotas. Sabe bem aligeirar ou mesmo desanuviar o ambiente, neste caso literário. A vida já é tão complicada ou será que nós é que a complicamos? Eu sinto que de vez em quando uma piadinha é como se fosse um pouco de vento a empurar uma nuvem negra que paira sobre coisas e situações da vida. Porque será que havemos de estar sempre a bater na mesma tecla? Que tudo nos corre mal, que não temos sorte, que temos só azares e os outros não, que não temos isto, que não temos aquilo, quando muitas vezes isso só parte de nós.
Desculpa Capitão não estou aqui, de maneira nenhuma, a criticar o teu comentário, pelo contrário, peguei nele precisamente para agitar as hostes. Já é altura deste País não ser tão cinzento e cabe a cada um de nós fazer a nossa parte. Como já deves saber estou desempregada e não me pus a chorar "de coitadinha" há que ir em frente. Não me posso culpar por isso, se há culpa é dos nossos patrões e da maneira como eles geram as empresas ( e agora um áparte, o nosso Governo vai pela mesma linha) há que levantar a cabeça e tentar fazer outras coisas.
Somos nós que temos de escolher o nosso caminho e às vezes escolhemos o caminho errado e quando o escolhemos já estamos tão habituados a ele que não tentamos ter força para escolher outro caminho. Há que ter força e coragem para tomarmos certas decisões para não só sermos pessoas melhores como para sermos felizes, pois quando somos felizes à nossa volta gera-se uma onda positiva. E se repararem existem certas pessoas que nós gostamos muito de estar com elas que nos dão uma certa paz e tranquilidade, reparem lá se essas pessoas não têm sempre uma onda positiva sobre a vida?
E já agora comentem lá se tenho ou não razão, ou estou só a filosofar?

sábado, outubro 20, 2007

A MULHER DO BOMBEIRO

sábado, outubro 20, 2007

O bombeiro chega a casa e diz à mulher:

- No quartel temos um sistema excelente, com o tocar da primeira sirene juntamo-nos em equipas, com a segunda sirene descemos pela coluna e com a terceira subimos ao autotanque e saímos. A partir de hoje quando eu digo primeira sirene" tiras as roupas, "segunda sirene" vais para a cama e "terceira sirene" fazemos amor toda a noite.
No dia seguinte o bombeiro chega a casa e grita "primeira sirene", a mulher tira a roupa, de seguida grita "segunda sirene" a mulher deita-se na cama e por fim grita "terceira sirene" e começam a fazer amor. Ao cabo de uns minutos a mulher grita "quarta sirene" e o bombeiro exclama:
- Que raio é essa "quarta sirene"???
E a mulher diz:
- Desenrola mais mangueira porque estás longe do fogo!!!

quinta-feira, outubro 18, 2007

MESTRE CANELÃO

quinta-feira, outubro 18, 2007

Mestre Canelão a ensinar capoeira




Ainda relacionada com a minha viagem a Natal, não poderia, de maneira nenhuma, deixar de falar no Mestre Canelão.
Os guias de turismo, não serão todos mas alguns, fazem questão de nos levarem numa noite a ver capoeira. Mas não é qualquer capoeira e sim uma comunidade de meninos (numa favela) tirados da rua por este homem, sem fundos subsidiados pelo Estado, só pela caridade de quem quer participar ou contribuir com o que pode. Ele conseguiu que alguns professores de escola lá vão dar aulas a estes meninos sem receberem nenhum tostão. É voluntariado mesmo. E para ocupar as horas livres ensina-lhes capoeira. As idades destas crianças vão desde os dois, três anos até a adultos. E vi pelas carinhas deles que gostavam de ali estar e tinham respeito a este mestre que além de lhes dar a possibilidade de ler e escrever lhes dá ainda uma e às vezes duas refeições por dia.
E para verem melhor quem é este homem tirem cinco minutinhos do vosso tempo e espreitem este site para melhor compreenderem o que aqui escrevi: http://paginas.terra.com.br/esporte/capoeiradabahia/cidadania/MeninosCapoeristasDeNatal.htm
Não estou aqui a fazer publicidade do que quer que seja, mas a tirar o meu chapéu a mais um homem que não pensa só em si. É pena não haver mais mestres Canelão por este mundo fora, o mundo seria bem melhor!

segunda-feira, outubro 15, 2007

RETORNADA DOS TRÓPICOS

segunda-feira, outubro 15, 2007

Amei. É sempre o que posso dizer quando vou até ao outro lado do oceano Atlântico. As energias voltam, a disposição também. Mas não pensem que foram só rosas, também houve uns espinhozitos pelo caminho.Comecei por sete horas de voo (o que sabe sempre bem é que voamos daqui com sol e chegamos lá ainda de dia), depois dos trâmites legais (quase uma hora à espera das malas) toca a seguir para o hotel, arrear malas e ir jantar. Será escusado dizer que depois do jantar vem-se a correr para o hotel para dormir, pois o cansaço é mais que muito.Já perceberam que fui até Natal, não é verdade? Ainda andei de cabeça no ar a ver se via o capitão - mor mas não o vi. (mesmo que o visse e ele passasse por mim ficava na mesma, não o conheço eheheheh) Um áparte para dizer que nesta viagem vinha muita gente do Porto, acho que quase a maioria era do norte. E ainda, que acabei por encontrar um casal que mora perto de mim. Ele há coisas...



Cidade de Natal

Segunda - feira, dia de visitar a cidade. Ai meu Deus, é sempre dia de começar a despejar o porta-moedas. Qual porta-moedas? A carteira. Lá se vai comprando as habituais havaianas e os biquinis e por aí fora.

Baía Formosa



Terça - feira, visita à Baía Formosa, para mim não é novidade já era a terceira vez que lá tinha estado, mas é sempre tão bonita. O problema é que o autocarro que nos levava avariou e teve de ser substituído. Até que tivemos muito pouco tempo de espera, mas quando o outro chegou trazia o ar condicionado no máximo e aí a vossa amiga apanhou uma bela constipação, mais para o lado da gripalhada, mas enfim, uma bela pingada de nariz que durou para aí uns dois dias.

Lagoa da Coca Cola



E foi aqui que fomos até à Lagoa da Coca Cola, que só se pode lá ir de buggy pois tem de se entrar na mata Atlântica e só este tipo de transporte lá consegue chegar, é assim que a lagoa é conhecida pela cor da sua água ser igual à da Coca Cola, mas o seu nome real é Lagoa de Araraquara. Perguntei porquê esta cor e os guias disseram que era por causa das raízes do madeiro que caíam na água e ficava aquela cor acastanhada. Bom, escusado também será dizer que aqui a água chega a ser mais quente do que a água da praia. Diz a lenda que cada dez minutos dentro de água tem um ano de saúde. Eu acho que não apetece é sair de lá de dentro independentemente da lenda.



Barra de Cunhaú


Quarta-feira – Visita à Barra de Cunhaú. Sítio paradisíaco que se visita de barco. O barco chega até perto de uma zona de areia. Quem quer desce do barco e vai a pé na areia até à zona de praia virada para o Atlântico. Um bocadinho ventoso, mas até sabe bem. Quem não quer pode ficar por ali mesmo pois a água também é limpinha e quentinha, claro.


Dunas de Genipabú

Quinta – feira – Era a minha visita preferida. Visita às dunas de Genipabú. Mas não fui (quase chorei de raiva) a gripalhada não estava melhor e cada vez que tossia doía-me debaixo do peito. E para não ficar pior achei melhor não ir, foi só o casal meu vizinho. (Snif… snif…) Resultado: passei a manhã a andar à procura de peças de automóvel para o meu marido trazer. Almoçámos e volta para o hotel. Mandei o marido para a piscina e eu fiquei a curar a dita cuja.


Pipa

Sexta-feira – Ida a Pipa. Há muita gente a adorar Pipa. Eu não. Claro que gosto da zona, mas Pipa para mim é uma rua grande com comércio de um lado e do outro e mais nada. Também tem praia e na praia costuma-se comer uns pastéis fantásticos com uma aguinha de coco fresquinha, mas desta vez não cheguei a ir lá. Fomos visitar o Chapadão e almoçar num restaurante de um português. Depois de tanta comida brasileira todo o mundo se desforrou com comida mais parecida com a nossa. Quando lá forem vão ao Restaurante Lampião que é dum benfiquista ferrenho. Não se come nada mal.

Sábado – Dia livre e tentei fazer o resto das compras que queria, mas ir com um marido que detesta esse género de coisas é dose. Acabei por passar a manhã na piscina, almoçar fora do hotel e tentar fazer as tais compras. À noite jantar com a nossa guia. Aqui tenho de fazer uma bela homenagem à Gilvânia que foi uma guia fantástica, muito divertida, sempre bem disposta e livre para o que nós queríamos. Foi pena ter estado muito pouco tempo connosco pois tinha a filha doente. Por isso teve de se ausentar mais cedo, mas nem por isso o nosso grupo esmoreceu, continuou-se na conversa até nos levarem ao hotel. É que o restaurante (Farofa de Água) vai buscar as pessoas ao hotel e depois leva-as. O que é fantástico. Acho que há outro restaurante que faz isso, mas não me lembro qual é. O capitão-mor depois ajuda. Outro restaurante que não fui e tive pena, mas não houve tempo, foi o Restaurante Camarões, que é óptimo. Se lá forem não percam uma ida até lá.

Domingo – Hora de fazer as malas, pois iam-nos buscar às 14h40. Mas ainda consegui ir ao Centro de Turismo que é onde se faz as comprar como deve ser e sempre é mais barato. Depois conto a história deste edifício, senão fica o texto muito grande. Malas fechadas e postas na recepção e uma última refeição na piscina do hotel. A seguir caminho para o aeroporto para o regresso. Para mim é sempre o que me custa mais, ter de dizer adeus aquele país, aquela gente. Buááááá´…..

quarta-feira, outubro 10, 2007

ESTOU DE LUTO

quarta-feira, outubro 10, 2007

Já estava a preparar o texto das férias quando fui abanada pelo telefone a dizer, o que de certa maneira já esperava, a minha tia faleceu. Hoje fui a Santarém vê-la ao hospital e fez-me imensa confusão ver uma pessoa na recta final da vida. Foi um choque. Choque por ver uma pessoa tão cheia de vida, careca com uma respiração compassada, de olhos fechados e já sem falar. Fiquei de tal maneira que disse ao meu primo que já não ia visitar a mãe dele porque me custava vê-la assim. Ele compreendeu, mas mal sabia eu que afinal o fio estava mais curto do que eu supunha. De qualquer maneira, por mais incrível que possa parecer, senti alívio por ela, por não sofrer mais. Desculpem o desabafo, mas ela era como se fosse nossa mãe. Era com ela que eu e a minha irmã passávamos os três meses de férias grandes e ela considerava-nos como se fossemos suas filhas. Agora a questão está em tentar que a nossa mãe não saiba nada, senão em vez de um faríamos dois funerais.

(O texto está com data de 10 de Outubro porque eu já estava a fazer o texto das férias, mas a data correcta é 12 de Outubro)