Hoje não sei porquê lembrei-me da primeira vez que fui para a creche. Aliás, até sei, é que fui-me inscrever para a escola e parece que nos põem a fazer uma biografia nossa. Então dei uma revisãozinha mental desde que nasci e parei precisamente nesta altura. Tinha três anos quando a minha mãe me depositou lá. Choradeira toda a manhã até me habituar ao lugar e às pessoas. Lembro-me bem dos invernos, de chover muito e ver a chuva a bater nos vidros das janelas. De haver uma sala cor de rosa com estantes cheias de livros a forrar as paredes e uns sofás de criança a imitar os dos adultos, cadeiras pequenas em redor de mesas do mesmo tamanho pintadas de branco. Era uma sala que nos fazia lembrar as histórias de fadas, de meninas ricas (como a cor da sala tivesse alguma coisa a ver, santa ingenuidade) e que nos dava uma sensação de bem estar. É isso que me lembro, de fazer tudo para poder lá estar, o que era muito raro. Só iam para lá as meninas que a responsável por aquela sala chamava. E eu sempre na esperança de lá poder entrar. Poucas vezes tive esse privilégio.
Lembro-me também da alegria que era quando me iam buscar ao fim do dia, aliás lembro-me bem que tinham de nos ir buscar a partir das cinco horas da tarde, que felicidade quando víamos alguém de família.
O tempo foi passando e eu fui crescendo. Enquanto não entrei na escola primária passava o tempo ora na brincadeira cá fora, quando o tempo estava bom, ora, no inverno, na sala grande a ouvir histórias que nos contavam para nos entreterem. Sim, não era fácil entreter para aí umas 80 ou mais crianças sem fazer nada. Depois, mais uma desilusão, apareceu lá uma professora de dança para pôr meninas a fazerem ballet. Fomos postas em fila para ver quem tinha os dedos dos pés indicados para tal, mas fui rejeitada. Que triste que me senti.
Chegou a altura da escola primária. Não foi preciso mudar de sítio porque lá havia duas professoras a ensinar, uma de manhã e outra de tarde. Eu apanhei a de manhã. A professora, senhora de mais de 60 anos, chamava-se Maria das Dores. Porque será que nunca nos esquecemos do nome da nossa primeira professora? E esta era de gancho ou de pelo na venta, como se costuma dizer. Bastava ela abrir os olhos que não sabíamos onde nos devíamos esconder, mas como professora era realmente muito boa. Há coisas que aprendi com ela que nunca mais me vou esquecer. Uma vez ela mandou-me fazer um problema e eu errei a fazer as contas, não sei porquê pois até era muito boa a contas, mas errei e ela chamou-me para o pé dela e começou a perguntar-me como é que aquilo se fazia, mas o medo que tinha dela era tanto que não conseguia pensar, e de cada vez que ela perguntava e eu não respondia ela dava-me uma reguada na mão. Resultado cheguei a casa com a mão inchada. A minha mãe é que não gostou nada da graça e foi falar com a patroa que fez queixa dela ao Ministério. Nunca mais tocou em mim.
E como este texto está muito grande continuo amanhã.
quarta-feira, abril 23, 2008
RECORDAÇÕES
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AnadoCastelo
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terça-feira, abril 22, 2008
DESAFIO ACEITE
Um mês seria: Março.
Um dia da semana: sábado
Um número: 7
Um planeta: Venus
Uma direcção: caminho da vida
Um móvel: as minhas estantes
Um liquido: água
Um pecado: preguiça
Uma pedra: esmeralda
Um metal: aço
Uma árvore: castanheiro
Uma fruta: manga
Uma flor: coroa imperial
Um clima: tropical.
Um instrumento musical: violino
Um elemento: água
Uma cor: verde e azul
Um animal: golfinho
Um som: harpa
Uma canção: Mulheres, de Martinho da Vila
Um perfume: Rive Gauche
Um sentimento: amor
Um livro: O físico de Noah Gordon
Uma comida: arroz de marisco
Um lugar: Natal, Brasil
Um gosto: chocolate preto
Um cheiro: mar
Uma palavra: sabedoria
Um verbo: amar
Um objecto: o meu "pretinho"
Uma peça de roupa: blusa
Uma parte do corpo: olhos
Uma expressão: "que gaita"
Um desenho animado: A pequena sereia
Um filme: O telefone
Uma forma: escultura
Uma estação: primavera
Uma frase: A vida é bela nós é que damos cabo dela...
Parece que tenho de passar a mais uns, aqui vai: Cris, Susana e Pinky
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AnadoCastelo
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domingo, abril 20, 2008
DOR DE ALMA
Estou quase nas 15 mil visitas. Estejam atentos quem lá chegar que se acuse. Quem sabe se não terá direito a um doce. E cá vai mais um poema de António Gedeão, o meu poeta preferido.
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AnadoCastelo
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sexta-feira, abril 18, 2008
RIFA DO BURRO
Certa vez, quatro meninos foram ao campo e, por 100€, compraram o burro de um velho camponês. O homem combinou entregar-lhes o animal no dia seguinte. Mas, quando eles voltaram para levar o burro, o camponês disse-lhes:
- Sinto muito, amigos, mas tenho uma má notícia. O burro morreu.
- Então devolva-nos o dinheiro!
- Não posso, já o gastei todo.
- Então, de qualquer forma, queremos o burro.
- E para que o querem? O que vão fazer com ele?
- Nós vamos rifá-lo.
- Estão loucos? Como vão rifar um burro morto?
- Obviamente, não vamos dizer a ninguém que ele está morto.
Um mês depois, o camponês encontrou-se novamente com os quatro garotos e perguntou-lhes:
- E então, o que aconteceu com o burro?
- Como lhe dissemos, nós rifamo-lo. Vendemos 500 rifas a 2 € cada uma e arrecadamos 1.000 €.
- E ninguém se queixou?
- Só o ganhador, porém devolvemos-lhe os 2 €, e pronto!
O IMORAL DA HISTÓRIA:
Os quatro meninos cresceram.
Um fundou um banco chamado BCP,
Outro, uma empresa chamada SONAE,
Outro, uma igreja chamada Universal
E o último um partido político, chamado PS.
E estão agora a governar Portugal!!!!
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AnadoCastelo
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12:54 a.m.
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quinta-feira, abril 17, 2008
5 A 3 A CONTA QUE DEUS FEZ
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1:11 a.m.
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quarta-feira, abril 16, 2008
FALAR PORTUGUÊS CORRECTO PODE TRAZER TRANSTORNOS
O rapaz está preso na esquadra da PSP, todo rebentado ...
Aparece o advogado nomeado para o defender, e pergunta-lhe o que sucedeu. O cliente começa a explicar :
Depois disso não me lembro de mais nada ...
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AnadoCastelo
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12:53 a.m.
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segunda-feira, abril 14, 2008
ESTILOS DE VIDA?
Quando me mandaram este texto via "email" fiquei estupefacta, nem queria acreditar. Já tenho uns bons aninhos de vida e nunca vi nada assim. Já vi pessoas serem presas como um cão, mas não por vontade delas. Agora por sua vontade é que é esquisito. Como já disse não faço juízo de ninguém, mas lá que é esquisito, lá isso é. Oram vejam e leiam.
Dani Graves, de 25 anos, e Tasha Maltby, de 19, são um casal de namorados gótico de Dewsbury, norte de Inglaterra. No passado fim-de-semana foram impedidos de viajar num autocarro porque Dani passeia a sua namorada de trela.
A BBC News conta que o casal acusa a transportadora Arriva de discriminação. O condutor do autocarro rejeitou a entrada de Dani e Tasha, alegando que a trela iria pôr em risco a segurança dos restantes passageiros em caso de travagem brusca.
O caso está a ser investigado pela Arriva, empresa «que leva muito a sério qualquer acusação de discriminação», segundo um responsável da empresa, Paul Adcock.
Adcock acrescentou que a Arriva irá «pedir desculpa a Dani Graves por algum inconveniente causado pela forma como o assunto foi tratado».
Para Tasha Maltby, este foi um caso «claro de discriminação, quase como um crime de ódio», contou ao Daily Mail.
A jovem de 19 anos descreve-se como um «animal de estimação humano».
«Comporto-me como um animal e tenho uma vida bastante calma. Não cozinho nem faço limpezas e não vou a lado nenhum sem o Dani», explicou.
Tasha defende o seu estilo de vida acrescentando que «não fere ninguém» e que o casal é feliz assim, independentemente de quão estranha esta relação pareça.
Portugal Diário
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AnadoCastelo
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1:21 a.m.
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sábado, abril 12, 2008
LÁGRIMA DE PRETA
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3:38 a.m.
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quinta-feira, abril 10, 2008
A MINHA VIDA
O melhor bocadinho do dia em que relaxo e desanuvio é a ler os vossos blogues e a ler os comentários que me deixam aqui. Às vezes fico tão emocionada que até as lágrimas me vêem aos olhos. Parvoeira, dizem vocês. Alegria, digo eu.
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2:39 a.m.
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terça-feira, abril 08, 2008
PARABÉNS MARY MARY
Parabéns afilhadinha. Hoje é o teu dia e julgo que a foto condiz com o teu mar sem fim. Espero que passes um dia muito agradável e que nenhuma sombra passe por ti. Eu sei que o tempo não está lá muito famoso, mas sempre dá para ir dar uma escapadela ao cinema como tu gostas.
Um beijinho muito grande da tua fada madrinha.
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segunda-feira, abril 07, 2008
O COLEGA DO LADO
Por Maria João Lopo de Carvalho
Gramamos a família porque a hereditariedade nos impõe, gramamos o marido (ou a mulher) porque o escolhemos de livre vontade, mas gramamos os colegas de trabalho porque nos calham na rifa e temos de levar com eles em cima, a bem ou a mal, na melhor das hipóteses, oito horas por dia. Ou seja: a família, quando muito, aos domingos e feriados; o marido e os filhos, duas, três horas por dia, no máximo (metade das quais a ver televisão ou a partilhar tarefas domésticas); e os outros, para os quais não fomos ouvidos nem achados, dispõem de mais tempo e de mais espaço do que toda a nossa vida somada. É com eles que rimos, choramos, que nos irritamos, que amuamos, que lixamos ou somos lixados, que vamos à bica e às compras, é a eles que avaliamos, que ajudamos, são eles os nossos carrascos e cúmplices, os nossos amigos ou, pior, os nossos principais inimigos. É no trabalho, acho eu, que revelamos as nossas grandes capacidades e virtudes, mas também, e como há tempo para tudo, o pior que o ser humano tem: a inveja, o rancor, a gula (roubo todas as caixas de chocolates onde os meus olhos vão parar), a vaidade, a intriga, o orgulho, a luxúria (enfim, todos sabem como e porquê.
Adoro a tribo dos manteigueiros frenéticos: aqueles que só saem depois do chefe nem que fiquem a jogar paciências no computador, que nos desfazem em strogonof pelas costas, que controlam as nossas entradas e saídas de cena, bichanam com os seus superiores e ajustam contas com as secretárias e o pessoal, a quem com tanta alma chamam 'menor', baralhando sem pudor humilhação com humildade. Prefiro o folclore dos que gritam como ovelha a ser degolada mas que depois se redimem ao acrescentarem uns parágrafos triunfais na 'porra' do dossiê.
Nós os portugueses adoramos reunir. Podemos não fazer a ponta de um corno, mas reunir tem de ser. Basta reunir e já está! Não é nunca o ponto de partida, é sempre o ponto de chegada. E antes de reunir gostam de planear a estratégia para tramar o parceiro. Pode não haver estratégia para mais nada, mas para tramar o colega do lado aqui vai disto.
Agressividade quanto baste é a metodologia (odeio esta palavra) para chegar ao poder. Todos conhecem a cartilha, a cru ou disfarçada de fada boa.
Em suma, os portugueses acham que para serem melhores têm de arranjar alguém para mau da fita, é a teoria dos vasos comunicantes em todo o seu esplendor. É com 'vasos' destes - que à partida não são nem amigos, nem filhos, nem marido, nem sequer os escolhemos num menu - que temos de partilhar o cheiro, a voz, e o génio; das ramelas, à barba por fazer; das malhas na meia ao rímel esborratado, todas as horas, todos os dias, todos os anos. É tudo uma questão de 'ambiente' no trabalho!
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sexta-feira, abril 04, 2008
NOVA PONTE
Quando ouvi nas notícias que o projeto da nova ponte vai para a frente e vai ter um custo estimado em 1700 mlhões de euros, eu nem queria acreditar. O custo da nova ponte apesar de já ter uma estimativa, é realmente só uma estimativa, porque como toda a gente sabe, em geral, esses custos são sempre MUITO ultrapassáveis.
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1:53 a.m.
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quinta-feira, abril 03, 2008
O TERRORISTA
Isto não tem nada a ver com mentiras. Mas são dez minutos de boa disposição. Ora vejam:
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AnadoCastelo
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2:57 a.m.
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terça-feira, abril 01, 2008
DIA DAS MENTIRAS
Eheheh hoje é o Dia das Mentiras e aqui fica o que se fala sobre ele:
Em 1564, depois da adoção do calendário gregoriano, o rei Carlos IX de França determinou que o ano novo seria comemorado no dia 1 de janeiro. Alguns franceses resistiram à mudança e continuaram a seguir o calendário antigo, pelo qual o ano iniciaria em 1 de abril. Gozadores passaram então a ridicularizá-los, a enviar presentes esquisitos e convites para festas que não existiam. Essas brincadeiras ficaram conhecidas como plaisanteries.
Em países de língua inglesa o dia da mentira costuma ser conhecido como April Fool's Day ou Dia dos Tolos, na Itália e na França ele é chamado respectivamente pesce d'aprile e poisson d'avril, o que significa literalmente "peixe de abril".
No Brasil, o 1º de abril começou a ser difundido em Pernambuco, onde circulou "A Mentira", um periódico de vida efêmera, lançado em 1º de abril de 1848, com a notícia do falecimento de Dom Pedro, desmentida no dia seguinte. "A Mentira" saiu pela última vez em 14 de setembro de 1849, convocando todos os credores para um acerto de contas no dia 1º de abril do ano seguinte, dando como referência um local inexistente.
Alguém que não consegue aceitar os truques, ou tirar proveito deles dentro do espírito da tolerância e do divertimento também deve sofrer com a má sorte. Também se diz que aquele que for enganado por uma bonita menina será recompensado com o matrimónio, ou pelo menos a amizade dela.
Outro mito ou a superstição diz que o matrimónio no Dia da Mentira não é uma boa ideia e que um homem que se case nessa data será para sempre controlado pela esposa.
Pessoas não-residentes no ocidente pouco conhecem o costume do Dia da Mentira e são mais vulneráveis a peças na internet.
O advento da internet como um meio de comunicação mundial serviu para facilitar os traquinas no seu trabalho.
- Ilha de San Serriffe: O jornal britânico The Guardian publicou um suplemento em que mencionava esta ilha ficcional. O nome da ilha vem de "sans-serif", uma família de tipos tipográficos.
- Plantação de esparguete: O canal de televisão BBC no programa Panorama apresentou em 1957 uma reportagem falsa sobre árvores de esparguete. Muitas pessoas interessaram-se em plantar árvores de esparguete em suas propriedades.
Nesse dia é costume realizar brincadeiras de toda índole. Festeja-se de diferente forma, dependendo do lugar.
No México, na Espanha, Chile e em outros países hispânicos os meios de comunicação costumam fazer brincadeiras ou exageram o conteúdo da notícia. Tradicionalmente os jornais publicam páginas inteiras de notícias cômicas, com a advertência de que é o Dia dos Inocentes. Algumas matérias parecem sérias e enganam o leitor desprevenido.
Nos EUA, Reino Unido, Alemanha, Japão e Brasil, este dia se festeja em 1 de abril, com o nome de "April's fools" ou "Dia da Mentira", e não guarda relação com os eventos bíblicos que originaram o dia dos inocentes. O Dia dos Santos Inocentes tem origem na história bíblica do massacre das crianças ordenado pelo Rei Herodes.
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2:03 a.m.
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sexta-feira, março 28, 2008
A VIDA
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AnadoCastelo
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quarta-feira, março 26, 2008
PORQUE GRITAMOS
Recebi este texto por email há pouco tempo, mas achei-o tão bonito que não resisti de o colocar aqui. Pois é, é um texto que só podia ser de Mahatma Gandhi. Quem me dera ser um pouquinho como ele: só um pouquinho sábio.
Um dia, um pensador indiano fez a seguinte pergunta aos seus discípulos:
"Porque é que as pessoas gritam quando estão aborrecidas?"
"Gritamos porque perdemos a calma", disse um deles.
"Mas, por que motivo gritar quando a outra pessoa está ao seu lado?" Questionou novamente o pensador.
"Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça", retrucou outro discípulo.
E o mestre volta a perguntar:
"Então não é possível falar-lhe em voz baixa?"
Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador. Então ele esclareceu:
"Vocês sabem porque se grita com uma pessoa quando se está aborrecido? O facto é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, os seus corações afastam-se muito. Para cobrir esta distância precisam gritar para poderem escutar-se mutuamente. Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para se ouvirem um ao outro, através da grande distância. Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão apaixonadas ou quando sentem um grande afecto por alguém? Elas não gritam. Falam suavemente. E porquê? Porque os seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena. Às vezes os seus corações estão tão próximos, que nem falam, somente sussurram. E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer de
sussurrar, apenas se olham, e basta. Os seus corações entendem-se. É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas."
Por fim, o pensador conclui, dizendo:
"Quando vocês discutirem, não deixem que os vossos corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta".
Mahatma Gandhi
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1:41 p.m.
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terça-feira, março 25, 2008
A PÁSCOA JÁ ERA....
Mais uma Páscoa passada. Podem nem acreditar mas desta vez nem uma amendôa pus na boca. Porca miséria. É que nem me deu para comprá-las, mas como ainda há no mercado pode ser que compre um pacotinho só para dizer que não lhes pus a vista em cima.
Também não saí de casa, não apetecia. É que acabou por fazer um tempo que ora estava vento e chuva como fazia sol e vento. Ah e friozinho a acompanhar. Só apetece é não sair da cama. Aquela célebre frase: Março, marçagão de manhã inverno à tarde verão, já era, porque este Março não tem sido assim. Pelo menos aqui para as minhas bandas.
E se me tivesse saído o Euromilhões, e não precisava de ser o primeiro prémio, comprava bilhetes e ia logo de seguida para os lados de Natal, mas ainda não é desta.
Hoje, por exemplo, que até me apetecia ir dar um passeiozinho e que até tenho a neta comigo, não posso está de chuva. Que raiva. O inverno aqui por estes lados parece que veio para ficar. Também não há crise, a neta fica a ver desenhos animados e a avó fica a ler os blogues dos amigos.
E pronto, por hoje tenham um bom dia!
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10:53 a.m.
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terça-feira, março 18, 2008
DE REGRESSO
Ora cá estou eu de regresso e espero que em força. Vocês nem sabem quanto me alegra saber que têm saudades minhas. Que bom. Eu também tinha saudades vossas. Mas chega de lamechas. Então não é que a semana passada me disseram assim: olha que para a semana já é Páscoa. Eu nem queria acreditar. Pois, este ano a Páscoa é mais cedo e já estamos em cima dela. Isto é o que faz estar em casa e quase não saber a quantas ando. Os dias passam, há sempre que fazer qualquer coisa, há sempre mais uma distracção, há sempre a comidinha para fazer, há sempre que fazer a lida da casa e por aí fora. Ah, e há também o marido doente. Os homens são muito teimosos graças a Deus. Aí há três semanas o marido apareceu com febre e com frio, deu logo para ver que era uma gripalhada, tomou comprimidos para a febre e para a gripe e no terceiro dia já estava outra vez na oficina. Resultado, na segunda feira a seguir já estava outra vez de cama com febre e mais frio. Recaída, com certeza. Há que tomar antibiótico porque da maneira que tinha os bronquios já lá não ia de outra forma. Escusado será dizer que aqui a enfermeira de serviço (sim porque as mulheres são enfermeiras 24 horas por dia) teve de o aturar uma semana inteirinha e a mudar-lhe pijamas de madrugada por causa da febre. Homens pá!!! Homens!!! Porque se fosse ao contrário, não era assim. Mas pronto, há que relevar, como diz o brasileiro.
Estamos em semana Santa e perdoar não custa. Às vezes queixamo-nos, mas quando vimos o caso mal parado ficamos logo de cabelos em pé. Mulher é assim mesmo.
E agora está a fazer-se tarde porque amanhã tenho de levantar mais cedo, tenho a netinha a fazer-me companhia. Uau!!!
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1:33 a.m.
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quarta-feira, março 12, 2008
ATÉ QUE ENFIM
Bom o meu "pretinho" já chegou são e salvo, apesar de ainda precisar de uns pequenos ajustes, mas que não impede de eu voltar ao comando. Agora é só pôr a leitura em dia.
No entanto, não queria deixar aqui de referir a vergonha do nosso Festival da Canção. Já foi no domingo, mas me perdoem porque só agora é que posso escrever. Mas voltando ao dito cujo, as canções concorrentes ao festival, que se querem de qualidade ou mesmo que o não seja, sejam de canções que nos fiquem no ouvido continuam uma vergonha. Não as ouvi todas por inteiro, mas como eles deram a "reprise", deu para conferir as canções concorrentes. No meu entender só havia uma festivaleira, que nem sequer foi premiada nos três primeiros lugares. Dizem eles que foi o público que votou, mas eu fico com as minhas dúvidas, pois a que ficou em primeiro lugar até que não é uma música feia, mas não é certamente uma canção apropriada para este tipo de festival. E enquanto for este tipo de canções lá fora se ficarmos em penúltimo lugar já é muito bom. Que tristeza.
Eu lembro-me quando era mais jovem o País inteiro parava para ver o festival da canção, agora acho que muito pouca gente o vê. Também, pudera, com o estilo de canções que lá vão quem é que lhe interessa ver?
Ponham-me a mim a escolhê-las e vão ver que ficamos nos primeiros lugares!!!
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AnadoCastelo
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1:43 a.m.
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quinta-feira, março 06, 2008
ESPERANÇA NÃO FALTA
Isto está a ser um parto difícil. Mas é assim a vida. Neste momento não tenho carro (só meu). O marido é que tem. E é difícil andar carregada em transportes públicos. De maneira, há que aproveitar o marido estar doentinho (gripalhada) para aproveitar o carro e levar o computador para o arranjo. Deculpem, mas, já estou a ser repetitiva com o arranjo do computador. Mas assim que estiver pronto eu cá estarei novamente. Espero que o próximo post já seja para falar de outras coisas.
Pinky, minha querida, o jogo que aqui falei não é de "play station", mas para jogar no computador. Vai à Google mete o nome do jogo e aparece o "site" do próprio jogo, entra e já ficas com uma ideia de como se joga. Ah, e segundo parece tem que se pagar, mas a afluência tem sido tanta que para a próxima primavera já vai sair a terceira rodada do mesmo. Já tenho o pessoal em casa ansioso por esta saída. O jogo é engraçado porque é feito por níveis e conforme vais jogando vais ultrapassando esses mesmos níveis, além de poderes escolher o boneco que jogares durante esse tempo. E por aí fora.
Saudades para todos!
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AnadoCastelo
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6:53 p.m.
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quinta-feira, fevereiro 28, 2008
JÁ NÃO HÁ PACIÊNCIA
Ainda não é desta.
O meu computador tem de ser formatado. Nem o informático sabe o que se passou. Mas conseguiu recuperar o que tinha no disco. Menos mal. Agora tenho de lá ir levá-lo para ficar pronto, nas sem carro é dose. Felizmente já pedi a uma amiga para lá ir comigo. Espero para a semana já poder vos ler e comentar. Também estou cheia de saudades vossas.
Pinky o jogo que eu falei é o "World of Warcroft" o pessoal está siderado com este jogo. Há "people" que quase não dorme para jogar pela noite dentro. Até a minha neta gosta e só tem sete anos. Para mim é complicado porque ainda não há em versão portuguesa. Continuo com o meu inglês "very down" (será que disse uma asneira?).
Até para a semana. Se a filhota deixar ainda cá venho outra vez antes de ter o meu pronto.
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AnadoCastelo
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7:10 p.m.
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segunda-feira, fevereiro 18, 2008
TUDO NA MESMA
Pois é, tudo na mesma. Ainda não consegui que me viessem arranjar o computador e está a fazer-me tanta falta. A filhota passa imenso tempo aqui e com o novo jogo que anda na berra, não deescola e eu "nicles". Só posso cá vir quando ela vai para os treinos, assim como agora que estou a aproveitar para vos dizer que estou cheia de saudades de vos ler e de escrever também. Mas, me aguardem porque quando voltar venho em força. Vamos lá ver se é esta semana que fico com tudo pronto. Beijinhos e saudades para todos que têm a paciência de me ler.
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AnadoCastelo
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6:20 p.m.
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terça-feira, fevereiro 12, 2008
SÓ MAIS UM POUQUINHO...
Só mais um pouquito de paciência. Ainda não consegui que me viessem arranjar o "pretinho", mas espero que esta semana fique tudo nos conforme. Também sei que depois vai ser uma maratona para pôr a leitura em dia, mas não me importo.
Este interregno fez-me pensar como somos animais de hábitos. Quando era miúda não havia televisão tínhamos de nos cingir a ouvir rádio. Na altura, parecia que uma coisa dessas não fazia falta. Havia sempre maneira de nos entretermos ao serão. Ouvir rádio, contar piadas, uma jogada de cartas, enfim. E para quem podia, ou tinha um pouquinho mais de dinheiro, ia ao cinema, ao teatro onde fosse possível ir. A seguir veio a televisão. E era ver quem da vizinhança tinha o aparelho para poder lá ir bater à porta e ver a caixa mágica, assim era considerada. E quem a podia adquirir já todos pensávamos que era rico e muitas vezes nem nos passava pela cabeça o sacrifício que se fazia para comprar fosse o que fosse. Que alegria que era nos fim de semana ir para as pastelarias passar o serão a ver televisão. Eu ainda me lembro de ir e voltar ao colo do meu pai a dormir. Sim, porque naquela altura a programação da televisão era só até à meia noite, agora temos televisão 24 horas por dia e às vezes nem ligamos. Mais recentemente e como todos sabem, veio a moda dos computadores. Meio de comunicação rápido, mais barato e que chega a todo o lado em "três tempos". E sem querer, ou por querer sei lá eu, é mais um hábito que já começa a ficar enraizado. De tal maneira, que quando nos falta parece que há qualquer coisa que não está bem. É assim que me sinto.
E daqui fazia um desafio a quem quisesse escrever no seu blogue sobre o que pensam dos hábitos de cada um com as novas tecnologias.
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AnadoCastelo
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5:25 p.m.
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quinta-feira, fevereiro 07, 2008
FALECEU O PINTOR LUIS RALHA
Apesar de ainda não ter o meu computador, mas não podia deixar de prestar homenagem a este grande Homem que foi Luis Ralha. Faleceu ontem e foi a primeira mensagem do dia que recebi da filha a anunciar que o pai tinha falecido. Um choque. Porque apesar de saber que ele estava doente nunca se pensa que é para agora, pensa-se sempre que é para amanhã. Tive a honra, o prazer e o privilégio de lidar com ele. E como sempre, neste País, só depois de morto é que se reconhece um bom trabalho. É pena. Já é altura de começarmos a olhar os outros e a dizer coisas bonitas, não só à beira das campas, mas em vida. Aí sim, podem nos ouvir a reconhecer os seus trabalhos e as pessoas que são. Luis Ralha além de ser um bom pintor, escultor, etc., era um homem de família e uma pessoa excepcional. Para mim não o vou esquecer nunca, pois quando olhava para ele via o meu pai. A sua maneira de falar dava-nos uma certa paz e a sensação de sabedoria que infelizmente é muito rara nos seres humanos. Os amigos e quem lidou com ele nunca o esquecerão. À família fica aqui, novamente, os meus sentidos pêsames. E para terem a noção do seu trabalho fica uma pequena biografia:
Esmaltes
Aplicações em mesas: Salão Nobreda Reitoria da Universidade de Lisboa. Designer Daciano Costa
Design interiores
Desenhador no atelier de Daciano Costa
Em Moçambique 1977-1984
Direcção Nacional de Habitação (director: arquitecto José Forjaz) edifício ‘Pavilhão do Governo’ e exposição da actividade governamental. Facim, 1977 Gabinete de Design Industrial (1978-84) Direcção Linhas de mobiliário de madeira: ‘Emulação’ e ‘Serviço’ Brinquedos de Madeira: ‘Construir o Transporte’ e ‘Construir a Cidade’ Programa de redução de desperdício Pequenos produtos para exportação em madeiras preciosas: xadrez, taças, caixas, candeeiros, torneados, etc. Cerca de 30 stands na Facim Montagem de uma rede de lojas na cidade Programa de concentração de pequenas oficinas Centro de Mobiliário de Madeira em Maputo Palco para o primeiro Festival Nacional de Canto e Dança, que foi cenário do filme de Fonseca e Costa ‘Música Moçambique’, 1981
Em Portugal, depois de 1984
Design de interiores: Galerias Municipais de Exposições: Vila Franca de Xira, Alverca e Póvoa de Santa Íria Ampliação do Hotel Berna em Lisboa Auditório Municipal ‘Scala’ em Alverca Bibliotecas Municipais de Alverca e de Vila Franca de Xira Casa Museu Dr. Sousa Martins em Alhandra Ampliação do Departamento de Acção Sócio-cultural de Vila Franca de Xira Caos – Centro de Artes e Ofícios em Pombais, Odivelas Instituto de Artes e Ofícios do Gabinete de Reconversão do Casal Ventoso Certame Artejovem, em Loures Loja Municipal de Vila Franca de Xira
arte pública
Escultura pública: Fachada norte da Estação de Entrecampos, Lisboa ‘Um Sinal Urbano da Revolução de Abril’, Alverca ‘Um Cravo em Construção’, Santa Iria da Azoia ‘A Seara Interrompida’, em projecto
Pintura
Exposições individuais:
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segunda-feira, fevereiro 04, 2008
NOVA AVARIA
Queridos amigos tenho outra vez o meu "pretinho" avariado, por isso não vos tenho lido nem comentado. Tive de vir ao computador da filha deixar aqui esta notinha. De qualquer maneira, desejo-vos um bom Carnaval. Assim que o computador estiver arranjado volto à vossa companhia.
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sexta-feira, fevereiro 01, 2008
O CASTELO DE PENEDONO

Quando iniciei este blogue procurei fotos de um castelo, não de um em particular mas um que me chamasse à atenção ou que gostasse. Calhou ser o de Penedono. Na altura não sabia que castelo era, mais tarde chamaram-me a atenção e perguntaram-me porquê este castelo. Por razão nenhuma, simplesmente gostei. Ainda esta semana, uma amiga brasileira dedicou-me um post e como não me conhece achou por bem pôr a foto do castelo, o qual eu agradeço. Mas o meu blogue não ficaria completo se eu não pusesse aqui a história dele.
Então cá vai. O texto foi tirado da Wikipédia, espero que esteja certo:
Antecedentes
A ocupação humana do seu sítio certamente remonta a época pré-romana, embora não seja possível afirmá-lo com exatidão.
O castelo medieval
As fontes documentais mais antigas mencionam esta área apenas à época da Reconquista cristã da península Ibérica aos mouros, a propósito do repovoamento da região após a vitória das forças de Ramiro II de Leão na batalha de Simancas (939). A defesa desta parte do território foi confiada a Rodrigo Tedoniz, marido de Leodegúndia (irmã de Mumadona Dias) com quem gerou D. Flâmula (ou Chamoa Rodrigues). Rodrigo viria a ser alcaide dos castelos do soberano e, nessa função, teria determinado a reedificação do Castelo de Penedono. Posteriormente, em 998 da Era Hispânica (960 da Era Cristã), Chamoa Rodrigues, achando-se gravemente enferma, fez-se conduzir ao Mosteiro de Guimarães, instituindo como testamenteira a sua tia Mumadona, com o encargo de dispor de seus bens para fins de beneficência. Entre eles, incluía-se uma série de castelos e respectivas gentes (penellas et populaturas) na fronteira da Beira Alta, entre os quais este, de Penela.
Durante o século XI, ao sabor dos avanços e recuos das fronteiras cristãs, Penedono e o seu castelo mudaram de mãos em diversas ocasiões. A sua reconquista definitiva deveu-se à ação do rei leonês Fernando Magno (1064). Um inventário dos bens do Mosteiro de Guimarães, lavrado em 1095, relaciona o Castelo de Penedono entre outros bens anteriormente legados por D. Chamoa. Com a emancipação política de Portugal, os seus domínios passaram a integrar os da jovem nação. D. Sancho I (1185-1211), ante a situação estratégica de Penedono, próxima à linha fronteiriça, incentivou o repovoamento dessas terras através de Foral (1195), ao mesmo tempo em que determinava a reconstrução das suas defesas. O seu sucessor, D. Afonso II (1211-1223) confirmou-lhe o foral em 1217. A povoação e o seu castelo também tiveram a atenção de D. Dinis (1279-1325), que lhe determinou reforços na defesa.
A atual configuração do castelo remonta aos fins do século XIV, quando D. Fernando (1367-1383) incluiu a povoação no termo de Trancoso. Diante da intenção da edilidade de arrasar o Castelo de Penedono, os homens-bons desta vila insurgiram-se, logrando a sua autonomia. Esses domínios foram então doados a D. Vasco Fernandes Coutinho, senhor do couto de Leomil, que fez reconstruir o castelo.
No contexto da crise de 1383-1385, tendo falecido na Primavera de 1384 o alcaide de Penedono, Vasco Fernandes Coutinho, sucedeu-o na função o seu filho, Gonçalo Vasques Coutinho. Leal ao partido do Mestre de Avis, foi-lhe confiado, no início de 1385 o encargo de chefiar as forças do Porto que conquistaram o Castelo da Feira. Posteriormente, distinguiu-se, por mérito, na batalha de Trancoso (Maio de 1385), o que lhe valeu a promoção ao posto de marechal. Acredita-se que, no Castelo de Penedono, tenham nascido os filhos deste alcaide e, dentre eles:
o primogênito, Vasco Fernandes Coutinho, 1º conde de Marialva, que integrou a malfadada expedição a Tânger (1437); e Álvaro Gonçalves Coutinho, o cavaleiro alcunhado Magriço, herói da narrativa dos Doze Pares de Inglaterra, imortalizado por Camões no Canto VI de Os Lusíadas.
Sob o reinado de D. Manuel I (1495-1521), a vila recebeu o Foral Novo (1512), o que atesta a sua importância à época. Foram realizadas, nesta conjuntura, novas obras no castelo, para o que terá contribuído a influência do 4º conde de Marialva, vedor das obras reais na Beira, cuja filha única, D. Guiomar Coutinho, desposou o infante D. Fernando. Falecendo o conde sem descendência, e sua filha, dois anos depois, também sem descendência, extinguiu-se a família Coutinho.
Do século XVII aos nossos dias
Os domínios de Penedono e seu castelo são referidos, no século XVII, associados aos Lacerda, que então usavam honoríficamente o título de seus alcaides-mores.
O castelo foi visitado por Alexandre Herculano em 1812, que o descreve, à época, como já em ruínas. No século XX, foi classificado como Monumento Nacional por Decreto publicado em 23 de Junho de 1910.
Em 1940, no âmbito das comemorações dos Centenários, promovidas pelo Estado Novo português, o castelo foi alvo de intervenções de consolidação e restauro de panos de muralhas e de torres, parcialmente reconstruídos, a cargo da Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais. Novos trabalhos tiveram lugar em 1943 e em 1953, permitindo que o conjunto chegasse até aos nossos dias relativamente bem conservado, mas ainda carecendo de obras em seu interior.
Características
Na cota de 930 metros acima do nível do mar, nada sabemos de suas primitivas configurações. O atual castelo, de pequenas dimensões (com perímetro externo de cerca de 70 metros), data do final do século XIV, com complementos datando da passagem do século XV para o XVI.
Com a função de Solar, apresenta planta hexagonal irregular, com os panos laterais de muralhas ressaltados e protegidos por ameias piramidais. Em pedra de granito e xisto, no setor noroeste, a muralha é reforçada por um cubelo defensivo. Dois outros robustos torreões prismáticos, com contrafortes e mísulas, são coroados por ameias piramidais. No setor sudoeste da muralha destacam-se dois torreões esguios, coroados de ameias piramidais reentrantes, ladeando e protegendo a porta principal do castelo, encimada por um arco pleno que une ambos os torreões defensivos. Por esta acede-se a praça de armas, de pequenas dimensões. Nas suas paredes, observam-se os vestígios das bases do travejamento de madeira dos pisos residenciais, sendo as paredes rasgadas por janelas quadradas ladeadas por bancos de pedra. Num dos ângulos da praças de armas, sob a torre de menagem, inscreve-se a cisterna, de seção poligonal, recoberta por abóbada em cruzaria de ogivas.
O conjunto é completado por uma pequena barbacã, cuja cortina é rasgada por uma porta em arco ogival e pelo adarve.
Curiosidades
Embora não haja muito a ver no interior deste pequeno castelo, além da magnífica paisagem que se descortina do alto de seus muros, caso o mesmo se encontre fechado, a chave encontra-se na pequena loja vizinha ao pelourinho da vila.
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quarta-feira, janeiro 30, 2008
SÓCRATES
O primeiro-ministro, José Sócrates, está andando tranquilamente quando é atropelado por um condutor das corridas da Ponte Vasco da Gama e morre ali na hora. A alma dele chega ao Paraíso e dá de caras com São Pedro na entrada.
Agora é a vez de visitar o Paraíso. Ele passa 24 horas no Paraíso, junto a um grupo de almas contentes que andam de nuvem em nuvem, tocando harpas e cantando. Tudo vai muito bem e, antes que ele perceba, o dia chega ao fim e São Pedro retorna.
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terça-feira, janeiro 29, 2008
FIGURAS II...
Parece que está na moda fazer-se figuras tristes. Mas cada um é como cada qual. Este parece o Zé Cabra número 2, só que é brasileiro. Mas que má língua, o homem só quera fazer um pouco de "strip-tease".
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segunda-feira, janeiro 28, 2008
PARABÉNS EVELYNE!!!
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domingo, janeiro 27, 2008
PARABÉNS ABELHITA...!!!
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sábado, janeiro 26, 2008
FIGURAS...
Vocês nem sabem o que chorei a rir quando vi este video. Ele há coisas que só visto, senão ninguém acredita.
Em geral, não gosto de falar seja de quem for para não me cair no prato, mas esta eu tinha de vos mostrar. Loooolll. Ahahahah
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quinta-feira, janeiro 24, 2008
É SÓ FUMAÇA...
Hoje, depois do almoço decidi pôr ao lume um bocado de carne a cozer para fazer uma espécie de cozido à portuguesa e digo espécie porque cá em casa ninguém come carne de porco, não por não gostar mas porque faz mal ao marido e assim evitamos comê-la. Resultado: esquecimento puro.
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quarta-feira, janeiro 23, 2008
DEZ RÉIS DE ESPERANÇA
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domingo, janeiro 20, 2008
CURIOSIDADES
SABIAM QUE...
- os primeiros europeus a contactar com o chá foram os portugueses, que chegaram ao Japão em 1560;
- em 1905, os italianos comercializaram a primeira máquina de café expresso, precisamente no mesmo ano em que foi inventado um processo que permitia descafeiná-lo;
- o cacau era considerado pela civilização maia um fruto dado directamente pelos deuses aos homens;
- a maior cordilheira é a dos Andes com oito mil quilómetros;
- a maior ilha é da Gronelândia, com 2.175.600 km2;
- dizer Antártida ou Antártica está correto. Na Antártida não há bactérias e em razão disto, os alimentos podem ser consumidos anos após anos sem uso, não existe também o mofo, nem as latas enferrujam e nem os alimentos apodrecem;
- as reservas de carvão ali existentes podem suprir todas as necessidades do nosso planeta por alguns séculos?
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sexta-feira, janeiro 18, 2008
MUDAR DE PROFISSÃO NÃO É FÁCIL
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quarta-feira, janeiro 16, 2008
ESTAMOS A FICAR MARADOS...
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terça-feira, janeiro 15, 2008
PORTUGAL
Obrigado a todos que comentaram o meu post anterior, são todos uns queridos e têm razão. É preciso levantar a cabeça e pensar um pouquinho mais em mim e sentir-me bem comigo própria. Eu gosto de rir, só não tenho jeito para fazer rir os outros, mas como há que limpar as energias negativas cá vai mais uma anedota para todo o mundo desanuviar.
-Este é o ministro da Saúde, este é o ministro dos Negócios Estrangeiros, esta é a ministra da Educação, este é o ministro da Justiça, este é o ministro das Finanças ...
Chegou a vez do Presidente da Suiça:
- Este é o Ministro da Saúde, este é o Ministro dos Desportos, este é o da Educação, este o da Marinha ...
Nessa altura, com ar emproado, José Sócrates começou a rir:
- Ha! Ha! Ha!.... Para que é que vocês têm um Ministro da Marinha, se o vosso País não tem mar?
O Presidente da Suiça faz um ar digno e respondeu:
- Não seja inconveniente. Quando você apresentou os seus ministros da Educação, da Justiça e da Saúde, eu também não me ri.
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sábado, janeiro 12, 2008
PENSAMENTOS
O sono fugiu, tarda a chegar. O silêncio é de ouro entrecortado pelo ressonar do marido que dorme. A cabeça não pára de pensar, chego a ficar cansada pelo borbulhar de tantos pensamentos ao mesmo tempo. Penso na infância, na juventude, que nem cheguei a a viver, na mulher que cheguei a ser e na mulher que sou hoje. Tudo me passa pela cabeça e ao fazer um balanço chego à conclusão que até não foi assim tão mau. Claro que poderia ter sido muito melhor, mas não me posso queixar. E continuo a pensar, a pensar o que vou fazer amanhã. E há que arranjar metas para os sonhos. Alguns conseguem-se realizar, outros vão pelo cano abaixo e outros ainda ficam por se fazer.
Agora estou na fase de precisar olhar um pouco só para mim. É um defeito, ou uma virtude, não sei, esta de só pensar nos outros. E eu? Quem olha por mim? Ninguém. Então decidi: olhar mais por mim, tomar conta de mim própria, divertir-me, fazer o que me apetece, tratar do meu corpo e da minha mente. Esta questão de não conseguir emagrecer está-me a dar cabo da cabeça. Pensava eu que quem gostasse de mim como eu era como pessoa não se importaria com o meu aspecto, mas chego à conclusão que realmente o aspecto conta e muito na nossa sociedade. Eu sei que o principal é nos sentirmos bem, mas neste momento, eu não me sinto bem com o meu aspecto. E não estou a falar em aspecto desleixado, não, estou a falar de aspecto de gordinha. Para quem era tão magrinha. Só para perceberem eu pesava 47 quilos quando engravidei da minha filha mais velha, agora com com quase 90 quilos e até não como muito, mas a tiróide está-me a dar volta ao juízo. Sim, mas eu não vou deixar que isto me afecte, ai não vou não. Mas digam-me, afinal o aspecto conta muito, não é?
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quinta-feira, janeiro 10, 2008
PARA A PINKY
Esta música é dedicada a "us" (ela sabe a que me refiro). Eu sei que vais gostar, porque além de ser bonita o rapaz em questão canta muitíssimo bem. É para ti querida e se possível acompanhada, espero que gostes, aliás, que gostem. Beijinhos
JOSH GROBAN - DON´T GIVE UP, YOU ARE LOVED
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terça-feira, janeiro 08, 2008
COMO MANTER O AMOR
- Como se faz para manter um amor?
A mãe olhou para a filha e respondeu:
- Pega num pouco de areia e fecha a mão com força...
A menina assim fez e reparou que quanto mais forte apertava a areia com a mão com mais velocidade a areia se escapava.
- Mamãe, mas assim a areia cai!
- Eu sei, agora abre completamente a mão...
A menina assim fez mas veio um vento forte e levou consigo a areia que restava na sua mão.
- Assim também não consigo mantê-la na minha mão!
A mãe, sempre a sorrir disse-lhe:
- Agora pega outra vez num pouco de areia e mantém-na na mão semi-aberta como se fosse uma colher... bastante fechada para protegê-la e bastante aberta para lhe dar liberdade.
A menina experimenta e vê que a areia não escapa da mão e está protegida do vento.
- É assim que se faz durar um amor...
Se você quer muito alguma coisa, deixe-a livre. Se ela voltar será sua para sempre. Se não é porque nunca foi sua de verdade.
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segunda-feira, janeiro 07, 2008
O REIKI NOS HOSPITAIS
Já o ano passado escrevi aqui várias vezes sobre o reiki e sobre a sua influência de bem estar que proporciona a todos quantos trabalham e recebem esta prática milenar. Assim sendo, deixo-vos aqui uma ideia fantástica que está a ser feita em Espanha e que poderia ser seguida por muitos outros hospitais. Ora vejam:
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sábado, janeiro 05, 2008
MEU NOME É RODRIGÃO...
Ora muito bem! Vamos começar o ano rindo um bocadinho e nada melhor do que uma anedota para animar a malta, então lá vai:
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quinta-feira, janeiro 03, 2008
EU GOSTO DE HISTÓRIA
Ora cá estamos no novo ano. Com muita chuvinha, muito frio e muito vento também, não se pode dizer que o inverno não chegou. Eu acabei por fazer o "reveillon" sozinha (mais ou menos). A filhota grande quis que fossemos lá jantar e por conseguinte fazer a meia noite. Só que o marido chegou, comeu e depois foi-se sentar no sofá. Escusado será dizer que cinco minutos depois dormia. E como percebi que estava cansado lá condescendi em vir para casa para sua excelência meter-se no vale dos lençóis. O que realmente fez. E aqui a "je" teve a passar a meia noite deitada no sofá a ver televisão. Mas pronto, não me posso queixar, como não estava doente isso já foi uma benesse. A filhota mais nova foi ver o fogo de artifício para a Expo. E cá estamos em 2008.
Mudando de assunto e não tendo nada a ver com o parágrafo anterior vos posso dizer que gosto muito de história e como estamos sempre a aprender tive a curiosidade de ir espreitar ou antes de investigar quem era o autor do pensamento que eu pus no post anterior. E como reza a história é assim:
TIHAMÉR TÓTH (1889-1939)
Teólogo católico, escritor, bispo, professor.
Nasceu em Szolnok, Hungria, em 14 de Janeiro de 1889.
Frequentou escolas primária e secundária nas cidades de Szolnok e Eger.
Fez seus estudos de teologia no Seminário Central de Budapeste e no Augustineum em Viena. Em Viena foi lhe conferido o grau de doutor em teologia.
Foi ordenado sacerdote em 1911.
Foi capelão em Heves, catequista em Gyöngyös e depois professor de teologia na Escola Superior de Teologia em Eger entre 1913-1918.
Foi sacerdote campal em 1914 e 1915.
Docente na Universidade Pázmány desde 1924 e professor titular desde 1925.
Participou das Conferencias Eucarísticas Mundiais de Chicago (1926) e de Dublin (1932).
Foi nomeado bispo auxiliar de Veszprém em 1938 e bispo em 03 de março de 1939.
Faleceu em Budapeste em 05 de Maio de 1939.
Tornou-se famoso em consequência da sua actividade literária. Suas obras foram reunidas em 1936 que resultou uma série de 23 volumes e foram traduzidas para 16 idiomas.
Obras mais importantes
- A secularização e o direito da igreja húngara à sua propriedade (1914)
- O sentido e o sofrimento da vida (1914)
- O homem puro (1919)
- Não bebas! (1919)
- Cuidado espiritual da inteligência (1923)
- O jovem culto (1924)
- O jovem íntegro (1924)
- O jovem religioso 1-2. (1928)
- Rei Cristo (1931)
- Creio na Igreja (1934)
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terça-feira, janeiro 01, 2008
FELIZ 2008
Semeia um pensamento e colherás um desejo; semeia um desejo e colherás a acção; semeia a acção e colherás um hábito; semeia o hábito e colherás o carácter.
(Tihamer Toth)
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quinta-feira, dezembro 27, 2007
MAIS UM NATAL PASSADO
Este Natal já passou. E graças a Deus bem passado. Como de costume fui passá-lo com a minha irmã para o Cartaxo e como o meu marido faz anos festejamos os seus anos e fazemos a consoada. É sempre a dobrar. Este ano o meu sobrinho lembrou-se de comprar um "karaoke" lá para casa e foi pôr o pessoal a cantar ou a desencantar. Eheheh. Até o meu cunhado, já um pouquinho assim para o alegre, cantou. Ele que não é nada dessas coisas alinhou também na brincadeira. E como estamos no campo não temos o problema dos vizinhos virem chatear porque estamos a fazer barulho. Mas foi bom, tão bom que nem demos pelas horas passarem, quando demos por isso já passava da meia noite e toca a abrir as prendas. Depois das ditas cujas entregues vá de ir para a cama. Ali não se pode estar muito tempo cá fora porque estava um frio daqueles, né? Só se estava bem perto da lareira. No outro dia, dia de Natal e a filhota grande, o marido e a filha chegam para o almoço. Depois, mais uma sessão de "karaoke". Só foi pena estar a chover, mas não podia ser tudo perfeito não é? E pronto, há que regressar. (Ooooooh a festa acabou!!!!!!!)
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domingo, dezembro 23, 2007
CANÇÃO DE NATAL
Uau! Já tenho o meu "pretinho" a funcionar. Já não preciso de esperar pela filha sair do computador. Sabe tão bem. Por exemplo, agora, neste momento, a filhota dorme e a mãe, computador com ela. Bom, mas tenho de me despachar, vim só aqui deixar uma canção de Natal que eu gosto muito e não é nada "lamechas". Peço desculpa pela violência do video, mas a canção é linda. Continuação de BOAS FESTAS.
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quarta-feira, dezembro 19, 2007
BOAS FESTAS
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segunda-feira, dezembro 17, 2007
DESAFIO DA PINKY
O que te choca: a falsidade, a mentira.
O que te arrepia: o frio
O que te excita: viagens, viagens, viagens.
O que te solta: principalmente dançar…
O que te faz rir: os amigos e uma boa piada.
O que te faz chorar: a fome, a miséria e ver crianças desprotegidas…
O que te causa náuseas: a desonestidade, a falsidade, a inveja…
O que te falta para seres feliz: arranjar um bom emprego.
O que te traz infelicidade: a decepção e tudo o que disse no que me faz chorar
O que te magoa: a traição, a injustiça, a mentira.
O que desejas: saúde para mim e para todos que me rodeiam.
O que receias: o sofrimento.
O que não queres perder: A minha família e a amizade dos amigos.
O que queres alcançar: mais sabedoria.
Uma data que abomines: nenhuma.
Uma festividade que adores: Natal
Uma qualidade que aprecies numa pessoa: sinceridade, honestidade.
Uma característica que abomines numa pessoa: o contrário do que disse em cima
Uma mentira que tenhas dito: por norma não minto, se abomino a mentira também acho que o não devo fazer. Só omito ao marido coisas das filhas, aquelas que os homens acham sempre que é mau, mas que a mãe encobre.
Uma nostalgia: Não poder viajar como quero.
Passando o desafio a:
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domingo, dezembro 16, 2007
GRIPALHADA
Quem me manda a mim, sapateiro, tocar rabocão? Só eu. Na sexta-feira fui ao "El Corte Inglés" queria comprar uma última coisa para a neta, só que não contei com o calor que se fazia lá dentro, só de mangas curtas é que se andava bem. E aqui a "je" toda encasacada. Resultado: apanhei uma caloraça que até pensava que estava no Brasil e no meio da rua. Depois de tudo o que queria comprado lá vesti o casaco e vim para a rua almoçar com a filhota mais velha. E já naquela altura só me apetecia era ir para casa, a ideia de ir para o cabeleireiro foi-se! Cheguei a casa e passado um bocado era só: atchim, atchim. Bom escusado será dizer que apanhei uma gripalhada daqueles de ficar na cama e é onde tenho estado desde então. Como não tenho portátil não dá para ler ninguém, mas espero amanhã já conseguir pôr a escrita em dia. Pinky não me esqueci do desafio, ponho no próximo post ok?
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