quinta-feira, outubro 18, 2007
MESTRE CANELÃO
Ainda relacionada com a minha viagem a Natal, não poderia, de maneira nenhuma, deixar de falar no Mestre Canelão.
Os guias de turismo, não serão todos mas alguns, fazem questão de nos levarem numa noite a ver capoeira. Mas não é qualquer capoeira e sim uma comunidade de meninos (numa favela) tirados da rua por este homem, sem fundos subsidiados pelo Estado, só pela caridade de quem quer participar ou contribuir com o que pode. Ele conseguiu que alguns professores de escola lá vão dar aulas a estes meninos sem receberem nenhum tostão. É voluntariado mesmo. E para ocupar as horas livres ensina-lhes capoeira. As idades destas crianças vão desde os dois, três anos até a adultos. E vi pelas carinhas deles que gostavam de ali estar e tinham respeito a este mestre que além de lhes dar a possibilidade de ler e escrever lhes dá ainda uma e às vezes duas refeições por dia.
E para verem melhor quem é este homem tirem cinco minutinhos do vosso tempo e espreitem este site para melhor compreenderem o que aqui escrevi: http://paginas.terra.com.br/esporte/capoeiradabahia/cidadania/MeninosCapoeristasDeNatal.htm
Não estou aqui a fazer publicidade do que quer que seja, mas a tirar o meu chapéu a mais um homem que não pensa só em si. É pena não haver mais mestres Canelão por este mundo fora, o mundo seria bem melhor!
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AnadoCastelo
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segunda-feira, outubro 15, 2007
RETORNADA DOS TRÓPICOS
Amei. É sempre o que posso dizer quando vou até ao outro lado do oceano Atlântico. As energias voltam, a disposição também. Mas não pensem que foram só rosas, também houve uns espinhozitos pelo caminho.Comecei por sete horas de voo (o que sabe sempre bem é que voamos daqui com sol e chegamos lá ainda de dia), depois dos trâmites legais (quase uma hora à espera das malas) toca a seguir para o hotel, arrear malas e ir jantar. Será escusado dizer que depois do jantar vem-se a correr para o hotel para dormir, pois o cansaço é mais que muito.Já perceberam que fui até Natal, não é verdade? Ainda andei de cabeça no ar a ver se via o capitão - mor mas não o vi. (mesmo que o visse e ele passasse por mim ficava na mesma, não o conheço eheheheh) Um áparte para dizer que nesta viagem vinha muita gente do Porto, acho que quase a maioria era do norte. E ainda, que acabei por encontrar um casal que mora perto de mim. Ele há coisas...

Cidade de Natal

Baía Formosa
Terça - feira, visita à Baía Formosa, para mim não é novidade já era a terceira vez que lá tinha estado, mas é sempre tão bonita. O problema é que o autocarro que nos levava avariou e teve de ser substituído. Até que tivemos muito pouco tempo de espera, mas quando o outro chegou trazia o ar condicionado no máximo e aí a vossa amiga apanhou uma bela constipação, mais para o lado da gripalhada, mas enfim, uma bela pingada de nariz que durou para aí uns dois dias.

Lagoa da Coca Cola
E foi aqui que fomos até à Lagoa da Coca Cola, que só se pode lá ir de buggy pois tem de se entrar na mata Atlântica e só este tipo de transporte lá consegue chegar, é assim que a lagoa é conhecida pela cor da sua água ser igual à da Coca Cola, mas o seu nome real é Lagoa de Araraquara. Perguntei porquê esta cor e os guias disseram que era por causa das raízes do madeiro que caíam na água e ficava aquela cor acastanhada. Bom, escusado também será dizer que aqui a água chega a ser mais quente do que a água da praia. Diz a lenda que cada dez minutos dentro de água tem um ano de saúde. Eu acho que não apetece é sair de lá de dentro independentemente da lenda.

Barra de Cunhaú
Quarta-feira – Visita à Barra de Cunhaú. Sítio paradisíaco que se visita de barco. O barco chega até perto de uma zona de areia. Quem quer desce do barco e vai a pé na areia até à zona de praia virada para o Atlântico. Um bocadinho ventoso, mas até sabe bem. Quem não quer pode ficar por ali mesmo pois a água também é limpinha e quentinha, claro.

Dunas de Genipabú
Quinta – feira – Era a minha visita preferida. Visita às dunas de Genipabú. Mas não fui (quase chorei de raiva) a gripalhada não estava melhor e cada vez que tossia doía-me debaixo do peito. E para não ficar pior achei melhor não ir, foi só o casal meu vizinho. (Snif… snif…) Resultado: passei a manhã a andar à procura de peças de automóvel para o meu marido trazer. Almoçámos e volta para o hotel. Mandei o marido para a piscina e eu fiquei a curar a dita cuja.

Pipa
Sexta-feira – Ida a Pipa. Há muita gente a adorar Pipa. Eu não. Claro que gosto da zona, mas Pipa para mim é uma rua grande com comércio de um lado e do outro e mais nada. Também tem praia e na praia costuma-se comer uns pastéis fantásticos com uma aguinha de coco fresquinha, mas desta vez não cheguei a ir lá. Fomos visitar o Chapadão e almoçar num restaurante de um português. Depois de tanta comida brasileira todo o mundo se desforrou com comida mais parecida com a nossa. Quando lá forem vão ao Restaurante Lampião que é dum benfiquista ferrenho. Não se come nada mal.
Sábado – Dia livre e tentei fazer o resto das compras que queria, mas ir com um marido que detesta esse género de coisas é dose. Acabei por passar a manhã na piscina, almoçar fora do hotel e tentar fazer as tais compras. À noite jantar com a nossa guia. Aqui tenho de fazer uma bela homenagem à Gilvânia que foi uma guia fantástica, muito divertida, sempre bem disposta e livre para o que nós queríamos. Foi pena ter estado muito pouco tempo connosco pois tinha a filha doente. Por isso teve de se ausentar mais cedo, mas nem por isso o nosso grupo esmoreceu, continuou-se na conversa até nos levarem ao hotel. É que o restaurante (Farofa de Água) vai buscar as pessoas ao hotel e depois leva-as. O que é fantástico. Acho que há outro restaurante que faz isso, mas não me lembro qual é. O capitão-mor depois ajuda. Outro restaurante que não fui e tive pena, mas não houve tempo, foi o Restaurante Camarões, que é óptimo. Se lá forem não percam uma ida até lá.Domingo – Hora de fazer as malas, pois iam-nos buscar às 14h40. Mas ainda consegui ir ao Centro de Turismo que é onde se faz as comprar como deve ser e sempre é mais barato. Depois conto a história deste edifício, senão fica o texto muito grande. Malas fechadas e postas na recepção e uma última refeição na piscina do hotel. A seguir caminho para o aeroporto para o regresso. Para mim é sempre o que me custa mais, ter de dizer adeus aquele país, aquela gente. Buááááá´…..
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AnadoCastelo
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quarta-feira, outubro 10, 2007
ESTOU DE LUTO
Já estava a preparar o texto das férias quando fui abanada pelo telefone a dizer, o que de certa maneira já esperava, a minha tia faleceu. Hoje fui a Santarém vê-la ao hospital e fez-me imensa confusão ver uma pessoa na recta final da vida. Foi um choque. Choque por ver uma pessoa tão cheia de vida, careca com uma respiração compassada, de olhos fechados e já sem falar. Fiquei de tal maneira que disse ao meu primo que já não ia visitar a mãe dele porque me custava vê-la assim. Ele compreendeu, mas mal sabia eu que afinal o fio estava mais curto do que eu supunha. De qualquer maneira, por mais incrível que possa parecer, senti alívio por ela, por não sofrer mais. Desculpem o desabafo, mas ela era como se fosse nossa mãe. Era com ela que eu e a minha irmã passávamos os três meses de férias grandes e ela considerava-nos como se fossemos suas filhas. Agora a questão está em tentar que a nossa mãe não saiba nada, senão em vez de um faríamos dois funerais.
(O texto está com data de 10 de Outubro porque eu já estava a fazer o texto das férias, mas a data correcta é 12 de Outubro)
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sábado, setembro 29, 2007
JÁ VOLTO...

E aqui é onde vou ficar instalada. O mais engraçado é que eu não gosto muito de ficar em hóteis, gosto mais de ficar em hóteis que tenham "bungalows" (se não estiver muito bem escrito peço desculpa, pois o meus inglês é um tanto ou quanto macarrónico), mas pronto lá terá que ser, só espero que seja sossegado, porque o último onde estive ao fim de semana não se podia dormir com o barulho de discotecas que nem pertenciam ao hotel.
E pronto desejem-me lá boa sorte!!!!
Inté.....
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AnadoCastelo
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9:28 p.m.
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quarta-feira, setembro 26, 2007
O SILÊNCIO É DE OURO
Como tenho andado um pouco ocupada não tem dado para escrever muito, mas até ao fim de semana eu prometo escrever mais e pôr tudo em dia. E para abrir um pouco o véu: para a semana não estarei cá, depois digo porquê. Para já aqui vai mais uma piadinha. É um bocadinho mázinha, mas está bem tirada.
Todos observaram aquilo com um certo espanto e o brasileiro justificou:
- Ue! Esta merda é o que há mais na minha terra!
Todos os outros olharam para ele espantados e o francês disse:
- Oui! Esta merda é o que há mais na minha terra!
O espanto era geral e o cubano disse:
- Pues que si! Esta mierda e o que há mais na minha terra!
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9:42 p.m.
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domingo, setembro 23, 2007
RECÉM CASADOS!!!!!!!!
Reza a história que num casal de recém casados, com apenas 2 semanas de casamento, o marido que apesar de feliz, já estava com uma vontade reprimida de sair com a malta para fazer a festa. Assim ele diz para a sua queridinha:
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5:40 p.m.
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quarta-feira, setembro 19, 2007
DE ARREPIAR....... EHEHEHEHEH
Tenho andado um pouco fugida das lides blogueiras e também tenho sentido um pouco a falta de dar aos dedos no teclado. Como já disse a filhota em casa é dose. É dose de computador porque ela não descola dele até se fartar e aqui a "je" já tem saudades de vos ler. Mas já não falta muito para pôr a leitura em dia. É que um dia é capaz de ser pouco para ler tudo. Mas por hoje e para não cansar ninguém deixo mais uma anedotazinha para dispôr bem o pessoal logo pela manhã. Ah. obrigado ao anónimo que me emendou a dizer que é "o" router e não "a" router. Eu cá não me importo nada que me emendem desde que esteja errada. É que aprender não custa. Bom mas cá vai:
PARA QUEM ACREDITA EM HISTÓRIAS DO OUTRO MUNDO ...
Numa noite escura e de temporal, estava uma loira, de nome Paty, na beira de uma estrada secundária mal iluminada pedindo boleia.
Nenhum carro passava e a tempestade estava tão furiosa que a pobre Paty não conseguia ver dois palmos à frente do nariz! Subitamente, viu um carro aproximar-se dela e parar. Radiante, saltou de imediato para dentro do carro e, fechando a porta, deparou-se com o facto de não haver ninguém no local do motorista!!! O carro reiniciou então a marcha lentamente e Paty, olhando para a estrada, vê uma curva aproximar-se perigosamente.
Aterrorizada e ainda não refeita do choque de se encontrar num carro fantasma, começa a rezar fervorosamente para que a sua vida seja poupada.
Neste instante, quando a curva se encontra a apenas uns escassos metros do carro, uma misteriosa mão surge pela janela do carro e move o volante.
Paralisada pelo terror, Paty continua a observar as constantes aparições da mão a cada curva do caminho. Até que, reunindo as escassas forças que ainda possuía, salta do carro, se rolando toda e sai em disparada, desesperada, para a cidade mais próxima.
Cansada, encharcada e em estado de choque, entra num café onde emborca de imediato dois drinques: um Martini e Blood Mary, relatando debilmente o que havia acontecido, perante o olhar estarrecido dos outros clientes.
Naquele instante, dois homens entraram no mesmo café, absolutamente encharcados. Imediatamente um deles avisa para o outro:
- Olha lá a loira retardada que entrou no nosso carro enquanto a gente estava empurrando!
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9:30 a.m.
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quinta-feira, setembro 13, 2007
EU E O COMPUTADOR
Isto de partilhar o computador é complicado, acho que tenho de arranjar horário com a filhota senão não consigo cá chegar. Ou então é ligar o outro computador, só que não vale ainda a pena pois falta-me a "router", é assim que se chama à peça para partilhar a internet em dois computadores. Isto para quem não saiba o que é. O que vale é que já na próxima segunda feira começam as aulas e aí já tenho o computador mais tempo para mim. Enfim, contigências super contornáveis. Hoje fica este post, mas amanhã já ponho a leitura dos amigos em dia.
Para já fica aqui uma musiquinha bacana que anda a passar de mail em mail, mas que eu achei engraçadíssimo, não só por ser uma criança a tocar fabulosamente, mas também porque é uma música muito conhecida e não estava nada a ver uma chinesinha a tocá-la, mas ainda bem porque é..... vejam e depois digam.
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5:31 p.m.
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sábado, setembro 08, 2007
O TESTAMENTO
Uma velha solteirona liga para o escritório de advocacia e pede que mandem um advogado até sua casa para ajudá-la a fazer o seu testamento.
Um dos advogados vai até a casa dela...
- Por favor, me diga quais são os seus bens e como gostaria que eles fossem destinados após sua morte...
A senhora responde:
- Esta casa é alugada e estes móveis velhos não valem praticamente nada... A única coisa que tenho de valor é um milhão de reais na minha poupança.
- OK - disse o advogado, anotando tudo
- E como a senhora gostaria que este dinheiro fosse distribuído?
- Olha, moço... Eu sempre vivi muito isolada... Ninguém da minha família nunca me deu bola, tanto que nem ficaram sabendo quando eu ganhei na lotaria...
- Certo... Então quem a senhora quer colocar no testamento? Alguma amiga? Ou...
- Não! Eu não quero deixar nada pra ninguém! Quero gastar 900 mil reais no meu velório! Assim acho que finalmente alguém vai me notar...
- Puxa! - exclamou o advogado - Com esse dinheiro todo gasto em um velório com certeza a senhora vai ser notícia! Mas e os outros 100 mil?
- Bom eu nunca me casei, nunca tive namorado... Nunca estive com um homem antes. Então queria que vocês usassem esse dinheiro para conseguir alguém para dormir comigo.
- Esse é um pedido bastante estranho! respondeu o advogado. Mas veremos o que podemos fazer... E foi embora.
Em casa o advogado contou o ocorrido à esposa e, como estavam precisando de dinheiro, ela sugeriu que ele mesmo fosse dormir com a solteirona para faturar a grana. Como a esposa sabia que seria um encontro de apenas uma hora, resolveu ir junto e ficou esperando no carro. Uma hora depois, nada. Outra hora e nada. Depois de umas 3 horas ela começou a ficar irritada
e tocar insistentemente a buzina.
Rapidamente o marido dela apareceu pelado na janela da sala e disse:
- Benzinho! Volte pra me buscar só amanhã cedo. É que a senhora aqui decidiu deixar o enterro dela pra prefeitura mesmo fazer!
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AnadoCastelo
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9:59 p.m.
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quinta-feira, setembro 06, 2007
A TERRA ONDE MORO
A pedido da Cris vou aqui falar um pouquinho da minha terra. Acho que já falei dela mas nunca é demais referenciá-la. Moro na Amadora, hoje já cidade, e que foi muito falada (neste caso escrita) pelo Eça de Queirós no romance "Os Maias". Chamava-se naquela altura "Porcalhota". E foi em torno deste lugar que se constituiu a actual cidade. Cidade colada à capital do País, Lisboa. Começou por ser quase dormitório mas hoje em dia é uma cidade normal como tantas outras. Cidade também acolhedora de muitos imigrantes, principalmente de África e também do Brasil, mas a maioria são africanos.
Agora o que temos:
Este jardim não é muito grande mas é muito agradável para passear com as crianças.
- O hospital Fernando Fonseca

O hospital foi construído há poucos anos, mas neste momento, está a servir uma área muto grande de população, porque não atende só doentes da Amadora como dos arredores da cidade. E por isso torna-se complicado o atendimento nas urgências. Mas é o hospital que temos.
Isto é mesmo um resumo pequeno do que existe na cidade, mas temos a nossa Câmara Municipal, vossa Perfeitura, que tem mesmo assim criado várias instituições para a cultura local. Como, por exemplo, a Fábrica da Cultura onde há muitas exposições e uma delas famosa, senão pelo mundo, pela Europa é de certeza, que é a exposição anual de Banda Desenhada. Temos também os Recreios da Amadora onde se podem fazer espectáculos e em geral também pequenas exposições culturais.
Há e não podia deixar de citar a corrida anual do fim do ano, a corrida de São Silvestre. Que vocês aí no Brasil também têm e é muito famosa corrida de São Paulo.
Temos agora a chegar dentro da cidade, o metro. Transporte que faz muita falta em qualquer cidade, aliás, eu acho prioritário.
E pronto, acho que está aqui o principal e se me esqueci de alguma coisa ponho numa outra oportunidade. Espero que a Cris fique um pouco elucidada do que existe aqui por estas paragens. Beijinhos
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AnadoCastelo
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11:07 a.m.
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terça-feira, setembro 04, 2007
SEM NET...
Até que enfim, desde sexta-feira que não tinha net. E torna-se um hábito a visita senão diária quase diária aos blogues amigos, a vista de mails, enfim, o que o computador normalmente nos proporciona, nem que se seja um joguinho. Além disso, também não estive cá no fim de semana. A minha irmã tinha um casamento e para a mãe não ficar sózinha pediu-me para lá ir fazer-lhe companhia. Bom, lá tive de deixar a família em casa (porque eles não quiseram ir comigo), para ir para o Cartaxo. Mas acabou por ser agradável, tive a minha mãe só para mim. Coitada, ainda a pus a apanhar caracóis pela estrada que vai do portão até à casa, que são para aí uns 20 metros. Mas estava um tempo tão bom ao fim da tarde que nem apetecia ir para dentro de casa. Lá passou o resto do dia e da noite e no domingo lá viemos outra vez para a Amadora.
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AnadoCastelo
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5:09 p.m.
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sexta-feira, agosto 31, 2007
FIM DE TARDE GOSTOSO
Ih o tempo passa a correr, cheguei no domingo e já estamos na quinta feira. Tenho vindo pouco aqui porque tenho aproveitado para pôr coisas em dia. Mas já cá estou outra vez. E hoje tive um dia normal com um fim bem gostoso. Convidei a minha amiga Pinky para jantar e foi tão bom que achei pouco. Quando gostamos das pessoas é assim, o tempo passa a correr e parece que fica montes de coisas para conversar. Nã, não sejam cuscos que eu não vou pôr aqui o conversámos, mas foi muito agradável. Bigada amiga Pinky adorei a tua companhia, vamos fazer isto mais vezes, ok?
E agora para aligeirar a coisa aqui vai uma piadita.
Num pedido de divórcio, o juiz pergunta à requerente:
- A senhora tem a certeza do que está a pedir ? A senhora quer o divórcio por COMPATIBILIDADE de feitios ? Não será o contrário ?
A mulher responde:
- Não Sr. dr. Juiz! É mesmo por COMPATIBILIDADE.
Eu gosto de cinema, o meu marido também!
Eu gosto de ir à praia, ele também!
Eu gosto de ir ao teatro, ele também!
Eu gosto de homens e ele também!
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AnadoCastelo
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12:30 a.m.
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domingo, agosto 26, 2007
VOLTEI....
É verdade voltei. Uma semanita de férias que soube muito bem. Mas como em tudo há sempre pequenos senões. Saímos daqui no domingo de manhã, almoçámos na área de serviço da Mealhada, não aconselho ninguém a lá comer, eu e o marido pagámos os dois por um almoço banalíssimo, 33 euros. Seguimos viagem e chegámos ao nosso destino eram para aí umas três da tarde. Chegados lá tínhamos a filhota e o genro à nossa espera. Foi só tirar as malas do carro, metermo-nos lá dentro outra vez para dar uma passeata pelas redondezas. Quando íamos a caminho da Senhora do Castelo, o meu genro olha para o mostrador do carro e anuncia: "já viu a temperatura do carro, não podemos ir assim?" Toca a meter água e lá fomos. Ainda deu para ver o miradouro que tem uma vista lindíssima e uma capela (fechada), mas que segundo nos disseram casa lá muita gente. Toca a vir para baixo e preparar jantar. Depois de comidinhos lá fomos ao café e conhecer a ponte romana que por baixo tem um belo jardim. (Como ainda não tenho fotos minhas fica aqui, para exemplo, a foto dessa ponte romana, ah e não pensem que era um aqueduto, mas sim a ponte onde passava antigamente o comboio)
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9:41 p.m.
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sábado, agosto 18, 2007
FUI DE FÉRIAS
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quinta-feira, agosto 16, 2007
LEMBRANÇAS DOS MAIS VELHOS
Outro dia recebi um mail muito engraçado sobre o que nos lembrávamos de há quarenta anos atrás. Então, lembrei-me eu também dos costumes da altura e por isso o título “lembranças dos mais velhos”, uma vez que os mais novos já não passaram por isso.
Palavras inocentes…, rebeldes…, anjos…, lembranças…, sons de música e rock… era como nós éramos nessa época. Canções de protesto… mas de amor puro e verdadeiro… lembram: “ sr. Carteiro entregue-me a carta do meu amor..” assim dizia a canção “Mr. Postman”. Era tão bom dançar de rosto coladinho ao som de “je t´aime moi non plus” quase sem sair do lugar e o com o corpo bem coladinho entre suspiros e beijos roubados, sim porque fingíamos que não os queríamos. E a inocência dos primeiros toques que até fazia arrepios na espinha. Rosto vermelho de pudor que não se podia disfarçar, sentindo tudo, querendo tudo, mas sem se entregar. Que roupa usar? Baton? Perfume? Aquele vestido vermelho? Sapatos altos? Ficávamos lindas de qualquer maneira. Eram os bailes dos 15 anos aos domingos, o fumar escondido e para quem gostava uma bebidita. Ter o disco novo dos Beatles, saber as músicas todas de cor, aprender inglês e não havia quem não tivesse a sua banda ou tocasse guitarra. Faziam-se versos, namorava-se, olhares de soslaio, nada de encarar, era como subtilmente disséssemos “eu quero” e eles sabiam, não sei como o entendiam, isso sempre me intrigou, mas era uma química, uma fusão de sentimentos, na verdade uma explosão deles. E nos bailes, era aquela velha história de “tirar a menina para dançar” e era uma “vergonha” ficar sentada. Roupas bem coloridas, cabelos compridos, rapazes e raparigas, de costas não se sabia quem era quem, o símbolo V nos colares, anéis, brincos e bugigangas. Dançar sozinhos ou separados o “Sugar, sugar”, voltar a pé para casa suados, cansados com os sapatos na mão. Encher o quarto com fotos de artistas preferidos, ter um caderno de perguntas e respostas (os inesquecíveis inquéritos). Eram tão engraçadas as perguntas, mas muito melhores as respostas, todas as raparigas tinham um e havia ainda a escrita por códigos para se o caderninho caísse na mão das mães elas não saberem o que lá estava. Ler romances, andar na parte de trás dos autocarros não só pelos saltos que davam, mas também porque havia risinho e brincadeira para não incomodar ninguém. Naquela época muita pouca gente tinha carro, ir ao cinema aos sábados e gastar o dinheiro da passagem de volta em gelados e doces e ainda dar risadas de tudo e de todos, no cinema, na escola, na rua, rir o tempo todo. Preocupações? Não, não havia. O que talvez tenha acabado foi a inocência, a irreverência sem maldade, a rebeldia comportada, porque tudo isto era a nossa maneira de sermos felizes. Lembranças que só tem quem viveu isso tudo é que pode sentir e saber o que é dançar ao som de “I wanna hold your hand”.
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AnadoCastelo
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terça-feira, agosto 14, 2007
DEPRESSÃO
Depressão, palavra simples mas com significado muito complicado. E vou aqui abordá-la porque tenho vindo a deparar com alguns amigos e conhecidos com este mal muito em voga. A Wikipédia define-a assim:
"A depressão (também chamada de transtorno depressivo maior) é um problema médico caracterizado por continuada alteração no humor e falta de interesse em atividades prazerosas. O estado depressivo se diferencia do comportamento "triste" ou melancólico que afeta a maioria das pessoas por se tratar de uma condição duradoura de origem neurológica acompanhada de vários sintomas específicos.
Estima-se que cerca de 15 a 20% da população mundial, em algum momento da vida, sofreu de depressão. A depressão é mais comum em pessoas com idade entre 24 e 44 anos. A ocorrência em mulheres é o dobro da ocorrência em homens.
As causas da depressão são inúmeras e controversas. Acredita-se que a genética, alimentação, stress, drogas e outros fatores estão relacionados com o surgimento da doença."
Há aqui duas coisas que não concordo totalmente, uma delas é com a idade. Em qualquer idade ela pode surgir. E a segunda é o factor causa. As causas podem ser muitas e variadas e só o médico especialista a pode diagnosticar.
Não sou médica e não estou aqui para dissertar sobre a doença. Nem pensar, estou aqui a falar dela porque já lá passei na sua morada e felizmente, para mim, não cheguei a bater no fundo, mas estive lá mesmo, muito perto. Hoje, passados quatro anos, sei que não fiquei a cem por cento, mas tento por todos os meios não me ir abaixo. Hoje compreendo que se não estiver bem comigo própria não posso estar bem com os outros. Há dias que também me vou abaixo, mas depois penso: alto, que isto não está bem e não pode ser. Sempre acho uma forcinha interior que não me deixa cair. É só força de vontade. E para quem está no fundo do poço é muito difícil vir ao de cima, tem de haver essa força de vontade e ajuda especializada é claro. E aqui a família pouco pode fazer a não ser tentar dar calma e esperança e principalmente não deixar a pessoa ficar parada no seu mundo. Tentar que ela reaja ao mundo cá fora. Não é fácil, eu sei, mas também não é impossível e o tempo é o factor decisivo. Quem chega a este estado precisa de muito tempo para sair desta letargia. Eu estive dois meses em casa, hoje sei que é quase nada, há pessoas que levam muitos mais meses e às vezes anos, mas tive uma irmã que logo que me foi diagnosticada a depressão não me deixava ficar na cama e a primeira semana fui obrigada, por ela, a sair da cama e vir passear. Lembro-me bem que era um sacrifício dos grandes e quando ia no carro muitas vezes me perguntava: o que estou aqui a fazer? Não me apetece nada estar aqui, quero ir embora. Ela fazia ouvidos moucos e lá ia eu. Na segunda semana ela não pôde me vir buscar e eu ficava na cama sem querer ver ninguém e deixassem-me estar. Quando falava com a médica ao telefone desatava a chorar, sem mais nem porquê. Quando amigas ou colegas telefonavam estava sempre desejosa de que desligassem, não apetecia falar. Nessas alturas construimos um mundo só nosso e não queremos sair de lá, só quando somos forçados. Até que chega a altura que nos questionamos: porquê estar assim? O que se passa comigo? Será que toda a gente está errada e só eu estou certa ou será o contrário? E devagarinho, muito devagarinho as coisas lá vão indo ao lugar, mas com muitas baixas pelo meio.
Hoje vejo o mundo de maneira diferente, consegui encontrar-me. O reiki também me ajudou muito. Nunca fiz yoga mas estou convicta que me faria bem. E acho que nas escolas além de ginástica deveria fazer-se também yoga. Não só porque nos faz ver o mundo de maneira diferente mas também ficamos a nos conhecer melhor. E tudo o que seja para melhorar a nossa mente é bem vindo. Paz, é o que precisamos. Nós tendo paz interior atraímos paz para os outros. É a lei da atracção.
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AnadoCastelo
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10:49 p.m.
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segunda-feira, agosto 13, 2007
QUASE DE FÉRIAS
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AnadoCastelo
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10:24 p.m.
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domingo, agosto 12, 2007
NANDO REIS - Resposta
Fui ao blogue da Sofia e como sempre ela põe os versos mas não põe a música, eu "cusca" como sou das músicas que ela gosta fui logo pesquisar. Assim, gostei tanto que ponho aqui a música espero que gostem como eu.
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AnadoCastelo
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sexta-feira, agosto 10, 2007
O CAVALO E O PORCO
Um fazendeiro coleccionava cavalos e só faltava uma determinada raça. Um dia ele descobriu que o seu vizinho tinha esse determinado cavalo. Assim, ele atazanou o seu vizinho até conseguir comprá-lo.Um mês depois o cavalo adoeceu, e ele chamou o veterinário:
- Bem, seu cavalo está com uma virose, é preciso tomar este medicamento durante 3 dias, no terceiro dia eu retornarei e caso ele não esteja melhor, será necessário sacrificá-lo.
- Força amigo! Levanta daí, senão você será sacrificado!
No segundo dia, deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou do cavalo e disse:
- Vamos lá amigão, levanta senão você vai morrer! Vamos lá, eu te ajudo a levantar... Upa!
No terceiro dia deram o medicamento e o veterinário disse:
- Infelizmente, vamos ter que sacrificá-lo amanhã, pois a virose pode contaminar os outros cavalos.
Quando foram embora, o porco se aproximou do cavalo e disse:
- Cara, é agora ou nunca, levanta logo! Coragem! Upa! Upa! Isso, devagar! Ótimo, vamos um, dois, três, legal, legal, agora mais depressa vai... Fantástico! Corre, corre mais! Upa! Upa! Upa! Você venceu Campeão!
Então, de repente o dono chegou, viu o cavalo correndo no campo e gritou:
- Milagre! O cavalo melhorou. Isso merece uma festa... "Vamos matar o porco!"
Isso acontece com frequência no ambiente de trabalho. Nem sempre alguém percebe quem é o funcionário que tem o mérito pelo sucesso. Saber viver sem ser reconhecido é uma arte, afinal quantas vezes fazemos o papel do porco amigo ou quantos já nos levantaram e nem o sabor da gratidão puderam dispôr? Se algum dia alguém lhe disser que seu trabalho não é o de um profissional, lembre-se:
AMADORES CONSTRUÍRAM A ARCA DE NOÉ E PROFISSIONAIS, O TITANIC.
Procure ser uma pessoa de valor, em vez de ser uma pessoa de sucesso!
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AnadoCastelo
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9:43 p.m.
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quarta-feira, agosto 08, 2007
A IRMÃ E O SOLDADO
Um fuzileiro dos Estados Unidos chegou correndo a uma encruzilhada na estrada e encontrou uma freira. Sem fôlego, ele pediu:
- Por favor, Irmã, posso me esconder debaixo de suas saias por um momento, eu lhe explicarei o motivo mais tarde?
Um instante após, dois agentes da CIA chegam correndo e perguntam à freira:
- Irmã, a senhora viu um soldado correndo por aqui?
A freira respondeu:
- Ele foi por ali..!!
Após os dois agentes sumirem na curva, o fuzileiro saiu debaixo do hábito da freira e disse:
- Não posso lhe agradecer o suficiente, Irmã, mas é que eu não quero ir para o Iraque...
A irmã responde:
- Acho que posso compreender inteiramente seu temor ...
O soldado então disse:
- Espero que a senhora não me ache impertinente ou rude, mas a senhora tem um belo par de pernas...
Ao que a freira disse:
- Se você tivesse olhado um pouco mais para cima teria visto um belo par de tomates..... É que eu também não quero ir para o Iraque.
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AnadoCastelo
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2:13 p.m.
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