terça-feira, setembro 30, 2008

BORA TENTAR?

terça-feira, setembro 30, 2008

Dois empregados numa fábrica estavam a conversar.
- "Conheço uma maneira de conseguir uns dias de folga!"- disse o homem.
- "E como achas que conseguirás?"- disse a loira.
Ele respondeu à pergunta demonstrando.
Subiu pelas vigas e pendurou-se de cabeça para baixo.
Nesse momento o chefe entrou, viu o empregado pendurado lá em cima eperguntou:
- "Que diabos estás fazendo?"
- "Sou uma lâmpada" - respondeu o empregado.
- "Hmmm, acho que precisas de uns dias de folga" - comentou o chefe.
Ouvindo isto, o homem desceu da viga e dirigiu-se para a porta.
A loira preparou-se para sair também, e o chefe puxou-a pelo braço e perguntou:
- "Onde pensas que vais?"
- "Para casa. Não consigo trabalhar às escuras."

sábado, setembro 27, 2008

O TEU PAI É VIDRACEIRO?

sábado, setembro 27, 2008

Tenho uma amiga que vive no campo e para contactar connosco manda-nos mails sempre muito engraçados. Desta vez, conta aqui a chegada da neve pelas suas bandas, ou pelos seus sítios, como queiram chamar. Para mim, ela escreve como ninguém e sempre com muito humor. Eu sei que este texto dela é já um pouco antigo, mas ao relê-lo ainda me ri como se fosse da primeira vez. Então cá vai:

Caixa de bombons
A minha geração, que aprendeu inglês por manuais do ensino público, foi instruída para saber dizer "is your father a glazier?". Faltava só perceber a importância de tal saber. Pois tardou, mas arrecadou e cá veio esta madrugada: o vidraceiro é daqui da zona e deixou os vidros espalhados pelo chão fora, numa extensão inaudita. Parti logo uma série deles, a passear os canídeos ao romper d'alva. Hoje, alva com propriedade! Tenho cenários de caixa de bombons suíços colados nas janelas. A evolução do gelo é o próximo "happening" local.
Entabulei mesmo conversa com o motorista do limpa-neves! Não sabia, mas até já o conhecia. Costuma trazer-me lenha e encaminhar-me os sobreiros. Ontem, ele e mais uns vizinhos apiedaram-se das centenas de atolados das neves, saíram -- por sua iniciativa -- com os tractores grandes e as retro-escavadoras (de cabine aberta!) para a estrada e foram os heróis do dia para montes de nós. A Protecção Civil tem mais com que se preocupar, em tempo de acalmia, do que apoiar e organizar as pequenas associações e esta generosidade aldeã -- mas claro está que, quando há catástrofes, são mesmo elas que nos valem...
A relatividade do tempo
Sim, deu-me a maluca e fui almoçar ao Reguengo, com uns amigos de Lisboa, que, desapercebidos do nevão, vieram visitar os campónios. Para lá, tudo lindo! A neve acabava por voltas da gruta do Escoural, numa fotografia que não tirei porque já estava atrasada para o almoço. A miudagem da minha freguesia ficou para trás, atirando bolas de neve, os pais fotografando a esmo, os velhotes desencostados das ombreiras e comentando: "ná, nã se vê uma côsa assim d'há cinquentanos, ê cá nunca na vi assim tãtamanha (e têm para cima dos setenta)". E os pobres da vilória baixa, gozava eu, só com umas pingotas de chuva e lama. O almoço correu muito bem, sob todos os aspectos, e muitos queriam dar-lhe continuação em Montemor. Mas eu e a minha amiga Xana tínhamos de ir, esperavam-nos uns trabalhos muuuuuuuuuito urgentes, não podíamos continuar em folias e, muito responsáveis, metemos as duas para casa. A neve já então caía há bem uma hora, mas ainda se apagava ao tocar o chão. Só que... A gente esquece-se que isto é uma serra e que sobe bem. "A gente", fui eu e mais umas dezenas de taralhocos. Tudo gente cheia de pressa para qualquer coisinha. Que a meio da subida foi obrigada a dar-se conta de que devia ter tracção às quatro rodas... ou parar. E parámos. Durante quase duas horas, esperámos que o efeito-telemóvel surtisse algum resultado. Antes que acabasse a gasolina ou a bateria, perdendo-se assim o luxo do ar condicionado. Mas correu tudo de feição. A primeira visão onírica do dia foram os bombeiros de Montemor. No meio de uma tempestade, rebocaram-me os 200 metros que faltavam até ao cume (é mesmo um desespero: a ver-se, ali assim, a olho nu, a solução para o problema e não se conseguir chegar lá!). Na descida, o Bóia andava com a sua "bondosa" a fazer de limpa-neves, até ao Escoural. Aí, já não arrisquei subir para a Boa Fé. Fui à GNR, para me avisarem quando podia passar na estrada. Duas horas depois, sempre sem informações do estado da via, telefonei eu própria ao já referido Bóia, a saber se ele estava a limpar a estrada que me interessava ou se sabia quem estivesse. Sossegou-me, dizendo que não tinha conhecimento de estar impedida; mas que, se eu precisasse, me ia lá safar. Isto sim, é qualidade de vida, isto sim, é vizinhança, isto sim, é dar solução aos problemas! Mas não foi preciso, porque os meus vizinhos da Boa Fé que tinham tractores grandes com baldes andavam numa fona, serra abaixo, serra acima, a limpar neve (50 cm dela, nalguns pontos!) e a rebocar os despistados. Eu e a Xana chegámos a casa noite escura, moídas e com um caos para gerir. Em casa do pai dela, havia uma lareira acesa e comidinha, que os foliões já tinham chegado há um tempão... A minha estava entregue ao gelo: a salamandra não aguentou esperar por mim, e arrefeceu... O trabalho muuuuito urgente não teve outro remédio senão esperar -- e sobreviveu, que ainda aqui está...
Traição japonesa
O caminho, habitualmente de terra batida, ficou quase intransitável. Os ramos das árvores não aguentaram o peso da neve e juncaram o trajecto; a mistura do gelo com o barro transformou o piso num patinódromo e, finalmente, optei por deixar a viatura no meio do caminho, antes de ir parar a uma valeta ou partir qualquer coisinha que me fizesse falta. E ia para buscá-lo hoje, às 7 da matina. O dia amanheceu... indizível -- já conto. Mas o que interessa é que tinha deixado a máquina fotográfica no porta-bagagens do carro. Os cães apreciaram o longo passeio matutino, com o Caló a revelar os seus dotes de camaleão, o pêlo branco disfarçado de tufo de neve. Mas quem é que conseguia abrir as portas do automóvel?! Nem centralina, nem fechaduras: nada funcionava, geladinhas.
Perda irreparável
O que me fez perder a oportunidade de fotografar a cor! Também ninguém acreditaria que as fotografias não tinham tido tratamento laboratorial ou que o rolo não estava estragado. É que tudo emanava ciano! Tudo?! Não: um triângulo de céu resistia à paz, à suspensão, à irrealidade, em fortes tons de fogo, qual pôr-do-sol africano. Único e só visto. O resto era uma sucessão daqueles clichés National Geographic: as primeiras estalactites; os pardalitos sobreviventes a saltaricarem nas imediações de uma ponta de verde; os trilhos cruzados de manobras do jipe da Paula e do Paulo, que apareceram in promptu na melhor altura; o verdadeiro edredon de neve -- versão séc. XXI do manto de neve, mais um que só visto --todo à volta da casa, onde o tijolo-burro acolhia a espessura branca de forma bem mais firme do que as juntas de cimento, ficando tudo às almofadinhas... Pronto, graças ao choque térmico, eis que, só quando se conseguir consultar a mente directamente, essas imagens saltarão à vista.
Incondicional
A Lola está comigo e não abre mão: a salamandra foi a mais brilhante iniciativa dos últimos anos! Passámos a noite como se não houvesse gelo, neve e fantasmas gigantes à nossa volta.

sexta-feira, setembro 26, 2008

E ESTA HEM...

sexta-feira, setembro 26, 2008

Um avião está prestes a despenhar-se. Há 5 passageiros a bordo mas o avião só dispõe de 4 paraquedas.
O primeiro passageiro diz:
- Sou o Ronaldo, o melhor jogador de futebol do mundo. O futebol precisa de mim. Não posso morrer, devo isto aos meus fãs.
Apanha o primeiro paraquedas e salta. O segundo passageiro, o Dalai Lama, diz:
- Eu sou o pensador mais importante do mundo. De mim depende o karma, o desenvolvimento da humanidade e a sua evolução. Não posso abandonar este mundo no ponto mais crucial dos meus estudos. Apanha o segundo paraquedas e salta.
O terceiro passageiro diz:
- Eu sou o grande José Sócrates, Primeiro-Ministro de Portugal, Secretário-Geral do PS e candidato a uns tachitos no futuro. Tenho uma enorme responsabilidade na política nacional como garante do trabalho dos meus amigos sem qualificações que distribuí pela Administração Pública. Por eles e pelo povinho que enganei, não posso morrer. Apanha um paraquedas e salta.
O quarto passageiro, o Papa Bento XVI, diz ao quinto passageiro, um rapazinho de escola:
- Já estou velho. Vivi a minha vida como um homem de bem e pastor de almas. E ainda que acabado de chegar a Papa, deixo-te o último paraquedas. Tu tens toda uma vida à tua frente para viveres! Tu não podes morrer. O rapazinho pisca um olho ao Papa e diz:
- Não se preocupe que não há problema algum. Também há um paraquedas para si. O grande Primeiro-Ministro e Secretário-Geral do PS saltou com a minha mochila da escola...

MORAL DA HISTÓRIA
Cada País tem o Primeiro-Ministro que merece.

quarta-feira, setembro 24, 2008

FESTIVAL DE HARBIN

quarta-feira, setembro 24, 2008

Recebi há uns tempos este mail. Ainda não o tinha visto, mas não podia deixar de o pôr aqui pois as fotos são muito bonitas e fica-se a saber sobre este evento, que eu desconhecia.

A temperatura em Harbin atinge quarenta graus abaixo de zero (Fahrenheit ou Celsius), e assim permanece por quase 6 meses. A cidade fica bem mais ao norte que a conhecida e gelada Vladivostok, Russia, apenas 300 milhas de distância. Então, o que leva as pessoas até lá, em cada inverno? Assistir a um Festival ao ar livre, claro! Em vez de gelar de frio, os moradores de Harbin celebram ele, com um festival anual de competições de escultura de gelo e neve. A escultura a seguir é a surpreendente escultura que saudou os visitantes no festival de 2003.
As esculturas de gelo e neve de Harbin datam dos tempos da dinastia Manchu, mas o primeiro show organizado foi realizado em 1963, e o festival anual propriamente dito, só começou em 1985. Desde então, o festival se transformou num gigantesco evento, atraindo milhões de turistas de toda parte do mundo a cada inverno. As esculturas vêm se tornando cada vez mais artísticas e elaboradas; esse urso e seu filhote são apenas uma pequena parte de uma escultura de 50 metros de comprimento.

A maior parte das esculturas que serão mostradas são de competidores. Cada equipa começa com um cubo de neve maciça com aproxidamente 3 metros de lado, e começa esculpindo-o. As equipas vêm de toda parte: Rússia, Japão, Canadá, França, e até mesmo da África do Sul. Parte da brincadeira é descobrir a nacionalidade de cada equipa, baseando-se no seu estilo artístico, antes de ler as indicações. Eu acredito que esta, a seguir, seja da equipa Russa.
O sol começa a aparecer por detrás da magnífica escultura. O festival de neve é, em verdade, separado do festival de gelo; os dois ocorrem ao norte do Sun Island Park, que fica ao norte do rio que banha Harbin, Songhua Jiang. Harbin está situada ao sul do rio, de forma que é um percurso bastante frio ao longo das esculturas. Parece ainda mais frio quando se cruza a ponte sobre o largo e gelado Songhua Jiang.
Eu fiquei surpreso ao descobrir esta escultura de um Nativo Americano sentado a noroeste da China; essa escultura foi elaborada pela equipa Canadense. As equipas Chinesas têm muitas esculturas no festival, outras num outro sector fora do festival, mas a maioria não tem as dimensões deste surpreendente trabalho.
Até mesmo o pôr-do-sol em Harbin é frio, e apesar de somente no meio da tarde o sol estar sobre o festival de neve, a temperatura cai ainda mais até o congelamento. Mas a escuridão que se aproxima, é na verdade, bem-vinda, porque significa que o festival de gelo está para começar.
O festival do gelo, a poucas milhas de distância do festival de neve, está longe de ser enfadonho e incolor. Pessoas se amontoando na entrada são recebidas por músicas dançantes que ecoam à distância, como se fosse um concerto pop. E luzes de neon brilham por toda a parte, encravadas em enormes blocos de gelo formando estruturas de mais de 30 metros de altura, como estas enormes estruturas após a entrada.
Veja uma vista do alto dessa estrutura, recordando uma construção em estilo russo e uma imitação da Grande Muralha, ambas moldadas em gelo. No topo dessa estrutura, a perfeição em si mesma – imagine-se subindo uma escada de gelo sólido com 2 pisos sem nenhum corrimão. O bloco amarelo à direita e a sacada à esquerda, embaixo, são todos de gelo, sem nenhuma estrutura interna que os suportem – apenas luzes.
A Grande Muralha é um grande “escorrega”; apenas sente-se e deslize. Você pode atingir enormes velocidades e esborrachar-se espetacularmente no final se estiver usando roupa lisa, mas não irá a lugar nenhum se estiver usando roupas aveludadas.
Uma vista aérea do festival, tirada do topo da Grande Muralha de gelo. É como um tema de um parque da Disneylândia, com múltiplas atrações com esfomeados e crianças correndo por toda parte e em filas para os banheiros. As únicas diferenças são as temperaturas 100 graus mais frias e estruturas feitas de gelo, não de plástico – e escorregando e caindo aqui não resulta em processos judiciais.
Um navio inteiramente construído de gelo, com passageiros e tudo. Apesar de provavelmente não estar em condições de navegar, certamente ele flutuaria, - até porque ele é feito de gelo. Centenas de anos atrás, durante a dinastia Manchu, as esculturas eram acesas unicamente por velas.
Uma das mais populares actividades do festival é escalar uma parede de gelo sólido. Surpreendentemente, não vi uma única pessoa cair, e a maioria consegue atingir o topo. Todo o gelo vem do Songhua Jiang, o rio ao lado, onde provem um inesgotável suprimento; enormes serras são necessárias para cortar o gelo, que pode ter metros de espessura.
O festival de neve é uma mostra de arte; o festival de gelo é mais uma mostra de arquitetura. Mesmo assim, um grande número de esculturas podem ser encontradas no festival de gelo, como esse “cavalo vivo”. Jovens ágeis com bom equilíbrio escalam os cavalos para tirar fotos. Observem as camadas de gelo no cavalo; blocos de gelo são fundidos de modo a formar blocos maiores, de modo que as esculturas - ou enormes construções – possam ser feitas.
O Templo de Thai, de gelo, completo com corredores e quartos no interior. Há muitos e muitos anos, a Disney fez um filme chamado "Wonders of China" – ainda mostrado no Pavilhão da China em EPCOT – o qual inclui uma breve secção do Festival do Gelo de Harbin. No filme, as esculturas são pequenas, pouco maiores que lâmpadas no interior de globos e incrustradas em gelo. Isso mudou um pouco desde aqueles tempos.
(Autor desconhecido)

terça-feira, setembro 23, 2008

20.000 VISITAS

terça-feira, setembro 23, 2008

Agradeço aos meus queridos visitantes o terem-me lido e a paciência que têm tido para comigo ao longo destes últimos dois anos. Nem acredito que já se passou tanto tempo, num ápice. Escrevi o que senti, algumas emoções e também umas anedotas para aliviar o stress. Ainda hoje fico surpresa por ter tido tantos visitantes, mas a todos agradeço do fundo do coração e espero continuar a ser visitada e a ter alguns como amigos. OBRIGADO A TODOS. BEM HAJAM!!!

segunda-feira, setembro 22, 2008

HISTÓRIA DO BACALHAU

segunda-feira, setembro 22, 2008

O “Gadus Morhua”.

Exactamente... Trata-se do vulgar bacalhau. E queria compartilhar convosco o que dele soube.
O bacalhau cresce de forma rápida e reproduz-se – entre Janeiro e Abril - também rapidamente, já que cada fêmea põe, por ano entre 4 a 6 milhões de ovos. Contudo, só cerca de 1% sobrevive e chega à fase adulta. Aos dois anos o bacalhau já tem 50 cm. Vive perto de 20 anos altura em que atinge 1,5m e chega a pesar 50 Kg.
É um peixe estenoterno, o que significa que só pode viver a determinadas temperaturas – frias – pelo que anda em constante rodopio entre a Noruega, Terra Nova, Islândia, Canadá e Alaska.
Os primeiros comerciantes deste peixe foram os Bascos, em redor do ano 1000. Já conhecedores do sal comercializavam o peixe curado, salgado e seco, o que era feito nas próprias rochas, portanto, ao ar livre.
Mas terão sido os Vikings os primeiros a usá-lo na alimentação. Desconhecedores do sal, secavam o peixe em tábuas de madeira até que perdesse a quinta parte do seu peso. Depois era cortado em cubos que eram guardados para a alimentação.
Os Portugueses são os maiores consumidores de bacalhau do mundo. Contudo, só a partir do século XV o peixe entra na dieta em Portugal, durante o período das Descobertas. Em 1497 os primeiros exemplares são trazidos da Terra Nova. Em 1508 o bacalhau já representava 10% da alimentação nacional. O Rei D. Manuel I, grande apreciador de bacalhau, criou um imposto sobre a pesca do bacalhau, o chamado "Dízimo da pescaria". Este imposto destinava-se a patrocinar expedições para a pesca do bacalhau. As primeiras frotas pesqueiras de bacalhau eram pertença do Reino e só em meados do século XIX, altura em que o imposto sobre a pescaria foi abolido, se autorizou a que particulares se dedicassem, de igual modo, a este negócio.
As primeiras embarcações privadas eram à vela, feitas de madeira e a pesca fazia-se à linha. Os homens do mar chegavam a trabalhar 20 horas por dia.
O bacalhau foi uma revolução na alimentação, já que na altura em que começou a ser usado os alimentos estragavam-se pelas precárias condições de conservação. A salga e a seca do bacalhau, além de garantirem assim a sua conservação, apuravam o seu gosto.
A disputa entre os países foi tanta, que o peixe esteve na origem de duas guerras, a primeira em 1532 entre a Inglaterra e a Alemanha e, a segunda em 1585 entre a Inglaterra e a Espanha.
Actualmente Portugal importa cerca de 90% do bacalhau que consome, grande parte dele já salgado e seco. O bacalhau salgado e seco é dos alimentos mais completos, já que conserva toda a qualidade do peixe fresco. Rico em minerais vitaminas e proteínas, apresenta uma taxa de gorduras de apenas 1gr./ 100 gr. de peso. Para além do mais, comido da forma mais simples – cozido – é de fácil digestão. Quando há necessidade de o temperar à mesa, tal deve ser feito com azeite português, virgem, com um grau de acidez nunca inferior a 1º.
Já Eça de Queiroz escrevia que um bom tinto “é um casamento feliz com o bacalhau pela acção do tipo de sabores frutados do vinho o que dá uma sensação gustativa indirecta da doçura que ameniza o gosto oposto salgado do bacalhau”. O vinho alentejano, por mais encorpado, é o ideal para se acompanhar o peixe.
José Luis Gomes de Sá Junior foi, a certa altura cozinheiro no Restaurante Lisbonense. Aí criou a sua célebre receita, servida pela primeira vez em 1914. Viria a morrer em 1926.
José Valentim, mais conhecido pelo Zé do Pipo, viveu no Porto onde era dono do restaurante com o mesmo nome. A si se lhe deve a confecção do seu prato em que as postas de bacalhau eram cobertas por maionese e depois levadas ao forno a gratinar.
Nos últimos 20 anos, contudo, assistiu-se a uma pesca excessiva do bacalhau, o que motivou que os cardumes fossem substancialmente reduzidos. A modernização da indústria pesqueira não foi alheia a este facto. O bacalhau tornou-se assim uma espécie em via de extinção o que motivou já que a Comissão Europeia reduzisse drásticamente as quotas de pesca do mesmo, a partir de 2006. Contudo, a Noruega, por não fazer parte da Europa comunitária, já disse que não aceitaria esta norma...
Portanto, se gostam de bacalhau apreciem-no enquanto ele ainda está disponível...
(Autor desconhecido)

sábado, setembro 20, 2008

A ORIGEM DA @ (ARROBA)

sábado, setembro 20, 2008

Na idade média os livros eram escritos à mão pelos copistas. Precursores da taquigrafia, os copistas simplificavam o trabalho substituindo letras, palavras e nomes próprios, por símbolos, sinais e abreviaturas. Não era por economia de esforço nem para o trabalho ser mais rápido. O motivo era de ordem económica: a tinta e o papel eram valiosíssimos.
Foi assim que surgiu o til (~), para substituir uma letra (um 'm' ou um 'n') que nasalizava a vogal anterior. Um til é um enezinho sobre a letra. O nome espanhol Francisco, que também era grafado 'Phrancisco', ficou com a abreviatura 'Phco' e 'Pco'. Daí que foi fácil o nome Francisco ganhar em espanhol o diminutivo Paco.
Os santos, ao serem citados pelos copistas, eram identificados por um feito significativo em suas vidas. Assim, o nome de São José aparecia seguido de 'Jesus Christi Pater Putativus', ou seja, o pai putativo (suposto) de Jesus Cristo. Mais tarde os copistas passaram a adoptar a abreviatura 'JHS PP' e depois 'PP'. A pronúncia dessas letras em sequência explica porque José em espanhol tem o diminutivo de Pepe.
Já para substituir a palavra latina 'et' ('e'), os copistas criaram um símbolo que é o resultado do entrelaçamento dessas duas letras: &. Esse sinal é popularmente conhecido como 'e' comercial e, em inglês, tem o nome de ampersand, que vem do 'and' ('e' em inglês) + 'per se' (do latim 'por si') + 'and'.
Com o mesmo recurso do entrelaçamento de letras, os copistas criaram o símbolo @ para substituir a preposição latina 'ad', que tinha, entre outros, o sentido de 'casa de'. Veio a imprensa, foram-se os copistas, mas os símbolos @ e & continuaram a ser usados nos livros de contabilidade. O @ aparecia entre o número de unidades da mercadoria e o preço; por exemplo, o registo contabilístico '10@£3' significava '10 unidades ao preço de 3 libras cada uma'.
Nessa época o símbolo @ já ficou conhecido como, em inglês, 'at' ('a' ou 'em').
No século XIX, nos portos da Catalunha (nordeste da Espanha), o comércio e a indústria procuravam imitar práticas comerciais e contabilísticas dos ingleses.
Como os espanhóis desconheciam o sentido que os ingleses atribuíam ao símbolo @, supuseram, por engano, que o símbolo seria uma unidade de peso.
Para este entendimento contribuíram duas coincidências:
1- A unidade de peso comum para os espanhóis na época era a arroba, cujo 'a' inicial lembra a forma do símbolo.
2- Os carregamentos desembarcados vinham frequentemente em fardos de uma arroba. Dessa forma, os espanhóis interpretavam aquele mesmo registo de '10@£3' como 'dez arrobas a 3 libras cada uma'. Então, o símbolo @ passou a ser usado pelos espanhóis para significar arroba.
Arroba veio do árabe ar-ruba, que significa 'a quarta parte': arroba ( 15 kg em números redondos) correspondia a 1/4 de outra medida de origem árabe (quintar), o quintal ( 58,75 kg ).
As máquinas de escrever, na sua forma definitiva, começaram a ser comercializadas em 1874, nos Estados Unidos (Mark Twain foi o primeiro autor a apresentar seus originais dactilografados). O teclado tinha o símbolo '@', que sobreviveu nos teclados dos computadores.
Em 1972, ao desenvolver o primeiro programa de correio electrónico (e-mail), Roy Tomlinson aproveitou o sentido '@' ('at' em inglês), disponível no teclado, e utilizou-o entre o nome do usuário e o nome do provedor. Assim Fulano@ProvedorX passou a significar 'Fulano no provedor (ou na casa) X'.
Em diversos idiomas, o símbolo '@' ficou com o nome de alguma coisa parecida com sua forma. Em italiano chiocciola (caracol), em sueco snabel (tromba de elefante), em holandês, apestaart (rabo de macaco). Noutros idiomas, tem o nome de um doce em forma circular: shtrudel em Israel, strudel na Áustria, pretzel em vários países europeus.

quinta-feira, setembro 18, 2008

AS MINHAS MINI FÉRIAS

quinta-feira, setembro 18, 2008

Já cheguei e há muito, mas tenho estado à espera que a filhota tire as fotos da máquina para alindar aqui o burgo. Foram três dias muito porreiros, não cozinhei, iupiiii!!! Vocês não sabem o que é pensar todos os dias o que é que se vai fazer para o almoço e quando já está tudo mais ou menos resolvido e despachado lá se tem de pensar o que se vai fazer para o jantar, e volta tudo ao mesmo. Eu admiro as cozinheiras que gostam do seu trabalho, mas eu faço porque tenho de fazer. Claro que se tiver visitas, aí sim já acho piada, mas o dia a dia, ai é uma rotina danada. Mas lá vamos lá à viagem:

1º Dia
Nada de especial, só o contentamento de sair de casa. Almoçámos em Alcácel do Sal e depois rumámos a sul. Como fomos sem pressa e pela antiga estrada deu para ver a paisagem alentejana, só tive pena de não ter passado por Vila Nova de Milfontes, mas fica para a próxima. Chegámos ao Algarve já quase ao fim da tarde, mas valeu a pena.

2º Dia
Depois da higiene pessoal, pequeno almoço. E tive uma ideia brilhante!!! Falei com o marido e disse-lhe que nunca tinha ido a Ayamonte. Tantas vezes que já fui lá abaixo e nunca tinha atravessado o rio para o outro lado. Não sei porquê, mas ele lá me fez a vontade. Rumámos em direcção a Vila Real de Santo António e barco connosco. Ainda pensei que nos pedissem o Bilhete de Identidade, mas qual quê, não foi preciso nada. Se tivéssemos de fazer asneira fazíamos e ninguém dava por isso. Como eu tinha pegado no mapa e visto como era o terreno por lá disse-lhe logo que gostaria de ir a Isla Canela, que são para aí uns 2 kilómetros mais a sul. Lá fomos. O pessoal gostou imenso e achou piada às janelas recortadas com traço árabe dos edifícios, que 90 por cento são só para o turismo. Eu juro que não desprezaria ali umas fériazitas. Bom, acabámos por almoçar por ali numa bela esplanada e fiquei bem admirada porque a comida estava muito boa e não eram só fritos como é costume deles. Depois do almoço passeámos por ali e voltámos para o barco rumo a Portugal. Quando chegámos ainda fomos a Monte Gordo até à praia, estava uma tarde fantástica, como não levava vestido o biquini fiquei na esplanada com o marido enquanto a filhota e a amiga foram para a água. Soube que nem ginjas, fim de tarde sentada quase a ver o pôr do sol e a beber uma bebidinha bem fresquinha. Depois regresso a casa, que ainda eram uns quilómetrozinhos.

3º Dia
Bom, aqui já começou a bater uma certa tristeza. Era o último dia. Malas feitas, metidas no carro, pequeno almoço tomado e viemos com destino a Portimão para o célebre almoço da sardinha assada ao pé da ponte. Pois é, chegámos a Portimão e o marido andou às voltas para encontrar a zona do rio onde se contram os restaurantes da sardinha assada, mas fomos parar ao Alvor. É que as coisas estão bem mudadas desde a última vez que lá fomos e o marido perdeu-se, mas depois lá fomos outra vez para o rumo certo e encontrámos os tais ditos restaurantes, só que está tão mudado que já não tem tanta piada como antigamente, no entanto, não quer dizer que não esteja melhor, pelo menos tem melhor aspecto, mais limpo e mais funcional. Gostei. Só falei que não tinha piada porque já não tem aquele aspecto tosco, quase de feira, mas pronto, está melhor e é o que interessa. Ui, as sardinhas estavam uma maravilha, só de pensar já comia uma. Depois de almoço, lá viemos com destino a Lisboa, desta vez já pela auto-estrada.
Só foi pena que a filhota tenha perdido a oportunidade de ir ver a Madonna, mas essa já é outra história.

quinta-feira, setembro 11, 2008

MINI FÉRIAS

quinta-feira, setembro 11, 2008

Vou estar fora estes próximos três dias, na segunda feira cá estarei de volta. Preciso de arejar as ideias e não só, também não vou muito longe mas, pelo menos, vai-me saber que nem ginjas, ou seja, muito bem. Só de pensar que vou para o pé do mar já me renova as energias. Mas não me esqueço de vocês, assim sendo, cá vai mais uma anedota para alegrar os meus leitores até eu chegar.


A FISIOTERAPEUTA
Duas mulheres estavam jogando golfe numa manhã de sábado. Uma delas errou a tacada e atingiu um jogador próximo. Quando a bola atingiu o homem, ele imediatamente, juntou suas mãos entre as pernas e ajoelhou-se gemendo de dor. A mulher então correu até o local e pediu desculpas, explicando que era fisioterapeuta.
- Por favor, deixe-me ajudá-lo. Sou fisioterapeuta e sei como aliviar a dor que esta sentindo! Posso fazê-lo sentir-se melhor se você deixar!
- Ummph . . oooooh . . . Não, não precisa, já vai passar. Ficarei bem em alguns minutos (disse o cara, quase sem poder respirar, mas continuando em posição fetal, com as mãos entre as pernas).
Mas ela, cheia de culpa, insistiu e ele finalmente permitiu que o ajudasse. Delicadamente, ela afastou as mãos do cara e deitou-o de lado, abrindo a braguilha da sua calça. Colocou a mão por dentro e iniciou uma massagem no saco do cara. Após alguns minutos, ela pergunta:
- Como está agora?
Ele responde:
- Hummm... Ótimo!!! Meu dedo até parou de doer...

terça-feira, setembro 09, 2008

TENTAR AGRADAR AOS OUTROS....

terça-feira, setembro 09, 2008

Ilustração de Ivone Ralha


Outro dia estava a ver o programa da Oprah onde se discutia o porquê de as pessoas não se afirmarem e tentarem só agradar aos outros. Pois é, revi-me um bocado na discussão porque até há muito pouco tempo eu me anulava quase a noventa por cento, por essa mesma razão. Achava que devia concordar com tudo e todos para ser agradável. Depois percebi que o meu trauma era por detestar discussões e por isso essa passividade. Hoje já não penso assim, felizmente, todos temos direito à nossa opinião e não é preciso discutir para dá-la. Talvez também seja a minha idade que é outra e me faça ver, que além de não ser mais jovenzinha, já tenho estatuto para poder dizer certas coisas sem as pessoas ficarem chocadas ou magoadas. Além disso, já posso dizer que não quero, que não gosto, que não me apetece, coisas que evitava ao máximo dizer ou fazer. Felizmente que os jovens já não têm essa postura actualmente. No meu tempo seria impensável dizer NÃO a que quer que fosse. Também sabemos que há limites para certas situações, mas para outras não é preciso sermos tão passivos. Também sabemos que essa passividade pode ser insegurança. Talvez. Mas lembro-me que quando era pequena éramos atirados um pouco para a selva citadina e não havia tanta compreensão como agora. Por exemplo, no jardim de infância diziam-nos para estarmos calados, e tínhamos de estar senão éramos castigados e bem. Na escola primária, por exemplo, se não respondessemos como a professora queria, era reguada nas mãos e mais nada. Tudo isso marca muito a infância. Aí poderá estar o início do caminho social para o resto da vida e é isso que temos de ponderar para que os nossos filhos e netos, não passem pelo mesmo e tenham uma vida social mais sólida, mais feliz e menos conturbada. A família pode e deve ajudar, mas os professores também têm uma quota parte de trabalho na feitura e modelagem do novo e futuro cidadão. De maneira nenhuma que se pede para os professores substituirem a família, mas darem só um empurrãozinho para que tudo corra melhor.

domingo, setembro 07, 2008

SENSATEZ!!!!!!!

domingo, setembro 07, 2008

No meio de um julgamento, pergunta o Juiz:

- O senhor chegou em casa mais cedo e encontrou a sua mulher na cama com outro homem ?
- Correto, meritíssimo! - diz o réu de cabeça baixa.
Continua o juiz:
- O senhor pegou sua arma e deu um tiro na sua mulher, matando-a na hora?
- Correto, meritíssimo! - repete o réu.
- E por que o senhor atirou nela e não no amante dela?
O réu responde:
- Senhor Juiz, me pareceu mais SENSATO matar uma mulher uma única vez, do que um homem diferente todos os dias.

Absolvido na hora!

sexta-feira, setembro 05, 2008

QUEM SABE GEOGRAFIA???

sexta-feira, setembro 05, 2008

As férias estão no fim, as aulas estão à porta e a pequenada prontinha para o início do novo ano escolar. Uns ansiosos, porque é o primeiro dias de aulas, outros porque vão rever amigos, outros ainda, mais velhinhos, a pensarem na seca dos professores que vão ter de aturar. É o costume.
No entanto, achei este bonequinho animado muito giro e não consegui resistir a pô-lo aqui para brindar os estudantes que não sabem geografia (esta devia ser para os americanos que dizem que Cuba é em África, eheheh).
Então cá vai.

domingo, agosto 31, 2008

EU APRENDI...

domingo, agosto 31, 2008


Eu aprendi...
- que ter uma criança nos braços é um dos momentos mais pacíficos do mundo;

Eu aprendi...
- que ser gentil é mais importante do que estar certo;

Eu aprendi...
- que eu sempre posso fazer uma prece por alguém quando não tenho a força para ajudá-lo de alguma outra forma;

Eu aprendi...
- que não importa quanta seriedade a vida exija de você, cada um de nós precisa de um amigo brincalhão para se divertir juntos;

Eu aprendi...
- que algumas vezes tudo o que precisamos é de uma mão para segurar e um coração para nos entender;

Eu aprendi...
- que os passeios simples com meu pai em volta do quarteirão nas noites de verão, quando eu era criança, fizeram maravilhas para mim quando me tornei adulto;

Eu aprendi...
- que deveríamos ser gratos a Deus por não nos dar tudo que lhe pedimos;

Eu aprendi...
- que dinheiro não compra "classe";

Eu aprendi...
- que são pequenos acontecimentos diários que tornam a vida espectacular;

Eu aprendi...
- que debaixo da "casca grossa" existe uma pessoa que deseja ser apreciada, compreendida e amada;

Eu aprendi...
- que Deus não fez tudo num só dia, o que me faz pensar que eu possa?;

Eu aprendi...
- que ignorar os factos não os altera;

Eu aprendi...
- que quando você planeja se nivelar com alguém, apenas está permitindo que essa pessoa continue a magoar você;

Eu aprendi...
- que o AMOR, e não o TEMPO, é que cura todas as feridas;

Eu aprendi...
- que a maneira mais fácil para eu crescer como pessoa é me cercar de gente mais inteligente do que eu;

Eu aprendi...
- que cada pessoa que a gente conhece deve ser saudada com um sorriso;

Eu aprendi...
- que ninguém é perfeito até que você se apaixone por essa pessoa;

Eu aprendi...
- que a vida é dura, mas eu sou mais ainda;

Eu aprendi...
- que as oportunidades nunca são perdidas, alguém vai aproveitar as que você perdeu;

Eu aprendi...
- que quando o ancoradouro se torna amargo a felicidade vai aportar em outro lugar;

Eu aprendi...
- que devemos ter sempre palavras doces e gentis pois amanhã talvez tenhamos que engoli-las;

Eu aprendi...
- que um sorriso é a maneira mais barata de melhorar sua aparência;

Eu aprendi...
- que não posso escolher como me sinto, mas posso escolher o que fazer a respeito;

Eu aprendi...
- que todos querem viver no topo da montanha, mas toda a felicidade e crescimento ocorre quando você está escalando-a;

Eu aprendi...
- que só se deve dar conselho em duas ocasiões: quando é pedido ou quando é caso de vida ou morte;

Eu aprendi...
- que quanto menos tempo tenho, mais coisas consigo fazer.


William Shaskeapeare

sábado, agosto 30, 2008

IDA AO CINEMA

sábado, agosto 30, 2008

Ontem fui com a neta e a filhota mais nova ao cinema. Fomos ver a "Ilha de Nim" com a Jodie Foster. Com esta diva só podia ser bom, apesar de ser um filme, como eu digo, "light", mas com ela torna-se sempre um belo de um filme. A história apesar de ser muito simples, pois é de uma miúda, a Nim, que naufragou com o pai naquela ilha acaba por ter contacto com a escritora dos livros que ela é fã. Entretanto, a escritora, Jodie Foster, sofre de agorafobia, ou seja, tem medo de sair de casa além de ter a fobia de estar sempre a limpar as mãos com antissépticos. Pronto, além de haver mais umas cenas caricatas, a partir daqui não conto mais nada, senão não tem graça.
Mas gostei muito, só a interpretação dela já vale o filme. Ah e não podia deixar de ser, o filme foi visto acompanhado com pipocas.
E temos também o caso da sala de cinema ser tão pequena que tivemos de ficar na última fila, pois se ficassemos nas filas debaixo passaríamos o filme a andar com a cabeça de um lado para o outro para acompanhar as legendas. É ridículo, não é? É a nova mania de fazerem várias salas de cinema em centros comerciais para serem rentáveis, e depois dá nisto. rsrsrsr
Mas agora pensando bem, estou a sair de casa tão pouco que a ida ao cinema torna-se um belo passeio. Tenho de rever isto, não posso ficar aqui enfiada todo o tempo, já basta quando chegar os dias de chuva que não apetece sair.

quinta-feira, agosto 28, 2008

QUE ESTEJAS EM PAZ ISA...

quinta-feira, agosto 28, 2008

Ele há coisas que são difíceis de explicar. Agora eu e a minha amiga que estávamos todas contentes de estarmos juntas, com uma alegria que saía por todos os nossos poros, eis que levámos com uma notícia de arrasar. Faleceu uma antiga colega nossa, jornalista, e mãe de outra colega. Eu explico. Eu e a minha amiga fomos colegas da jornalista Isa Meireiles quando trabalhávamos numa agência de notícias, anos depois quando ambas saímos fomos trabalhar as duas para um jornal, ficando a Isa na agência. No jornal fomos colegas da filha da Isa, a Susana, da qual nos separámos porque ficámos desempregadas, mas o contacto ficou.
Foi um duro golpe porque a nossa querida Isa era daquelas pessoas que mesmo tendo ultrapassado muitas e difíceis barreiras pela sua vida tinha um ar doce e sempre com uma palavra amiga. Mulher pequena mas sempre guerreira. Criou seis filhos sozinha e isto diz tudo.
Faleceu ontem, de repente, e o seu funeral será hoje.

"Querida Isa sei que já subiste para o plano de cima, onde quando Deus quiser todo o mundo sobe, sei também que estarás em paz, pois foste uma mulher e tanto. Que Deus te tenha no seu regaço. Paz à tua alma."

segunda-feira, agosto 25, 2008

LEMBRAM-SE???

segunda-feira, agosto 25, 2008

sábado, agosto 23, 2008

A AMIGA ESTÁ AÍ...

sábado, agosto 23, 2008

Oba!!! A minha amiga está a chegar. No domingo lá vou eu ao aeroporto buscá-la. Vai ser muito bom, desde conversas até esquecer das horas, desde passeatas até visitar lojas, como gostamos, enfim, uma data de coisas que não sei como vamos ter tempo para fazer pois ela vai estar menos tempo do que era previsto. Vamos também estar com outras amigas para a risota e também para tirar saudades, é claro. Vai-me saber muito bem esta visita.
Quando ela cá estava a nossa maneira de tirar a neura era ir às compras, às vezes até com muito pouco dinheiro, mas nem que fosse uma peça e já ficávamos contentes. Outras vezes íamos almoçar a um sítio diferente, arranjávamos sempre maneira de desanuviar o stress. Outras ainda discutíamos política, não sei como porque ela é que gosta mais do que eu de trocar ideias sobre tudo e todos. No entanto, eu achava graça porque ela dizia que eu sabia lidar com as pessoas e ela não, até me chegou a dizer que eu tinha jeito para relações públicas, nããã acho que não, não chego a tanto.
E pronto estou a contar as horitas até à chegada dela.

terça-feira, agosto 19, 2008

COMPUTADOR ESTÚPIDO

terça-feira, agosto 19, 2008

Num domingo pela manhã, o homem cortava sua relva calmamente quando sua vizinha loira e maravilhosa caminhou até a caixa de correio, abriu a caixa e fechou com força e voltou furiosa para casa.
O homem continuou lá, aparando a relva quando, de repente a musa loira voltou.
Ela caminhou bufando até a caixa de correio, abriu e socou a caixa e voltou p'ra casa batendo o pé.
Poucos minutos se passam quando a loira aparece novamente.
Com o andar impaciente, abre a caixa de correio, xinga, bate a caixa e volta queixosa.
O homem, já bastante curioso com a situação, pergunta:
- Algo errado, vizinha??????
Ao que ela responde:
- Tudo errado!!!!! Aquele f... d. p... do meu computador estúpido não pára de dizer que minha caixa de correio está cheia!!!

domingo, agosto 17, 2008

DORIVAL CAYMMI DEIXOU-NOS...

domingo, agosto 17, 2008

O grande músico, compositor e cantor Dorival Caymmi faleceu ontem, sábado dia 16, com 94 anos, no Rio de Janeiro. Ele sofria de insuficiência renal e lutava contra um cancro nos rins desde 1999, permanecendo em internamento domiciliário desde Dezembro de 2007. Era natural de Salvador da Bahia onde nasceu em 30 de Abril de 1914. Casado há 68 anos com a cantora Stella Maris tinha três filhos, sete netos e cinco bisnetos.
Em nota oficial, o Presidente do Brasil, Lula da Silva, disse ter recebido a notícia com tristeza. O Governo da Bahia decretou três dias de luto e o prefeito do Rio de Janeiro já anunciou que vai pôr o nome do cantor a uma rua do bairro do Leblon.
Caymmi deixa mais de cem composições, algumas delas bem conhecidas como o caso da canção "o que é que a baiana tem" cantada por Carmen Miranda. Além disso, homens como Caymmi não morrem ficam sempre nos corações dos brasileiros e de todos que gostavam dele.
Paz à sua alma!!!

2 a 0





E mai nada. Então não é que os nossos meninos estão-se a portar tão bem. Vieram de férias com a força toda. Ah gandas férias que foram de efeito vitamínico. E viva o Djaló!!! Ah GRANDE SPORTING, assim é que é a dar alegrias à gente. Mas hoje mereciam, estavam a jogar que era um mimo. O leão mostrou a sua raça (então não é que o dragão foi comido pelo leão?) Só espero que continuem assim.