quarta-feira, abril 23, 2008

RECORDAÇÕES

quarta-feira, abril 23, 2008

Hoje não sei porquê lembrei-me da primeira vez que fui para a creche. Aliás, até sei, é que fui-me inscrever para a escola e parece que nos põem a fazer uma biografia nossa. Então dei uma revisãozinha mental desde que nasci e parei precisamente nesta altura. Tinha três anos quando a minha mãe me depositou lá. Choradeira toda a manhã até me habituar ao lugar e às pessoas. Lembro-me bem dos invernos, de chover muito e ver a chuva a bater nos vidros das janelas. De haver uma sala cor de rosa com estantes cheias de livros a forrar as paredes e uns sofás de criança a imitar os dos adultos, cadeiras pequenas em redor de mesas do mesmo tamanho pintadas de branco. Era uma sala que nos fazia lembrar as histórias de fadas, de meninas ricas (como a cor da sala tivesse alguma coisa a ver, santa ingenuidade) e que nos dava uma sensação de bem estar. É isso que me lembro, de fazer tudo para poder lá estar, o que era muito raro. Só iam para lá as meninas que a responsável por aquela sala chamava. E eu sempre na esperança de lá poder entrar. Poucas vezes tive esse privilégio.
Lembro-me também da alegria que era quando me iam buscar ao fim do dia, aliás lembro-me bem que tinham de nos ir buscar a partir das cinco horas da tarde, que felicidade quando víamos alguém de família.
O tempo foi passando e eu fui crescendo. Enquanto não entrei na escola primária passava o tempo ora na brincadeira cá fora, quando o tempo estava bom, ora, no inverno, na sala grande a ouvir histórias que nos contavam para nos entreterem. Sim, não era fácil entreter para aí umas 80 ou mais crianças sem fazer nada. Depois, mais uma desilusão, apareceu lá uma professora de dança para pôr meninas a fazerem ballet. Fomos postas em fila para ver quem tinha os dedos dos pés indicados para tal, mas fui rejeitada. Que triste que me senti.
Chegou a altura da escola primária. Não foi preciso mudar de sítio porque lá havia duas professoras a ensinar, uma de manhã e outra de tarde. Eu apanhei a de manhã. A professora, senhora de mais de 60 anos, chamava-se Maria das Dores. Porque será que nunca nos esquecemos do nome da nossa primeira professora? E esta era de gancho ou de pelo na venta, como se costuma dizer. Bastava ela abrir os olhos que não sabíamos onde nos devíamos esconder, mas como professora era realmente muito boa. Há coisas que aprendi com ela que nunca mais me vou esquecer. Uma vez ela mandou-me fazer um problema e eu errei a fazer as contas, não sei porquê pois até era muito boa a contas, mas errei e ela chamou-me para o pé dela e começou a perguntar-me como é que aquilo se fazia, mas o medo que tinha dela era tanto que não conseguia pensar, e de cada vez que ela perguntava e eu não respondia ela dava-me uma reguada na mão. Resultado cheguei a casa com a mão inchada. A minha mãe é que não gostou nada da graça e foi falar com a patroa que fez queixa dela ao Ministério. Nunca mais tocou em mim.


E como este texto está muito grande continuo amanhã.

terça-feira, abril 22, 2008

DESAFIO ACEITE

terça-feira, abril 22, 2008

Um mês seria: Março.
Um dia da semana: sábado
Um número: 7
Um planeta: Venus
Uma direcção: caminho da vida
Um móvel: as minhas estantes
Um liquido: água
Um pecado: preguiça
Uma pedra: esmeralda
Um metal: aço
Uma árvore: castanheiro
Uma fruta: manga
Uma flor: coroa imperial
Um clima: tropical.
Um instrumento musical: violino
Um elemento: água
Uma cor: verde e azul
Um animal: golfinho
Um som: harpa
Uma canção: Mulheres, de Martinho da Vila
Um perfume: Rive Gauche
Um sentimento: amor
Um livro: O físico de Noah Gordon
Uma comida: arroz de marisco
Um lugar: Natal, Brasil
Um gosto: chocolate preto
Um cheiro: mar
Uma palavra: sabedoria
Um verbo: amar
Um objecto: o meu "pretinho"
Uma peça de roupa: blusa
Uma parte do corpo: olhos
Uma expressão: "que gaita"
Um desenho animado: A pequena sereia
Um filme: O telefone
Uma forma: escultura
Uma estação: primavera
Uma frase: A vida é bela nós é que damos cabo dela...

Parece que tenho de passar a mais uns, aqui vai: Cris, Susana e Pinky

domingo, abril 20, 2008

DOR DE ALMA

domingo, abril 20, 2008

Estou quase nas 15 mil visitas. Estejam atentos quem lá chegar que se acuse. Quem sabe se não terá direito a um doce. E cá vai mais um poema de António Gedeão, o meu poeta preferido.


Meu pratinho de arroz doce
polvilhado de canela;
Era bom mas acabou-se
desde que a vida me trouxe
outros cuidados com ela.

Eu, infante, não sabia
as mágoas que a vida tem.
Ingenuamente sorria,
me aninhava e adormecia
no colo da minha mãe.

Soube depois que há no mundo
umas tantas criaturas
que vivem num charco imundo
arrancando arroz do fundo
de pestilentas planuras.

Um sol de arestas pastosas
cobre-os de cinza e de azebre
à flor das águas lodosas,
eclodindo em capciosas
intermitências de febre.

Já não tenho o teu engodo,
Ó mãe, nem desejo tê-lo.
Prefiro o charco e o lodo.
Quero o sofrimento todo,
Quero senti-lo, e vence-lo.

António Gedeão

sexta-feira, abril 18, 2008

RIFA DO BURRO

sexta-feira, abril 18, 2008

Certa vez, quatro meninos foram ao campo e, por 100€, compraram o burro de um velho camponês. O homem combinou entregar-lhes o animal no dia seguinte. Mas, quando eles voltaram para levar o burro, o camponês disse-lhes:
- Sinto muito, amigos, mas tenho uma má notícia. O burro morreu.
- Então devolva-nos o dinheiro!
- Não posso, já o gastei todo.
- Então, de qualquer forma, queremos o burro.
- E para que o querem? O que vão fazer com ele?
- Nós vamos rifá-lo.
- Estão loucos? Como vão rifar um burro morto?
- Obviamente, não vamos dizer a ninguém que ele está morto.
Um mês depois, o camponês encontrou-se novamente com os quatro garotos e perguntou-lhes:
- E então, o que aconteceu com o burro?
- Como lhe dissemos, nós rifamo-lo. Vendemos 500 rifas a 2 € cada uma e arrecadamos 1.000 €.
- E ninguém se queixou?
- Só o ganhador, porém devolvemos-lhe os 2 €, e pronto!

O IMORAL DA HISTÓRIA:

Os quatro meninos cresceram.
Um fundou um banco chamado BCP,
Outro, uma empresa chamada SONAE,
Outro, uma igreja chamada Universal
E o último um partido político, chamado PS.
E estão agora a governar Portugal!!!!

quinta-feira, abril 17, 2008

5 A 3 A CONTA QUE DEUS FEZ

quinta-feira, abril 17, 2008


Ah leões é assim mesmo. Já há muito tempo que não se via um jogo assim. Parabéns meninos continuem assim para nosso agrado. E mai nada. E também há muito tempo que não se via uns golaços como estes. É só pena não beber para poder comemorar como deve ser. Mas para quem pode beba lá mais um copito por mim.
Pai se aí de cima me tiveres a ver este joguinho é dedicado a ti. Se cá tivesses até de bengala dançavas.

quarta-feira, abril 16, 2008

FALAR PORTUGUÊS CORRECTO PODE TRAZER TRANSTORNOS

quarta-feira, abril 16, 2008

O rapaz está preso na esquadra da PSP, todo rebentado ...


Aparece o advogado nomeado para o defender, e pergunta-lhe o que sucedeu. O cliente começa a explicar :

-Bem, eu ía a passar na rua e de repente, vi um monte de gente correndo. Estavam a socorrer uma prostituta, que tinha acabado de dar à luz um lindo menino. Solidário, fui à farmácia comprar um pacote de fraldas para dar de presente à mulherzinha. Então, um Polícia de Intervenção, com 2 metros de largura, aproximou-se e vendo o pacote de fraldas nas minhas mãos, perguntou :

- Para onde vai isso ?

E eu respondi :

- Vai p' rá puta que pariu ...


Depois disso não me lembro de mais nada ...

segunda-feira, abril 14, 2008

ESTILOS DE VIDA?

segunda-feira, abril 14, 2008

Quando me mandaram este texto via "email" fiquei estupefacta, nem queria acreditar. Já tenho uns bons aninhos de vida e nunca vi nada assim. Já vi pessoas serem presas como um cão, mas não por vontade delas. Agora por sua vontade é que é esquisito. Como já disse não faço juízo de ninguém, mas lá que é esquisito, lá isso é. Oram vejam e leiam.


Dani Graves, de 25 anos, e Tasha Maltby, de 19, são um casal de namorados gótico de Dewsbury, norte de Inglaterra. No passado fim-de-semana foram impedidos de viajar num autocarro porque Dani passeia a sua namorada de trela.
A BBC News conta que o casal acusa a transportadora Arriva de discriminação. O condutor do autocarro rejeitou a entrada de Dani e Tasha, alegando que a trela iria pôr em risco a segurança dos restantes passageiros em caso de travagem brusca.
O caso está a ser investigado pela Arriva, empresa «que leva muito a sério qualquer acusação de discriminação», segundo um responsável da empresa, Paul Adcock.
Adcock acrescentou que a Arriva irá «pedir desculpa a Dani Graves por algum inconveniente causado pela forma como o assunto foi tratado».
Para Tasha Maltby, este foi um caso «claro de discriminação, quase como um crime de ódio», contou ao Daily Mail.
A jovem de 19 anos descreve-se como um «animal de estimação humano».
«Comporto-me como um animal e tenho uma vida bastante calma. Não cozinho nem faço limpezas e não vou a lado nenhum sem o Dani», explicou.
Tasha defende o seu estilo de vida acrescentando que «não fere ninguém» e que o casal é feliz assim, independentemente de quão estranha esta relação pareça.

Portugal Diário

sábado, abril 12, 2008

LÁGRIMA DE PRETA

sábado, abril 12, 2008

Quadro de Maria Eugénia Silva


Encontrei uma preta
que estava a chorar,
pedi-lhe uma lágrima
para a analisar.

... ...

Recolhi a lágrima
com todo o cuidado
num tubo de ensaio
bem esterilizado.

... ...

Olhei-a de um lado,
do outro e de frente:
tinha um ar de gota
muito transparente.

... ...

Mandei vir os ácidos,
as bases e os sais,
as drogas usadas
em casos que tais.

... ...

Ensaiei a frio,
experimentei ao lume,
de todas as vezes
deu-me o que é costume:

... ...

nem sinais de negro,
nem vestígios de ódio.
Água (quase tudo)
e cloreto de sódio.
António Gedeão

quinta-feira, abril 10, 2008

A MINHA VIDA

quinta-feira, abril 10, 2008

O melhor bocadinho do dia em que relaxo e desanuvio é a ler os vossos blogues e a ler os comentários que me deixam aqui. Às vezes fico tão emocionada que até as lágrimas me vêem aos olhos. Parvoeira, dizem vocês. Alegria, digo eu.

Isto é o que faz estar desempregada (acho que já disse isto) e quase não sair de casa. Só saio para ir às compras e à tarde ir beber um cafézinho com as vizinhas amigas. Geralmente somos três ou quatro que nos reunimos à beira da mesa a pôr a conversa em dia. Não falamos da vida alheia costumamos falar da nossa vida e dos acontecimentos recentes no país. Às vezes das novelas ou de filmes que passaram na televisão que uma ou outra não viu.
Por isso, aqui posso falar de outras coisas mais abrangentes como: um qualquer caso político ou económico, de sociedade ou de trabalho, etc., etc., etc.
Além disso, o tempo por aqui tem estado muito mau nem apetece ir à rua. Estou à espera do bom tempo para começar a espairecer. Faz-me falta o mar. Basta estar um pouco ao pé dele que me sinto renovada, mas esta Primavera tem sido fria e ventosa demais para o meu gosto.

terça-feira, abril 08, 2008

PARABÉNS MARY MARY

terça-feira, abril 08, 2008

Parabéns afilhadinha. Hoje é o teu dia e julgo que a foto condiz com o teu mar sem fim. Espero que passes um dia muito agradável e que nenhuma sombra passe por ti. Eu sei que o tempo não está lá muito famoso, mas sempre dá para ir dar uma escapadela ao cinema como tu gostas.
Um beijinho muito grande da tua fada madrinha.

segunda-feira, abril 07, 2008

O COLEGA DO LADO

segunda-feira, abril 07, 2008

Por Maria João Lopo de Carvalho

Gramamos a família porque a hereditariedade nos impõe, gramamos o marido (ou a mulher) porque o escolhemos de livre vontade, mas gramamos os colegas de trabalho porque nos calham na rifa e temos de levar com eles em cima, a bem ou a mal, na melhor das hipóteses, oito horas por dia. Ou seja: a família, quando muito, aos domingos e feriados; o marido e os filhos, duas, três horas por dia, no máximo (metade das quais a ver televisão ou a partilhar tarefas domésticas); e os outros, para os quais não fomos ouvidos nem achados, dispõem de mais tempo e de mais espaço do que toda a nossa vida somada. É com eles que rimos, choramos, que nos irritamos, que amuamos, que lixamos ou somos lixados, que vamos à bica e às compras, é a eles que avaliamos, que ajudamos, são eles os nossos carrascos e cúmplices, os nossos amigos ou, pior, os nossos principais inimigos. É no trabalho, acho eu, que revelamos as nossas grandes capacidades e virtudes, mas também, e como há tempo para tudo, o pior que o ser humano tem: a inveja, o rancor, a gula (roubo todas as caixas de chocolates onde os meus olhos vão parar), a vaidade, a intriga, o orgulho, a luxúria (enfim, todos sabem como e porquê.

'Ai, você hoje está linda...', 'Acha dr?', 'Não acho, tenho a certeza, brilha como a lua).
O ambiente de trabalho é assim, muitas vezes, uma impiedosa arena do circo romano onde se mata quem é fraco, sobrevive quem é forte. É esta a tragédia da questão. Competitividade e matança são armas letais de significado idêntico - desafie-se o poder! Mas como perder ninguém quer, ligamos a competição à ambição (a longo prazo) e à ganância (a curto prazo), tudo em circuito fechado, para que a via-sacra da matança seja forte demais e excitante demais para a conseguirmos abafar. (...)
Há sempre um gajo porreiro em que nós escudamos e que, de facto, não nos quer tramar às primeiras; um gajo que tem dias e que ora amanteiga para direita, ora amanteiga para a esquerda - é o gajo que quando a coisa corre bem foi ele próprio que a fez (é 'muita bom'), quando corre mal, fomos nós, pobres inexperientes e ele até se fartou de nos avisar, infelizmente não acreditámos no seu teatro.
Adoro a tribo dos manteigueiros frenéticos: aqueles que só saem depois do chefe nem que fiquem a jogar paciências no computador, que nos desfazem em strogonof pelas costas, que controlam as nossas entradas e saídas de cena, bichanam com os seus superiores e ajustam contas com as secretárias e o pessoal, a quem com tanta alma chamam 'menor', baralhando sem pudor humilhação com humildade. Prefiro o folclore dos que gritam como ovelha a ser degolada mas que depois se redimem ao acrescentarem uns parágrafos triunfais na 'porra' do dossiê.
Nós os portugueses adoramos reunir. Podemos não fazer a ponta de um corno, mas reunir tem de ser. Basta reunir e já está! Não é nunca o ponto de partida, é sempre o ponto de chegada. E antes de reunir gostam de planear a estratégia para tramar o parceiro. Pode não haver estratégia para mais nada, mas para tramar o colega do lado aqui vai disto.
Agressividade quanto baste é a metodologia (odeio esta palavra) para chegar ao poder. Todos conhecem a cartilha, a cru ou disfarçada de fada boa.
Em suma, os portugueses acham que para serem melhores têm de arranjar alguém para mau da fita, é a teoria dos vasos comunicantes em todo o seu esplendor. É com 'vasos' destes - que à partida não são nem amigos, nem filhos, nem marido, nem sequer os escolhemos num menu - que temos de partilhar o cheiro, a voz, e o génio; das ramelas, à barba por fazer; das malhas na meia ao rímel esborratado, todas as horas, todos os dias, todos os anos. É tudo uma questão de 'ambiente' no trabalho!

sexta-feira, abril 04, 2008

NOVA PONTE

sexta-feira, abril 04, 2008

Quando ouvi nas notícias que o projeto da nova ponte vai para a frente e vai ter um custo estimado em 1700 mlhões de euros, eu nem queria acreditar. O custo da nova ponte apesar de já ter uma estimativa, é realmente só uma estimativa, porque como toda a gente sabe, em geral, esses custos são sempre MUITO ultrapassáveis.

Agora pergunto: onde é que este Governo quer chegar? Então e a saúde onde fica? Acho que estão todos a quererem matar-nos. É só fecharem unidades hospitalares. Será que é para pouparem para a ponte? Sim, porque agora está na moda fabricarem hospitais particulares. Só para ricos. E os pobres? Em vez de os ajudarem fazem como os outros, pegam-lhes pela cabeça e tentam enterrá-los o mais que podem. Será utopia ter um Serviço Nacional de Saúde digno? Acho que não e impossível também não é. Basta pôr as grandes patentes do funcionalismo público a andarem de transportes públicos. Não é como diz o sr. primeiro-ministro que se quer igualar à Finlândia? Então comecem por baixo e não por cima. Ou querem ter o telhado sem as fundações e sem paredes?

Ai isto mete-me cá uma raiva. E fico por aqui para não desatinar, senão também digo o que não devo.

quinta-feira, abril 03, 2008

O TERRORISTA

quinta-feira, abril 03, 2008

Isto não tem nada a ver com mentiras. Mas são dez minutos de boa disposição. Ora vejam:

terça-feira, abril 01, 2008

DIA DAS MENTIRAS

terça-feira, abril 01, 2008

Eheheh hoje é o Dia das Mentiras e aqui fica o que se fala sobre ele:

Há muitas explicações para o 1 de abril ter se transformado no Dia da Mentira ou Dia dos Bobos. Uma delas diz que a brincadeira surgiu na França. Desde o começo do século XVI, o Ano Novo era festejado no dia 25 de Março, data que marcava a chegada da primavera. As festas duravam uma semana e terminavam no dia 1 de abril.
Em 1564, depois da adoção do calendário gregoriano, o rei Carlos IX de França determinou que o ano novo seria comemorado no dia 1 de janeiro. Alguns franceses resistiram à mudança e continuaram a seguir o calendário antigo, pelo qual o ano iniciaria em 1 de abril. Gozadores passaram então a ridicularizá-los, a enviar presentes esquisitos e convites para festas que não existiam. Essas brincadeiras ficaram conhecidas como plaisanteries.
Em países de língua inglesa o dia da mentira costuma ser conhecido como April Fool's Day ou Dia dos Tolos, na Itália e na França ele é chamado respectivamente pesce d'aprile e poisson d'avril, o que significa literalmente "peixe de abril".
No Brasil, o 1º de abril começou a ser difundido em Pernambuco, onde circulou "A Mentira", um periódico de vida efêmera, lançado em 1º de abril de 1848, com a notícia do falecimento de Dom Pedro, desmentida no dia seguinte. "A Mentira" saiu pela última vez em 14 de setembro de 1849, convocando todos os credores para um acerto de contas no dia 1º de abril do ano seguinte, dando como referência um local inexistente.
Tradicionalmente, supõe-se que as peças encerrem à meia-noite. Supõe-se que os feitos posteriormente tragam a má sorte ao perpetrador. Contudo, isto não é universalmente aceite, e muitas peças já foram praticadas depois da meia-noite.
Alguém que não consegue aceitar os truques, ou tirar proveito deles dentro do espírito da tolerância e do divertimento também deve sofrer com a má sorte. Também se diz que aquele que for enganado por uma bonita menina será recompensado com o matrimónio, ou pelo menos a amizade dela.
Outro mito ou a superstição diz que o matrimónio no Dia da Mentira não é uma boa ideia e que um homem que se case nessa data será para sempre controlado pela esposa.
A Internet faz com que seja difícil de saber se uma peça é perpetrada antes ou depois do meio-dia. Os fusos horários são diferentes em partes diferentes do mundo. O 1 de abril (ou primeiro de abril) não acontece simultaneamente em todo o mundo.
Pessoas não-residentes no ocidente pouco conhecem o costume do Dia da Mentira e são mais vulneráveis a peças na internet.
"Em primeiro de Abril vão os burros onde não devem ir". Muitas organizações de mídia propagaram inconscientemente ou deliberadamente peças no Dia da Mentira. Mesmo agências de notícias sérias consideram o Dia da Mentira uma brincadeira normal, e uma tradição anual.
O advento da internet como um meio de comunicação mundial serviu para facilitar os traquinas no seu trabalho.

Petas que ficaram famosas
- Kremvax: uma das primeiras peças pregadas na internet no Dia da Mentira.
- Ilha de San Serriffe: O jornal britânico The Guardian publicou um suplemento em que mencionava esta ilha ficcional. O nome da ilha vem de "sans-serif", uma família de tipos tipográficos.
- Plantação de esparguete: O canal de televisão BBC no programa Panorama apresentou em 1957 uma reportagem falsa sobre árvores de esparguete. Muitas pessoas interessaram-se em plantar árvores de esparguete em suas propriedades.


Día de los Santos Inocentes ou Dia dos Santos Inocentes é uma data semelhante ao Dia da mentira, comemorada em Espanha e em países de língua espanhola no dia 28 de dezembro.
Nesse dia é costume realizar brincadeiras de toda índole. Festeja-se de diferente forma, dependendo do lugar.
No México, na Espanha, Chile e em outros países hispânicos os meios de comunicação costumam fazer brincadeiras ou exageram o conteúdo da notícia. Tradicionalmente os jornais publicam páginas inteiras de notícias cômicas, com a advertência de que é o Dia dos Inocentes. Algumas matérias parecem sérias e enganam o leitor desprevenido.
Nos EUA, Reino Unido, Alemanha, Japão e Brasil, este dia se festeja em 1 de abril, com o nome de "April's fools" ou "Dia da Mentira", e não guarda relação com os eventos bíblicos que originaram o dia dos inocentes. O Dia dos Santos Inocentes tem origem na história bíblica do massacre das crianças ordenado pelo Rei Herodes.


(texto retirado da Wikipédia)

sexta-feira, março 28, 2008

A VIDA

sexta-feira, março 28, 2008


É vão o amor, o ódio, ou o desdém;
Inútil o desejo e o sentimento...
Lançar um grande amor aos pés de alguém
O mesmo é que lançar flores ao vento!

Todos somos no mundo,
Uma alegria é feita dum tormento,
Um riso é sempre o eco dum lamento,
Sabe-se lá um beijo de onde vem!

A mais nobre ilusão morre... desfaz-se...
Uma saudade morta em nós renasce
Que no mesmo momento é já perdida...

Amar-te a vida inteira eu não podia.
A gente esquece sempre o bem de um dia.
Que queres, meu Amor, se é isto a vida!


Florbela Espanca

quarta-feira, março 26, 2008

PORQUE GRITAMOS

quarta-feira, março 26, 2008

Recebi este texto por email há pouco tempo, mas achei-o tão bonito que não resisti de o colocar aqui. Pois é, é um texto que só podia ser de Mahatma Gandhi. Quem me dera ser um pouquinho como ele: só um pouquinho sábio.


Um dia, um pensador indiano fez a seguinte pergunta aos seus discípulos:
"Porque é que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?"
"Gritamos porque perdemos a calma", disse um deles.
"Mas, por que motivo gritar quando a outra pessoa está ao seu lado?" Questionou novamente o pensador.
"Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça", retrucou outro discípulo.
E o mestre volta a perguntar:
"Então não é possível falar-lhe em voz baixa?"
Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador. Então ele esclareceu:
"Vocês sabem porque se grita com uma pessoa quando se está aborrecido? O facto é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, os seus corações afastam-se muito. Para cobrir esta distância precisam gritar para poderem escutar-se mutuamente. Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para se ouvirem um ao outro, através da grande distância. Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão apaixonadas ou quando sentem um grande afecto por alguém? Elas não gritam. Falam suavemente. E porquê? Porque os seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena. Às vezes os seus corações estão tão próximos, que nem falam, somente sussurram. E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer de
sussurrar, apenas se olham, e basta. Os seus corações entendem-se. É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas."
Por fim, o pensador conclui, dizendo:
"Quando vocês discutirem, não deixem que os vossos corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta".

Mahatma Gandhi

terça-feira, março 25, 2008

A PÁSCOA JÁ ERA....

terça-feira, março 25, 2008

Mais uma Páscoa passada. Podem nem acreditar mas desta vez nem uma amendôa pus na boca. Porca miséria. É que nem me deu para comprá-las, mas como ainda há no mercado pode ser que compre um pacotinho só para dizer que não lhes pus a vista em cima.
Também não saí de casa, não apetecia. É que acabou por fazer um tempo que ora estava vento e chuva como fazia sol e vento. Ah e friozinho a acompanhar. Só apetece é não sair da cama. Aquela célebre frase: Março, marçagão de manhã inverno à tarde verão, já era, porque este Março não tem sido assim. Pelo menos aqui para as minhas bandas.
E se me tivesse saído o Euromilhões, e não precisava de ser o primeiro prémio, comprava bilhetes e ia logo de seguida para os lados de Natal, mas ainda não é desta.
Hoje, por exemplo, que até me apetecia ir dar um passeiozinho e que até tenho a neta comigo, não posso está de chuva. Que raiva. O inverno aqui por estes lados parece que veio para ficar. Também não há crise, a neta fica a ver desenhos animados e a avó fica a ler os blogues dos amigos.
E pronto, por hoje tenham um bom dia!

terça-feira, março 18, 2008

DE REGRESSO

terça-feira, março 18, 2008

Ora cá estou eu de regresso e espero que em força. Vocês nem sabem quanto me alegra saber que têm saudades minhas. Que bom. Eu também tinha saudades vossas. Mas chega de lamechas. Então não é que a semana passada me disseram assim: olha que para a semana já é Páscoa. Eu nem queria acreditar. Pois, este ano a Páscoa é mais cedo e já estamos em cima dela. Isto é o que faz estar em casa e quase não saber a quantas ando. Os dias passam, há sempre que fazer qualquer coisa, há sempre mais uma distracção, há sempre a comidinha para fazer, há sempre que fazer a lida da casa e por aí fora. Ah, e há também o marido doente. Os homens são muito teimosos graças a Deus. Aí há três semanas o marido apareceu com febre e com frio, deu logo para ver que era uma gripalhada, tomou comprimidos para a febre e para a gripe e no terceiro dia já estava outra vez na oficina. Resultado, na segunda feira a seguir já estava outra vez de cama com febre e mais frio. Recaída, com certeza. Há que tomar antibiótico porque da maneira que tinha os bronquios já lá não ia de outra forma. Escusado será dizer que aqui a enfermeira de serviço (sim porque as mulheres são enfermeiras 24 horas por dia) teve de o aturar uma semana inteirinha e a mudar-lhe pijamas de madrugada por causa da febre. Homens pá!!! Homens!!! Porque se fosse ao contrário, não era assim. Mas pronto, há que relevar, como diz o brasileiro.
Estamos em semana Santa e perdoar não custa. Às vezes queixamo-nos, mas quando vimos o caso mal parado ficamos logo de cabelos em pé. Mulher é assim mesmo.
E agora está a fazer-se tarde porque amanhã tenho de levantar mais cedo, tenho a netinha a fazer-me companhia. Uau!!!

quarta-feira, março 12, 2008

ATÉ QUE ENFIM

quarta-feira, março 12, 2008

Bom o meu "pretinho" já chegou são e salvo, apesar de ainda precisar de uns pequenos ajustes, mas que não impede de eu voltar ao comando. Agora é só pôr a leitura em dia.
No entanto, não queria deixar aqui de referir a vergonha do nosso Festival da Canção. Já foi no domingo, mas me perdoem porque só agora é que posso escrever. Mas voltando ao dito cujo, as canções concorrentes ao festival, que se querem de qualidade ou mesmo que o não seja, sejam de canções que nos fiquem no ouvido continuam uma vergonha. Não as ouvi todas por inteiro, mas como eles deram a "reprise", deu para conferir as canções concorrentes. No meu entender só havia uma festivaleira, que nem sequer foi premiada nos três primeiros lugares. Dizem eles que foi o público que votou, mas eu fico com as minhas dúvidas, pois a que ficou em primeiro lugar até que não é uma música feia, mas não é certamente uma canção apropriada para este tipo de festival. E enquanto for este tipo de canções lá fora se ficarmos em penúltimo lugar já é muito bom. Que tristeza.
Eu lembro-me quando era mais jovem o País inteiro parava para ver o festival da canção, agora acho que muito pouca gente o vê. Também, pudera, com o estilo de canções que lá vão quem é que lhe interessa ver?
Ponham-me a mim a escolhê-las e vão ver que ficamos nos primeiros lugares!!!

quinta-feira, março 06, 2008

ESPERANÇA NÃO FALTA

quinta-feira, março 06, 2008

Isto está a ser um parto difícil. Mas é assim a vida. Neste momento não tenho carro (só meu). O marido é que tem. E é difícil andar carregada em transportes públicos. De maneira, há que aproveitar o marido estar doentinho (gripalhada) para aproveitar o carro e levar o computador para o arranjo. Deculpem, mas, já estou a ser repetitiva com o arranjo do computador. Mas assim que estiver pronto eu cá estarei novamente. Espero que o próximo post já seja para falar de outras coisas.
Pinky, minha querida, o jogo que aqui falei não é de "play station", mas para jogar no computador. Vai à Google mete o nome do jogo e aparece o "site" do próprio jogo, entra e já ficas com uma ideia de como se joga. Ah, e segundo parece tem que se pagar, mas a afluência tem sido tanta que para a próxima primavera já vai sair a terceira rodada do mesmo. Já tenho o pessoal em casa ansioso por esta saída. O jogo é engraçado porque é feito por níveis e conforme vais jogando vais ultrapassando esses mesmos níveis, além de poderes escolher o boneco que jogares durante esse tempo. E por aí fora.
Saudades para todos!

quinta-feira, fevereiro 28, 2008

JÁ NÃO HÁ PACIÊNCIA

quinta-feira, fevereiro 28, 2008

Ainda não é desta.
O meu computador tem de ser formatado. Nem o informático sabe o que se passou. Mas conseguiu recuperar o que tinha no disco. Menos mal. Agora tenho de lá ir levá-lo para ficar pronto, nas sem carro é dose. Felizmente já pedi a uma amiga para lá ir comigo. Espero para a semana já poder vos ler e comentar. Também estou cheia de saudades vossas.
Pinky o jogo que eu falei é o "World of Warcroft" o pessoal está siderado com este jogo. Há "people" que quase não dorme para jogar pela noite dentro. Até a minha neta gosta e só tem sete anos. Para mim é complicado porque ainda não há em versão portuguesa. Continuo com o meu inglês "very down" (será que disse uma asneira?).
Até para a semana. Se a filhota deixar ainda cá venho outra vez antes de ter o meu pronto.

segunda-feira, fevereiro 18, 2008

TUDO NA MESMA

segunda-feira, fevereiro 18, 2008

Pois é, tudo na mesma. Ainda não consegui que me viessem arranjar o computador e está a fazer-me tanta falta. A filhota passa imenso tempo aqui e com o novo jogo que anda na berra, não deescola e eu "nicles". Só posso cá vir quando ela vai para os treinos, assim como agora que estou a aproveitar para vos dizer que estou cheia de saudades de vos ler e de escrever também. Mas, me aguardem porque quando voltar venho em força. Vamos lá ver se é esta semana que fico com tudo pronto. Beijinhos e saudades para todos que têm a paciência de me ler.

terça-feira, fevereiro 12, 2008

SÓ MAIS UM POUQUINHO...

terça-feira, fevereiro 12, 2008

Só mais um pouquito de paciência. Ainda não consegui que me viessem arranjar o "pretinho", mas espero que esta semana fique tudo nos conforme. Também sei que depois vai ser uma maratona para pôr a leitura em dia, mas não me importo.
Este interregno fez-me pensar como somos animais de hábitos. Quando era miúda não havia televisão tínhamos de nos cingir a ouvir rádio. Na altura, parecia que uma coisa dessas não fazia falta. Havia sempre maneira de nos entretermos ao serão. Ouvir rádio, contar piadas, uma jogada de cartas, enfim. E para quem podia, ou tinha um pouquinho mais de dinheiro, ia ao cinema, ao teatro onde fosse possível ir. A seguir veio a televisão. E era ver quem da vizinhança tinha o aparelho para poder lá ir bater à porta e ver a caixa mágica, assim era considerada. E quem a podia adquirir já todos pensávamos que era rico e muitas vezes nem nos passava pela cabeça o sacrifício que se fazia para comprar fosse o que fosse. Que alegria que era nos fim de semana ir para as pastelarias passar o serão a ver televisão. Eu ainda me lembro de ir e voltar ao colo do meu pai a dormir. Sim, porque naquela altura a programação da televisão era só até à meia noite, agora temos televisão 24 horas por dia e às vezes nem ligamos. Mais recentemente e como todos sabem, veio a moda dos computadores. Meio de comunicação rápido, mais barato e que chega a todo o lado em "três tempos". E sem querer, ou por querer sei lá eu, é mais um hábito que já começa a ficar enraizado. De tal maneira, que quando nos falta parece que há qualquer coisa que não está bem. É assim que me sinto.
E daqui fazia um desafio a quem quisesse escrever no seu blogue sobre o que pensam dos hábitos de cada um com as novas tecnologias.

quinta-feira, fevereiro 07, 2008

FALECEU O PINTOR LUIS RALHA

quinta-feira, fevereiro 07, 2008

Apesar de ainda não ter o meu computador, mas não podia deixar de prestar homenagem a este grande Homem que foi Luis Ralha. Faleceu ontem e foi a primeira mensagem do dia que recebi da filha a anunciar que o pai tinha falecido. Um choque. Porque apesar de saber que ele estava doente nunca se pensa que é para agora, pensa-se sempre que é para amanhã. Tive a honra, o prazer e o privilégio de lidar com ele. E como sempre, neste País, só depois de morto é que se reconhece um bom trabalho. É pena. Já é altura de começarmos a olhar os outros e a dizer coisas bonitas, não só à beira das campas, mas em vida. Aí sim, podem nos ouvir a reconhecer os seus trabalhos e as pessoas que são. Luis Ralha além de ser um bom pintor, escultor, etc., era um homem de família e uma pessoa excepcional. Para mim não o vou esquecer nunca, pois quando olhava para ele via o meu pai. A sua maneira de falar dava-nos uma certa paz e a sensação de sabedoria que infelizmente é muito rara nos seres humanos. Os amigos e quem lidou com ele nunca o esquecerão. À família fica aqui, novamente, os meus sentidos pêsames. E para terem a noção do seu trabalho fica uma pequena biografia:


Habilitações académicas
Curso de Artes Decorativas da António Arroio, 1957 Curso de Pintura da Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa
Esmaltes
Aplicações em mesas: Salão Nobreda Reitoria da Universidade de Lisboa. Designer Daciano Costa
Aplicações em arquitectura: Hotel do Mar Companhia de Seguros Império e Hotel Balaia. Arq. Conceição Silva Snack-bar ‘Noite e Dia’ e Galerias Ritz. Arq.tos Victor Pala e Bento de Almeida Banco Burnay na Parede
Oficinas de esmalte: Instalação e docência na Escola António Arroio em Lisboa Oficina em Bruxelas
Exposições: Galeria Form, Mont des Arts,Bruxelas Galeria 111 Museu Grão-Vasco em Viseu Pequenos produtos para comércio especializado
Design interiores
Desenhador no atelier de Daciano Costa
Design de interiores: Café-concerto ‘Colóquio’, na Parede Galeria ‘Núcleo’, na Parede Centro Comercial PLIM, em Carcavelos Loja ‘Madeira Superbia’, na Rua Augusta, em Lisboa Loja ‘Gala’ na Avenida de Roma Companhia de Seguros Fidelidade, Lisboa, co-autoria com o arquitecto Santiago Pinto
Exposições: Projecto de remodelação do centro urbano de Cascais Sistema de expositores com estrutura triangular Projecto de hotel em Brasíliagabinete da área de Sines Cidade nova de Santo André Estudo da cor dos edifícios Equipamentos urbanos Mobiliário urbano
Em Moçambique 1977-1984
Direcção Nacional de Habitação (director: arquitecto José Forjaz) edifício ‘Pavilhão do Governo’ e exposição da actividade governamental. Facim, 1977 Gabinete de Design Industrial (1978-84) Direcção Linhas de mobiliário de madeira: ‘Emulação’ e ‘Serviço’ Brinquedos de Madeira: ‘Construir o Transporte’ e ‘Construir a Cidade’ Programa de redução de desperdício Pequenos produtos para exportação em madeiras preciosas: xadrez, taças, caixas, candeeiros, torneados, etc. Cerca de 30 stands na Facim Montagem de uma rede de lojas na cidade Programa de concentração de pequenas oficinas Centro de Mobiliário de Madeira em Maputo Palco para o primeiro Festival Nacional de Canto e Dança, que foi cenário do filme de Fonseca e Costa ‘Música Moçambique’, 1981
Em Portugal, depois de 1984
Design de interiores: Galerias Municipais de Exposições: Vila Franca de Xira, Alverca e Póvoa de Santa Íria Ampliação do Hotel Berna em Lisboa Auditório Municipal ‘Scala’ em Alverca Bibliotecas Municipais de Alverca e de Vila Franca de Xira Casa Museu Dr. Sousa Martins em Alhandra Ampliação do Departamento de Acção Sócio-cultural de Vila Franca de Xira Caos – Centro de Artes e Ofícios em Pombais, Odivelas Instituto de Artes e Ofícios do Gabinete de Reconversão do Casal Ventoso Certame Artejovem, em Loures Loja Municipal de Vila Franca de Xira
Espaços urbanos: Acessos ao cemitério de Alverca Rua do Curral em Vila Franca de Xira, programação de exposições de artes plásticas com as câmaras de Vila Franca de Xira e de Loures, programação curricular e equipamento de oficinas para o Instituto de Artes e Ofícios do Gabinete de Reconversão do Casal Ventoso, membro da Comissão de Defesa do Património na Câmara Municipal de Cascais Membro da Comissão Municipal de Cultura da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira
Design industrial: Mobiliário de quarto e de bar, Hotel Berna em Lisboa Expositores de parede e biombo, Teatro Taborda e Casa do Fado em Lisboa Painéis informativos de exterior no Castelo de São Jorge, em Lisboa Candeeiro de suspensão, professor assistente de Design de Equipamento Escola de Belas-Artes, Lisboa
arte pública
Escultura pública: Fachada norte da Estação de Entrecampos, Lisboa ‘Um Sinal Urbano da Revolução de Abril’, Alverca ‘Um Cravo em Construção’, Santa Iria da Azoia ‘A Seara Interrompida’, em projecto
Pintura
Exposições individuais:
1987 Galeria Espiral, Oeiras, 1988 Galeria 5, Coimbra Espaço Cultural S. Tiago, Sesimbra Casa das Artes, Tavira Galeria Municipal de Vila Franca de Xira Galeria da Voz do Operário, Lisboa Museu Santos Rocha, Figueira da Foz Galeria Artela, Lisboa, 1989 Sociedade Euterpe Alhandrense Galeria Ariarte, Lisboa, 1991 Galeria S. Francisco, Lisboa Galeria Voz do Operário, 1992 Galeria Artela, Lisboa Galeria do Casino Estoril, 1993 Galeria Artela, Lisboa Galeria Municipal de Alverca, 1994 Forum Cultural do Seixal Museu Sousa Martins, Alhandra, 1995 Galeria S. Francisco, Lisboa Galeria Municipal de Loures, 1997 Galeria Municipal de Alverca Galeria Artela, Lisboa Galeria Milénio, Figueira da Foz Galeria Inter-Atrium, Porto Galeria Convosco, Lisboa, 1998 Galeria Municipal de Sobral de Monte Agraço Galeria D’Arte, CTT, Lisboa, 1999 Festa do Vinho e das Vindimas, Bucelas Centro Cultural da Malaposta, Olival de Basto Galeria Artela Galeria da Junta de Freguesia de Alhandra, 2002 Galeria Municipal de Albufeira Galeria S. Francisco, Lisboa, 2003 Galeria Valbom, Lisboa Galeria ARC 16, Faro, 2004 Galeria Pedra do Guilhim, Nazaré Galeria Torre de Anto, Figueira da Foz Galeria Ceutarte, Lisboa Galeria Mónica, Porto, 2005 Centro Cultural de Cascais
Participação em mais de cinquenta exposições colectivas

segunda-feira, fevereiro 04, 2008

NOVA AVARIA

segunda-feira, fevereiro 04, 2008

Queridos amigos tenho outra vez o meu "pretinho" avariado, por isso não vos tenho lido nem comentado. Tive de vir ao computador da filha deixar aqui esta notinha. De qualquer maneira, desejo-vos um bom Carnaval. Assim que o computador estiver arranjado volto à vossa companhia.

sexta-feira, fevereiro 01, 2008

O CASTELO DE PENEDONO

sexta-feira, fevereiro 01, 2008


Quando iniciei este blogue procurei fotos de um castelo, não de um em particular mas um que me chamasse à atenção ou que gostasse. Calhou ser o de Penedono. Na altura não sabia que castelo era, mais tarde chamaram-me a atenção e perguntaram-me porquê este castelo. Por razão nenhuma, simplesmente gostei. Ainda esta semana, uma amiga brasileira dedicou-me um post e como não me conhece achou por bem pôr a foto do castelo, o qual eu agradeço. Mas o meu blogue não ficaria completo se eu não pusesse aqui a história dele.

Então cá vai. O texto foi tirado da Wikipédia, espero que esteja certo:

Antecedentes
A ocupação humana do seu sítio certamente remonta a época pré-romana, embora não seja possível afirmá-lo com exatidão.

O castelo medieval
As fontes documentais mais antigas mencionam esta área apenas à época da Reconquista cristã da península Ibérica aos mouros, a propósito do repovoamento da região após a vitória das forças de Ramiro II de Leão na batalha de Simancas (939). A defesa desta parte do território foi confiada a Rodrigo Tedoniz, marido de Leodegúndia (irmã de Mumadona Dias) com quem gerou D. Flâmula (ou Chamoa Rodrigues). Rodrigo viria a ser alcaide dos castelos do soberano e, nessa função, teria determinado a reedificação do Castelo de Penedono. Posteriormente, em 998 da Era Hispânica (960 da Era Cristã), Chamoa Rodrigues, achando-se gravemente enferma, fez-se conduzir ao Mosteiro de Guimarães, instituindo como testamenteira a sua tia Mumadona, com o encargo de dispor de seus bens para fins de beneficência. Entre eles, incluía-se uma série de castelos e respectivas gentes (penellas et populaturas) na fronteira da Beira Alta, entre os quais este, de Penela.
Durante o século XI, ao sabor dos avanços e recuos das fronteiras cristãs, Penedono e o seu castelo mudaram de mãos em diversas ocasiões. A sua reconquista definitiva deveu-se à ação do rei leonês Fernando Magno (1064). Um inventário dos bens do Mosteiro de Guimarães, lavrado em 1095, relaciona o Castelo de Penedono entre outros bens anteriormente legados por D. Chamoa. Com a emancipação política de Portugal, os seus domínios passaram a integrar os da jovem nação. D. Sancho I (1185-1211), ante a situação estratégica de Penedono, próxima à linha fronteiriça, incentivou o repovoamento dessas terras através de Foral (1195), ao mesmo tempo em que determinava a reconstrução das suas defesas. O seu sucessor, D. Afonso II (1211-1223) confirmou-lhe o foral em 1217. A povoação e o seu castelo também tiveram a atenção de D. Dinis (1279-1325), que lhe determinou reforços na defesa.

A atual configuração do castelo remonta aos fins do século XIV, quando D. Fernando (1367-1383) incluiu a povoação no termo de Trancoso. Diante da intenção da edilidade de arrasar o Castelo de Penedono, os homens-bons desta vila insurgiram-se, logrando a sua autonomia. Esses domínios foram então doados a D. Vasco Fernandes Coutinho, senhor do couto de Leomil, que fez reconstruir o castelo.
No contexto da crise de 1383-1385, tendo falecido na Primavera de 1384 o alcaide de Penedono, Vasco Fernandes Coutinho, sucedeu-o na função o seu filho, Gonçalo Vasques Coutinho. Leal ao partido do Mestre de Avis, foi-lhe confiado, no início de 1385 o encargo de chefiar as forças do Porto que conquistaram o Castelo da Feira. Posteriormente, distinguiu-se, por mérito, na batalha de Trancoso (Maio de 1385), o que lhe valeu a promoção ao posto de marechal. Acredita-se que, no Castelo de Penedono, tenham nascido os filhos deste alcaide e, dentre eles:
o primogênito, Vasco Fernandes Coutinho, 1º conde de Marialva, que integrou a malfadada expedição a Tânger (1437); e Álvaro Gonçalves Coutinho, o cavaleiro alcunhado Magriço, herói da narrativa dos Doze Pares de Inglaterra, imortalizado por Camões no Canto VI de Os Lusíadas.

Os descendente do conde de Marialva mantiveram interesses no Castelo de Penedono, a saber: D. Gonçalo Coutinho, que herdou o titulo condal, e D. Fernando Coutinho, ambos integrantes da segunda expedição a Tânger (1464), onde o primeiro perdeu a vida; os seus netos, D. João Coutinho, 3º conde de Marialva, e D. Francisco Coutinho, 4º Conde de Marialva por sucessão de seu irmão, falecido sem descendência, ambos integrantes da expedição que conquistou Arzila (1471), que ao primeiro custou a vida.
Sob o reinado de D. Manuel I (1495-1521), a vila recebeu o Foral Novo (1512), o que atesta a sua importância à época. Foram realizadas, nesta conjuntura, novas obras no castelo, para o que terá contribuído a influência do 4º conde de Marialva, vedor das obras reais na Beira, cuja filha única, D. Guiomar Coutinho, desposou o infante D. Fernando. Falecendo o conde sem descendência, e sua filha, dois anos depois, também sem descendência, extinguiu-se a família Coutinho.

Do século XVII aos nossos dias
Os domínios de Penedono e seu castelo são referidos, no século XVII, associados aos Lacerda, que então usavam honoríficamente o título de seus alcaides-mores.
O castelo foi visitado por Alexandre Herculano em 1812, que o descreve, à época, como já em ruínas. No século XX, foi classificado como Monumento Nacional por Decreto publicado em 23 de Junho de 1910.
Em 1940, no âmbito das comemorações dos Centenários, promovidas pelo Estado Novo português, o castelo foi alvo de intervenções de consolidação e restauro de panos de muralhas e de torres, parcialmente reconstruídos, a cargo da Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais. Novos trabalhos tiveram lugar em 1943 e em 1953, permitindo que o conjunto chegasse até aos nossos dias relativamente bem conservado, mas ainda carecendo de obras em seu interior.

Características
Na cota de 930 metros acima do nível do mar, nada sabemos de suas primitivas configurações. O atual castelo, de pequenas dimensões (com perímetro externo de cerca de 70 metros), data do final do século XIV, com complementos datando da passagem do século XV para o XVI.
Com a função de Solar, apresenta planta hexagonal irregular, com os panos laterais de muralhas ressaltados e protegidos por ameias piramidais. Em pedra de granito e xisto, no setor noroeste, a muralha é reforçada por um cubelo defensivo. Dois outros robustos torreões prismáticos, com contrafortes e mísulas, são coroados por ameias piramidais. No setor sudoeste da muralha destacam-se dois torreões esguios, coroados de ameias piramidais reentrantes, ladeando e protegendo a porta principal do castelo, encimada por um arco pleno que une ambos os torreões defensivos. Por esta acede-se a praça de armas, de pequenas dimensões. Nas suas paredes, observam-se os vestígios das bases do travejamento de madeira dos pisos residenciais, sendo as paredes rasgadas por janelas quadradas ladeadas por bancos de pedra. Num dos ângulos da praças de armas, sob a torre de menagem, inscreve-se a cisterna, de seção poligonal, recoberta por abóbada em cruzaria de ogivas.
O conjunto é completado por uma pequena barbacã, cuja cortina é rasgada por uma porta em arco ogival e pelo adarve.

Curiosidades
Embora não haja muito a ver no interior deste pequeno castelo, além da magnífica paisagem que se descortina do alto de seus muros, caso o mesmo se encontre fechado, a chave encontra-se na pequena loja vizinha ao pelourinho da vila.

quarta-feira, janeiro 30, 2008

SÓCRATES

quarta-feira, janeiro 30, 2008

O primeiro-ministro, José Sócrates, está andando tranquilamente quando é atropelado por um condutor das corridas da Ponte Vasco da Gama e morre ali na hora. A alma dele chega ao Paraíso e dá de caras com São Pedro na entrada.

- Bem-vindo ao Paraíso!, diz São Pedro - antes que você entre, há um problemazito...raramente vemos políticos por aqui, sabe… então não sabemos bem o que fazer com você.
- Não vejo problema nenhum, basta deixar-me entrar, diz o antigo primeiro-ministro, José Sócrates.
- Eu bem que gostaria de o deixar entrar senhor engenheiro, mas tenho ordens superiores… Sabe como é… Vamos fazer o seguinte: o senhor passa um dia no Inferno e um dia no Paraíso. Depois pode escolher onde quer passar a eternidade.
- Não é necessário, já resolvi. Quero ficar no Paraíso, diz o primeiro-ministro.
- Desculpe, mas temos as nossas regras.
Assim, São Pedro acompanha-o até o elevador e ele desce, desce, desce até o Inferno. A porta abre-se e ele vê-se no meio de um lindo campo de golfe. Ao fundo o clube onde estão todos os seus amigos e outros políticos com os quais havia trabalhado. Todos muito felizes em traje social. Ele é cumprimentado, abraçado e eles começam a falar sobre os bons tempos em que ficaram ricos às custas do povo. Jogam uma partida descontraída e depois comem lagosta e caviar. Quem também está presente é o diabo, um tipo muito amigável que passa o tempo todo dançando e contando piadas. Eles divertem-se tanto que, antes que ele perceba, já é hora de ir embora. Todos se despedem dele com abraços e acenam enquanto o elevador sobe. Ele sobe, sobe, sobe e a porta abre-se outra vez. São Pedro está a espera dele.
Agora é a vez de visitar o Paraíso. Ele passa 24 horas no Paraíso, junto a um grupo de almas contentes que andam de nuvem em nuvem, tocando harpas e cantando. Tudo vai muito bem e, antes que ele perceba, o dia chega ao fim e São Pedro retorna.
- E então??? Você passou um dia no Inferno e um dia no Paraíso. Agora escolha a sua casa eterna.
Ele pensa um minuto e responde:
- Olha, eu nunca pensei vir a tomar esta decisão… O Paraíso é muito bom, mas eu acho que vou ficar muito melhor no Inferno.
Então São Pedro abanando com a cabeça, leva-o de volta ao elevador e ele desce, desce, desce até o Inferno. A porta abre-se e ele vê-se no meio de um enorme terreno baldio cheio de lixo e com um cheiro horrível. Ele vê todos os seus amigos com as roupas rasgadas e muito sujas catando o entulho e colocando-o em sacos pretos, repara que por vezes os amigos se pegam á porrada na disputa de pedaços de comida podre. O diabo vai ao seu encontro e passa o braço pelo ombro do primeiro-ministro.
- Não estou a entender?!", - gagueja - ontem mesmo eu estive aqui e havia um lindo campo de golfe, um clube, lagosta, caviar, e nós dançamos e nos divertimos o tempo todo. Agora só vejo esse fim de mundo cheio de lixo mal cheiroso e os meus amigos totalmente arrasados!!!
O diabo olha pra ele… sorri ironicamente e diz:
- Ontem estávamos em campanha. Agora, que conseguimos o seu voto... eis a realidade.

terça-feira, janeiro 29, 2008

FIGURAS II...

terça-feira, janeiro 29, 2008

Parece que está na moda fazer-se figuras tristes. Mas cada um é como cada qual. Este parece o Zé Cabra número 2, só que é brasileiro. Mas que má língua, o homem só quera fazer um pouco de "strip-tease".

segunda-feira, janeiro 28, 2008

PARABÉNS EVELYNE!!!

segunda-feira, janeiro 28, 2008


O nosso conhecimento virtual é muito recente, mas ler os seus blogues é muito prazeiroso. Soube por acaso que era aquariana e faz anos no dia a seguir à minha filha. Portanto, aqui ficam os PARABÉNS à natalense Evelyne.

Um brinde. Hip, hip, urra. Muita saúde e tudo de bom para este ano.

domingo, janeiro 27, 2008

PARABÉNS ABELHITA...!!!

domingo, janeiro 27, 2008


A minha abelhita faz hoje 34 anos que veio ao mundo. Pequenina, mas muito fofinha, a safadita não queria mamar. Fazia do peito da mãe chucha. Depois percebeu-se porquê, é que as enfermeiras quando ela estava no berçário davam-lhe biberon. Ora beber assim o leitinho era muito mais fácil. Queria lá o rebento estar a puxar leite na mama da mãe. Sempre foi muito independente a minha cria. Nota-se!!! Ai, ai, eu é que me custa a creditar que já tenho uma filhota deste tamanho e já com filhos (alto e pára o baile, ela só tem uma criança). Bom, mas isto tudo só para lhe desejar muita saúde, um resto de dia muito feliz e que para o ano cá esteja para lhe desejar o mesmo.

sábado, janeiro 26, 2008

FIGURAS...

sábado, janeiro 26, 2008

Vocês nem sabem o que chorei a rir quando vi este video. Ele há coisas que só visto, senão ninguém acredita.
Em geral, não gosto de falar seja de quem for para não me cair no prato, mas esta eu tinha de vos mostrar. Loooolll. Ahahahah

quinta-feira, janeiro 24, 2008

É SÓ FUMAÇA...

quinta-feira, janeiro 24, 2008

Hoje, depois do almoço decidi pôr ao lume um bocado de carne a cozer para fazer uma espécie de cozido à portuguesa e digo espécie porque cá em casa ninguém come carne de porco, não por não gostar mas porque faz mal ao marido e assim evitamos comê-la. Resultado: esquecimento puro.

Estava eu muito bem sentada a ver novela quando começo a tossir, uma vez não liguei, mas quando começo a tossir duas e três vezes de seguida já achei estranho e toca de ir à cozinha com a intenção de beber um pouco de água. E quando lá chego era só fumo por todo o lado. Aí apercebi-me que o fumo não só era na cozinha mas na sala e na casa toda. E fez-se luz: a carne ao lume. Toca a desligar o fogão e abrir as janelas todas. E aqui a despistada em vez de ir para a rua ainda lá andava rodando de um lado para o outro. E como sou asmática comecei a ficar um pouco entupida e corda nos sapatos para a rua. Peguei no casaco e lá fui. Acabei por ir ter com a filhota ao café. E no meio disto tudo tive que usar a bomba dos asmáticos, que eu não gosto nada, mas quando tem de ser é mesmo.

Agora que já regressei e que o fumo já se foi, ficou um cheiro a queimado que eu acho que amanhã ainda cheira. Rsrsrsrsrsr

Há dias que nem vale a pena sair da cama....

quarta-feira, janeiro 23, 2008

DEZ RÉIS DE ESPERANÇA

quarta-feira, janeiro 23, 2008

Se não fosse esta certeza
que nem sei de onde me vem,
não comia, nem bebia,
nem falava com ninguém.
Acocorava-me a um canto,
no mais escuro que houvesse,
punha os joelhos á boca
e viesse o que viesse.
Não fossem os olhos grandes
do ingénuo adolescente,
a chuva das penas brancas
a cair impertinente,
aquele incógnito rosto,
pintado em tons de aguarela,
que sonha no frio encosto
da vidraça da janela,
não fosse a imensa piedade
dos homens que não cresceram,
que ouviram, viram, ouviram,
viram, e não perceberam,
essas máscaras selectas,
antologia do espanto,
flores sem caule, flutuando
no pranto do desencanto,
se não fosse a fome e a sede
dessa humanidade exangue,
roía as unhas e os dedos
até os fazer em sangue.
António Gedeão

domingo, janeiro 20, 2008

CURIOSIDADES

domingo, janeiro 20, 2008

SABIAM QUE...

- os primeiros europeus a contactar com o chá foram os portugueses, que chegaram ao Japão em 1560;
- em 1905, os italianos comercializaram a primeira máquina de café expresso, precisamente no mesmo ano em que foi inventado um processo que permitia descafeiná-lo;
- o cacau era considerado pela civilização maia um fruto dado directamente pelos deuses aos homens;
- a maior cordilheira é a dos Andes com oito mil quilómetros;
- a maior ilha é da Gronelândia, com 2.175.600 km2;
- dizer Antártida ou Antártica está correto. Na Antártida não há bactérias e em razão disto, os alimentos podem ser consumidos anos após anos sem uso, não existe também o mofo, nem as latas enferrujam e nem os alimentos apodrecem;
- as reservas de carvão ali existentes podem suprir todas as necessidades do nosso planeta por alguns séculos?

sexta-feira, janeiro 18, 2008

MUDAR DE PROFISSÃO NÃO É FÁCIL

sexta-feira, janeiro 18, 2008


Uma senhora pega um táxi e indica a direção do hotel onde está hospedada. O taxista, por incrível que pareça, não disse nada durante todo o percurso, até que a senhora resolveu fazer-lhe uma pergunta e tocou levemente em seu ombro. Ele gritou, perdeu o controle do carro e, por pouco, não provocou um enorme acidente! Com o carro sobre a calçada, a senhora, assustadíssima, virou-se para taxista e disse:

- Você estava dirigindo tão bem! Como é que pôde quase ter um treco por conta de um simples toque no ombro?

- Não me leve a mal, senhora, mas... É que esse é o meu primeiro dia como taxista.

- E o que o senhor fazia antes disso? - perguntou ela.

- Eu fui, por 25 anos, motorista de carro funerário!!!

quarta-feira, janeiro 16, 2008

ESTAMOS A FICAR MARADOS...

quarta-feira, janeiro 16, 2008


SABES QUE ESTÁS A VIVER EM 2008 QUANDO...

1. Acidentalmente introduzes a tua password no microondas.
2. Há anos que não jogas paciências com cartas de papel.
3. Tens uma lista de 10 números de telefone para falar com a tua família de 3 pessoas.
4. Envias um e-mail ou ligas-te ao Messenger para conversares com a pessoa que trabalha na mesa ao lado da tua.
5. A razão porque não falas há muito tempo com alguns familiares é desconheceres os seus endereços electrónicos.
6. Usas o telemóvel na garagem de casa para pedir a alguém que te ajude a levar as compras.
7. Todos os anúncios da TV têm um site indicado na parte inferior do ecrã.
8. Se te esqueces do telemóvel em casa, coisa que não tinhas há 20 anos, ficas apavorado e voltas para buscá-lo.
10. Levantas-te pela manhã e quase que ligas o computador antes de tomares o pequeno-almoço.
11. Conheces o significado de lol, tbm, qdo, xau, msm, dps...
12. Não sabes o preço de um envelope comum.
13. Para ti ser organizado significa ter vários bloquinhos, uma agenda electrónica ou coisas do tipo.
14. A maioria das anedotas que conheces, recebeste por e-mail (e ainda por cima ris-te sozinho...).
15. Dizes o nome da firma onde trabalhas quando atendes o telefone na tua própria casa (ou até mesmo o telemóvel!).
16. Marcas o "0" para telefonar de tua casa.
17. Vais para o trabalho com preguiça quando o dia ainda está a clarear e voltas para casa quando já escureceu de novo.
18. Quando o teu computador pára de funcionar, parece que foi o teu coração que parou.
19. Estás a ler esta lista e estás a concordar com a cabeça e a sorrir.
21. Estás a concordar e tão interessado na leitura que nem reparaste que a lista não tem o número 9.
21. Foste verificar se é verdade que falta o número 9 à lista e nem viste que tem dois números 21.
22. AGORA ESTÁS-TE A RIR CONTIGO MESMO...
23. Já estás a pensar para quem vais enviar esta mensagem.
24. Provavelmente agora vais clicar no botão "Reencaminhar"... É a vida... Fazer o quê? Foi o que eu fiz também...

terça-feira, janeiro 15, 2008

PORTUGAL

terça-feira, janeiro 15, 2008

Obrigado a todos que comentaram o meu post anterior, são todos uns queridos e têm razão. É preciso levantar a cabeça e pensar um pouquinho mais em mim e sentir-me bem comigo própria. Eu gosto de rir, só não tenho jeito para fazer rir os outros, mas como há que limpar as energias negativas cá vai mais uma anedota para todo o mundo desanuviar.

Ah só mais uma coisinha, espero a partir da próxima segunda feira começar outra vez a escrever no meu outro blogue dedicado à politiquice.

Na reunião com o Presidente da Suiça, o primeiro-ministro português apresentou-lhe os seus ministros:
-Este é o ministro da Saúde, este é o ministro dos Negócios Estrangeiros, esta é a ministra da Educação, este é o ministro da Justiça, este é o ministro das Finanças ...
Chegou a vez do Presidente da Suiça:
- Este é o Ministro da Saúde, este é o Ministro dos Desportos, este é o da Educação, este o da Marinha ...
Nessa altura, com ar emproado, José Sócrates começou a rir:
- Ha! Ha! Ha!.... Para que é que vocês têm um Ministro da Marinha, se o vosso País não tem mar?
O Presidente da Suiça faz um ar digno e respondeu:
- Não seja inconveniente. Quando você apresentou os seus ministros da Educação, da Justiça e da Saúde, eu também não me ri.

sábado, janeiro 12, 2008

PENSAMENTOS

sábado, janeiro 12, 2008

O sono fugiu, tarda a chegar. O silêncio é de ouro entrecortado pelo ressonar do marido que dorme. A cabeça não pára de pensar, chego a ficar cansada pelo borbulhar de tantos pensamentos ao mesmo tempo. Penso na infância, na juventude, que nem cheguei a a viver, na mulher que cheguei a ser e na mulher que sou hoje. Tudo me passa pela cabeça e ao fazer um balanço chego à conclusão que até não foi assim tão mau. Claro que poderia ter sido muito melhor, mas não me posso queixar. E continuo a pensar, a pensar o que vou fazer amanhã. E há que arranjar metas para os sonhos. Alguns conseguem-se realizar, outros vão pelo cano abaixo e outros ainda ficam por se fazer.
Agora estou na fase de precisar olhar um pouco só para mim. É um defeito, ou uma virtude, não sei, esta de só pensar nos outros. E eu? Quem olha por mim? Ninguém. Então decidi: olhar mais por mim, tomar conta de mim própria, divertir-me, fazer o que me apetece, tratar do meu corpo e da minha mente. Esta questão de não conseguir emagrecer está-me a dar cabo da cabeça. Pensava eu que quem gostasse de mim como eu era como pessoa não se importaria com o meu aspecto, mas chego à conclusão que realmente o aspecto conta e muito na nossa sociedade. Eu sei que o principal é nos sentirmos bem, mas neste momento, eu não me sinto bem com o meu aspecto. E não estou a falar em aspecto desleixado, não, estou a falar de aspecto de gordinha. Para quem era tão magrinha. Só para perceberem eu pesava 47 quilos quando engravidei da minha filha mais velha, agora com com quase 90 quilos e até não como muito, mas a tiróide está-me a dar volta ao juízo. Sim, mas eu não vou deixar que isto me afecte, ai não vou não. Mas digam-me, afinal o aspecto conta muito, não é?

quinta-feira, janeiro 10, 2008

PARA A PINKY

quinta-feira, janeiro 10, 2008

Esta música é dedicada a "us" (ela sabe a que me refiro). Eu sei que vais gostar, porque além de ser bonita o rapaz em questão canta muitíssimo bem. É para ti querida e se possível acompanhada, espero que gostes, aliás, que gostem. Beijinhos

JOSH GROBAN - DON´T GIVE UP, YOU ARE LOVED

terça-feira, janeiro 08, 2008

COMO MANTER O AMOR

terça-feira, janeiro 08, 2008


Uma mãe e a sua filha estavam a caminhar pela praia. Num certo ponto, a menina disse:
- Como se faz para manter um amor?
A mãe olhou para a filha e respondeu:
- Pega num pouco de areia e fecha a mão com força...
A menina assim fez e reparou que quanto mais forte apertava a areia com a mão com mais velocidade a areia se escapava.
- Mamãe, mas assim a areia cai!
- Eu sei, agora abre completamente a mão...
A menina assim fez mas veio um vento forte e levou consigo a areia que restava na sua mão.
- Assim também não consigo mantê-la na minha mão!
A mãe, sempre a sorrir disse-lhe:
- Agora pega outra vez num pouco de areia e mantém-na na mão semi-aberta como se fosse uma colher... bastante fechada para protegê-la e bastante aberta para lhe dar liberdade.
A menina experimenta e vê que a areia não escapa da mão e está protegida do vento.
- É assim que se faz durar um amor...
Se você quer muito alguma coisa, deixe-a livre. Se ela voltar será sua para sempre. Se não é porque nunca foi sua de verdade.

(Autor Desconhecido)

segunda-feira, janeiro 07, 2008

O REIKI NOS HOSPITAIS

segunda-feira, janeiro 07, 2008

Já o ano passado escrevi aqui várias vezes sobre o reiki e sobre a sua influência de bem estar que proporciona a todos quantos trabalham e recebem esta prática milenar. Assim sendo, deixo-vos aqui uma ideia fantástica que está a ser feita em Espanha e que poderia ser seguida por muitos outros hospitais. Ora vejam:

sábado, janeiro 05, 2008

MEU NOME É RODRIGÃO...

sábado, janeiro 05, 2008

Ora muito bem! Vamos começar o ano rindo um bocadinho e nada melhor do que uma anedota para animar a malta, então lá vai:


Há dois meses que andava a conduzir o seu camião sem conhecer qualquer mulher. Eis que, de repente, vê uma freira na berma da estrada, novinha e bonitinha, a pedir boleia. Que Deus me perdoe! Pensou ele. Parou o camião e a freira subiu.

- Bom dia, meu filho! Você pode levar-me até à localidade mais próxima?

- Bom dia, dona freira! Claro que sim! Mas há um pequeno problema: 'MEU NOME É RODRIGÃO, SOU DE FAMALICÃO, MACHÃO, E QUEM ENTRA NO MEU CAMIÃO NÃO TEM PERDÃO!'

- Calma, meu filho! Aqui à frente, está reservado para Deus! Porém, atrás, está livre!

Rodrigo não esperou mais e atirou-se à freira. Consumado o acto, reiniciou a viagem, com remorsos do que tinha acontecido. A freira interrompeu os seus pensamentos, dizendo:

- Meu filho, pode deixar-me aqui, que é o meu local de destino. Rodrigo parou o camião e desculpou-se:

- Dona freira, desculpe o que aconteceu, mas como deve compreender é muito difícil esta vida solitária! Que Deus me perdoe!

- Não tem problema, meu filho! Deus vai-te perdoar, porque: MEU NOME É JUVENAL, SOU DO BOMBARRAL, HOMOSSEXUAL, E ESTA É A MINHA FANTASIA DE CARNAVAL !

quinta-feira, janeiro 03, 2008

EU GOSTO DE HISTÓRIA

quinta-feira, janeiro 03, 2008

Ora cá estamos no novo ano. Com muita chuvinha, muito frio e muito vento também, não se pode dizer que o inverno não chegou. Eu acabei por fazer o "reveillon" sozinha (mais ou menos). A filhota grande quis que fossemos lá jantar e por conseguinte fazer a meia noite. Só que o marido chegou, comeu e depois foi-se sentar no sofá. Escusado será dizer que cinco minutos depois dormia. E como percebi que estava cansado lá condescendi em vir para casa para sua excelência meter-se no vale dos lençóis. O que realmente fez. E aqui a "je" teve a passar a meia noite deitada no sofá a ver televisão. Mas pronto, não me posso queixar, como não estava doente isso já foi uma benesse. A filhota mais nova foi ver o fogo de artifício para a Expo. E cá estamos em 2008.

Mudando de assunto e não tendo nada a ver com o parágrafo anterior vos posso dizer que gosto muito de história e como estamos sempre a aprender tive a curiosidade de ir espreitar ou antes de investigar quem era o autor do pensamento que eu pus no post anterior. E como reza a história é assim:



TIHAMÉR TÓTH (1889-1939)

Teólogo católico, escritor, bispo, professor.
Nasceu em Szolnok, Hungria, em 14 de Janeiro de 1889.
Frequentou escolas primária e secundária nas cidades de Szolnok e Eger.
Fez seus estudos de teologia no Seminário Central de Budapeste e no Augustineum em Viena. Em Viena foi lhe conferido o grau de doutor em teologia.
Foi ordenado sacerdote em 1911.
Foi capelão em Heves, catequista em Gyöngyös e depois professor de teologia na Escola Superior de Teologia em Eger entre 1913-1918.
Foi sacerdote campal em 1914 e 1915.
Docente na Universidade Pázmány desde 1924 e professor titular desde 1925.
Participou das Conferencias Eucarísticas Mundiais de Chicago (1926) e de Dublin (1932).
Foi nomeado bispo auxiliar de Veszprém em 1938 e bispo em 03 de março de 1939.
Faleceu em Budapeste em 05 de Maio de 1939.
Tornou-se famoso em consequência da sua actividade literária. Suas obras foram reunidas em 1936 que resultou uma série de 23 volumes e foram traduzidas para 16 idiomas.

Obras mais importantes
- A secularização e o direito da igreja húngara à sua propriedade (1914)
- O sentido e o sofrimento da vida (1914)
- O homem puro (1919)
- Não bebas! (1919)
- Cuidado espiritual da inteligência (1923)
- O jovem culto (1924)
- O jovem íntegro (1924)
- O jovem religioso 1-2. (1928)
- Rei Cristo (1931)
- Creio na Igreja (1934)

terça-feira, janeiro 01, 2008

FELIZ 2008

terça-feira, janeiro 01, 2008


Mais um ano passou e estamos a entrar em 2008. Espero que tenham feito esta passagem com muita alegria, amor, carinho e muita paz. Que o novo Ano nos traga muita saúde, amor, alegrias e um pouquito mais de dinheirito que também faz falta.

E para não chatear muito aqui fica um pensamento que acho que pode ser bem adquado para esta altura. Há que semear para colher, não acham?


Semeia um pensamento e colherás um desejo; semeia um desejo e colherás a acção; semeia a acção e colherás um hábito; semeia o hábito e colherás o carácter.


(Tihamer Toth)

quinta-feira, dezembro 27, 2007

MAIS UM NATAL PASSADO

quinta-feira, dezembro 27, 2007

Este Natal já passou. E graças a Deus bem passado. Como de costume fui passá-lo com a minha irmã para o Cartaxo e como o meu marido faz anos festejamos os seus anos e fazemos a consoada. É sempre a dobrar. Este ano o meu sobrinho lembrou-se de comprar um "karaoke" lá para casa e foi pôr o pessoal a cantar ou a desencantar. Eheheh. Até o meu cunhado, já um pouquinho assim para o alegre, cantou. Ele que não é nada dessas coisas alinhou também na brincadeira. E como estamos no campo não temos o problema dos vizinhos virem chatear porque estamos a fazer barulho. Mas foi bom, tão bom que nem demos pelas horas passarem, quando demos por isso já passava da meia noite e toca a abrir as prendas. Depois das ditas cujas entregues vá de ir para a cama. Ali não se pode estar muito tempo cá fora porque estava um frio daqueles, né? Só se estava bem perto da lareira. No outro dia, dia de Natal e a filhota grande, o marido e a filha chegam para o almoço. Depois, mais uma sessão de "karaoke". Só foi pena estar a chover, mas não podia ser tudo perfeito não é? E pronto, há que regressar. (Ooooooh a festa acabou!!!!!!!)

domingo, dezembro 23, 2007

CANÇÃO DE NATAL

domingo, dezembro 23, 2007

Uau! Já tenho o meu "pretinho" a funcionar. Já não preciso de esperar pela filha sair do computador. Sabe tão bem. Por exemplo, agora, neste momento, a filhota dorme e a mãe, computador com ela. Bom, mas tenho de me despachar, vim só aqui deixar uma canção de Natal que eu gosto muito e não é nada "lamechas". Peço desculpa pela violência do video, mas a canção é linda. Continuação de BOAS FESTAS.

quarta-feira, dezembro 19, 2007

BOAS FESTAS

quarta-feira, dezembro 19, 2007


Estamos em época natalícia, época de família, época de todos juntarem-se para conviver e reflectirem sobre suas vidas, de fazer-se o balanço anual. Mais importante do que as prendas, que todo o mundo gosta, é apreciar estar em família. E insisto nisto porque hoje em dia dá-se muito mais apreço às coisas materiais do que aos valores que nos foram dados pelos nossos avós. Mas não vou aqui dar retóricas, Deus me livre. É só uma chamadinha à família que é tão importante nas nossas vidas. E para não ser mais chata, desejo a todos vós UM BOM NATAL, E UMAS MELHORES ENTRADAS no novo ano que se avizinha desejando também que o NOVO ANO DE 2008, possa trazer muita saúde e tudo de bom que desejarem.

segunda-feira, dezembro 17, 2007

DESAFIO DA PINKY

segunda-feira, dezembro 17, 2007

Respondendo ao desafio da PINKY:

O que te choca: a falsidade, a mentira.

O que te arrepia: o frio

O que te excita: viagens, viagens, viagens.

O que te solta: principalmente dançar…

O que te faz rir: os amigos e uma boa piada.

O que te faz chorar: a fome, a miséria e ver crianças desprotegidas…

O que te causa náuseas: a desonestidade, a falsidade, a inveja…

O que te falta para seres feliz: arranjar um bom emprego.

O que te traz infelicidade: a decepção e tudo o que disse no que me faz chorar

O que te magoa: a traição, a injustiça, a mentira.

O que desejas: saúde para mim e para todos que me rodeiam.

O que receias: o sofrimento.

O que não queres perder: A minha família e a amizade dos amigos.

O que queres alcançar: mais sabedoria.

Uma data que abomines: nenhuma.

Uma festividade que adores: Natal

Uma qualidade que aprecies numa pessoa: sinceridade, honestidade.

Uma característica que abomines numa pessoa: o contrário do que disse em cima

Uma mentira que tenhas dito: por norma não minto, se abomino a mentira também acho que o não devo fazer. Só omito ao marido coisas das filhas, aquelas que os homens acham sempre que é mau, mas que a mãe encobre.

Uma nostalgia: Não poder viajar como quero.

Passando o desafio a:
QUEM QUISER RESPONDER

domingo, dezembro 16, 2007

GRIPALHADA

domingo, dezembro 16, 2007

Quem me manda a mim, sapateiro, tocar rabocão? Só eu. Na sexta-feira fui ao "El Corte Inglés" queria comprar uma última coisa para a neta, só que não contei com o calor que se fazia lá dentro, só de mangas curtas é que se andava bem. E aqui a "je" toda encasacada. Resultado: apanhei uma caloraça que até pensava que estava no Brasil e no meio da rua. Depois de tudo o que queria comprado lá vesti o casaco e vim para a rua almoçar com a filhota mais velha. E já naquela altura só me apetecia era ir para casa, a ideia de ir para o cabeleireiro foi-se! Cheguei a casa e passado um bocado era só: atchim, atchim. Bom escusado será dizer que apanhei uma gripalhada daqueles de ficar na cama e é onde tenho estado desde então. Como não tenho portátil não dá para ler ninguém, mas espero amanhã já conseguir pôr a escrita em dia. Pinky não me esqueci do desafio, ponho no próximo post ok?

Beijinhos a todos que têm a paciência de me ler.