Hoje não sei porquê lembrei-me da primeira vez que fui para a creche. Aliás, até sei, é que fui-me inscrever para a escola e parece que nos põem a fazer uma biografia nossa. Então dei uma revisãozinha mental desde que nasci e parei precisamente nesta altura. Tinha três anos quando a minha mãe me depositou lá. Choradeira toda a manhã até me habituar ao lugar e às pessoas. Lembro-me bem dos invernos, de chover muito e ver a chuva a bater nos vidros das janelas. De haver uma sala cor de rosa com estantes cheias de livros a forrar as paredes e uns sofás de criança a imitar os dos adultos, cadeiras pequenas em redor de mesas do mesmo tamanho pintadas de branco. Era uma sala que nos fazia lembrar as histórias de fadas, de meninas ricas (como a cor da sala tivesse alguma coisa a ver, santa ingenuidade) e que nos dava uma sensação de bem estar. É isso que me lembro, de fazer tudo para poder lá estar, o que era muito raro. Só iam para lá as meninas que a responsável por aquela sala chamava. E eu sempre na esperança de lá poder entrar. Poucas vezes tive esse privilégio.
Lembro-me também da alegria que era quando me iam buscar ao fim do dia, aliás lembro-me bem que tinham de nos ir buscar a partir das cinco horas da tarde, que felicidade quando víamos alguém de família.
O tempo foi passando e eu fui crescendo. Enquanto não entrei na escola primária passava o tempo ora na brincadeira cá fora, quando o tempo estava bom, ora, no inverno, na sala grande a ouvir histórias que nos contavam para nos entreterem. Sim, não era fácil entreter para aí umas 80 ou mais crianças sem fazer nada. Depois, mais uma desilusão, apareceu lá uma professora de dança para pôr meninas a fazerem ballet. Fomos postas em fila para ver quem tinha os dedos dos pés indicados para tal, mas fui rejeitada. Que triste que me senti.
Chegou a altura da escola primária. Não foi preciso mudar de sítio porque lá havia duas professoras a ensinar, uma de manhã e outra de tarde. Eu apanhei a de manhã. A professora, senhora de mais de 60 anos, chamava-se Maria das Dores. Porque será que nunca nos esquecemos do nome da nossa primeira professora? E esta era de gancho ou de pelo na venta, como se costuma dizer. Bastava ela abrir os olhos que não sabíamos onde nos devíamos esconder, mas como professora era realmente muito boa. Há coisas que aprendi com ela que nunca mais me vou esquecer. Uma vez ela mandou-me fazer um problema e eu errei a fazer as contas, não sei porquê pois até era muito boa a contas, mas errei e ela chamou-me para o pé dela e começou a perguntar-me como é que aquilo se fazia, mas o medo que tinha dela era tanto que não conseguia pensar, e de cada vez que ela perguntava e eu não respondia ela dava-me uma reguada na mão. Resultado cheguei a casa com a mão inchada. A minha mãe é que não gostou nada da graça e foi falar com a patroa que fez queixa dela ao Ministério. Nunca mais tocou em mim.
E como este texto está muito grande continuo amanhã.
quarta-feira, abril 23, 2008
RECORDAÇÕES
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terça-feira, abril 22, 2008
DESAFIO ACEITE
Um mês seria: Março.
Um dia da semana: sábado
Um número: 7
Um planeta: Venus
Uma direcção: caminho da vida
Um móvel: as minhas estantes
Um liquido: água
Um pecado: preguiça
Uma pedra: esmeralda
Um metal: aço
Uma árvore: castanheiro
Uma fruta: manga
Uma flor: coroa imperial
Um clima: tropical.
Um instrumento musical: violino
Um elemento: água
Uma cor: verde e azul
Um animal: golfinho
Um som: harpa
Uma canção: Mulheres, de Martinho da Vila
Um perfume: Rive Gauche
Um sentimento: amor
Um livro: O físico de Noah Gordon
Uma comida: arroz de marisco
Um lugar: Natal, Brasil
Um gosto: chocolate preto
Um cheiro: mar
Uma palavra: sabedoria
Um verbo: amar
Um objecto: o meu "pretinho"
Uma peça de roupa: blusa
Uma parte do corpo: olhos
Uma expressão: "que gaita"
Um desenho animado: A pequena sereia
Um filme: O telefone
Uma forma: escultura
Uma estação: primavera
Uma frase: A vida é bela nós é que damos cabo dela...
Parece que tenho de passar a mais uns, aqui vai: Cris, Susana e Pinky
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AnadoCastelo
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1:15 a.m.
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domingo, abril 20, 2008
DOR DE ALMA
Estou quase nas 15 mil visitas. Estejam atentos quem lá chegar que se acuse. Quem sabe se não terá direito a um doce. E cá vai mais um poema de António Gedeão, o meu poeta preferido.
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AnadoCastelo
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sexta-feira, abril 18, 2008
RIFA DO BURRO
Certa vez, quatro meninos foram ao campo e, por 100€, compraram o burro de um velho camponês. O homem combinou entregar-lhes o animal no dia seguinte. Mas, quando eles voltaram para levar o burro, o camponês disse-lhes:
- Sinto muito, amigos, mas tenho uma má notícia. O burro morreu.
- Então devolva-nos o dinheiro!
- Não posso, já o gastei todo.
- Então, de qualquer forma, queremos o burro.
- E para que o querem? O que vão fazer com ele?
- Nós vamos rifá-lo.
- Estão loucos? Como vão rifar um burro morto?
- Obviamente, não vamos dizer a ninguém que ele está morto.
Um mês depois, o camponês encontrou-se novamente com os quatro garotos e perguntou-lhes:
- E então, o que aconteceu com o burro?
- Como lhe dissemos, nós rifamo-lo. Vendemos 500 rifas a 2 € cada uma e arrecadamos 1.000 €.
- E ninguém se queixou?
- Só o ganhador, porém devolvemos-lhe os 2 €, e pronto!
O IMORAL DA HISTÓRIA:
Os quatro meninos cresceram.
Um fundou um banco chamado BCP,
Outro, uma empresa chamada SONAE,
Outro, uma igreja chamada Universal
E o último um partido político, chamado PS.
E estão agora a governar Portugal!!!!
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AnadoCastelo
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12:54 a.m.
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quinta-feira, abril 17, 2008
5 A 3 A CONTA QUE DEUS FEZ
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1:11 a.m.
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quarta-feira, abril 16, 2008
FALAR PORTUGUÊS CORRECTO PODE TRAZER TRANSTORNOS
O rapaz está preso na esquadra da PSP, todo rebentado ...
Aparece o advogado nomeado para o defender, e pergunta-lhe o que sucedeu. O cliente começa a explicar :
Depois disso não me lembro de mais nada ...
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AnadoCastelo
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12:53 a.m.
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segunda-feira, abril 14, 2008
ESTILOS DE VIDA?
Quando me mandaram este texto via "email" fiquei estupefacta, nem queria acreditar. Já tenho uns bons aninhos de vida e nunca vi nada assim. Já vi pessoas serem presas como um cão, mas não por vontade delas. Agora por sua vontade é que é esquisito. Como já disse não faço juízo de ninguém, mas lá que é esquisito, lá isso é. Oram vejam e leiam.
Dani Graves, de 25 anos, e Tasha Maltby, de 19, são um casal de namorados gótico de Dewsbury, norte de Inglaterra. No passado fim-de-semana foram impedidos de viajar num autocarro porque Dani passeia a sua namorada de trela.
A BBC News conta que o casal acusa a transportadora Arriva de discriminação. O condutor do autocarro rejeitou a entrada de Dani e Tasha, alegando que a trela iria pôr em risco a segurança dos restantes passageiros em caso de travagem brusca.
O caso está a ser investigado pela Arriva, empresa «que leva muito a sério qualquer acusação de discriminação», segundo um responsável da empresa, Paul Adcock.
Adcock acrescentou que a Arriva irá «pedir desculpa a Dani Graves por algum inconveniente causado pela forma como o assunto foi tratado».
Para Tasha Maltby, este foi um caso «claro de discriminação, quase como um crime de ódio», contou ao Daily Mail.
A jovem de 19 anos descreve-se como um «animal de estimação humano».
«Comporto-me como um animal e tenho uma vida bastante calma. Não cozinho nem faço limpezas e não vou a lado nenhum sem o Dani», explicou.
Tasha defende o seu estilo de vida acrescentando que «não fere ninguém» e que o casal é feliz assim, independentemente de quão estranha esta relação pareça.
Portugal Diário
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AnadoCastelo
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1:21 a.m.
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sábado, abril 12, 2008
LÁGRIMA DE PRETA
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3:38 a.m.
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quinta-feira, abril 10, 2008
A MINHA VIDA
O melhor bocadinho do dia em que relaxo e desanuvio é a ler os vossos blogues e a ler os comentários que me deixam aqui. Às vezes fico tão emocionada que até as lágrimas me vêem aos olhos. Parvoeira, dizem vocês. Alegria, digo eu.
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2:39 a.m.
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terça-feira, abril 08, 2008
PARABÉNS MARY MARY
Parabéns afilhadinha. Hoje é o teu dia e julgo que a foto condiz com o teu mar sem fim. Espero que passes um dia muito agradável e que nenhuma sombra passe por ti. Eu sei que o tempo não está lá muito famoso, mas sempre dá para ir dar uma escapadela ao cinema como tu gostas.
Um beijinho muito grande da tua fada madrinha.
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segunda-feira, abril 07, 2008
O COLEGA DO LADO
Por Maria João Lopo de Carvalho
Gramamos a família porque a hereditariedade nos impõe, gramamos o marido (ou a mulher) porque o escolhemos de livre vontade, mas gramamos os colegas de trabalho porque nos calham na rifa e temos de levar com eles em cima, a bem ou a mal, na melhor das hipóteses, oito horas por dia. Ou seja: a família, quando muito, aos domingos e feriados; o marido e os filhos, duas, três horas por dia, no máximo (metade das quais a ver televisão ou a partilhar tarefas domésticas); e os outros, para os quais não fomos ouvidos nem achados, dispõem de mais tempo e de mais espaço do que toda a nossa vida somada. É com eles que rimos, choramos, que nos irritamos, que amuamos, que lixamos ou somos lixados, que vamos à bica e às compras, é a eles que avaliamos, que ajudamos, são eles os nossos carrascos e cúmplices, os nossos amigos ou, pior, os nossos principais inimigos. É no trabalho, acho eu, que revelamos as nossas grandes capacidades e virtudes, mas também, e como há tempo para tudo, o pior que o ser humano tem: a inveja, o rancor, a gula (roubo todas as caixas de chocolates onde os meus olhos vão parar), a vaidade, a intriga, o orgulho, a luxúria (enfim, todos sabem como e porquê.
Adoro a tribo dos manteigueiros frenéticos: aqueles que só saem depois do chefe nem que fiquem a jogar paciências no computador, que nos desfazem em strogonof pelas costas, que controlam as nossas entradas e saídas de cena, bichanam com os seus superiores e ajustam contas com as secretárias e o pessoal, a quem com tanta alma chamam 'menor', baralhando sem pudor humilhação com humildade. Prefiro o folclore dos que gritam como ovelha a ser degolada mas que depois se redimem ao acrescentarem uns parágrafos triunfais na 'porra' do dossiê.
Nós os portugueses adoramos reunir. Podemos não fazer a ponta de um corno, mas reunir tem de ser. Basta reunir e já está! Não é nunca o ponto de partida, é sempre o ponto de chegada. E antes de reunir gostam de planear a estratégia para tramar o parceiro. Pode não haver estratégia para mais nada, mas para tramar o colega do lado aqui vai disto.
Agressividade quanto baste é a metodologia (odeio esta palavra) para chegar ao poder. Todos conhecem a cartilha, a cru ou disfarçada de fada boa.
Em suma, os portugueses acham que para serem melhores têm de arranjar alguém para mau da fita, é a teoria dos vasos comunicantes em todo o seu esplendor. É com 'vasos' destes - que à partida não são nem amigos, nem filhos, nem marido, nem sequer os escolhemos num menu - que temos de partilhar o cheiro, a voz, e o génio; das ramelas, à barba por fazer; das malhas na meia ao rímel esborratado, todas as horas, todos os dias, todos os anos. É tudo uma questão de 'ambiente' no trabalho!
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sexta-feira, abril 04, 2008
NOVA PONTE
Quando ouvi nas notícias que o projeto da nova ponte vai para a frente e vai ter um custo estimado em 1700 mlhões de euros, eu nem queria acreditar. O custo da nova ponte apesar de já ter uma estimativa, é realmente só uma estimativa, porque como toda a gente sabe, em geral, esses custos são sempre MUITO ultrapassáveis.
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1:53 a.m.
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quinta-feira, abril 03, 2008
O TERRORISTA
Isto não tem nada a ver com mentiras. Mas são dez minutos de boa disposição. Ora vejam:
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AnadoCastelo
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2:57 a.m.
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terça-feira, abril 01, 2008
DIA DAS MENTIRAS
Eheheh hoje é o Dia das Mentiras e aqui fica o que se fala sobre ele:
Em 1564, depois da adoção do calendário gregoriano, o rei Carlos IX de França determinou que o ano novo seria comemorado no dia 1 de janeiro. Alguns franceses resistiram à mudança e continuaram a seguir o calendário antigo, pelo qual o ano iniciaria em 1 de abril. Gozadores passaram então a ridicularizá-los, a enviar presentes esquisitos e convites para festas que não existiam. Essas brincadeiras ficaram conhecidas como plaisanteries.
Em países de língua inglesa o dia da mentira costuma ser conhecido como April Fool's Day ou Dia dos Tolos, na Itália e na França ele é chamado respectivamente pesce d'aprile e poisson d'avril, o que significa literalmente "peixe de abril".
No Brasil, o 1º de abril começou a ser difundido em Pernambuco, onde circulou "A Mentira", um periódico de vida efêmera, lançado em 1º de abril de 1848, com a notícia do falecimento de Dom Pedro, desmentida no dia seguinte. "A Mentira" saiu pela última vez em 14 de setembro de 1849, convocando todos os credores para um acerto de contas no dia 1º de abril do ano seguinte, dando como referência um local inexistente.
Alguém que não consegue aceitar os truques, ou tirar proveito deles dentro do espírito da tolerância e do divertimento também deve sofrer com a má sorte. Também se diz que aquele que for enganado por uma bonita menina será recompensado com o matrimónio, ou pelo menos a amizade dela.
Outro mito ou a superstição diz que o matrimónio no Dia da Mentira não é uma boa ideia e que um homem que se case nessa data será para sempre controlado pela esposa.
Pessoas não-residentes no ocidente pouco conhecem o costume do Dia da Mentira e são mais vulneráveis a peças na internet.
O advento da internet como um meio de comunicação mundial serviu para facilitar os traquinas no seu trabalho.
- Ilha de San Serriffe: O jornal britânico The Guardian publicou um suplemento em que mencionava esta ilha ficcional. O nome da ilha vem de "sans-serif", uma família de tipos tipográficos.
- Plantação de esparguete: O canal de televisão BBC no programa Panorama apresentou em 1957 uma reportagem falsa sobre árvores de esparguete. Muitas pessoas interessaram-se em plantar árvores de esparguete em suas propriedades.
Nesse dia é costume realizar brincadeiras de toda índole. Festeja-se de diferente forma, dependendo do lugar.
No México, na Espanha, Chile e em outros países hispânicos os meios de comunicação costumam fazer brincadeiras ou exageram o conteúdo da notícia. Tradicionalmente os jornais publicam páginas inteiras de notícias cômicas, com a advertência de que é o Dia dos Inocentes. Algumas matérias parecem sérias e enganam o leitor desprevenido.
Nos EUA, Reino Unido, Alemanha, Japão e Brasil, este dia se festeja em 1 de abril, com o nome de "April's fools" ou "Dia da Mentira", e não guarda relação com os eventos bíblicos que originaram o dia dos inocentes. O Dia dos Santos Inocentes tem origem na história bíblica do massacre das crianças ordenado pelo Rei Herodes.
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2:03 a.m.
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sexta-feira, março 28, 2008
A VIDA
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AnadoCastelo
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quarta-feira, março 26, 2008
PORQUE GRITAMOS
Recebi este texto por email há pouco tempo, mas achei-o tão bonito que não resisti de o colocar aqui. Pois é, é um texto que só podia ser de Mahatma Gandhi. Quem me dera ser um pouquinho como ele: só um pouquinho sábio.
Um dia, um pensador indiano fez a seguinte pergunta aos seus discípulos:
"Porque é que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?"
"Gritamos porque perdemos a calma", disse um deles.
"Mas, por que motivo gritar quando a outra pessoa está ao seu lado?" Questionou novamente o pensador.
"Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça", retrucou outro discípulo.
E o mestre volta a perguntar:
"Então não é possível falar-lhe em voz baixa?"
Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador. Então ele esclareceu:
"Vocês sabem porque se grita com uma pessoa quando se está aborrecido? O facto é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, os seus corações afastam-se muito. Para cobrir esta distância precisam gritar para poderem escutar-se mutuamente. Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para se ouvirem um ao outro, através da grande distância. Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão apaixonadas ou quando sentem um grande afecto por alguém? Elas não gritam. Falam suavemente. E porquê? Porque os seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena. Às vezes os seus corações estão tão próximos, que nem falam, somente sussurram. E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer de
sussurrar, apenas se olham, e basta. Os seus corações entendem-se. É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas."
Por fim, o pensador conclui, dizendo:
"Quando vocês discutirem, não deixem que os vossos corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta".
Mahatma Gandhi
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AnadoCastelo
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1:41 p.m.
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terça-feira, março 25, 2008
A PÁSCOA JÁ ERA....
Mais uma Páscoa passada. Podem nem acreditar mas desta vez nem uma amendôa pus na boca. Porca miséria. É que nem me deu para comprá-las, mas como ainda há no mercado pode ser que compre um pacotinho só para dizer que não lhes pus a vista em cima.
Também não saí de casa, não apetecia. É que acabou por fazer um tempo que ora estava vento e chuva como fazia sol e vento. Ah e friozinho a acompanhar. Só apetece é não sair da cama. Aquela célebre frase: Março, marçagão de manhã inverno à tarde verão, já era, porque este Março não tem sido assim. Pelo menos aqui para as minhas bandas.
E se me tivesse saído o Euromilhões, e não precisava de ser o primeiro prémio, comprava bilhetes e ia logo de seguida para os lados de Natal, mas ainda não é desta.
Hoje, por exemplo, que até me apetecia ir dar um passeiozinho e que até tenho a neta comigo, não posso está de chuva. Que raiva. O inverno aqui por estes lados parece que veio para ficar. Também não há crise, a neta fica a ver desenhos animados e a avó fica a ler os blogues dos amigos.
E pronto, por hoje tenham um bom dia!
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10:53 a.m.
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terça-feira, março 18, 2008
DE REGRESSO
Ora cá estou eu de regresso e espero que em força. Vocês nem sabem quanto me alegra saber que têm saudades minhas. Que bom. Eu também tinha saudades vossas. Mas chega de lamechas. Então não é que a semana passada me disseram assim: olha que para a semana já é Páscoa. Eu nem queria acreditar. Pois, este ano a Páscoa é mais cedo e já estamos em cima dela. Isto é o que faz estar em casa e quase não saber a quantas ando. Os dias passam, há sempre que fazer qualquer coisa, há sempre mais uma distracção, há sempre a comidinha para fazer, há sempre que fazer a lida da casa e por aí fora. Ah, e há também o marido doente. Os homens são muito teimosos graças a Deus. Aí há três semanas o marido apareceu com febre e com frio, deu logo para ver que era uma gripalhada, tomou comprimidos para a febre e para a gripe e no terceiro dia já estava outra vez na oficina. Resultado, na segunda feira a seguir já estava outra vez de cama com febre e mais frio. Recaída, com certeza. Há que tomar antibiótico porque da maneira que tinha os bronquios já lá não ia de outra forma. Escusado será dizer que aqui a enfermeira de serviço (sim porque as mulheres são enfermeiras 24 horas por dia) teve de o aturar uma semana inteirinha e a mudar-lhe pijamas de madrugada por causa da febre. Homens pá!!! Homens!!! Porque se fosse ao contrário, não era assim. Mas pronto, há que relevar, como diz o brasileiro.
Estamos em semana Santa e perdoar não custa. Às vezes queixamo-nos, mas quando vimos o caso mal parado ficamos logo de cabelos em pé. Mulher é assim mesmo.
E agora está a fazer-se tarde porque amanhã tenho de levantar mais cedo, tenho a netinha a fazer-me companhia. Uau!!!
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1:33 a.m.
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quarta-feira, março 12, 2008
ATÉ QUE ENFIM
Bom o meu "pretinho" já chegou são e salvo, apesar de ainda precisar de uns pequenos ajustes, mas que não impede de eu voltar ao comando. Agora é só pôr a leitura em dia.
No entanto, não queria deixar aqui de referir a vergonha do nosso Festival da Canção. Já foi no domingo, mas me perdoem porque só agora é que posso escrever. Mas voltando ao dito cujo, as canções concorrentes ao festival, que se querem de qualidade ou mesmo que o não seja, sejam de canções que nos fiquem no ouvido continuam uma vergonha. Não as ouvi todas por inteiro, mas como eles deram a "reprise", deu para conferir as canções concorrentes. No meu entender só havia uma festivaleira, que nem sequer foi premiada nos três primeiros lugares. Dizem eles que foi o público que votou, mas eu fico com as minhas dúvidas, pois a que ficou em primeiro lugar até que não é uma música feia, mas não é certamente uma canção apropriada para este tipo de festival. E enquanto for este tipo de canções lá fora se ficarmos em penúltimo lugar já é muito bom. Que tristeza.
Eu lembro-me quando era mais jovem o País inteiro parava para ver o festival da canção, agora acho que muito pouca gente o vê. Também, pudera, com o estilo de canções que lá vão quem é que lhe interessa ver?
Ponham-me a mim a escolhê-las e vão ver que ficamos nos primeiros lugares!!!
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AnadoCastelo
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quinta-feira, março 06, 2008
ESPERANÇA NÃO FALTA
Isto está a ser um parto difícil. Mas é assim a vida. Neste momento não tenho carro (só meu). O marido é que tem. E é difícil andar carregada em transportes públicos. De maneira, há que aproveitar o marido estar doentinho (gripalhada) para aproveitar o carro e levar o computador para o arranjo. Deculpem, mas, já estou a ser repetitiva com o arranjo do computador. Mas assim que estiver pronto eu cá estarei novamente. Espero que o próximo post já seja para falar de outras coisas.
Pinky, minha querida, o jogo que aqui falei não é de "play station", mas para jogar no computador. Vai à Google mete o nome do jogo e aparece o "site" do próprio jogo, entra e já ficas com uma ideia de como se joga. Ah, e segundo parece tem que se pagar, mas a afluência tem sido tanta que para a próxima primavera já vai sair a terceira rodada do mesmo. Já tenho o pessoal em casa ansioso por esta saída. O jogo é engraçado porque é feito por níveis e conforme vais jogando vais ultrapassando esses mesmos níveis, além de poderes escolher o boneco que jogares durante esse tempo. E por aí fora.
Saudades para todos!
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AnadoCastelo
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