quinta-feira, fevereiro 28, 2008

JÁ NÃO HÁ PACIÊNCIA

quinta-feira, fevereiro 28, 2008

Ainda não é desta.
O meu computador tem de ser formatado. Nem o informático sabe o que se passou. Mas conseguiu recuperar o que tinha no disco. Menos mal. Agora tenho de lá ir levá-lo para ficar pronto, nas sem carro é dose. Felizmente já pedi a uma amiga para lá ir comigo. Espero para a semana já poder vos ler e comentar. Também estou cheia de saudades vossas.
Pinky o jogo que eu falei é o "World of Warcroft" o pessoal está siderado com este jogo. Há "people" que quase não dorme para jogar pela noite dentro. Até a minha neta gosta e só tem sete anos. Para mim é complicado porque ainda não há em versão portuguesa. Continuo com o meu inglês "very down" (será que disse uma asneira?).
Até para a semana. Se a filhota deixar ainda cá venho outra vez antes de ter o meu pronto.

segunda-feira, fevereiro 18, 2008

TUDO NA MESMA

segunda-feira, fevereiro 18, 2008

Pois é, tudo na mesma. Ainda não consegui que me viessem arranjar o computador e está a fazer-me tanta falta. A filhota passa imenso tempo aqui e com o novo jogo que anda na berra, não deescola e eu "nicles". Só posso cá vir quando ela vai para os treinos, assim como agora que estou a aproveitar para vos dizer que estou cheia de saudades de vos ler e de escrever também. Mas, me aguardem porque quando voltar venho em força. Vamos lá ver se é esta semana que fico com tudo pronto. Beijinhos e saudades para todos que têm a paciência de me ler.

terça-feira, fevereiro 12, 2008

SÓ MAIS UM POUQUINHO...

terça-feira, fevereiro 12, 2008

Só mais um pouquito de paciência. Ainda não consegui que me viessem arranjar o "pretinho", mas espero que esta semana fique tudo nos conforme. Também sei que depois vai ser uma maratona para pôr a leitura em dia, mas não me importo.
Este interregno fez-me pensar como somos animais de hábitos. Quando era miúda não havia televisão tínhamos de nos cingir a ouvir rádio. Na altura, parecia que uma coisa dessas não fazia falta. Havia sempre maneira de nos entretermos ao serão. Ouvir rádio, contar piadas, uma jogada de cartas, enfim. E para quem podia, ou tinha um pouquinho mais de dinheiro, ia ao cinema, ao teatro onde fosse possível ir. A seguir veio a televisão. E era ver quem da vizinhança tinha o aparelho para poder lá ir bater à porta e ver a caixa mágica, assim era considerada. E quem a podia adquirir já todos pensávamos que era rico e muitas vezes nem nos passava pela cabeça o sacrifício que se fazia para comprar fosse o que fosse. Que alegria que era nos fim de semana ir para as pastelarias passar o serão a ver televisão. Eu ainda me lembro de ir e voltar ao colo do meu pai a dormir. Sim, porque naquela altura a programação da televisão era só até à meia noite, agora temos televisão 24 horas por dia e às vezes nem ligamos. Mais recentemente e como todos sabem, veio a moda dos computadores. Meio de comunicação rápido, mais barato e que chega a todo o lado em "três tempos". E sem querer, ou por querer sei lá eu, é mais um hábito que já começa a ficar enraizado. De tal maneira, que quando nos falta parece que há qualquer coisa que não está bem. É assim que me sinto.
E daqui fazia um desafio a quem quisesse escrever no seu blogue sobre o que pensam dos hábitos de cada um com as novas tecnologias.

quinta-feira, fevereiro 07, 2008

FALECEU O PINTOR LUIS RALHA

quinta-feira, fevereiro 07, 2008

Apesar de ainda não ter o meu computador, mas não podia deixar de prestar homenagem a este grande Homem que foi Luis Ralha. Faleceu ontem e foi a primeira mensagem do dia que recebi da filha a anunciar que o pai tinha falecido. Um choque. Porque apesar de saber que ele estava doente nunca se pensa que é para agora, pensa-se sempre que é para amanhã. Tive a honra, o prazer e o privilégio de lidar com ele. E como sempre, neste País, só depois de morto é que se reconhece um bom trabalho. É pena. Já é altura de começarmos a olhar os outros e a dizer coisas bonitas, não só à beira das campas, mas em vida. Aí sim, podem nos ouvir a reconhecer os seus trabalhos e as pessoas que são. Luis Ralha além de ser um bom pintor, escultor, etc., era um homem de família e uma pessoa excepcional. Para mim não o vou esquecer nunca, pois quando olhava para ele via o meu pai. A sua maneira de falar dava-nos uma certa paz e a sensação de sabedoria que infelizmente é muito rara nos seres humanos. Os amigos e quem lidou com ele nunca o esquecerão. À família fica aqui, novamente, os meus sentidos pêsames. E para terem a noção do seu trabalho fica uma pequena biografia:


Habilitações académicas
Curso de Artes Decorativas da António Arroio, 1957 Curso de Pintura da Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa
Esmaltes
Aplicações em mesas: Salão Nobreda Reitoria da Universidade de Lisboa. Designer Daciano Costa
Aplicações em arquitectura: Hotel do Mar Companhia de Seguros Império e Hotel Balaia. Arq. Conceição Silva Snack-bar ‘Noite e Dia’ e Galerias Ritz. Arq.tos Victor Pala e Bento de Almeida Banco Burnay na Parede
Oficinas de esmalte: Instalação e docência na Escola António Arroio em Lisboa Oficina em Bruxelas
Exposições: Galeria Form, Mont des Arts,Bruxelas Galeria 111 Museu Grão-Vasco em Viseu Pequenos produtos para comércio especializado
Design interiores
Desenhador no atelier de Daciano Costa
Design de interiores: Café-concerto ‘Colóquio’, na Parede Galeria ‘Núcleo’, na Parede Centro Comercial PLIM, em Carcavelos Loja ‘Madeira Superbia’, na Rua Augusta, em Lisboa Loja ‘Gala’ na Avenida de Roma Companhia de Seguros Fidelidade, Lisboa, co-autoria com o arquitecto Santiago Pinto
Exposições: Projecto de remodelação do centro urbano de Cascais Sistema de expositores com estrutura triangular Projecto de hotel em Brasíliagabinete da área de Sines Cidade nova de Santo André Estudo da cor dos edifícios Equipamentos urbanos Mobiliário urbano
Em Moçambique 1977-1984
Direcção Nacional de Habitação (director: arquitecto José Forjaz) edifício ‘Pavilhão do Governo’ e exposição da actividade governamental. Facim, 1977 Gabinete de Design Industrial (1978-84) Direcção Linhas de mobiliário de madeira: ‘Emulação’ e ‘Serviço’ Brinquedos de Madeira: ‘Construir o Transporte’ e ‘Construir a Cidade’ Programa de redução de desperdício Pequenos produtos para exportação em madeiras preciosas: xadrez, taças, caixas, candeeiros, torneados, etc. Cerca de 30 stands na Facim Montagem de uma rede de lojas na cidade Programa de concentração de pequenas oficinas Centro de Mobiliário de Madeira em Maputo Palco para o primeiro Festival Nacional de Canto e Dança, que foi cenário do filme de Fonseca e Costa ‘Música Moçambique’, 1981
Em Portugal, depois de 1984
Design de interiores: Galerias Municipais de Exposições: Vila Franca de Xira, Alverca e Póvoa de Santa Íria Ampliação do Hotel Berna em Lisboa Auditório Municipal ‘Scala’ em Alverca Bibliotecas Municipais de Alverca e de Vila Franca de Xira Casa Museu Dr. Sousa Martins em Alhandra Ampliação do Departamento de Acção Sócio-cultural de Vila Franca de Xira Caos – Centro de Artes e Ofícios em Pombais, Odivelas Instituto de Artes e Ofícios do Gabinete de Reconversão do Casal Ventoso Certame Artejovem, em Loures Loja Municipal de Vila Franca de Xira
Espaços urbanos: Acessos ao cemitério de Alverca Rua do Curral em Vila Franca de Xira, programação de exposições de artes plásticas com as câmaras de Vila Franca de Xira e de Loures, programação curricular e equipamento de oficinas para o Instituto de Artes e Ofícios do Gabinete de Reconversão do Casal Ventoso, membro da Comissão de Defesa do Património na Câmara Municipal de Cascais Membro da Comissão Municipal de Cultura da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira
Design industrial: Mobiliário de quarto e de bar, Hotel Berna em Lisboa Expositores de parede e biombo, Teatro Taborda e Casa do Fado em Lisboa Painéis informativos de exterior no Castelo de São Jorge, em Lisboa Candeeiro de suspensão, professor assistente de Design de Equipamento Escola de Belas-Artes, Lisboa
arte pública
Escultura pública: Fachada norte da Estação de Entrecampos, Lisboa ‘Um Sinal Urbano da Revolução de Abril’, Alverca ‘Um Cravo em Construção’, Santa Iria da Azoia ‘A Seara Interrompida’, em projecto
Pintura
Exposições individuais:
1987 Galeria Espiral, Oeiras, 1988 Galeria 5, Coimbra Espaço Cultural S. Tiago, Sesimbra Casa das Artes, Tavira Galeria Municipal de Vila Franca de Xira Galeria da Voz do Operário, Lisboa Museu Santos Rocha, Figueira da Foz Galeria Artela, Lisboa, 1989 Sociedade Euterpe Alhandrense Galeria Ariarte, Lisboa, 1991 Galeria S. Francisco, Lisboa Galeria Voz do Operário, 1992 Galeria Artela, Lisboa Galeria do Casino Estoril, 1993 Galeria Artela, Lisboa Galeria Municipal de Alverca, 1994 Forum Cultural do Seixal Museu Sousa Martins, Alhandra, 1995 Galeria S. Francisco, Lisboa Galeria Municipal de Loures, 1997 Galeria Municipal de Alverca Galeria Artela, Lisboa Galeria Milénio, Figueira da Foz Galeria Inter-Atrium, Porto Galeria Convosco, Lisboa, 1998 Galeria Municipal de Sobral de Monte Agraço Galeria D’Arte, CTT, Lisboa, 1999 Festa do Vinho e das Vindimas, Bucelas Centro Cultural da Malaposta, Olival de Basto Galeria Artela Galeria da Junta de Freguesia de Alhandra, 2002 Galeria Municipal de Albufeira Galeria S. Francisco, Lisboa, 2003 Galeria Valbom, Lisboa Galeria ARC 16, Faro, 2004 Galeria Pedra do Guilhim, Nazaré Galeria Torre de Anto, Figueira da Foz Galeria Ceutarte, Lisboa Galeria Mónica, Porto, 2005 Centro Cultural de Cascais
Participação em mais de cinquenta exposições colectivas

segunda-feira, fevereiro 04, 2008

NOVA AVARIA

segunda-feira, fevereiro 04, 2008

Queridos amigos tenho outra vez o meu "pretinho" avariado, por isso não vos tenho lido nem comentado. Tive de vir ao computador da filha deixar aqui esta notinha. De qualquer maneira, desejo-vos um bom Carnaval. Assim que o computador estiver arranjado volto à vossa companhia.

sexta-feira, fevereiro 01, 2008

O CASTELO DE PENEDONO

sexta-feira, fevereiro 01, 2008


Quando iniciei este blogue procurei fotos de um castelo, não de um em particular mas um que me chamasse à atenção ou que gostasse. Calhou ser o de Penedono. Na altura não sabia que castelo era, mais tarde chamaram-me a atenção e perguntaram-me porquê este castelo. Por razão nenhuma, simplesmente gostei. Ainda esta semana, uma amiga brasileira dedicou-me um post e como não me conhece achou por bem pôr a foto do castelo, o qual eu agradeço. Mas o meu blogue não ficaria completo se eu não pusesse aqui a história dele.

Então cá vai. O texto foi tirado da Wikipédia, espero que esteja certo:

Antecedentes
A ocupação humana do seu sítio certamente remonta a época pré-romana, embora não seja possível afirmá-lo com exatidão.

O castelo medieval
As fontes documentais mais antigas mencionam esta área apenas à época da Reconquista cristã da península Ibérica aos mouros, a propósito do repovoamento da região após a vitória das forças de Ramiro II de Leão na batalha de Simancas (939). A defesa desta parte do território foi confiada a Rodrigo Tedoniz, marido de Leodegúndia (irmã de Mumadona Dias) com quem gerou D. Flâmula (ou Chamoa Rodrigues). Rodrigo viria a ser alcaide dos castelos do soberano e, nessa função, teria determinado a reedificação do Castelo de Penedono. Posteriormente, em 998 da Era Hispânica (960 da Era Cristã), Chamoa Rodrigues, achando-se gravemente enferma, fez-se conduzir ao Mosteiro de Guimarães, instituindo como testamenteira a sua tia Mumadona, com o encargo de dispor de seus bens para fins de beneficência. Entre eles, incluía-se uma série de castelos e respectivas gentes (penellas et populaturas) na fronteira da Beira Alta, entre os quais este, de Penela.
Durante o século XI, ao sabor dos avanços e recuos das fronteiras cristãs, Penedono e o seu castelo mudaram de mãos em diversas ocasiões. A sua reconquista definitiva deveu-se à ação do rei leonês Fernando Magno (1064). Um inventário dos bens do Mosteiro de Guimarães, lavrado em 1095, relaciona o Castelo de Penedono entre outros bens anteriormente legados por D. Chamoa. Com a emancipação política de Portugal, os seus domínios passaram a integrar os da jovem nação. D. Sancho I (1185-1211), ante a situação estratégica de Penedono, próxima à linha fronteiriça, incentivou o repovoamento dessas terras através de Foral (1195), ao mesmo tempo em que determinava a reconstrução das suas defesas. O seu sucessor, D. Afonso II (1211-1223) confirmou-lhe o foral em 1217. A povoação e o seu castelo também tiveram a atenção de D. Dinis (1279-1325), que lhe determinou reforços na defesa.

A atual configuração do castelo remonta aos fins do século XIV, quando D. Fernando (1367-1383) incluiu a povoação no termo de Trancoso. Diante da intenção da edilidade de arrasar o Castelo de Penedono, os homens-bons desta vila insurgiram-se, logrando a sua autonomia. Esses domínios foram então doados a D. Vasco Fernandes Coutinho, senhor do couto de Leomil, que fez reconstruir o castelo.
No contexto da crise de 1383-1385, tendo falecido na Primavera de 1384 o alcaide de Penedono, Vasco Fernandes Coutinho, sucedeu-o na função o seu filho, Gonçalo Vasques Coutinho. Leal ao partido do Mestre de Avis, foi-lhe confiado, no início de 1385 o encargo de chefiar as forças do Porto que conquistaram o Castelo da Feira. Posteriormente, distinguiu-se, por mérito, na batalha de Trancoso (Maio de 1385), o que lhe valeu a promoção ao posto de marechal. Acredita-se que, no Castelo de Penedono, tenham nascido os filhos deste alcaide e, dentre eles:
o primogênito, Vasco Fernandes Coutinho, 1º conde de Marialva, que integrou a malfadada expedição a Tânger (1437); e Álvaro Gonçalves Coutinho, o cavaleiro alcunhado Magriço, herói da narrativa dos Doze Pares de Inglaterra, imortalizado por Camões no Canto VI de Os Lusíadas.

Os descendente do conde de Marialva mantiveram interesses no Castelo de Penedono, a saber: D. Gonçalo Coutinho, que herdou o titulo condal, e D. Fernando Coutinho, ambos integrantes da segunda expedição a Tânger (1464), onde o primeiro perdeu a vida; os seus netos, D. João Coutinho, 3º conde de Marialva, e D. Francisco Coutinho, 4º Conde de Marialva por sucessão de seu irmão, falecido sem descendência, ambos integrantes da expedição que conquistou Arzila (1471), que ao primeiro custou a vida.
Sob o reinado de D. Manuel I (1495-1521), a vila recebeu o Foral Novo (1512), o que atesta a sua importância à época. Foram realizadas, nesta conjuntura, novas obras no castelo, para o que terá contribuído a influência do 4º conde de Marialva, vedor das obras reais na Beira, cuja filha única, D. Guiomar Coutinho, desposou o infante D. Fernando. Falecendo o conde sem descendência, e sua filha, dois anos depois, também sem descendência, extinguiu-se a família Coutinho.

Do século XVII aos nossos dias
Os domínios de Penedono e seu castelo são referidos, no século XVII, associados aos Lacerda, que então usavam honoríficamente o título de seus alcaides-mores.
O castelo foi visitado por Alexandre Herculano em 1812, que o descreve, à época, como já em ruínas. No século XX, foi classificado como Monumento Nacional por Decreto publicado em 23 de Junho de 1910.
Em 1940, no âmbito das comemorações dos Centenários, promovidas pelo Estado Novo português, o castelo foi alvo de intervenções de consolidação e restauro de panos de muralhas e de torres, parcialmente reconstruídos, a cargo da Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais. Novos trabalhos tiveram lugar em 1943 e em 1953, permitindo que o conjunto chegasse até aos nossos dias relativamente bem conservado, mas ainda carecendo de obras em seu interior.

Características
Na cota de 930 metros acima do nível do mar, nada sabemos de suas primitivas configurações. O atual castelo, de pequenas dimensões (com perímetro externo de cerca de 70 metros), data do final do século XIV, com complementos datando da passagem do século XV para o XVI.
Com a função de Solar, apresenta planta hexagonal irregular, com os panos laterais de muralhas ressaltados e protegidos por ameias piramidais. Em pedra de granito e xisto, no setor noroeste, a muralha é reforçada por um cubelo defensivo. Dois outros robustos torreões prismáticos, com contrafortes e mísulas, são coroados por ameias piramidais. No setor sudoeste da muralha destacam-se dois torreões esguios, coroados de ameias piramidais reentrantes, ladeando e protegendo a porta principal do castelo, encimada por um arco pleno que une ambos os torreões defensivos. Por esta acede-se a praça de armas, de pequenas dimensões. Nas suas paredes, observam-se os vestígios das bases do travejamento de madeira dos pisos residenciais, sendo as paredes rasgadas por janelas quadradas ladeadas por bancos de pedra. Num dos ângulos da praças de armas, sob a torre de menagem, inscreve-se a cisterna, de seção poligonal, recoberta por abóbada em cruzaria de ogivas.
O conjunto é completado por uma pequena barbacã, cuja cortina é rasgada por uma porta em arco ogival e pelo adarve.

Curiosidades
Embora não haja muito a ver no interior deste pequeno castelo, além da magnífica paisagem que se descortina do alto de seus muros, caso o mesmo se encontre fechado, a chave encontra-se na pequena loja vizinha ao pelourinho da vila.

quarta-feira, janeiro 30, 2008

SÓCRATES

quarta-feira, janeiro 30, 2008

O primeiro-ministro, José Sócrates, está andando tranquilamente quando é atropelado por um condutor das corridas da Ponte Vasco da Gama e morre ali na hora. A alma dele chega ao Paraíso e dá de caras com São Pedro na entrada.

- Bem-vindo ao Paraíso!, diz São Pedro - antes que você entre, há um problemazito...raramente vemos políticos por aqui, sabe… então não sabemos bem o que fazer com você.
- Não vejo problema nenhum, basta deixar-me entrar, diz o antigo primeiro-ministro, José Sócrates.
- Eu bem que gostaria de o deixar entrar senhor engenheiro, mas tenho ordens superiores… Sabe como é… Vamos fazer o seguinte: o senhor passa um dia no Inferno e um dia no Paraíso. Depois pode escolher onde quer passar a eternidade.
- Não é necessário, já resolvi. Quero ficar no Paraíso, diz o primeiro-ministro.
- Desculpe, mas temos as nossas regras.
Assim, São Pedro acompanha-o até o elevador e ele desce, desce, desce até o Inferno. A porta abre-se e ele vê-se no meio de um lindo campo de golfe. Ao fundo o clube onde estão todos os seus amigos e outros políticos com os quais havia trabalhado. Todos muito felizes em traje social. Ele é cumprimentado, abraçado e eles começam a falar sobre os bons tempos em que ficaram ricos às custas do povo. Jogam uma partida descontraída e depois comem lagosta e caviar. Quem também está presente é o diabo, um tipo muito amigável que passa o tempo todo dançando e contando piadas. Eles divertem-se tanto que, antes que ele perceba, já é hora de ir embora. Todos se despedem dele com abraços e acenam enquanto o elevador sobe. Ele sobe, sobe, sobe e a porta abre-se outra vez. São Pedro está a espera dele.
Agora é a vez de visitar o Paraíso. Ele passa 24 horas no Paraíso, junto a um grupo de almas contentes que andam de nuvem em nuvem, tocando harpas e cantando. Tudo vai muito bem e, antes que ele perceba, o dia chega ao fim e São Pedro retorna.
- E então??? Você passou um dia no Inferno e um dia no Paraíso. Agora escolha a sua casa eterna.
Ele pensa um minuto e responde:
- Olha, eu nunca pensei vir a tomar esta decisão… O Paraíso é muito bom, mas eu acho que vou ficar muito melhor no Inferno.
Então São Pedro abanando com a cabeça, leva-o de volta ao elevador e ele desce, desce, desce até o Inferno. A porta abre-se e ele vê-se no meio de um enorme terreno baldio cheio de lixo e com um cheiro horrível. Ele vê todos os seus amigos com as roupas rasgadas e muito sujas catando o entulho e colocando-o em sacos pretos, repara que por vezes os amigos se pegam á porrada na disputa de pedaços de comida podre. O diabo vai ao seu encontro e passa o braço pelo ombro do primeiro-ministro.
- Não estou a entender?!", - gagueja - ontem mesmo eu estive aqui e havia um lindo campo de golfe, um clube, lagosta, caviar, e nós dançamos e nos divertimos o tempo todo. Agora só vejo esse fim de mundo cheio de lixo mal cheiroso e os meus amigos totalmente arrasados!!!
O diabo olha pra ele… sorri ironicamente e diz:
- Ontem estávamos em campanha. Agora, que conseguimos o seu voto... eis a realidade.

terça-feira, janeiro 29, 2008

FIGURAS II...

terça-feira, janeiro 29, 2008

Parece que está na moda fazer-se figuras tristes. Mas cada um é como cada qual. Este parece o Zé Cabra número 2, só que é brasileiro. Mas que má língua, o homem só quera fazer um pouco de "strip-tease".

segunda-feira, janeiro 28, 2008

PARABÉNS EVELYNE!!!

segunda-feira, janeiro 28, 2008


O nosso conhecimento virtual é muito recente, mas ler os seus blogues é muito prazeiroso. Soube por acaso que era aquariana e faz anos no dia a seguir à minha filha. Portanto, aqui ficam os PARABÉNS à natalense Evelyne.

Um brinde. Hip, hip, urra. Muita saúde e tudo de bom para este ano.

domingo, janeiro 27, 2008

PARABÉNS ABELHITA...!!!

domingo, janeiro 27, 2008


A minha abelhita faz hoje 34 anos que veio ao mundo. Pequenina, mas muito fofinha, a safadita não queria mamar. Fazia do peito da mãe chucha. Depois percebeu-se porquê, é que as enfermeiras quando ela estava no berçário davam-lhe biberon. Ora beber assim o leitinho era muito mais fácil. Queria lá o rebento estar a puxar leite na mama da mãe. Sempre foi muito independente a minha cria. Nota-se!!! Ai, ai, eu é que me custa a creditar que já tenho uma filhota deste tamanho e já com filhos (alto e pára o baile, ela só tem uma criança). Bom, mas isto tudo só para lhe desejar muita saúde, um resto de dia muito feliz e que para o ano cá esteja para lhe desejar o mesmo.

sábado, janeiro 26, 2008

FIGURAS...

sábado, janeiro 26, 2008

Vocês nem sabem o que chorei a rir quando vi este video. Ele há coisas que só visto, senão ninguém acredita.
Em geral, não gosto de falar seja de quem for para não me cair no prato, mas esta eu tinha de vos mostrar. Loooolll. Ahahahah

quinta-feira, janeiro 24, 2008

É SÓ FUMAÇA...

quinta-feira, janeiro 24, 2008

Hoje, depois do almoço decidi pôr ao lume um bocado de carne a cozer para fazer uma espécie de cozido à portuguesa e digo espécie porque cá em casa ninguém come carne de porco, não por não gostar mas porque faz mal ao marido e assim evitamos comê-la. Resultado: esquecimento puro.

Estava eu muito bem sentada a ver novela quando começo a tossir, uma vez não liguei, mas quando começo a tossir duas e três vezes de seguida já achei estranho e toca de ir à cozinha com a intenção de beber um pouco de água. E quando lá chego era só fumo por todo o lado. Aí apercebi-me que o fumo não só era na cozinha mas na sala e na casa toda. E fez-se luz: a carne ao lume. Toca a desligar o fogão e abrir as janelas todas. E aqui a despistada em vez de ir para a rua ainda lá andava rodando de um lado para o outro. E como sou asmática comecei a ficar um pouco entupida e corda nos sapatos para a rua. Peguei no casaco e lá fui. Acabei por ir ter com a filhota ao café. E no meio disto tudo tive que usar a bomba dos asmáticos, que eu não gosto nada, mas quando tem de ser é mesmo.

Agora que já regressei e que o fumo já se foi, ficou um cheiro a queimado que eu acho que amanhã ainda cheira. Rsrsrsrsrsr

Há dias que nem vale a pena sair da cama....

quarta-feira, janeiro 23, 2008

DEZ RÉIS DE ESPERANÇA

quarta-feira, janeiro 23, 2008

Se não fosse esta certeza
que nem sei de onde me vem,
não comia, nem bebia,
nem falava com ninguém.
Acocorava-me a um canto,
no mais escuro que houvesse,
punha os joelhos á boca
e viesse o que viesse.
Não fossem os olhos grandes
do ingénuo adolescente,
a chuva das penas brancas
a cair impertinente,
aquele incógnito rosto,
pintado em tons de aguarela,
que sonha no frio encosto
da vidraça da janela,
não fosse a imensa piedade
dos homens que não cresceram,
que ouviram, viram, ouviram,
viram, e não perceberam,
essas máscaras selectas,
antologia do espanto,
flores sem caule, flutuando
no pranto do desencanto,
se não fosse a fome e a sede
dessa humanidade exangue,
roía as unhas e os dedos
até os fazer em sangue.
António Gedeão

domingo, janeiro 20, 2008

CURIOSIDADES

domingo, janeiro 20, 2008

SABIAM QUE...

- os primeiros europeus a contactar com o chá foram os portugueses, que chegaram ao Japão em 1560;
- em 1905, os italianos comercializaram a primeira máquina de café expresso, precisamente no mesmo ano em que foi inventado um processo que permitia descafeiná-lo;
- o cacau era considerado pela civilização maia um fruto dado directamente pelos deuses aos homens;
- a maior cordilheira é a dos Andes com oito mil quilómetros;
- a maior ilha é da Gronelândia, com 2.175.600 km2;
- dizer Antártida ou Antártica está correto. Na Antártida não há bactérias e em razão disto, os alimentos podem ser consumidos anos após anos sem uso, não existe também o mofo, nem as latas enferrujam e nem os alimentos apodrecem;
- as reservas de carvão ali existentes podem suprir todas as necessidades do nosso planeta por alguns séculos?

sexta-feira, janeiro 18, 2008

MUDAR DE PROFISSÃO NÃO É FÁCIL

sexta-feira, janeiro 18, 2008


Uma senhora pega um táxi e indica a direção do hotel onde está hospedada. O taxista, por incrível que pareça, não disse nada durante todo o percurso, até que a senhora resolveu fazer-lhe uma pergunta e tocou levemente em seu ombro. Ele gritou, perdeu o controle do carro e, por pouco, não provocou um enorme acidente! Com o carro sobre a calçada, a senhora, assustadíssima, virou-se para taxista e disse:

- Você estava dirigindo tão bem! Como é que pôde quase ter um treco por conta de um simples toque no ombro?

- Não me leve a mal, senhora, mas... É que esse é o meu primeiro dia como taxista.

- E o que o senhor fazia antes disso? - perguntou ela.

- Eu fui, por 25 anos, motorista de carro funerário!!!

quarta-feira, janeiro 16, 2008

ESTAMOS A FICAR MARADOS...

quarta-feira, janeiro 16, 2008


SABES QUE ESTÁS A VIVER EM 2008 QUANDO...

1. Acidentalmente introduzes a tua password no microondas.
2. Há anos que não jogas paciências com cartas de papel.
3. Tens uma lista de 10 números de telefone para falar com a tua família de 3 pessoas.
4. Envias um e-mail ou ligas-te ao Messenger para conversares com a pessoa que trabalha na mesa ao lado da tua.
5. A razão porque não falas há muito tempo com alguns familiares é desconheceres os seus endereços electrónicos.
6. Usas o telemóvel na garagem de casa para pedir a alguém que te ajude a levar as compras.
7. Todos os anúncios da TV têm um site indicado na parte inferior do ecrã.
8. Se te esqueces do telemóvel em casa, coisa que não tinhas há 20 anos, ficas apavorado e voltas para buscá-lo.
10. Levantas-te pela manhã e quase que ligas o computador antes de tomares o pequeno-almoço.
11. Conheces o significado de lol, tbm, qdo, xau, msm, dps...
12. Não sabes o preço de um envelope comum.
13. Para ti ser organizado significa ter vários bloquinhos, uma agenda electrónica ou coisas do tipo.
14. A maioria das anedotas que conheces, recebeste por e-mail (e ainda por cima ris-te sozinho...).
15. Dizes o nome da firma onde trabalhas quando atendes o telefone na tua própria casa (ou até mesmo o telemóvel!).
16. Marcas o "0" para telefonar de tua casa.
17. Vais para o trabalho com preguiça quando o dia ainda está a clarear e voltas para casa quando já escureceu de novo.
18. Quando o teu computador pára de funcionar, parece que foi o teu coração que parou.
19. Estás a ler esta lista e estás a concordar com a cabeça e a sorrir.
21. Estás a concordar e tão interessado na leitura que nem reparaste que a lista não tem o número 9.
21. Foste verificar se é verdade que falta o número 9 à lista e nem viste que tem dois números 21.
22. AGORA ESTÁS-TE A RIR CONTIGO MESMO...
23. Já estás a pensar para quem vais enviar esta mensagem.
24. Provavelmente agora vais clicar no botão "Reencaminhar"... É a vida... Fazer o quê? Foi o que eu fiz também...

terça-feira, janeiro 15, 2008

PORTUGAL

terça-feira, janeiro 15, 2008

Obrigado a todos que comentaram o meu post anterior, são todos uns queridos e têm razão. É preciso levantar a cabeça e pensar um pouquinho mais em mim e sentir-me bem comigo própria. Eu gosto de rir, só não tenho jeito para fazer rir os outros, mas como há que limpar as energias negativas cá vai mais uma anedota para todo o mundo desanuviar.

Ah só mais uma coisinha, espero a partir da próxima segunda feira começar outra vez a escrever no meu outro blogue dedicado à politiquice.

Na reunião com o Presidente da Suiça, o primeiro-ministro português apresentou-lhe os seus ministros:
-Este é o ministro da Saúde, este é o ministro dos Negócios Estrangeiros, esta é a ministra da Educação, este é o ministro da Justiça, este é o ministro das Finanças ...
Chegou a vez do Presidente da Suiça:
- Este é o Ministro da Saúde, este é o Ministro dos Desportos, este é o da Educação, este o da Marinha ...
Nessa altura, com ar emproado, José Sócrates começou a rir:
- Ha! Ha! Ha!.... Para que é que vocês têm um Ministro da Marinha, se o vosso País não tem mar?
O Presidente da Suiça faz um ar digno e respondeu:
- Não seja inconveniente. Quando você apresentou os seus ministros da Educação, da Justiça e da Saúde, eu também não me ri.

sábado, janeiro 12, 2008

PENSAMENTOS

sábado, janeiro 12, 2008

O sono fugiu, tarda a chegar. O silêncio é de ouro entrecortado pelo ressonar do marido que dorme. A cabeça não pára de pensar, chego a ficar cansada pelo borbulhar de tantos pensamentos ao mesmo tempo. Penso na infância, na juventude, que nem cheguei a a viver, na mulher que cheguei a ser e na mulher que sou hoje. Tudo me passa pela cabeça e ao fazer um balanço chego à conclusão que até não foi assim tão mau. Claro que poderia ter sido muito melhor, mas não me posso queixar. E continuo a pensar, a pensar o que vou fazer amanhã. E há que arranjar metas para os sonhos. Alguns conseguem-se realizar, outros vão pelo cano abaixo e outros ainda ficam por se fazer.
Agora estou na fase de precisar olhar um pouco só para mim. É um defeito, ou uma virtude, não sei, esta de só pensar nos outros. E eu? Quem olha por mim? Ninguém. Então decidi: olhar mais por mim, tomar conta de mim própria, divertir-me, fazer o que me apetece, tratar do meu corpo e da minha mente. Esta questão de não conseguir emagrecer está-me a dar cabo da cabeça. Pensava eu que quem gostasse de mim como eu era como pessoa não se importaria com o meu aspecto, mas chego à conclusão que realmente o aspecto conta e muito na nossa sociedade. Eu sei que o principal é nos sentirmos bem, mas neste momento, eu não me sinto bem com o meu aspecto. E não estou a falar em aspecto desleixado, não, estou a falar de aspecto de gordinha. Para quem era tão magrinha. Só para perceberem eu pesava 47 quilos quando engravidei da minha filha mais velha, agora com com quase 90 quilos e até não como muito, mas a tiróide está-me a dar volta ao juízo. Sim, mas eu não vou deixar que isto me afecte, ai não vou não. Mas digam-me, afinal o aspecto conta muito, não é?

quinta-feira, janeiro 10, 2008

PARA A PINKY

quinta-feira, janeiro 10, 2008

Esta música é dedicada a "us" (ela sabe a que me refiro). Eu sei que vais gostar, porque além de ser bonita o rapaz em questão canta muitíssimo bem. É para ti querida e se possível acompanhada, espero que gostes, aliás, que gostem. Beijinhos

JOSH GROBAN - DON´T GIVE UP, YOU ARE LOVED

terça-feira, janeiro 08, 2008

COMO MANTER O AMOR

terça-feira, janeiro 08, 2008


Uma mãe e a sua filha estavam a caminhar pela praia. Num certo ponto, a menina disse:
- Como se faz para manter um amor?
A mãe olhou para a filha e respondeu:
- Pega num pouco de areia e fecha a mão com força...
A menina assim fez e reparou que quanto mais forte apertava a areia com a mão com mais velocidade a areia se escapava.
- Mamãe, mas assim a areia cai!
- Eu sei, agora abre completamente a mão...
A menina assim fez mas veio um vento forte e levou consigo a areia que restava na sua mão.
- Assim também não consigo mantê-la na minha mão!
A mãe, sempre a sorrir disse-lhe:
- Agora pega outra vez num pouco de areia e mantém-na na mão semi-aberta como se fosse uma colher... bastante fechada para protegê-la e bastante aberta para lhe dar liberdade.
A menina experimenta e vê que a areia não escapa da mão e está protegida do vento.
- É assim que se faz durar um amor...
Se você quer muito alguma coisa, deixe-a livre. Se ela voltar será sua para sempre. Se não é porque nunca foi sua de verdade.

(Autor Desconhecido)