terça-feira, dezembro 11, 2007

DEPILAÇÃO (Versão masculina)

terça-feira, dezembro 11, 2007

Estava eu assistindo tv numa tarde de domingo, naquele horário em que não se pode inventar nada o que fazer, pois no outro dia é segunda-feira, quando minha esposa deitou ao meu lado e ficou brincando com minhas "partes".
Após alguns minutos ela veio com a seguinte idéia:
-Por que não depilamos seus ovinhos, assim eu poderia fazer "outras coisas" com eles! ! ! !
Aquela frase foi igual um sino na minha cabeça. Por alguns segundos fiquei imaginando o que seriam "outras coisas". Respondi que não, que doeria... coisa e tal, mas ela veio com argumentos sobre as novas técnicas de depilação e eu não tive mais como negar. Concordei.
Ela me pediu que ficasse pelado enquanto buscaria os equipamentos necessários para tal feito. Fiquei olhando para TV, porém minha mente estava vagando pelas novas sensações que só acordei quando escutei o beep do microondas.
Ela voltou ao quarto com um pote de cera, uma espátula e alguns pedaços de plástico. Achei meio estranho aqueles equipamentos, mas ela estava com um ar de "dona da situação" que deixaria qualquer médico urologista sentindo-se como residente. Fiquei tranquilo e autorizei o restante do processo.
Pediu para que eu ficasse numa posição de quase-frango-assado e liberasse o aceso a zona do agrião. Pegou meus ovinhos como quem pega duas bolinhas de porcelana e começou a passar cera morna. Achei aquela sensação maravilhosa!!
O Sr. Pinto já estava todo "pimpão" como quem diz: "sou o próximo da fila"!!
Pelo início, fiquei imaginando quais seriam as "outras coisas" que viriam.
Após estarem completamente besuntados de cera, ela embrulhou ambos no plástico com tanto cuidado que eu achei que iria levá-los para viajem.
Fiquei imaginando onde ela teria aprendido essa técnica de prazer: na Thailândia, na China ou pela Internet mesmo. Porém, alguns segundos depois ela esticou o saquinho para um lado e deu um puxão repentino. Todas as novas sensações foram trocadas por um sonoro PUTA QUE O PARIU quase falado letra por letra.
Olhei para o plástico para ver se o couro do meu saco não tinha ficado grudado na cera. Ela disse que ainda restaram alguns pelinhos e que precisava passar de novo. Respondi prontamente:

- Se depender de mim eles vão ficar aí para a eternidade!!
Segurei o Dr. Esquerdo e o Dr. Direito em minhas respectivas mãos, como quem segura os últimos ovos da mais bela ave amazônica em extinção, e fui para o banheiro. Sentia o coração bater nos ovos. Abri o chuveiro e foi a primeira vez que eu molho o saco antes de molhar a cabeça. Passei alguns minutos só deixando a água escorrer pelo meu corpo.
Saí do banho, mas nesses momentos de dor qualquer homem vira um bebezinho novo: faz merda atrás de merda. Peguei meu gel pós barba com camomila "que acalma a pele", enchi as mãos e passei nos ovos. Foi como se tivesse passado molho de pimenta. Sentei na privada, peguei a toalha de rosto e fiquei abanando os ovos como quem abana um boxeador no 10° round. Olhei para meu pinto. Ele era tão alegrinho minutos atrás, estava tão pequeno que mais parecia que eu tinha saído de uma piscina 5 graus abaixo de zero.
Nesse momento minha esposa bate na porta do banheiro e perguntou o que estava acontecendo. Aquela voz antes aveludada ficou igual a um carrasco mandando eu entregar o presidente da revolução.
Saí do banheiro e voltei para o quarto. Ela estava argumentado que os pelos tinham saído pelas raízes, que demorariam voltar a nascer. "Pela espessura da pele do meu saco, meus netos irão nascer sem pelos nos ovos", respondi.
Ela pediu para olhar como estavam. Eu falei para olhar com meio metro de distância e sem tocar em nada!!
Vesti a camiseta e fui dormir (somente de camiseta). Naquele momento sexo para mim seria somente para perpetuar a espécie humana.
No outro dia pela manhã fui me arrumar para ir trabalhar. Os ovos estavam mais calmos, porém mais vermelhos que tomates maduros. Foi estranho sentir o vento bater em lugares nunca antes visitados. Tentei colocar a cueca, mas nada feito. Procurei alguma cueca de veludo e nada. Vesti a calça mais folgada que achei no armário e fui trabalhar sem cueca mesmo.
Entrei na minha seção andando igual um cowboy cagado. Falei bom dia para todos, mas sem olhar nos olhos. E passei o dia inteiro trabalhando em pé com receio de encostar os tomates maduros em qualquer superfície.

Resultado:
Certas coisas devem ser feitas somente para mulheres.
Não adianta tentar misturar os universos masculino e feminino, geralmente termina em profusão de conflitos....

sábado, dezembro 08, 2007

FUI AO TEATRO

sábado, dezembro 08, 2007

A filhota mais velha telefonou-me a semana passada e diz-me:

- Mãe queres ir ao teatro no sábado.
Perguntei-lhe onde era. E diz-me:
- No sítio do costume na Casa do Artista. É teatro para crianças! É aqui através do jornal, aliás é a chamada Festa de Natal para os mais pequenos.
Pois, eu já sabia como era, há alguns anos que em vez de darem presente, que é o que os miúdos gostam, levam-nos ao teatro. Respondi-lhe que sim e não liguei mais ao caso.
Ontem, diz-me ela:
- Então amanhã sempre vais connosco ao teatro não é?
E eu:
- Qual teatro?
- Oh mãe já não te lembras que é a Festa dos miúdos aqui do jornal?
- Ah! Está bem. E a que horas?
Bom lá combinámos o encontro e, todos para o teatro. Pensei cá com os meus botões: "bem vai ser mais uma charada", vamos lá. Quando lá cheguei e ela dá-me o bilhete para a mão e vejo "O barbeiro de Sevilha", oh! Deus então vão passar ópera para os miúdos? Mas não disse nada e entrei.
Depois de tudo sentadinho lá começou o espectáculo. Então não é que foi uma surpresa? E das grandes. Eles pegaram no objectivo principal do texto e prepararam-no para as crianças e resultou tão bem que não houve criança ou adulto que não gostasse. Muito bem ensaiado, com muita dinâmica para não aborrecer as crianças, com música que todos já ouviram. ("Figaro cá, Figaro lá" e por aí fora) Era ver crianças e pais a cantar. Um mimo. Fiquei fã daquele grupo que tão bem soube passar cá para fora a história da melhor maneira para agarrar os putos sem se cansarem. Simples e bem divertida.
Recomendo vivamente a quem tiver crianças, ou não, a verem esta peça que está na Casa do Artista. VALE A PENA.

quinta-feira, dezembro 06, 2007

RECEITA DE PERÚ COM WHISKY

quinta-feira, dezembro 06, 2007

Como estamos em altura de Natal aqui vos mando uma receita de perú com whisky, mas leiam até ao fim senão não tem piada, ok?


Ingredientes:

1 Garrafa de whisky - do bom, é claro!!
1 Peru de aproximadamente 5 Kg
Sal, pimenta e molho verde a gosto
350 ml. de azeite extra-Virgem
500 g. de bacon em fatias
Nozes moídas

Modo de preparar:
Envolver o peru no bacon e temperá-lo com sal, pimenta e molho verde a gosto. Massajá-lo com azeite.
Pré-aquecer o forno durante aprox. 10 Minutos.

Beber uma boa dose (dupla) de whisky enquanto aguarda.
Colocar o peru numa assadeira grande.
Sirva-se de mais duas doses de whisky.
Ajustar o terbostato na marca 3, e, debois de uns binte bidutos, bonha para assassinar. Digu, assar a ave.

Beber bais uba dose de whisky.
Debois de beia hora formar a baertura e controlar a asssadura do pato.
Tentar zentar na gadeira, zervir-se de uooooootra dose boa de whisky.
Gozer (?), gosturar (?), gozinhar (?), sei lá, f***-se o beru.
Deixááár o vilho da buta no vorno bor ubas 4 horas.
Tentar tirar a berda do beru de lá.
Bandar bais uba boa dose de whisky pa dentro, dendar nobabente tirar o cabrããão do beru do vorno, borgue na bribeira denndadiiiva dãão deeeeeeeuuuu.

Begar o beru que gaiu no jão, e enjugar o vilho da buta gom o bano de limparrr o jão e gologá-lo duba pandeja ou galguer outra borra, bois, avinal, vozê nem gossssssssta buito dessa berda de beru. Bronto!

quarta-feira, dezembro 05, 2007

É DOSE...

quarta-feira, dezembro 05, 2007

Já falta pouco para eu ter o meu outro computador ligado, porque ter duas pessoas no mesmo é dose... Não vou falar outra vez porque já falei noutro "post" que divido o computador com a filhota. Além de me atrasar as leituras dos blogues amigos, atrasa-me também os "mails". Além disso os professores também já dão trabalhos para fazer em casa através do computador, o que o ocupa mais ainda.
Mas já falta pouco, pouquinho para eu poder estar sem preocupação de tempo. E assim, para fazer rir um pouco o pessoal aqui vai mais uma piadita.

Uma senhora leva a filha ao ginecologista e pede:
- Sr. Dr. queria que examinasse o "guarda-joias" da minha filha.
- O "guarda-joias"???
O médico acha estranho aquele nome, mas leva a menina para dentro do consultorio e faz-lhe um exame ginecologico rigoroso. Acaba o exame e chama a mãe, perguntando-lhe:
- Como é que a senhora disse que aquilo se chamava?
- "Guarda-Joias" - responde a senhora.
Diz o medico:
- Qual "guarda-joias", aquilo parece mais um guarda-fatos, só camisas tirei de lá sete!

segunda-feira, dezembro 03, 2007

ÀS VEZES DÁ JEITO NÃO PAGAR AS CONTAS

segunda-feira, dezembro 03, 2007


Estamos no começo da semana, e de vez em quando sabe bem não pensar nas tristezas do mundo, que são mais do que muitas, assim sendo, aqui fica uma piadinha para pôr o astral para cima. Vá, sorriso na cara!!!


David e Raquel estão voando em direcção à Austrália, para umas férias de quinze dias em comemoração aos seus quarenta anos de casamento. De repente, a voz do Comandante irrompe nos alto-falantes:
- Senhores passageiros, lamento informá-los que temos más notícias. Os nossos motores pararam de funcionar, e tentaremos um pouso de emergência.
Entre os passageiros, murmúrios, gritos, lamentações, choros. O Comandante acrescenta:
- Felizmente, vejo abaixo de nós uma pequena ilha que não consta dos mapas geográficos, e creio que conseguiremos aterrar na praia.
Alívio misturado com apreensão entre os passageiros. E o Comandante prossegue:
- O maior problema, no entanto, é que talvez jamais sejamos resgatados, e que tenhamos que morar nessa ilha pelo resto de nossas vidas!...
Os passageiros aos poucos substituem as exclamações por orações ou silêncio. Graças à destreza da tripulação, o avião pousa com segurança na ilha. Os passageiros desembarcam, atônitos. Uma hora depois, David, ainda abalado, se vira para sua esposa e pergunta:
- Raquel, me diga uma coisa... Nós pagamos nossa contribuição de caridade para a Sinagoga Beth Shalom este mês?
- Não, querido - ela responde.
- Lamento tanto!... Deixei para depois da volta...
David então pergunta:
- Raquel, nós pagamos nossa contribuição para a Campanha da União Judaica?
- Ih, não, David, me desculpe!... Me esqueci de mandar o cheque!...
- Uma última coisa, Raquel... Você se lembrou de enviar um cheque para o Fundo de Construção de Sinagogas este mês?
- Oh, não, perdoe-me outra vez, querido!... Me esqueci disso também...
Então subitamente David agarra Raquel e lhe dá o beijo mais ardente em quarenta anos de vida conjugal. Raquel, muito surpresa, consegue se desenvencilhar e pergunta:
- Por que isso agora, David?
David responde, com um brilho nos olhos:
- Eles vão nos encontrar.

sábado, dezembro 01, 2007

NÃO PODEMOS OLHAR SÓ PARA O NOSSO UMBIGO

sábado, dezembro 01, 2007

Hoje está um dia cinzento, daqueles dias que não se sabe muito bem se chove ou não. E aconchegada no sofá quentinha sabe muito bem ouvir esta música.
Por outro lado, ao ver o video dá para pensar que não devemos olhar só para o nosso umbigo e olhar também um pouco para o vizinho e pensar que há sempre alguém muito pior do que nós. Estamos em época de Natal, a corrida às compras já começou, mas eu nesta época lembro-me sempre daqueles que não têm um tostão para comprar nem que seja um pãozinho para a boca. E é precisamente neste video o que se vê.



The worlds on fire its more then I can handle
Ill tap into the water try and bring my share
Try to bring more, more then I can handle
Bring it to the table
Bring what I am able
Hearts are worn in these dark ages
Youre not alone in these stories pages
The light has fallen amongst the living and the dying
And Ill try to hold it in
Yeah Ill try to hold it in
Chorus
I watch the heavens but I find no calling
Something I can do to change whats coming
Stay close to me while the skys falling
I dont wanna be left alone dont wanna be alone
Chorus
Hearts break hearts mend love still hurts
Visions clash planes crash still theres talk of
saving souls still colds closing in on us
We part the veil on our killer sun
Stray from the straight line on this short run
The more we take the less we become
The fortune of one man means less for some
Chorus

quarta-feira, novembro 28, 2007

CASAMENTO COM UMA JUDIA

quarta-feira, novembro 28, 2007

Um miúdo saía com uma rapariga judia e queria casar-se com ela, e para isso precisava da autorização do pai.
Ao chegar a casa dela o pai explicou-lhe:
- "Nós somos judeus e temos uma forma peculiar de fazer as coisas. Se quiseres casar com a minha filha tens que passar uma prova. Toma esta maçã e volta amanhã."
O tipo saiu alucinado de casa. No dia seguinte voltou.
- "Muito bem, disse o pai, que fizeste com a maçã?"
- "Comi-a. Tinha fome."
O pai replicou:

- "Vês! Muito mal. Nós judeus descascamos a maçã e com a casca fazemos um delicioso licor.
Partimos em duas e damos metade aos pobres e a outra repartimos com a nossa família.
Metade das sementes vendemos no mercado e a outra metade, quando tivermos mais, plantamos. Já viste como somos? Bom, vou-te dar outra oportunidade Toma este chouriço e volta amanhã."
O tipo saiu um pouco lixado e voltou no dia seguinte.
- "Então, que fizeste com o chouriço?"
- "Com o fio fiz uns cordões para os meus sapatos, com o chumbinho fiz um pendente para pôr no fio da sua filha. Parti o chouriço a meio, cortei-o em rodelas e metade dei aos pobres e a outra metade reparti com a família."
- "Muito bem! E que fizeste com a pele?
- "Com a pele fiz um preservativo, mandei uma queca na sua filha e trago-lhe aqui o leite para fazer um galão!"

segunda-feira, novembro 26, 2007

NÃO SE ACOSTUME...

segunda-feira, novembro 26, 2007

Não se acostume com o que não o faz feliz,
revolte-se quando julgar necessário.
Alague seu coração de esperanças,
mas não deixe que ele se afogue nelas.
Se achar que precisa voltar, volte!
Se perceber que precisa seguir, siga!
Se estiver tudo errado, comece novamente.
Se estiver tudo certo, continue.
Se sentir saudade, mate-a.
Se perder um amor, não se perca!
Se o achar, segure-o!
Fernando Pessoa

sexta-feira, novembro 23, 2007

JORGE PALMA

sexta-feira, novembro 23, 2007

Engraçado, aqui há uns bons anos atrás, quando o Jorge Palma começou a sua carreira, lembro-me de ouvir vários comentários menos agradáveis sobre este cantor. Comentários parecidos ao que hoje ouço sobre o Toy. Lembro-me também que só os mais intelectuais é que gostavam do Jorge Palma. E tudo para dizer que agora está na moda. Até chego a receber "mails" com música dele. E é assim, como está na moda já toda a gente gosta. É pena. Porque deve-se de gostar por gostar e não porque o vizinho ou o amigo ouve. Eu gosto e é por isso que aqui vai uma dele de que eu gosto muito.


quinta-feira, novembro 22, 2007

CRIANÇAS E O FUTEBOL

quinta-feira, novembro 22, 2007

Como estamos numa maré de dizer mal, e com razão, de como vai este país, aqui fica também um recadinho aos pais que levam as criancinhas ao futebol.

Ontem depois do jogo Portugal - Finlândia, que até foi no Porto, (não tenho nada contra o Porto) e já no resumo que a televisão estava a dar, vê-se um homem a sair do Estádio, que presumo ser pai, com uma criancinha às cavalitas, para aí dos dois ou três anos. Ia-me passando. E não era nada comigo. Será que deixam entrar crianças tão pequenas num estádio de futebol com aquela idade? Mas esta gente não tem censo comum? Levar crianças para um estádio de futebol? Vamos que há um empurrão sem querer? Que há confusão ou pancada? Eu sei que num jogo da selecção não há claques, mas o resto é igual. Além disso, àquela hora a criança já devia estar em casa e preparada para se deitar e não na rua ao frio. Não tem a quem deixar a criança? Então não vai ao jogo e vê pela televisão, como muito boa gente faz. Cada um faz com os seus o que quiser, mas com crianças? Santa paciência.

Já nos supermercados é a mesma coisa, faz-me imensa confusão ver bébés com as mães às compras. Eu nunca levei as minhas filhas e nem a minha neta, enquanto bébés, às compras e ainda mais num hipermercado. Primeiro, porque o barulho é mais que muito; segundo, às tantas as crianças estão cansadas de andarem ali; terceiro, os pais acabam por estarem pelos cabelos, porque a criança tem fome ou tem sede e não está quieta. Então é preferível ficar em casa com alguém e aí a mãe vai mais calma, porque não tem a criança atrás, acaba por fazer as compras mais rápido e não stressa, nem ela nem a criança.

Será que isto não é óbvio?

terça-feira, novembro 20, 2007

FRASE FANTÁSTICA

terça-feira, novembro 20, 2007


segunda-feira, novembro 19, 2007

CONTO ERÓTICO !!!

segunda-feira, novembro 19, 2007


Salim estava jantando e ficou ouvindo o barulho da água, pensando na sua empregada Jacira tomando banho...
Mastigava a comida e pensava na Jacira tomando... banho...
Até que se levantou da mesa e foi até o banheiro. Bateu na porta:
- Jacira, você está tomando banho?
- Estou, seu Salim.
- Jacira, abre o borta pra Salim.
- Mas, seu Salim, estou nua!
- Jacira, abre o borta pra Salim...
Jacira não resiste e acaba abrindo a porta. Salim entra no banheiro, vê a Jacira nua e pergunta:
- Jacira, quer foder com Salim?
- Mas, seu Salim... Eu não sei....
- Jacira, quer foder com Salim????
- Sim, quero sim, seu Salim !!!!!.
Então Salim põe a mão no registro e diz:
- Não vai foder Salim não!!! Chega de gastar o água!!!!

sexta-feira, novembro 16, 2007

DESAFIO DA RUBINA

sexta-feira, novembro 16, 2007



"Significa que toda possibilidade já existe."
Secret - O segredo de Rhonda Byrne (edição brasileira)
Passo o desafio à Pinky, Mary Mary, Angela, Cris, Susana
1º) Pegar um livro próximo (PRÓXIMO, não procure);
2º) Abra-o na página 161;
3º) Procurar a 5ª frase completa;
4º) Postar essa frase no seu blog;
5º) Não escolher a melhor frase nem o melhor livro;
6º) Repassar para outros 5 blogs.

quarta-feira, novembro 14, 2007

FUGA DE CÉREBROS

quarta-feira, novembro 14, 2007

Ontem no telejornal falaram na dificuldade, de os jovens acabados de sair da faculdade, arranjarem emprego na área onde se tinham formado. Muitos deles trabalhavam em sectores secundários devido à precaridade de oferta por parte das entidades patronais. MAS NÃO SÓ. Conto-vos aqui um caso de uma querida amiga da filhota mais velha para mais uma acha para a fogueira do nosso mal governado País.
Como ia dizendo esta amiguinha formou-se em engenharia ambiental na Suécia e fez estágio nos Estados Unidos da América. Mas como tem a avó e o pai que vivem em Portugal ela achou por bem voltar ao seu País de origem, pensando ela que conseguiria arranjar qualquer coisa cá uma vez que tinha o curso completo e estágio feito no estrangeiro. Arranjou, se não estou em erro, uma bolsa para estagiar no LNEC, instituição estatal claro está, durante seis meses. Quase no fim da bolsa disseram-lhe que iam tentar arranjar-lhe mais uma bolsa para ela poder continuar lá. Não satisfeita, pois estava já farta de estar só com bolsas, perguntou se não podia ficar a contrato. Não, não podia porque as entradas estavam fechadas, mas como ela era muito boa no que fazia queriam que ela continuasse mas para isso iam-lhe arranjar mais uma bolsa para mais seis meses. Aí a menina teve de pôr os pés à parede, arranjou ela uma bolsa para a Dinamarca, na área dela, e rumou outra vez para fora do nosso País. É que nesta nova oportunidade ela sabe que depois da bolsa ela fica logo contratada. Não esquecer que quem está a trabalhar com bolsa não ganha nada, e os jovens também precisam de constituir família, pois quem acaba o curso como ela e faz estágio lá fora quando tudo acaba, em geral, está com 24 a 25 anos e às vezes mais. E pelo que sei, este é um dos muitos casos que grassam neste País. E depois ficamos muito contentinhos quando vimos em telejornais que um português está a fazer sucesso neste ou naquele país, neste ou naquele sector, quando ele poderia estar a ser aproveitado cá dentro e não foi aproveitado.
E daqui não posso deixar de comentar (que me faz cá umas cócegas na barriga e vocês nem sabem como e não sou comunista) quando o governo diz que tem de reduzir despesas e não há cão nem gato no Estado que não tenha carro com motorista para levar a família desse funcionário estatal a levar os meninos à escola e a ESPOSA ao cabeleireiro e às compras. E nem é preciso ser ministro, basta ser um simples chefe qualquer, até um director-geral. Porque não levarem o seu carro como as outras pessoas, devem ganhar para isso? E esse gasto já deve dar para ter estes jovens a fazerem aqui o sucesso que fazem lá fora.
Temos de ser mais patriotas. Isto é uma vergonha!!!!

segunda-feira, novembro 12, 2007

AMOR VIOLENTO....

segunda-feira, novembro 12, 2007

Já não me lembrava de um acontecimento que se passou aqui há uns anos, mais precisamente há cerca de 10 anos, quando a minha filha mais nova andava na escola. Na altura andava no quinto ou sexto ano, quando ela me chegou a casa muito chorosa a contar que um coleguinha lhe batia e já não era a primeira vez. Claro que fui falar com a directora de turma um pouco receosa pois não queria que me chamassem de racista, pois o miúdo era preto, e que ficou em resolver o problema. Acho que ela chegou a falar com o miúdo e por uns dias a coisa ficou mais ou menos, mas foi só realmente por uns dias porque logo a seguir o miúdo tornou a fazer o mesmo. Aqui já não achei muita piada e fui outra vez falar com a directora de turma e ela disse-me que já não era a primeira queixa que ela tinha do mesmo miúdo e aí acho que ela foi falar com o pai do rapaz. Mas entretanto, eu falei com ele e perguntei-lhe porque batia na minha filha e ao que ele respondeu que gostava muito dela. Lá falei com ele e lhe disse quando se gosta de uma pessoa não se bate. Ele encolheu os ombros e a conversa ficou por ali. Resumindo: foi um problema para a filhota ir para a escola naquele ano e ainda hoje ela me diz que eu nem sei o sacrifício que ela fez para ir para a escola, o que eu deduzo hoje que ela ficou bem marcada nesse ano. E isto tudo porque está a suceder com a neta precisamente a mesma coisa. Só que na escola primária e também com um miúdo preto. E também a minha filha perguntou a um colega dele porque é que o menino batia na filha e ele disse que era porque ele gostava dela e ela nem sequer tinha lido a carta que ele lhe mandou. Beeemm, quando a minha filha me contou isto eu desatei a rir é que eles só têm sete anos. Só que agora estamos outra vez na mesma, a miúda não quer ir para a escola e logo de manhã diz que lhe dói o braço ou dói-lhe a barriga e aqui ficamos sem saber se é dor mesmo ou se é para não ir à escola, presumimos que é a segunda opção, mas não descuramos o resto, pois nunca se sabe. E aqui a questão, será que eles acham que batendo elas gostam deles? É que não são adultos, são crianças.

sexta-feira, novembro 09, 2007

UMA BRINCADEIRA À SHAKIRA

sexta-feira, novembro 09, 2007

Há gente com muita imaginação, foi o caso destes três malucos a brincarem com um videoclip duma canção da Shakira, divirtam-se como eu me diverti:


E mais este:

quarta-feira, novembro 07, 2007

TRAIÇÃO FEMININA

quarta-feira, novembro 07, 2007


O marido chega a casa e pega a esposa na cama com um garotão, 25 anos, forte, bronzeado, cheio de amor pra dar... Arma o maior barraco, mas a mulher o interrompe:
- Antes você deveria ouvir como tudo isso aconteceu... Na rua, vi esse jovem maltrapilho, cansado e faminto. Então, com pena do estado dele, eu o trouxe para casa. Dei a ele aquela refeição que eu havia preparado para você ontem. Como você chegou tarde e satisfeito com o tira-gosto do boteco... não comeu, e eu guardei o jantar na geladeira, lembra-se? Ele estava descalço, então dei a ele aquele seu par de sapatos que, como foi minha mãe que te deu, você nunca usou. Ele estava com sede e eu servi aquele vinho que estava guardado... para aquele sábado que você prometeu mas que nunca chega... pois, num dia é futebol, noutro poker, noutro pescaria. As calças estavam rasgadas, dei-lhe aquele seu jeans semi-novo... Ainda estava em perfeito estado, mas não cabia mais em você. Como ele estava sujo, aconselhei-o a tomar um banho... fazer a barba, então dei a ele aquela loção francesa novinha que você nunca usou porque acha fedorenta. Daí, quando ele já ia embora, perguntou:
- Dona, tem mais alguma coisa que seu marido não usa mais?
- Nem respondi!!!!!!!............. Dei logo!!!

terça-feira, novembro 06, 2007

ANTIGOS COSTUMES

terça-feira, novembro 06, 2007

Ainda nós às vezes falamos dos nossos costumes actuais, vejam agora como antigamente se namorava neste belo País à beira mar plantado.



Como é natural que se veja um pouco mal eu ponho aqui as multas para quem namorava na rua:
1 - Mão na mão -2$50
2 - Mão naquilo - 15$00
3 - Aquilo na mão - 30$00
4 - Aquilo naquilo - 50$00
5 - Aquilo atrás daquilo - 100$00
Parágrafo único - Com a lingua naquilo 150$00 de multa, preso e fotografado.
E esta hem?

segunda-feira, novembro 05, 2007

MORCÕES

segunda-feira, novembro 05, 2007

Depois de um interregnozinho de uns diazitos, isto de ter uma filhota em casa é o que dá, cá vai mais uma piadita para alegrar o dia:


Um lisboeta de gema abre uma loja na baixa Portuense e põe na montra o seguinte reclame: "LOJA DO TEM TUDO ". Um tripeiro que passava pela rua, ao ler o que estava escrito no reclame, resolve entrar na loja, chega-se ao balcão e pede:

- Dê-me uma garrafa de vinho do Porto Vintage, de 1930.

O alfacinha procura nas prateleiras, vai ao armazém e traz a garrafa pretendida. No dia seguinte, o tripeiro resolve voltar à loja para tramar o alfacinha.

- Bom dia, dê-me 1/2 dúzia de ovos de avestruz.

O alfacinha vai ao armazém e traz-lhe os seis ovinhos de avestruz. O tripeiro paga, e sai da loja dizendo para si mesmo: Amanhã é que vou tramar este gajo, palavra de tripeiro. No dia seguinte lá voltou à loja.

- Bom dia amigo, hoje preciso de 1/2 litro de esperma.

O alfacinha, sem se desmanchar, pergunta-lhe:

- O amigo trouxe o vasilhame ou vai levar no cú ?

quarta-feira, outubro 31, 2007

POLITIQUICES

quarta-feira, outubro 31, 2007

Geralmente costumo desabafar questões políticas no meu outro blogue reservado só para isso. Nos últimos tempos nem sequer tenho tido tempo para lá ir postar o que quer que seja, hei-de lá voltar quando estiver mais disponível. No entanto, não posso deixar de chamar aqui a atenção de um pormenor que me tem andado a germinar o pensamento. Se bem se lembram no princípio deste mês as notícias dos telejornais focaram muito a ida de várias pessoas idosas a Cuba para tratarem a sua vista, ou seja, pequenas cirurgias aos olhos de quem tinha cataratas e outras pequenas doenças oculares que uma simples operação faz com que se possa ver melhor, senão mesmo voltar a ver como deve ser. E tudo isto pago pela Câma Municipal local, que teve a honradez de pôr as pessoas em primeiro lugar do que fazer estradas e pontes e ganhar dinheiro por debaixo da mesa como todos sabemos. E aqui está o busilis da questão. Em Portugal já estavam à espera destas operações há mais de dez anos, alguns mesmo, não muitos felizmente talvez dois ou três, já não houve nada a fazer porque a doença estava de tal maneira avançada que nem a operação podia reverter a situação. E continuamos na mesma, não há médicos oftalmologistas? Há e muitos, o Governo é que não está para gastar um cêntimo que seja para estas coisas, são pequenas coisas e o Governo só pensa em GRANDE, como por exemplo, a aprovação, que já foi feita, para uma terceira ponte sobre o rio Tejo. E mais importante do que as pessoas e a sua saúde é o TGV, pois claro. Eles só acordam quando a questão chega a suas famílias e quando chega, porque eles têm dinheiro suficiente para as levar a clínicas particulares e terem tudo na hora. E depois diz o sr. Sócrates que se quer comparar à Dinamarca. Esta só para rir. AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAH
a minha gargalhada de desprezo!!!!!!!!!

sábado, outubro 27, 2007

JÁ NAQUELE TEMPO...

sábado, outubro 27, 2007


IRONIA num clássico conto Indiano (de século XVI)...!!!!!!!

Um Pescador de caranguejos nunca tapa o balde em que vai colocando os caranguejos que apanha. Isto admira toda a gente à sua volta. Alguém lhe pergunta um dia:
"Porque não tapas o balde em que tens os caranguejos? Não tens medo que fujam?"
Ao que o Pescador calmamente responde:
"Não é preciso... são caranguejos Portugueses: quando um tenta subir, os outros imediatamente o puxam para baixo!"

terça-feira, outubro 23, 2007

ALIGEIRAR.....

terça-feira, outubro 23, 2007

Pois é Capitão de vez em quando volto às piadas, às anedotas. Sabe bem aligeirar ou mesmo desanuviar o ambiente, neste caso literário. A vida já é tão complicada ou será que nós é que a complicamos? Eu sinto que de vez em quando uma piadinha é como se fosse um pouco de vento a empurar uma nuvem negra que paira sobre coisas e situações da vida. Porque será que havemos de estar sempre a bater na mesma tecla? Que tudo nos corre mal, que não temos sorte, que temos só azares e os outros não, que não temos isto, que não temos aquilo, quando muitas vezes isso só parte de nós.
Desculpa Capitão não estou aqui, de maneira nenhuma, a criticar o teu comentário, pelo contrário, peguei nele precisamente para agitar as hostes. Já é altura deste País não ser tão cinzento e cabe a cada um de nós fazer a nossa parte. Como já deves saber estou desempregada e não me pus a chorar "de coitadinha" há que ir em frente. Não me posso culpar por isso, se há culpa é dos nossos patrões e da maneira como eles geram as empresas ( e agora um áparte, o nosso Governo vai pela mesma linha) há que levantar a cabeça e tentar fazer outras coisas.
Somos nós que temos de escolher o nosso caminho e às vezes escolhemos o caminho errado e quando o escolhemos já estamos tão habituados a ele que não tentamos ter força para escolher outro caminho. Há que ter força e coragem para tomarmos certas decisões para não só sermos pessoas melhores como para sermos felizes, pois quando somos felizes à nossa volta gera-se uma onda positiva. E se repararem existem certas pessoas que nós gostamos muito de estar com elas que nos dão uma certa paz e tranquilidade, reparem lá se essas pessoas não têm sempre uma onda positiva sobre a vida?
E já agora comentem lá se tenho ou não razão, ou estou só a filosofar?

sábado, outubro 20, 2007

A MULHER DO BOMBEIRO

sábado, outubro 20, 2007

O bombeiro chega a casa e diz à mulher:

- No quartel temos um sistema excelente, com o tocar da primeira sirene juntamo-nos em equipas, com a segunda sirene descemos pela coluna e com a terceira subimos ao autotanque e saímos. A partir de hoje quando eu digo primeira sirene" tiras as roupas, "segunda sirene" vais para a cama e "terceira sirene" fazemos amor toda a noite.
No dia seguinte o bombeiro chega a casa e grita "primeira sirene", a mulher tira a roupa, de seguida grita "segunda sirene" a mulher deita-se na cama e por fim grita "terceira sirene" e começam a fazer amor. Ao cabo de uns minutos a mulher grita "quarta sirene" e o bombeiro exclama:
- Que raio é essa "quarta sirene"???
E a mulher diz:
- Desenrola mais mangueira porque estás longe do fogo!!!

quinta-feira, outubro 18, 2007

MESTRE CANELÃO

quinta-feira, outubro 18, 2007

Mestre Canelão a ensinar capoeira




Ainda relacionada com a minha viagem a Natal, não poderia, de maneira nenhuma, deixar de falar no Mestre Canelão.
Os guias de turismo, não serão todos mas alguns, fazem questão de nos levarem numa noite a ver capoeira. Mas não é qualquer capoeira e sim uma comunidade de meninos (numa favela) tirados da rua por este homem, sem fundos subsidiados pelo Estado, só pela caridade de quem quer participar ou contribuir com o que pode. Ele conseguiu que alguns professores de escola lá vão dar aulas a estes meninos sem receberem nenhum tostão. É voluntariado mesmo. E para ocupar as horas livres ensina-lhes capoeira. As idades destas crianças vão desde os dois, três anos até a adultos. E vi pelas carinhas deles que gostavam de ali estar e tinham respeito a este mestre que além de lhes dar a possibilidade de ler e escrever lhes dá ainda uma e às vezes duas refeições por dia.
E para verem melhor quem é este homem tirem cinco minutinhos do vosso tempo e espreitem este site para melhor compreenderem o que aqui escrevi: http://paginas.terra.com.br/esporte/capoeiradabahia/cidadania/MeninosCapoeristasDeNatal.htm
Não estou aqui a fazer publicidade do que quer que seja, mas a tirar o meu chapéu a mais um homem que não pensa só em si. É pena não haver mais mestres Canelão por este mundo fora, o mundo seria bem melhor!

segunda-feira, outubro 15, 2007

RETORNADA DOS TRÓPICOS

segunda-feira, outubro 15, 2007

Amei. É sempre o que posso dizer quando vou até ao outro lado do oceano Atlântico. As energias voltam, a disposição também. Mas não pensem que foram só rosas, também houve uns espinhozitos pelo caminho.Comecei por sete horas de voo (o que sabe sempre bem é que voamos daqui com sol e chegamos lá ainda de dia), depois dos trâmites legais (quase uma hora à espera das malas) toca a seguir para o hotel, arrear malas e ir jantar. Será escusado dizer que depois do jantar vem-se a correr para o hotel para dormir, pois o cansaço é mais que muito.Já perceberam que fui até Natal, não é verdade? Ainda andei de cabeça no ar a ver se via o capitão - mor mas não o vi. (mesmo que o visse e ele passasse por mim ficava na mesma, não o conheço eheheheh) Um áparte para dizer que nesta viagem vinha muita gente do Porto, acho que quase a maioria era do norte. E ainda, que acabei por encontrar um casal que mora perto de mim. Ele há coisas...



Cidade de Natal

Segunda - feira, dia de visitar a cidade. Ai meu Deus, é sempre dia de começar a despejar o porta-moedas. Qual porta-moedas? A carteira. Lá se vai comprando as habituais havaianas e os biquinis e por aí fora.

Baía Formosa



Terça - feira, visita à Baía Formosa, para mim não é novidade já era a terceira vez que lá tinha estado, mas é sempre tão bonita. O problema é que o autocarro que nos levava avariou e teve de ser substituído. Até que tivemos muito pouco tempo de espera, mas quando o outro chegou trazia o ar condicionado no máximo e aí a vossa amiga apanhou uma bela constipação, mais para o lado da gripalhada, mas enfim, uma bela pingada de nariz que durou para aí uns dois dias.

Lagoa da Coca Cola



E foi aqui que fomos até à Lagoa da Coca Cola, que só se pode lá ir de buggy pois tem de se entrar na mata Atlântica e só este tipo de transporte lá consegue chegar, é assim que a lagoa é conhecida pela cor da sua água ser igual à da Coca Cola, mas o seu nome real é Lagoa de Araraquara. Perguntei porquê esta cor e os guias disseram que era por causa das raízes do madeiro que caíam na água e ficava aquela cor acastanhada. Bom, escusado também será dizer que aqui a água chega a ser mais quente do que a água da praia. Diz a lenda que cada dez minutos dentro de água tem um ano de saúde. Eu acho que não apetece é sair de lá de dentro independentemente da lenda.



Barra de Cunhaú


Quarta-feira – Visita à Barra de Cunhaú. Sítio paradisíaco que se visita de barco. O barco chega até perto de uma zona de areia. Quem quer desce do barco e vai a pé na areia até à zona de praia virada para o Atlântico. Um bocadinho ventoso, mas até sabe bem. Quem não quer pode ficar por ali mesmo pois a água também é limpinha e quentinha, claro.


Dunas de Genipabú

Quinta – feira – Era a minha visita preferida. Visita às dunas de Genipabú. Mas não fui (quase chorei de raiva) a gripalhada não estava melhor e cada vez que tossia doía-me debaixo do peito. E para não ficar pior achei melhor não ir, foi só o casal meu vizinho. (Snif… snif…) Resultado: passei a manhã a andar à procura de peças de automóvel para o meu marido trazer. Almoçámos e volta para o hotel. Mandei o marido para a piscina e eu fiquei a curar a dita cuja.


Pipa

Sexta-feira – Ida a Pipa. Há muita gente a adorar Pipa. Eu não. Claro que gosto da zona, mas Pipa para mim é uma rua grande com comércio de um lado e do outro e mais nada. Também tem praia e na praia costuma-se comer uns pastéis fantásticos com uma aguinha de coco fresquinha, mas desta vez não cheguei a ir lá. Fomos visitar o Chapadão e almoçar num restaurante de um português. Depois de tanta comida brasileira todo o mundo se desforrou com comida mais parecida com a nossa. Quando lá forem vão ao Restaurante Lampião que é dum benfiquista ferrenho. Não se come nada mal.

Sábado – Dia livre e tentei fazer o resto das compras que queria, mas ir com um marido que detesta esse género de coisas é dose. Acabei por passar a manhã na piscina, almoçar fora do hotel e tentar fazer as tais compras. À noite jantar com a nossa guia. Aqui tenho de fazer uma bela homenagem à Gilvânia que foi uma guia fantástica, muito divertida, sempre bem disposta e livre para o que nós queríamos. Foi pena ter estado muito pouco tempo connosco pois tinha a filha doente. Por isso teve de se ausentar mais cedo, mas nem por isso o nosso grupo esmoreceu, continuou-se na conversa até nos levarem ao hotel. É que o restaurante (Farofa de Água) vai buscar as pessoas ao hotel e depois leva-as. O que é fantástico. Acho que há outro restaurante que faz isso, mas não me lembro qual é. O capitão-mor depois ajuda. Outro restaurante que não fui e tive pena, mas não houve tempo, foi o Restaurante Camarões, que é óptimo. Se lá forem não percam uma ida até lá.

Domingo – Hora de fazer as malas, pois iam-nos buscar às 14h40. Mas ainda consegui ir ao Centro de Turismo que é onde se faz as comprar como deve ser e sempre é mais barato. Depois conto a história deste edifício, senão fica o texto muito grande. Malas fechadas e postas na recepção e uma última refeição na piscina do hotel. A seguir caminho para o aeroporto para o regresso. Para mim é sempre o que me custa mais, ter de dizer adeus aquele país, aquela gente. Buááááá´…..

quarta-feira, outubro 10, 2007

ESTOU DE LUTO

quarta-feira, outubro 10, 2007

Já estava a preparar o texto das férias quando fui abanada pelo telefone a dizer, o que de certa maneira já esperava, a minha tia faleceu. Hoje fui a Santarém vê-la ao hospital e fez-me imensa confusão ver uma pessoa na recta final da vida. Foi um choque. Choque por ver uma pessoa tão cheia de vida, careca com uma respiração compassada, de olhos fechados e já sem falar. Fiquei de tal maneira que disse ao meu primo que já não ia visitar a mãe dele porque me custava vê-la assim. Ele compreendeu, mas mal sabia eu que afinal o fio estava mais curto do que eu supunha. De qualquer maneira, por mais incrível que possa parecer, senti alívio por ela, por não sofrer mais. Desculpem o desabafo, mas ela era como se fosse nossa mãe. Era com ela que eu e a minha irmã passávamos os três meses de férias grandes e ela considerava-nos como se fossemos suas filhas. Agora a questão está em tentar que a nossa mãe não saiba nada, senão em vez de um faríamos dois funerais.

(O texto está com data de 10 de Outubro porque eu já estava a fazer o texto das férias, mas a data correcta é 12 de Outubro)

sábado, setembro 29, 2007

JÁ VOLTO...

sábado, setembro 29, 2007

É verdade, vou estar uma semanita ausente. E sim, Pinky, é mesmo onde estás a pensar. Espero trazer fotos de lá. Portanto, durante este período estarão de férias da minha pessoa. Mas não estejam tristes eu volto, prometo.


Espero ver este pôr do sol fantástico, com águas quentes a banhar-me.

Aqui ainda se repira ar puro sem muitos carros e quilómetros e quilómetros de praia sem ninguém.

É só para fazer inveja. Mas se eu puder eu trago um pouquinho daquele ar e daquela cultura nativa que quem lá vai fica sempre encantado.

Vou tentar trazer as lendas locais que são fantásticas. Eu prometo contar tudo depois tim tim por tim tim.

E aqui é onde vou ficar instalada. O mais engraçado é que eu não gosto muito de ficar em hóteis, gosto mais de ficar em hóteis que tenham "bungalows" (se não estiver muito bem escrito peço desculpa, pois o meus inglês é um tanto ou quanto macarrónico), mas pronto lá terá que ser, só espero que seja sossegado, porque o último onde estive ao fim de semana não se podia dormir com o barulho de discotecas que nem pertenciam ao hotel.

E pronto desejem-me lá boa sorte!!!!

Inté.....

quarta-feira, setembro 26, 2007

O SILÊNCIO É DE OURO

quarta-feira, setembro 26, 2007

Como tenho andado um pouco ocupada não tem dado para escrever muito, mas até ao fim de semana eu prometo escrever mais e pôr tudo em dia. E para abrir um pouco o véu: para a semana não estarei cá, depois digo porquê. Para já aqui vai mais uma piadinha. É um bocadinho mázinha, mas está bem tirada.


Viajavam num comboio um português, um brasileiro, um francês e um cubano. Passado um pouco... O brasileiro abriu a mala, tirou um belo pedaço de picanha, mordeu uma pequena parte e mandou o resto pela janela...
Todos observaram aquilo com um certo espanto e o brasileiro justificou:
- Ue! Esta merda é o que há mais na minha terra!
Passado algum tempo, o francês abriu a mala, tirou o belo de um queijo e repetiu o acto do brasileiro.
Todos os outros olharam para ele espantados e o francês disse:
- Oui! Esta merda é o que há mais na minha terra!
Mais algum tempo passou e foi a vez do cubano. Abriu a mala, tirou um tremendo charuto cubano, de uns 20 centímetros, deu uma fumaça, apagou e mandou o resto todo pela janela...
O espanto era geral e o cubano disse:
- Pues que si! Esta mierda e o que há mais na minha terra!
Passaram uns vinte minutos, o silêncio reinava na carruagem, quando de repente, o português, sem nada dizer, levantou-se e mandou o brasileiro pela janela.

domingo, setembro 23, 2007

RECÉM CASADOS!!!!!!!!

domingo, setembro 23, 2007

Reza a história que num casal de recém casados, com apenas 2 semanas de casamento, o marido que apesar de feliz, já estava com uma vontade reprimida de sair com a malta para fazer a festa. Assim ele diz para a sua queridinha:

- Mor já volto...
- Onde vais meu docinho...? (com expressão de recém casados)
- Ao barzinho, tomar uma geladinha.
A mulher põe a mão na cintura e responde-lhe:
- Queres uma cervejinha, meu amor???
E nesse momento abre a porta do frigorífico e mostra-lhe 25 marcas diferentes de cervejas de 12 países, alemãs, holandesas, japonesas, americanas, mexicanas etc. O marido sem saber o que fazer, responde-lhe:
- Meu docinho de coco... mas no bar... sabes... o copo é gelado.
O marido não tinha terminado de falar, quando a esposa interrompe a sua conversa e lhe diz:
- Queres um copo gelado, Amor?
Nesse momento a esposa tira do congelador um copo bem gelado, branco, branco, que até tremia de frio. Então o marido responde:
- Mas meu céu, no bar tem aqueles salgadinhos óptimos... Já volto tá?
- Queres salgadinhos meu amor???
A mulher abre o forno e tira 15 pratos de salgadinhos diferentes: bolinhos de bacalhau, rissóis, pipocas, amendoins, pasteis de carnes, empadinhas...
- Mas minha bonequinha... lá no bar... sabes.... as piadas, os palavrões tudo aquilo.....
- Queres palavrões meu amor???
ENTÃO VAI PRÓ CARALHO, MAS DAQUI TU NÃO SAIS, MEU FILHO DA PUTA!!!

quarta-feira, setembro 19, 2007

DE ARREPIAR....... EHEHEHEHEH

quarta-feira, setembro 19, 2007

Tenho andado um pouco fugida das lides blogueiras e também tenho sentido um pouco a falta de dar aos dedos no teclado. Como já disse a filhota em casa é dose. É dose de computador porque ela não descola dele até se fartar e aqui a "je" já tem saudades de vos ler. Mas já não falta muito para pôr a leitura em dia. É que um dia é capaz de ser pouco para ler tudo. Mas por hoje e para não cansar ninguém deixo mais uma anedotazinha para dispôr bem o pessoal logo pela manhã. Ah. obrigado ao anónimo que me emendou a dizer que é "o" router e não "a" router. Eu cá não me importo nada que me emendem desde que esteja errada. É que aprender não custa. Bom mas cá vai:


PARA QUEM ACREDITA EM HISTÓRIAS DO OUTRO MUNDO ...
Numa noite escura e de temporal, estava uma loira, de nome Paty, na beira de uma estrada secundária mal iluminada pedindo boleia.
Nenhum carro passava e a tempestade estava tão furiosa que a pobre Paty não conseguia ver dois palmos à frente do nariz! Subitamente, viu um carro aproximar-se dela e parar. Radiante, saltou de imediato para dentro do carro e, fechando a porta, deparou-se com o facto de não haver ninguém no local do motorista!!! O carro reiniciou então a marcha lentamente e Paty, olhando para a estrada, vê uma curva aproximar-se perigosamente.
Aterrorizada e ainda não refeita do choque de se encontrar num carro fantasma, começa a rezar fervorosamente para que a sua vida seja poupada.
Neste instante, quando a curva se encontra a apenas uns escassos metros do carro, uma misteriosa mão surge pela janela do carro e move o volante.
Paralisada pelo terror, Paty continua a observar as constantes aparições da mão a cada curva do caminho. Até que, reunindo as escassas forças que ainda possuía, salta do carro, se rolando toda e sai em disparada, desesperada, para a cidade mais próxima.
Cansada, encharcada e em estado de choque, entra num café onde emborca de imediato dois drinques: um Martini e Blood Mary, relatando debilmente o que havia acontecido, perante o olhar estarrecido dos outros clientes.
Naquele instante, dois homens entraram no mesmo café, absolutamente encharcados. Imediatamente um deles avisa para o outro:
- Olha lá a loira retardada que entrou no nosso carro enquanto a gente estava empurrando!

quinta-feira, setembro 13, 2007

EU E O COMPUTADOR

quinta-feira, setembro 13, 2007

Isto de partilhar o computador é complicado, acho que tenho de arranjar horário com a filhota senão não consigo cá chegar. Ou então é ligar o outro computador, só que não vale ainda a pena pois falta-me a "router", é assim que se chama à peça para partilhar a internet em dois computadores. Isto para quem não saiba o que é. O que vale é que já na próxima segunda feira começam as aulas e aí já tenho o computador mais tempo para mim. Enfim, contigências super contornáveis. Hoje fica este post, mas amanhã já ponho a leitura dos amigos em dia.
Para já fica aqui uma musiquinha bacana que anda a passar de mail em mail, mas que eu achei engraçadíssimo, não só por ser uma criança a tocar fabulosamente, mas também porque é uma música muito conhecida e não estava nada a ver uma chinesinha a tocá-la, mas ainda bem porque é..... vejam e depois digam.

sábado, setembro 08, 2007

O TESTAMENTO

sábado, setembro 08, 2007

Uma velha solteirona liga para o escritório de advocacia e pede que mandem um advogado até sua casa para ajudá-la a fazer o seu testamento.
Um dos advogados vai até a casa dela...
- Por favor, me diga quais são os seus bens e como gostaria que eles fossem destinados após sua morte...
A senhora responde:
- Esta casa é alugada e estes móveis velhos não valem praticamente nada... A única coisa que tenho de valor é um milhão de reais na minha poupança.
- OK - disse o advogado, anotando tudo
- E como a senhora gostaria que este dinheiro fosse distribuído?
- Olha, moço... Eu sempre vivi muito isolada... Ninguém da minha família nunca me deu bola, tanto que nem ficaram sabendo quando eu ganhei na lotaria...
- Certo... Então quem a senhora quer colocar no testamento? Alguma amiga? Ou...
- Não! Eu não quero deixar nada pra ninguém! Quero gastar 900 mil reais no meu velório! Assim acho que finalmente alguém vai me notar...
- Puxa! - exclamou o advogado - Com esse dinheiro todo gasto em um velório com certeza a senhora vai ser notícia! Mas e os outros 100 mil?
- Bom eu nunca me casei, nunca tive namorado... Nunca estive com um homem antes. Então queria que vocês usassem esse dinheiro para conseguir alguém para dormir comigo.
- Esse é um pedido bastante estranho! respondeu o advogado. Mas veremos o que podemos fazer... E foi embora.
Em casa o advogado contou o ocorrido à esposa e, como estavam precisando de dinheiro, ela sugeriu que ele mesmo fosse dormir com a solteirona para faturar a grana. Como a esposa sabia que seria um encontro de apenas uma hora, resolveu ir junto e ficou esperando no carro. Uma hora depois, nada. Outra hora e nada. Depois de umas 3 horas ela começou a ficar irritada
e tocar insistentemente a buzina.
Rapidamente o marido dela apareceu pelado na janela da sala e disse:
- Benzinho! Volte pra me buscar só amanhã cedo. É que a senhora aqui decidiu deixar o enterro dela pra prefeitura mesmo fazer!

quinta-feira, setembro 06, 2007

A TERRA ONDE MORO

quinta-feira, setembro 06, 2007

A pedido da Cris vou aqui falar um pouquinho da minha terra. Acho que já falei dela mas nunca é demais referenciá-la. Moro na Amadora, hoje já cidade, e que foi muito falada (neste caso escrita) pelo Eça de Queirós no romance "Os Maias". Chamava-se naquela altura "Porcalhota". E foi em torno deste lugar que se constituiu a actual cidade. Cidade colada à capital do País, Lisboa. Começou por ser quase dormitório mas hoje em dia é uma cidade normal como tantas outras. Cidade também acolhedora de muitos imigrantes, principalmente de África e também do Brasil, mas a maioria são africanos.


Um bocadinho de história:

A região da Amadora serviu durante vários séculos de estância de veraneio para famílias abastadas de Lisboa. A salubridade do sítio, a proximidade da capital, as facilidades de comunicações e vasta área disponível para urbanização estão na base do desenvolvimento espectacular de construções, que , em determinadas zonas, ainda tem habitações clandestinas. Em 1907, a população local pediu ao rei D. Carlos que permitisse a mudança de nome, situação a que o Ministério do Reino deu despacho, renomeando a povoação de Amadora em 28 de Outubro de 1907.

Agora o que temos:
- O centro comercial Babilónia













Este centro comercial é pequeno mas tem um pouco de tudo, inclusivé cinema.

- O jardim central














Este jardim não é muito grande mas é muito agradável para passear com as crianças.
- O estádio de futebol, do Estrela da Amadora















O estádio de futebol acho eu que é igual a tantos outros, mas há muito menino por cá "doente" por futebol.

- O hospital Fernando Fonseca












O hospital foi construído há poucos anos, mas neste momento, está a servir uma área muto grande de população, porque não atende só doentes da Amadora como dos arredores da cidade. E por isso torna-se complicado o atendimento nas urgências. Mas é o hospital que temos.

Isto é mesmo um resumo pequeno do que existe na cidade, mas temos a nossa Câmara Municipal, vossa Perfeitura, que tem mesmo assim criado várias instituições para a cultura local. Como, por exemplo, a Fábrica da Cultura onde há muitas exposições e uma delas famosa, senão pelo mundo, pela Europa é de certeza, que é a exposição anual de Banda Desenhada. Temos também os Recreios da Amadora onde se podem fazer espectáculos e em geral também pequenas exposições culturais.
Há e não podia deixar de citar a corrida anual do fim do ano, a corrida de São Silvestre. Que vocês aí no Brasil também têm e é muito famosa corrida de São Paulo.
Temos agora a chegar dentro da cidade, o metro. Transporte que faz muita falta em qualquer cidade, aliás, eu acho prioritário.
E pronto, acho que está aqui o principal e se me esqueci de alguma coisa ponho numa outra oportunidade. Espero que a Cris fique um pouco elucidada do que existe aqui por estas paragens. Beijinhos

terça-feira, setembro 04, 2007

SEM NET...

terça-feira, setembro 04, 2007

Até que enfim, desde sexta-feira que não tinha net. E torna-se um hábito a visita senão diária quase diária aos blogues amigos, a vista de mails, enfim, o que o computador normalmente nos proporciona, nem que se seja um joguinho. Além disso, também não estive cá no fim de semana. A minha irmã tinha um casamento e para a mãe não ficar sózinha pediu-me para lá ir fazer-lhe companhia. Bom, lá tive de deixar a família em casa (porque eles não quiseram ir comigo), para ir para o Cartaxo. Mas acabou por ser agradável, tive a minha mãe só para mim. Coitada, ainda a pus a apanhar caracóis pela estrada que vai do portão até à casa, que são para aí uns 20 metros. Mas estava um tempo tão bom ao fim da tarde que nem apetecia ir para dentro de casa. Lá passou o resto do dia e da noite e no domingo lá viemos outra vez para a Amadora.

Ontem foi um dia de pôr tudo em ordem, uma faxinazinha, ver o que havia para pagar e lida doméstica. E hoje quem ficou na ordem do dia foi o computador que, felizmente, já está em condições outra vez. E agora é ver e pôr em dia a visita blogueira.

No próximo post vou falar um pouquinho sobre esta terrinha onde moro para satisfazer o pedido da Cris.

sexta-feira, agosto 31, 2007

FIM DE TARDE GOSTOSO

sexta-feira, agosto 31, 2007

Ih o tempo passa a correr, cheguei no domingo e já estamos na quinta feira. Tenho vindo pouco aqui porque tenho aproveitado para pôr coisas em dia. Mas já cá estou outra vez. E hoje tive um dia normal com um fim bem gostoso. Convidei a minha amiga Pinky para jantar e foi tão bom que achei pouco. Quando gostamos das pessoas é assim, o tempo passa a correr e parece que fica montes de coisas para conversar. Nã, não sejam cuscos que eu não vou pôr aqui o conversámos, mas foi muito agradável. Bigada amiga Pinky adorei a tua companhia, vamos fazer isto mais vezes, ok?
E agora para aligeirar a coisa aqui vai uma piadita.

Num pedido de divórcio, o juiz pergunta à requerente:
- A senhora tem a certeza do que está a pedir ? A senhora quer o divórcio por COMPATIBILIDADE de feitios ? Não será o contrário ?
A mulher responde:
- Não Sr. dr. Juiz! É mesmo por COMPATIBILIDADE.
Eu gosto de cinema, o meu marido também!
Eu gosto de ir à praia, ele também!
Eu gosto de ir ao teatro, ele também!
Eu gosto de homens e ele também!

domingo, agosto 26, 2007

VOLTEI....

domingo, agosto 26, 2007

É verdade voltei. Uma semanita de férias que soube muito bem. Mas como em tudo há sempre pequenos senões. Saímos daqui no domingo de manhã, almoçámos na área de serviço da Mealhada, não aconselho ninguém a lá comer, eu e o marido pagámos os dois por um almoço banalíssimo, 33 euros. Seguimos viagem e chegámos ao nosso destino eram para aí umas três da tarde. Chegados lá tínhamos a filhota e o genro à nossa espera. Foi só tirar as malas do carro, metermo-nos lá dentro outra vez para dar uma passeata pelas redondezas. Quando íamos a caminho da Senhora do Castelo, o meu genro olha para o mostrador do carro e anuncia: "já viu a temperatura do carro, não podemos ir assim?" Toca a meter água e lá fomos. Ainda deu para ver o miradouro que tem uma vista lindíssima e uma capela (fechada), mas que segundo nos disseram casa lá muita gente. Toca a vir para baixo e preparar jantar. Depois de comidinhos lá fomos ao café e conhecer a ponte romana que por baixo tem um belo jardim. (Como ainda não tenho fotos minhas fica aqui, para exemplo, a foto dessa ponte romana, ah e não pensem que era um aqueduto, mas sim a ponte onde passava antigamente o comboio)

Bom escusado será dizer que o marido teve de arranjar o problema da alta temperatura do carro, o que vale é ele ser mecânico senão era um trinta e um, é que foi só a bomba de água que foi ao ar, e ele teve de arranjar uma e esteve uma tarde toda a montá-la, mas pronto lá ficou o carro bom outra vez.
No outro dia foi conhecer a cidade, depois ir a São Pedro do Sul e conhecer a zona pelos dias que lá estive. Bom, e comidinha? Aí sim, boa comidinha. Arranjámos lá um restaurante numa aldeia perto que se come muito bem e baratíssimo. Comidinha feita ainda no forno de lenha, o pão nem se fala e para quem gosta tem cá uma broa de milho tal e qual como eu me lembro do sabor de quando era pequena. Na quarta-feira à noite fui à Feira de S. Mateus que está a decorrer em Viseu e logo na entrada estava um grupo boliviano com canções tradicionais andinas, fiquei siderada, já não me apetecia sair dali a ouvi-los, mas sou suspeita, porque adoro ouvir música onde meta flauta pan. Escusado será dizer que trouxe logo dois cd´s deles.
E os dias a passarem tão depressa. Ainda podia ter lá ficado mais uns diazitos, mas as saudades da filhota mais nova eram maiores e neste domingo viemos embora. Ainda pensámos que vínhamos apanhar uma boa chuvada, mas não, chegámos a Tondela o tempo começou a abrir e foi sempre assim até cá abaixo.
E pronto lá passou uma semana a correr.

sábado, agosto 18, 2007

FUI DE FÉRIAS

sábado, agosto 18, 2007

FIQUEM BEM
DIVIRTAM-SE!!!
EU NÃO ESTAREI CÁ UMA SEMANA...
FUI
XAU

quinta-feira, agosto 16, 2007

LEMBRANÇAS DOS MAIS VELHOS

quinta-feira, agosto 16, 2007

Outro dia recebi um mail muito engraçado sobre o que nos lembrávamos de há quarenta anos atrás. Então, lembrei-me eu também dos costumes da altura e por isso o título “lembranças dos mais velhos”, uma vez que os mais novos já não passaram por isso.
Palavras inocentes…, rebeldes…, anjos…, lembranças…, sons de música e rock… era como nós éramos nessa época. Canções de protesto… mas de amor puro e verdadeiro… lembram: “ sr. Carteiro entregue-me a carta do meu amor..” assim dizia a canção “Mr. Postman”. Era tão bom dançar de rosto coladinho ao som de “je t´aime moi non plus” quase sem sair do lugar e o com o corpo bem coladinho entre suspiros e beijos roubados, sim porque fingíamos que não os queríamos. E a inocência dos primeiros toques que até fazia arrepios na espinha. Rosto vermelho de pudor que não se podia disfarçar, sentindo tudo, querendo tudo, mas sem se entregar. Que roupa usar? Baton? Perfume? Aquele vestido vermelho? Sapatos altos? Ficávamos lindas de qualquer maneira. Eram os bailes dos 15 anos aos domingos, o fumar escondido e para quem gostava uma bebidita. Ter o disco novo dos Beatles, saber as músicas todas de cor, aprender inglês e não havia quem não tivesse a sua banda ou tocasse guitarra. Faziam-se versos, namorava-se, olhares de soslaio, nada de encarar, era como subtilmente disséssemos “eu quero” e eles sabiam, não sei como o entendiam, isso sempre me intrigou, mas era uma química, uma fusão de sentimentos, na verdade uma explosão deles. E nos bailes, era aquela velha história de “tirar a menina para dançar” e era uma “vergonha” ficar sentada. Roupas bem coloridas, cabelos compridos, rapazes e raparigas, de costas não se sabia quem era quem, o símbolo V nos colares, anéis, brincos e bugigangas. Dançar sozinhos ou separados o “Sugar, sugar”, voltar a pé para casa suados, cansados com os sapatos na mão. Encher o quarto com fotos de artistas preferidos, ter um caderno de perguntas e respostas (os inesquecíveis inquéritos). Eram tão engraçadas as perguntas, mas muito melhores as respostas, todas as raparigas tinham um e havia ainda a escrita por códigos para se o caderninho caísse na mão das mães elas não saberem o que lá estava. Ler romances, andar na parte de trás dos autocarros não só pelos saltos que davam, mas também porque havia risinho e brincadeira para não incomodar ninguém. Naquela época muita pouca gente tinha carro, ir ao cinema aos sábados e gastar o dinheiro da passagem de volta em gelados e doces e ainda dar risadas de tudo e de todos, no cinema, na escola, na rua, rir o tempo todo. Preocupações? Não, não havia. O que talvez tenha acabado foi a inocência, a irreverência sem maldade, a rebeldia comportada, porque tudo isto era a nossa maneira de sermos felizes. Lembranças que só tem quem viveu isso tudo é que pode sentir e saber o que é dançar ao som de “I wanna hold your hand”.

terça-feira, agosto 14, 2007

DEPRESSÃO

terça-feira, agosto 14, 2007

Depressão, palavra simples mas com significado muito complicado. E vou aqui abordá-la porque tenho vindo a deparar com alguns amigos e conhecidos com este mal muito em voga. A Wikipédia define-a assim:

"A depressão (também chamada de transtorno depressivo maior) é um problema médico caracterizado por continuada alteração no humor e falta de interesse em atividades prazerosas. O estado depressivo se diferencia do comportamento "triste" ou melancólico que afeta a maioria das pessoas por se tratar de uma condição duradoura de origem neurológica acompanhada de vários sintomas específicos.
Estima-se que cerca de 15 a 20% da população mundial, em algum momento da vida, sofreu de depressão. A depressão é mais comum em pessoas com idade entre 24 e 44 anos. A ocorrência em mulheres é o dobro da ocorrência em homens.
As causas da depressão são inúmeras e controversas. Acredita-se que a genética, alimentação, stress, drogas e outros fatores estão relacionados com o surgimento da doença."

Há aqui duas coisas que não concordo totalmente, uma delas é com a idade. Em qualquer idade ela pode surgir. E a segunda é o factor causa. As causas podem ser muitas e variadas e só o médico especialista a pode diagnosticar.
Não sou médica e não estou aqui para dissertar sobre a doença. Nem pensar, estou aqui a falar dela porque já lá passei na sua morada e felizmente, para mim, não cheguei a bater no fundo, mas estive lá mesmo, muito perto. Hoje, passados quatro anos, sei que não fiquei a cem por cento, mas tento por todos os meios não me ir abaixo. Hoje compreendo que se não estiver bem comigo própria não posso estar bem com os outros. Há dias que também me vou abaixo, mas depois penso: alto, que isto não está bem e não pode ser. Sempre acho uma forcinha interior que não me deixa cair. É só força de vontade. E para quem está no fundo do poço é muito difícil vir ao de cima, tem de haver essa força de vontade e ajuda especializada é claro. E aqui a família pouco pode fazer a não ser tentar dar calma e esperança e principalmente não deixar a pessoa ficar parada no seu mundo. Tentar que ela reaja ao mundo cá fora. Não é fácil, eu sei, mas também não é impossível e o tempo é o factor decisivo. Quem chega a este estado precisa de muito tempo para sair desta letargia. Eu estive dois meses em casa, hoje sei que é quase nada, há pessoas que levam muitos mais meses e às vezes anos, mas tive uma irmã que logo que me foi diagnosticada a depressão não me deixava ficar na cama e a primeira semana fui obrigada, por ela, a sair da cama e vir passear. Lembro-me bem que era um sacrifício dos grandes e quando ia no carro muitas vezes me perguntava: o que estou aqui a fazer? Não me apetece nada estar aqui, quero ir embora. Ela fazia ouvidos moucos e lá ia eu. Na segunda semana ela não pôde me vir buscar e eu ficava na cama sem querer ver ninguém e deixassem-me estar. Quando falava com a médica ao telefone desatava a chorar, sem mais nem porquê. Quando amigas ou colegas telefonavam estava sempre desejosa de que desligassem, não apetecia falar. Nessas alturas construimos um mundo só nosso e não queremos sair de lá, só quando somos forçados. Até que chega a altura que nos questionamos: porquê estar assim? O que se passa comigo? Será que toda a gente está errada e só eu estou certa ou será o contrário? E devagarinho, muito devagarinho as coisas lá vão indo ao lugar, mas com muitas baixas pelo meio.
Hoje vejo o mundo de maneira diferente, consegui encontrar-me. O reiki também me ajudou muito. Nunca fiz yoga mas estou convicta que me faria bem. E acho que nas escolas além de ginástica deveria fazer-se também yoga. Não só porque nos faz ver o mundo de maneira diferente mas também ficamos a nos conhecer melhor. E tudo o que seja para melhorar a nossa mente é bem vindo. Paz, é o que precisamos. Nós tendo paz interior atraímos paz para os outros. É a lei da atracção.

segunda-feira, agosto 13, 2007

QUASE DE FÉRIAS

segunda-feira, agosto 13, 2007


Fiz um ultimato ao marido. Ele o ano passado não teve férias, as férias dele foram passadas em casa com uma gripe daquelas que nos pôem quinze dias de castigo. Este ano não pode ser, pelos menos uma semaninha daqui para fora vai saber bem. É aquela velha frase "para fora cá dentro", vamos com a filhota mais velha e a netinha para o centro do País, só espero que na altura não esteja a chover. A ver vamos. Também não pode ser muito mais tempo porque como estou desempregada tenho de marcar o ponto de 15 em 15 dias na "chafarica" cá do sítio. Já me tinha queixado disso no meu outro blogue, mas nunca é demais frisar que os desempregados estão, neste País, pior que presos. Mas enfim, o que é que se há-de fazer? É o País que temos. Ou será que continuamos a ter os chamados brandos costumes? Se calhar é isso.

Bom, de qualquer maneira, estou animadita, para a semana não estou cá e como não tenho um "castelinho" portátil vou estar uma semanita sem vos ler. Snif... snif... snif....

Mas depois cá estarei outra vez, oh ye.....

domingo, agosto 12, 2007

NANDO REIS - Resposta

domingo, agosto 12, 2007

Fui ao blogue da Sofia e como sempre ela põe os versos mas não põe a música, eu "cusca" como sou das músicas que ela gosta fui logo pesquisar. Assim, gostei tanto que ponho aqui a música espero que gostem como eu.

sexta-feira, agosto 10, 2007

O CAVALO E O PORCO

sexta-feira, agosto 10, 2007

Um fazendeiro coleccionava cavalos e só faltava uma determinada raça. Um dia ele descobriu que o seu vizinho tinha esse determinado cavalo. Assim, ele atazanou o seu vizinho até conseguir comprá-lo.
Um mês depois o cavalo adoeceu, e ele chamou o veterinário:
- Bem, seu cavalo está com uma virose, é preciso tomar este medicamento durante 3 dias, no terceiro dia eu retornarei e caso ele não esteja melhor, será necessário sacrificá-lo.
Neste momento, o porco escutava toda a conversa. No dia seguinte deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou do cavalo e disse:
- Força amigo! Levanta daí, senão você será sacrificado!
No segundo dia, deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou do cavalo e disse:
- Vamos lá amigão, levanta senão você vai morrer! Vamos lá, eu te ajudo a levantar... Upa!
No terceiro dia deram o medicamento e o veterinário disse:
- Infelizmente, vamos ter que sacrificá-lo amanhã, pois a virose pode contaminar os outros cavalos.
Quando foram embora, o porco se aproximou do cavalo e disse:
- Cara, é agora ou nunca, levanta logo! Coragem! Upa! Upa! Isso, devagar! Ótimo, vamos um, dois, três, legal, legal, agora mais depressa vai... Fantástico! Corre, corre mais! Upa! Upa! Upa! Você venceu Campeão!
Então, de repente o dono chegou, viu o cavalo correndo no campo e gritou:
- Milagre! O cavalo melhorou. Isso merece uma festa... "Vamos matar o porco!"
Isso acontece com frequência no ambiente de trabalho. Nem sempre alguém percebe quem é o funcionário que tem o mérito pelo sucesso. Saber viver sem ser reconhecido é uma arte, afinal quantas vezes fazemos o papel do porco amigo ou quantos já nos levantaram e nem o sabor da gratidão puderam dispôr? Se algum dia alguém lhe disser que seu trabalho não é o de um profissional, lembre-se:

AMADORES CONSTRUÍRAM A ARCA DE NOÉ E PROFISSIONAIS, O TITANIC.

Procure ser uma pessoa de valor, em vez de ser uma pessoa de sucesso!

quarta-feira, agosto 08, 2007

A IRMÃ E O SOLDADO

quarta-feira, agosto 08, 2007

Um fuzileiro dos Estados Unidos chegou correndo a uma encruzilhada na estrada e encontrou uma freira. Sem fôlego, ele pediu:
- Por favor, Irmã, posso me esconder debaixo de suas saias por um momento, eu lhe explicarei o motivo mais tarde?
Um instante após, dois agentes da CIA chegam correndo e perguntam à freira:
- Irmã, a senhora viu um soldado correndo por aqui?
A freira respondeu:
- Ele foi por ali..!!
Após os dois agentes sumirem na curva, o fuzileiro saiu debaixo do hábito da freira e disse:
- Não posso lhe agradecer o suficiente, Irmã, mas é que eu não quero ir para o Iraque...
A irmã responde:
- Acho que posso compreender inteiramente seu temor ...
O soldado então disse:
- Espero que a senhora não me ache impertinente ou rude, mas a senhora tem um belo par de pernas...
Ao que a freira disse:
- Se você tivesse olhado um pouco mais para cima teria visto um belo par de tomates..... É que eu também não quero ir para o Iraque.

segunda-feira, agosto 06, 2007

OUTRO CASAMENTO

segunda-feira, agosto 06, 2007

Como já contei da outra vez não me apetecia nada ir a este casamento. Porquê? Porque foi o casamento do irmão duma amiga da filhota mais velha. É mais simples dizer assim do que dizer que ele é irmão da madrinha de casamento da filha. Seja como for eu conheço-o desde miúdo, quem o criou foi praticamente a irmã, que é mais velha e cresceram junto com as minhas filhas. Até aqui tudo bem, mas ele sempre foi uma criança, agora homem, muito rebelde e com o passar dos anos e talvez por ser o filho mais novo, sempre fez o que quis dos pais e só a irmã é que o conseguia dominar. Também não era de estranhar pois ele estava mais tempo com a irmã do que com os pais, que sempre foram muito trabalhadores (ainda hoje e sendo já pai é a irmã que o põe na ordem). Mas a personalidade foi-se moldando aquilo que já era, de rebelde quis-se tornar o maior cá do sítio e tem a mania que é o mais popular e mais engraçado. Não é mau rapaz, mas as brincadeiras chateiam porque são daquelas parvas e às vezes despropositadas. Enfim, cada um é como cada qual.
Chegou a altura de querer se casar com a rapariga com quem vivia e que já têm uma filha de dois aninhos. Tudo bem, não censuro e até concordo, aliás não gosto muito de comentar a vida das pessoas, porque eu já tenho que me chegue a minha, é só para perceberam o meu apetite de não querer ir. Já a irmã, para mim, é como se fosse minha filha, uma filha que não gerei, mas que gosto dela como se fosse minha e ela sabe disso.
Ele convidou o meu marido e lá fui. O rapaz casou só pelo civil, no que deu que a cerimónia e o copo d´água foram no mesmo sítio e numa quinta aqui perto de casa. Foi engraçado, só teve um senão, estava um calor desgraçado, acho que nunca suei tanto na minha vida. Acho que até perdi umas graminhas. A cerimónia foi cá fora no páteo da quinta e a refeição lá dentro. Até que tinham ventoinhas grandes no teto, ai mas não chegavam. Assim que acabou o almoço o pessoal veio quase todo cá para fora para o jardim. Havia música mas o calor era tanto que só meia dúzia dos mais jovens é que dançavam. Só lá mais para o fim da tarde é que começou a refrescar e aí sim estava-se lá muito bem, porque além de um páteo que a quinta lá tinha, por trás da casa havia um jardim, com algumas árvores e muito verde que se tornava muito agradável.
E não é que aqui a "je" ainda deu um pézinho de dança?´Is true. Ahahah era para desmoer o almocito, porque nestas ocasiões come-se sempre um pouco mais do que se deve. No fim do dia lá houve o churrasquito da ordem com o caldinho verde e as sobremesas. E de tão cheia que estava não consegui provar o bolo dos noivos. Andei puxei o marido para dançar para ver se ficávamos menos enfartados, mas após uns passitos olhamos um para o outro, como quem diz: estou tão cheio que nem apetece. Eu ri-me e disse-lhe que era melhor nos sentarmos. Estávamos já para vir embora (há coisas engraçadas) então não aparece lá uma prima do noivo que tinha sido minha vizinha. E vizinha mesmo do lado. Bom começámos na conversa e quase que fomos arrastadas para a rua porque os homens tinham de fechar a quinta. E pronto lá passei o meu dia, que apesar de tudo não foi assim tão chato.

sexta-feira, agosto 03, 2007

UMA PIADA

sexta-feira, agosto 03, 2007

Uma velhinha morre e ao chegar ao céu pergunta ao guardião dos portões:
- Porque é que existem 2 portas, uma azul e outra vermelha?
São Pedro então responde:
- A azul leva ao Céu, a vermelha desce ao Inferno, pode escolher!
Nisto, ouve-se uma gritaria e o barulho de berbequim atrás da porta azul.
- Mas o que é isto? - Pergunta a velhinha.
- Nada, é uma alma que acabou de chegar e estão a furar-lhe as costas para pôr as asas.
A velhinha fica indecisa quando de repente ouve-se nova gritaria atrás da porta azul.
- E esta gritaria o que é?
- Nada, é que estão a furar a cabeça da alma para pôr a auréola.
- Que horror! Eu não quero ir para o Céu, vou para o Inferno!
- Mas lá o Diabo costuma violar todas as mulheres!
- Quero lá saber... pelo menos os buracos já estão feitos!

quinta-feira, agosto 02, 2007

O ALENTEJANO

quinta-feira, agosto 02, 2007

Ontem estava tão centrada em mim e na minha tristeza que até me esqueci que tenho um casamento no sábado. Assim, tive de me esquecer e pensar que nem sequer tinha arranjado nada para sábado. Hoje foi uma pequena correria para arranjar os pés, as mãos e todas aquelas coisas inerentes a que não façamos má figura. Amanhã será cabeleireiro. Oh que chatice. Este é um daqueles casamentos que não apetece mesmo ir, mas que não se pode fugir. Só espero que não esteja um daqueles dias de calor que só apetece atirar à água. Mas depois digo como foi.

E para dar uma notinha de positivismo e bola para a frente cá vai mais uma gracinha:


Um alentejano apanha um comboio para ir ao Porto e senta-se ao lado de um senhor muito bem vestido. O alentejano começa a olhar e pergunta:
- Por acaso você nunca apareceu na televisão?
Ao que o Sr. responde:
- Sim, eu costumo ir a muitos concursos de cultura geral e por isso o Sr. deve-me conhecer daí. Como a viagem vai ser longa, você por acaso não quer fazer um jogo comigo?
- Pode ser. - Respondeu o alentejano.
- Então fazemos assim: como eu tenho mais cultura que o Sr., você faz-me uma pergunta sobre um assunto qualquer e se eu não souber responder, dou-lhe 10 contos. A seguir faço-lhe eu uma pergunta e se não souber a resposta, dá-me só mil escudos. Concorda?
- Vamos a isso. - respondeu o alentejano confiante.
- Então eu faço-lhe a primeira pergunta. Diga-me o nome da pessoa que escreveu "Os Lusíadas", aquele poeta só com um olho, que dignificou Portugal?
O alentejano começa a pensar e passados alguns instantes diz:
- Nã sei. Ê nã sei leri.
- A resposta era Luís de Camões. Dê-me os mil escudos e faça-me uma pergunta qualquer.
- Tomi. Bem, qual é o animali que se o encostar a um chaparro sobe-o com quatro patas e desce-o com cinco patas?
- Olhe, essa nem eu sei. - respondeu o homem muito admirado.
- Então passe para cá os 10 contos.
- Tome. Mas agora diga-me, que animal é esse?
- Tamém nã sei. Tome lá mil escudos.

quarta-feira, agosto 01, 2007

SÓ

quarta-feira, agosto 01, 2007

Hoje estou naqueles dias que a tristeza me persegue. Que ninguém me liga, que ninguém gosta de mim, que estou para aqui sozinha, que apesar de estar sol para mim está enevoado, que tudo o que faço é em vão, simplesmente estou. É o que sinto. Se calhar, e é o mais natural, estou a ser egoísta, mas é como me sinto. Também tenho os meus dias, não é? Hoje não consigo escrever mais. Estou aqui. Só e mais nada.